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Já alguma vez partilhou Fake News sem se ter apercebido que era falso?


Editora no Pplware e psicóloga de profissão. Desde cedo que a tecnologia é uma paixão, interessando-se em particular com o impacto que esta tem na nossa vida e nos comportamentos que as pessoas adotam nas redes sociais.

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  1. golo says:

    ao contrario de muitos eu não leio só os títulos, leio o conteúdo que 99.9% das vezes não corresponde ao titulo, independentemente sejam as noticias fidedignas ou não, não faço partilhas de noticias.

  2. fak says:

    que eu saiba nunca, a menos que o JN ou o DN estejam a dar noticias falsas porque só falo da informação em pessoa e para falar tem de ser algo que as pessoas devam saber ou que me lembre no momento, já cenas de sites como o pplware é raro falar porque estes sites são mais como curiorisidades tecnologicas que outra coisa, é como o MegaCurioso só que virado para a tecnologia…

  3. rogerio says:

    Nem as conclusões sobre as “fakes” do poligrafo partilho pois este maioria aparenta servir uma agenda politica. É ver as noticias sobre as trafulhices em que os responsaveis pela empresa do poligrafo estão envolvidos.

  4. Nuno José Almeida says:

    Esta pergunta é parva. Provavelmente já todos cometemos este erro e ainda hoje não sabemos.

    • Vítor M. says:

      Aliás, é tão parva que deste uma resposta válida à pergunta. 😉 afinal não é parva!!!

      Cumps.

    • mlopes says:

      então assume o erro, não é nada de mais. já a parte de não saber a té hoje já é um pouco de desleixo.
      olha eu já o fiz. dei pelo erro (algo ali me cheirava a esturro e fui investigar melhor) e uma horas depois apaguei a partilha enviando uma mensagem a duas pessoas que tinham partilhado por meu intermédio para fazarerm o mesmo

    • Nuno José Almeida says:

      Pensei bem se ia responder mas aqui vai. Não é provável que todos nós alguma vez na visa, não tenhamos já alguma vez partilhado algo “fake” sem nos apercebemos? Se isso aconteceu é provável que ainda hoje não sabemos se o fizemos. A pergunta deveria ser: “Já alguma se apercebeu que partilhou Fake News sem se ter apercebido que era falso?”

  5. Hugo says:

    A verdade é que muita gente que partilha LIXO nas redes sociais, na verdade, não sabe que aquilo é fake.
    Uma boa política é não partilhar notícias como quem hasteia a bandeira “olha eu…dentro dos assuntos”, quando muitas vezes apenas leram o título da notícia.

  6. João M says:

    Hoje em dia é complicado distinguir o que é fake do que é factual dado que até os canais normais dos media passa fake news, ou pelo menos “verdades parciais” apenas para o click. O exemplo mais interessante que aconteceu nas ultimas semanas, sobre este tema, foi ver os media a seguirem a onda de que 3-4 eurodeputados portugueses votaram contra o salvamento de refugiados do mediterrâneo. Isto levantou tanta polémica que esses eurodeputados quase foram linchados em praça publica – tamanho “desprezo pela vida humana”.
    O que os media não disseram é que existiam 4 propostas de resolução em cima da mesa e eles votaram contra uma delas quando outros votaram contra as outras também – incluindo quem lançou primeiro a polémica – que nem sequer votou nas outras (seja a favor ou contra). Depois, isto são resoluções – não vinculativas – que no fundo apenas ficam bem na fotografia mas que na realidade nada fazem porque não são “lei”. Enfim, foi uma situação interessante porque quem quisesse saber mais sobre este tema não podia ficar apenas pelo que via ou lê-se pelos canais normais – teria de ir a fundo sobre o tema. Eventualmente o poligrafo lá fez uma reportagem sobre o tema – mas o mal já estava feito – a opinião publica já tinha sido “minada”.

    Por isso, quem não quer ser enganado não basta apenas ler o texto da noticia – é preciso ler as fontes, ir aos locais oficiais da informação dada – porque hoje em dias o jornalismo vive do clickbait e deixou há muito de ser imparcial (os coitados ganham pouco, principalmente em inicio de carreira..e precisam fazer pela vida e esta é a via mais fácil para serem “notados).

    • Vítor M. says:

      A verdade é que hoje a informação e a desinformação andam lado a lado, porque os maiores canais de propagação, as redes sociais e o Google, não conseguem filtrar o que é ou o que não é. Um caso que tem aparecido muitas vezes é a informação falsa com capa de jornais e citações de pessoas reais. Pessoas que têm um perfil fidedigno. Essa informação é propagada nas redes sociais como verdadeira, aliás, tem a capa de um jornal ou entidade fidedigna, tem citações de uma pessoa fidedigna, tem um texto mais ou menos bem elaborado e tem um enredo, as pessoas que não conseguem filtrar, partilham e dão força ao engodo. Mas parece resultar, porque ainda há dias vi numa investigação canais do YouTube que conseguem manipular as pessoas e subverter o próprio algoritmo da Google. Portanto, quem faz isso não é um “zé” qualquer, há muito trabalho especializado por trás. E ninguém pode dizer que está a salvo de cair no conto do vigário da modernidade. Temos de estar sempre muito atentos, mas cuidado, ninguém está a salvo.

      • João M says:

        Vitor, agora que falas nisso, tem saído também agora a “inovação” em que se usa IA para criar videos de pessoas reais mas em situações falsas – seja a dizer frases que nunca disseram ou em situações em que nunca estiveram. Infelizmente será cada vez mais díficil distinguir entre a realidade e o que é fake, principalmente para quem se deixa manipular facilmente e raramente vai a fundo nos temas (apesar que cada vez mais temos de ir MUITO a fundo para saber toda a verdade)

        • Vítor M. says:

          Haver há e provavelmente nunca houve tanta tentativa de conter notícias falsas como agora, o problema é o reverso da medalha. Nunca houve tanta manipulação das redes sociais como agora e não podemos esquecer que as pessoas confundem a ir à Internet com o estar no facebook. Depois falas numa questão pertinente “principalmente para quem se deixa manipular facilmente e raramente vai a fundo nos temas” sim é verdade, mas por diversos motivos, são a maioria das pessoas na Internet. e não é por ignorância, muitas vezes é preguiça, falta de motivação, falta de tempo, ou falta de fontes fáceis de consultar. Quem faz fake news sabe bem dessa realidade e usa-a em proveito próprio.

  7. Guilherme Lino says:

    Os principais meios de comunicação são os primeiros a criar e distribuir ‘fake news’. Obviamente pessoas a pensar que é verdade redistribuem.

  8. Mockingbird says:

    Eu não, mas os telejornais das 20 estão sempre nisso…

  9. Diogo says:

    Dado que até o Pplware já o fez – e até bem recentemente – com o caso de que se paga pouco comparativamente aos restantes países pelos serviços prestado por empresas de Telecomunicações, julgo que é seguro dizer que quase toda a gente já o fez.

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