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Python para totós: por onde começar? (Parte VI)

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Zé Fonseca A. says:

    Deviam parar com esta rubrica, na nenhum engenheiro de software mete as mãos em código, muito menos Python que todas as AIs fazem muito melhor que qualquer humano

    • Vítor M. says:

      Quê? Nem parece teu! Como é fácil de perceber, essa ideia está bastante longe da realidade.

      As ferramentas de IA são hoje excelentes assistentes de programação, mas continuam a exigir supervisão humana. O código gerado pode conter erros, vulnerabilidades, soluções ineficientes ou simplesmente não responder aos requisitos do projeto.

      Ora, é precisamente por isso que os engenheiros de software continuam a escrever, rever, testar e manter código diariamente. Python, aliás, é uma das linguagens mais utilizadas no desenvolvimento de IA, ciência de dados, automação, web e sistemas empresariais. A IA veio aumentar a produtividade dos programadores, não substituí-los. Quem trabalha na área sabe que a responsabilidade final pelo código continua a ser humana.

      • Zé Fonseca A. says:

        Estás errado Vitor, na minha empresa são mais de 1000 devs, já ninguém toca em código. Cursor + gpt 5.5 e agora GLM 5.2 para as coisas rotineiras, GitHub e slack para gerir os PRs e os tickets, temos agentes com loops a fazer todo o trabalho, já nenhuma major corporation escreve código, mesmo code review já é todo agentic, TDD é todo agentic.
        Eu avisei em fevereiro aqui que os próximos 12 meses iam mudar por completo o mundo, se tens dúvidas vai ver as palestras dos grandes eventos de desenvolvimento, ouve da boca dos próprios devs, mas isso está representado no mercado, nos últimos 3 meses quase tudo o que eram malta de QA foi requalificada para outras funções, a nossa malta de QA está a construir QA loops, na não existe QA feito há pata sequer, security é tudo shift left.
        O mundo mudou e Portugal é a Europa estão a morrer à sombra do progresso para não variar.
        As mudanças agora dão-se em semanas e não em anos como antigamente, quem não está a estudar e a reajustar-se vai ter muita dificuldade em apanhar o comboio

    • Pedro Pinto says:

      e mais…os que não metem são provavelmente os que não sabem…

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