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Tags: desinformação

Facebook: Novo recurso permitirá nomear “especialistas” para travar desinformação

Com a pandemia, o mundo conheceu uma dimensão ainda mais problemática da desinformação. Com milhões de utilizadores, torna-se fácil disseminar informações falsas sem que ninguém impeça, cabendo esse papel às próprias redes sociais. O Facebook está sempre a deitar cartas neste sentido.

A empresa decidiu adicionar uma nova funcionalidade que permitirá a um grupo nomear um “especialista”, por forma a limitar a desinformação.

Facebook


Google vai passar a alertar para resultados de pesquisa pouco confiáveis

O SEO é uma das ferramentas mais importantes para aqueles que querem potencializar o posicionamento da sua página nos resultados dos motores de busca, como o Google. Por reunir um incontável número de páginas, esta ferramenta é essencial, na medida em que permitirá o destaque de conteúdos em detrimento de outros, pela qualidade avaliada.

No entanto, apesar da classificação de SEO, os resultados podem não ser os mais fidedignos. Por isso, a Google permitirá aos utilizadores identificarem os resultados pouco fiáveis.

Google


Facebook: Molduras antivacina continuam espalhadas pela rede social

A proliferação de desinformação nas redes sociais tornou-se muito comum e acontece cada vez mais. Nesse sentido, o Facebook, assim como outras, tenta controlar o que é partilhado, estando atento e travando conteúdos questionáveis. Exemplo disso é a política implementada para impedir as mensagens antivacina.

No entanto, apesar da tentativa, elas parecem estar ainda a circular pela rede social nas molduras das fotos de perfil.

Zuckerberg


EUA: Facebook diz ter ajudado 4,4 milhões de pessoas a votar

Como sabemos, o Facebook tem trabalhado em prol da mitigação da desinformação, para que as pessoas consigam obter dados corretos e não forjados. Assim, e estando a decorrer a corrida às eleições presidenciais nos EUA, a plataforma remou, para que o processo fosse o mais justo.

Assim sendo, o Facebook disse que ajudou 4,4 milhões de pessoas a registarem-se para votar nas suas plataformas.

Eleições EUA


Google eliminou cerca de 2.500 canais chineses do YouTube

Há mais uma história polémica que entre um popular serviço dos EUA e a China. Desta vez foi a gigante Google que eliminou cerca de 2.500 contas do YouTube que estavam ligadas ao país asiático.

De acordo com a empresa norte-americana, esta ação deve-se ao facto de as contas eliminadas servirem para partilhar desinformação na plataforma de vídeos.