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Compromissos climáticos poderão forçar as companhias aéreas a cessar atividade

                                    
                                

Autor: Ana Sofia


  1. Júlio says:

    e o transporta marítimo de cargas ???

  2. cK says:

    Claro que sim, desde que o estado injete dinheiro nas companhias aéreas está tudo bem. A TAP está sempre assegurada

  3. Mouro says:

    Mais uma porcaria para estragar a economia do planeta todo…

  4. A.F. says:

    Também podem mandar parar todas as maquinas pesadas Retroescavadora, Motoniveladoras, Tratores, etc, etc.
    Mundo ignorante que temos que aturar.
    Estes defensores do Combate às alterações climáticas, sem alternativas, temos que lhes por uma inchada e uma pá na mão a arar a terra desde nascer do sol ate ele e pôr, que ao fim dum mês quero ver qual tipo de conversa que aplicam.

  5. Luis Rosalino says:

    Era bom era… Wishfull thinking

  6. Secadegas says:

    Todos os Governos tiveram mais que tempo suficiente desde os anos 70 para implementar leis de proteção ambiental sem forçar á pressa como está a acontecer agora, que obviamente vai dar m**da com a constante subida de preços e impostos. Querem reduzir tudo por causa de meia dúzia de snowflakes que não fazem,nunca fizeram e pouco estão interessados em fazer alguma coisa para mudar o seu estilo de vida que é o mais privilegiado de sempre.

  7. jorgeg says:

    a escumalha comuna nao desiste enquanto nao destruir a humanidade.

  8. Vasco says:

    Eu penso que à excepção de vôos militares e de transporte de mercadorias que pela sua natureza tenham de ser entregues num curto espaço de tempo, não faz grande sentido manter a frequência actual de ligações. A época do turismo de massas, feita recorrendo a aviação está a morrer, deixando de fazer sentido, não apenas mas também em termos ambientais. É um modelo claramente insustentável e que gera toda a espécie de prejuízos ambientais. As companhias aéreas vão ter se se reinventar e articular rotas regionais umas com as outras de modo a poderem sobreviver num cenário muito mais restritivo, o que em si é bom dado que gerará um efeito de inovação. Os motes devem ser o combate ao desperdício e à poluição.

    • Algrivão says:

      Excelente comentário! Infelizmente e como seria de esperar, incompreensível para os matarruanos que aqui abundam.

    • Imf says:

      Época de turismo de massas recorrendo a aviação esta a morrer??
      Explica isso..

      Se antigamente para se poder viajar de avião era extremamente caro, hoje em dia so nao viaja quem nao quer, por 40€ vais e voltas a outro pais da europa, conheces outras realidades.

      Vamos voltar a fazer todoa ferias na costa da caparica,Berlengas e algarve?

      Agora que finalmente, ja está disponível para todos, vamos voltar a criar restrições que viajar é so paea as elites??

      Pior…as restrições devem ser so na europa, porque o resto do mundo não vai nessas ideias.
      Nao vejo os paises asiático a ires nessa conversa.

    • Memória says:

      O maior individual poluidor do mundo:
      U.S. Army, mesmo quando não estão ocupados em “Guerras Democráticas” para trazer mais Paz & Liberdade ao Mundo

  9. Margarida Alves says:

    Têm que construir ciclovias para os aviões.

  10. Eduardo silva says:

    Mais um ponto na agenda globalista a seguir… Um dia destes acordamos e verificamos que aquilo que eles pretendem vai acontecer – nem sair de casa vamos se autorizados! E para viajar de avião só eles… Não abramos os olhos, não. Andamos a ver destruir a natureza com a voracidade desmedida impressionante, as edilidades cortam árvores ou deixam que as cortem sem qualquer controle, não repondo outras no seu lugar, e depois admiramo-nos que tudo vai mudando vertiginosamente!!! De qualquer maneira ainda não se disse tudo sobre a mudança climática e que, segundo alguns entendidos, isso leva a acontecer o que está a ocorrer. É ler Sixto de Paz, e indicação que indica de existe um fluxo no centro da galáxia, a nossa, a Via Láctea, que produz um fortíssimo impulso que que a varre toda e que altera tudo nos astros que a compõem… Se é ou não é assim, desconheço exatamente, mas haveria que estudar bem assunto para impedir uns quantos, causadores dos mais importantes desmandos que afeta o planeta agora virem exigir aos milhões a respeitar e fazer aquilo que eles nunca, por nunca quiseram fazer.

  11. Tonheco says:

    É fácil de resolver o impacto ambiental dos voos “recreativos”. A formula é a mesma que para o restp, impostos, impostos e mais uns impostos.

    E das emissões carbónicas nascerá dois novos mundos, um para os pobres e outro para os ricos. Tens dinheiro podes oluir á vontade, não tens dinheiro….temos pena.

  12. Leonardo says:

    A economia tem de ser sustentável. É impossível manter os nossos hábitos de consumo/estilos de vida reféns da economia porque temos limites físicos no planeta. No fim, daqui a umas gerações nem economia, nem recursos, nem planeta com condições de habitabilidade.

    As empresas e os cidadãos têm de transitar para modelos de mobilidade mais sustentáveis. O modo de vida e todo o modelo de crescimento tem de ser adaptado. A tecnologia dará a uma ajuda nessa transição, mas há sectores que estão adiar com base em decisões económicas e políticas conservadoras que acabam por atrasar o investimento.
    A aviação também acabará por se tornar sustentável – irá demorar um pouco mais – mas o futuro está a umas dezena de anos.

    Infelizmente a transição ou incentivo à transição dá-se atualmente com base em penalizações/impostos que não são populares, e que a curto prazo “beneficiam” certas carteiras.

    Não podemos achar que a proteção ambiental é retrógrada ou que atrapalha o nosso estilo de vida. E que os ambientalistas são do contra a evolução. Se não houvesse ambientalistas/ecologistas/especialistas, e/ou quem se preocupa por estas questões, estaríamos numa situação bastante frágil e sem regulamentação em vários sectores – completamente cegos pelas visões meramente económicas/políticas. Ainda bem que existem e fazem barulho, é um comportamento altruísta e nobre.

  13. Rui says:

    Ai o caneco! Se o actual desgoverno soubesse, não tinha injectado 4,5 mil milhões na TAP para a salvar!!!!!

    Aliás, eu lembro-me bem dos aeroportos continuarem a funcionar, para a TAP fazer os voos de paraísos livres de covid-19, como o Brasil, O RU…… tudo em nome do turismo!

    O melhor mesmo é confinarmos todos em casa, sem carros, aviões, navios, autocarros e camiões a circular. Desta forma tínhamos o planeta muito mais respirável……. excepto nas casas das pessoas que mais cedo ou mais tarde morriam à fome!!!!!!

    Gostava que colocassem aqui quais são as preocupações desses faróis dos bons exemplos ambientais como a China, a Índia……. certamente que a maior preocupação deles é com o ambiente 🙂

    Até temos a Arábia Saudita a comprometer-se com zero carbono em…… 2060!!!! Quando provavelmente já nem haverá petróleo!!!!!
    Estou comovido!!!!!!

  14. lucas says:

    As cadelas apressadas nos gabinetes de decisão ,resulta em decisões de merd ……..

  15. Memória says:

    . . .
    No início de cada ano, a elite do mundo salta nos seus jatos privados e desce sobre Davos, Suíça, uma cidade apreciada não apenas por suas resorts de esqui de luxo, mas também para hospedar a reunião anual do Fórum Econômico Mundial (WEF).

    Também conhecido como o Fórum Davos, o evento assume um tema diferente a cada ano, fornecendo uma plataforma global para líderes empresariais, funcionários do governo, académicos e outros membros da sociedade para discutir “questões críticas”. WEF é um dos principais jogadores por detrás do “Great Reset”, com o dito “novo normal” que, a partir de 2030, “você não possuirá nada e será feliz”

    Neste esquema, os recursos do mundo serão propriedade e controlados pela elite tecnocrática. Todos os itens e recursos devem ser usados “pelo coletivo”, enquanto a propriedade real é restrita a um estrato superior da classe social. Quanto “classe alta”?

    Para até mesmo participar da reunião anual do WEF, você deve ser um convidado privado ou membro do WEF, o que custa de US $ 60.000 a US $ 600.000. O emblema de participação para a reunião é extra e custa mais US $ 27.000 em 2020, apenas para obter entrada para a conferência.
    Chegando em jatos particulares para discutir a sustentabilidade

    A ironia foi palpável em Davos 2020, que trouxe um “fluxo constante” de aviões privados e helicópteros, para que seus passageiros pudessem discutir a crise climática e a sustentabilidade.4 Em 2018, mais de 1.000 jatos privados e helicópteros fizeram o seu caminho para Davos e Em 2017, cerca de 200 voos privados desembarcaram na cidade todos os dias durante o evento
    . . . . .

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