Na Mobility Move, em Berlim, a Bosch apresentou uma ampla gama de soluções para produção e utilização do hidrogénio, nomeadamente o FCPM C100, adequado para montagem no tejadilho de autocarros urbanos.
Há empresas do setor dos transportes que, pela vontade de descarbonização, se associam ao hidrogénio, focando-se no seu desenvolvimento, no sentido de o tornar viável. Agora, a Airbus revelou estar mais perto dos voos movidos a hidrogénio, com o seu ZEROe a arrancar com sucesso.
SLRV é o acrónimo de Safe Light Regional Vehicle, numa tradução à letra, este é o Veículo Regional Ligeiro Seguro. Digamos que tendo uma linhagem alemã, vende a ideia do carocha, um carro do povo. Contudo, a empresa por trás do projeto apregoa uma construção inovadora e leve com uma propulsão de células de combustível altamente eficiente. Com estes pergaminhos, o “elétrico” permite uma mobilidade segura e que poupa recursos ao planeta.
Um dos trunfos é o preço, o outro é a autonomia. A indicação é que pode chegar aos 400 km.
Um dos calcanhares de Aquiles dos drones é a sua autonomia. Caso contrário, o mercado destes objetos voadores seria substancialmente maior. Contudo, um projeto colocou num drone uma célula de hidrogénio e permitiu à aeronave estabelecer um novo recorde mundial, voando ininterruptamente durante 331 minutos.
O recorde de mais de 5 horas permanentes em voo poderá abrir uma nova linha de ação para estas pequenas máquinas voadoras.
O carro elétrico parece perfilar-se como o futuro, no que toca à indústria automóvel. Contudo, ainda há áreas por definir, mais concretamente se o hidrogénio poderá fazer parte deste futuro. Embora a tecnologia ainda seja imatura e a infraestrutura de reabastecimento de hidrogénio seja muito escassa, há marcas que continuam a apostar. Por exemplo, a Toyota anunciou que quer vender 30.000 unidades do novo Mirai, o seu carro com célula de combustível.
O hidrogénio continua assim no horizonte e há países, como Portugal, dispostos a apostar neste campo.