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Huawei Mate 40 Pro: Depois da China, conquista o mercado global do Android

                                    
                                

Fonte: Antutu

Autor: Pedro Simões


  1. Nuno T. says:

    imagino que isto seja apenas no modo performance :D.

    • Louro says:

      Basta usar a cabeca um bocado…

      Os testes servem para ver qual é o máximo que o hardware poderá fazer…

      Já pareces um colega meu que dizia que o Audi R8 dele era mais rápido que o meu Model X, mostrei o contrário entao diz ele “Ah mas só se activares o ludicrous mode é que é mais rápido”, secalhar era melhor fazer o comparativo com o motor desligado.

      • Nuno T. says:

        Os testes servem para mostrar o máximo que o hardware pode dar para as características de uso do aparelho. O performance mode é o uso extremo de que só algumas pessoas irão saber e com impacto considerável na bateria. Ele está lá principalmente porque a Huawei usa núcleos de CPU ultrapassados e quer ficar bem na fotografia.

        • Louro says:

          @Nuno T.
          Entao quando fazemos um benchmark devemos de usar as capacidades minimas do hardware que temos disponiveis?

          O que indica que entao se fossemos a fazer um teste do meu Model X com o R8 do meu colega, eu devia de nao ligar o Ludicrous mode, nao usando assim todas as capacidades do veiculo, até porque como no caso do Huawei, caso o faca, estou a drenar as baterias do carro de forma mais rapida que o usual?

          Tenham mas é juizo.

          • Nuno T. says:

            repito o que disse “Os testes servem para mostrar o máximo que o hardware pode dar para as características de uso do aparelho”.
            Medes as capacidades máximas permitidas para o uso do aparelho, sendo que tens 2 modos de uso, um deles existindo apenas para não parecer atrasado face à concorrência, basicamente esquecendo os requisitos normais de consumo para smartphones.
            O resultado está à vista com a relativa baixa performance fora do “performance mode” opcional.

        • Galo says:

          Nuno T., não podemos confundir o “modo performance” do fabricante/smartphone com “overclocking homemade”…e também não podemos confundir os resultados destes testes com indicadores de uso normal de utilizador.
          Estes testes indicam o máximo que o aparelho é capaz de dar, sem modificações, e na vida real a grande maioria dos utilizadores não necessitarão de o usar.

          • Nuno T. says:

            Não ser “homemade” não deixa de ser overclocking, até porque se trata dum modo opcional que realmente afecta as velocidades de relógio máximas, mesmo em single core.
            Se a Huawei confiasse num bom desempenho não iria recorrer a um modo que faz overclocking para single-core. É bastante evidente, a Huawei sabe que está a usar núcleos de CPU ultrapassados e não queria ficar muito para trás em benchmarks, logo toca a criar um “performance mode”…

          • Galo says:

            Percebo o que queres dizer, mas uma coisa não invalida a outra…O desempenho máximo está lá, é real. Há alguma marca que limite os cores para valores médios em testes de benchmark? Seria estúpido…
            Até há casos em que havia overclocking que só era ativado durante o teste. Em gaming, etc era impossível.

            O mal está nas pessoas que acham que benchmarks destes indicam a “rapidez” ou “potencia” do equipamento nas mãos do utilizador.

          • Nuno T. says:

            Uma coisa invalida a outra quando se quer ser coerente ao analisar e comparar smartphones que estão muito dependentes do nível de consumo da bateria.
            Querer mostrar determinado desempenho num modo de uso opcional, para depois publicitar uma duração de bateria que só ocorre no modo standard… serve para enganar pacóvios!

          • Galo says:

            Então até tu estarás a ser “pacóvio” se acreditas que todos os smartphones mantêm a duração de bateria anunciada a funcionar com o clock que é usado durante o benchmark 😉

            Todos sabem que a duração da bateria em determinado equipamento é dependente do uso que lhe dás…Entre equipamentos as variaveis ainda são mais, como tamanho de ecrã, tamanho de bateria, etc…

          • Nuno T. says:

            Por favor não te armes em espertolas.
            Estamos a falar de consumo em modo com overclock versus consumo com gestão standard de desempenho, que permite um desempenho máximo menor!
            Se fazes overclock num processador vais ver uma redução na eficiência do processador, com aumento no consumo mesmo para coisas corriqueiras!

          • Galo says:

            Com esse comentário tu é que te estás a armar em “espertolas” 😉

            Existe algum equipamento no mercado que, funcione continuamente com o mesmo clock (gostei do “gestão standard de desempenho” XD) usado durante o benchmark?!? Não…

            Existe algum equipamento no mercado que correr o benchmark em modo “gestão de poupança de bateria” ou até mesmo “gestão equilibrada”? Não…

            Existe algum equipamento no mercado, cuja duração da bateria não diminua drasticamente quando se passa a usar o modo”gestão standard de desempenho” em vez de um “modo de gestão standard”? Não…

            Estas coisas são tão óbvias até ao mais “pacóvio” 😉

          • Nuno T. says:

            lá continua a esperteza… a querer convencer pessoas que está tudo bem em associar desempenho em overclock a consumo sem overclock. Lê bem… estamos a falar em modo opcional de overclock… poucos aparelhos têm um modo overclock, algo que esteve sempre associado a querer ficar bem nos benchmarks não para ser um gestão realista dos recursos!

          • Galo says:

            Nuno T. daqui deste lado ninguém está a convencer as pessoas de nada.
            Na minha opinião está bem claro que os benchmarks não refletem a utilização comum do equipamento pelos utilizadores!

            Na minha opinião está bem claro que os benchmarks indicam (e atenta à palavra indicar) o desempenho máximo do equipamento (atenta também à palavra máximo).

            Se o fabricante colocou um “modo performance” opcional, que permite fazer overclock (seguro) no equipamento, não vejo qual o mal nisso. É o mesmo que a empresa ter um modo de poupança de bateria que faça underclock.

            Acho que o exemplo do colega @Louro tira todas as dúvidas.

          • Nuno T. says:

            claro que não vês mal nenhum… não percebes que está para enganar os pacóvios

    • Marquinho says:

      A pergunta chave é:

      Qual a fabricante que não faz o máximo que pode para os seus equipamentos terem o máximo de performance em testes e benchmarks?

      Eu respeito a opinião de todos e cada um, mas sinceramente a malta que se fixou na Huawei e só crítica e dá opiniões, comentários negativos e pouco construtivos ou muito menos imparciais!

      Porque todas fazem o mesmo.

  2. Joaquim Neves says:

    Bem feita para o Trump eheheh

  3. Elkido says:

    E o meu REALME X50 Pro 5G 12Gb/256Gb que faz 604 000 pontos no AnTuTu Benchmark não está aí? Que estranho,…e com o Update para Android 11 e Realme UI 2.0 ainda será muito mais rápido e terá muita mais pontuação

  4. Elkido says:

    O meu REALME X50 Pro 5G faz 604 000 pontos no modo Performance…..e 580 000 pontos no modo normal….e poderá fazer cerca de 650 000 pontos com o Android 11 e Realme UI 2.0 e update das Drivers da GPU ADRENO 650 via OTA

  5. SANDOKAN 1513 says:

    A única hipótese de destronar o Kirin 9000 terá que ser o novo processador Snapdragon 880 da Qualcomm.Se assim não for a Huawei vence a batalha de modo convincente.

  6. Samsung rules says:

    A huawei usa o modo de performance da aí ele tem mais pontos mas a huawei esta mal

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