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Afinal, hidrogénio verde não será economicamente competitivo até 2030

                                    
                                

Fonte: Bloomberg

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Rui says:

    quem diria, é algo que é ineficiente e caro de produzir gasta imensa eletrecidade só a produzir depois ainda tem que se transportar até à bomba, será o futuro para algumas coisas mas nunca vai ser a opção mais barata

  2. João Silva says:

    Seria interessante saber qual é o tal custo elevado em comparação com os combustíveis fósseis em Portugal.
    Com a carga fiscal existente nos combustíveis, talvez o hidrogénio não seja assim tão caro.
    É, quando se tornar económicamente competitivo, o PS e a esquerda carregam com impostos?

    • RC says:

      Veja em relação aos paises que já vendem, deixo alguns preços, 1 kg é o suficiente para fazer 100 kms, 120 kms em wltp.

      Alemanha – 10 euros o kilo
      França – 15 a 17 euros o kilo
      UK – 13 a 15 libras o kilo
      Noruega – depois de conversão 17 euros kilo
      Califórnia – 13 a 16 dólares o kilo.

    • André Silva says:

      É facil falar… coloque-se na posição dessas pessoas. Muitas vezes não é o não querer trabalhar, são as pessoas que podem dar emprego e não o dão porque “ah é velho”, “ah já tem 50 anos”. E os que se choram por pagar o salario minimo, mas depois os Srs patrões têm o porsche estacionado na empresa.
      De facto não podem dar emprego a determinadas pessoas… há que ganhar para comprar outro BMW ou porsche.

  3. Ironi5 says:

    Que grande noticia, ate larguei um pum de felicidade. Litio jamais será alternativa a petroleo porque alem de ser poluente extrai lo continuam a usar eletricidade que usa carvao. Polui ainda mais que gasolina, ja o hidrogenio pelo contrario, ate podem beber a agua que sai do escape pois é mais limpa que a da torneira

    • Ricardo Gomes says:

      Sobre o lithium não ser a solução final acho que já todos sabemos, mas já sabemos também que com apenas Zinco e Ar se conseguem eficiências ainda superiores às existentes actualmente e também sabemos que o Hidrogênio nunca será competitivo, verde então muito menos e só servirá para armazenar excedentes de energia caso estas cheguem sequer a existir e mesmo assim terá uma concorrência de peso, chamada de baterias super eficientes.

    • rodrigo says:

      ficas tu a saber que carregar um carro elétrico com electricidade (mesmo 100% a carvão) continuara a ser melhor para o ambiente do que um carro tradicional. Pelo simples facto da bateria ser altamente eficiente.
      Nao se extrai litio…mais um mito.

      Ja agora como queres criar hidrogênio puro para movimentar um carro a hidrogênio? Com um pum dum unicórnio?!

      Para finalizar podemos ter veículos elétricos E veículos a hidrogênio. Nao tem de ser necessariamente um ou o outro.

    • Ricardo Gomes says:

      Eu ja conduzo apenas electricos ha anos, e em dois países um deles sendo Portugal ao qual produzo a minha própria energia…além do mais Portugal ja não tem energia a carvão e alguns países que ainda têm, vão deixar de ter no máximo até 2030.

      • André Silva says:

        Um “verde” cinzento. Já não temos carvão, mas temos que importar energia porque não temos carga firme para aguentar os consumos.
        Ah e já agora… Almaraz, desde Abril de 2021 tem estado a trabalhar quase em exclusivo para Portugal.

    • RC says:

      O litio não é uma energia, o litio não queima dentro de camaras de compressão.

      O hidrogénio também não é uma energia, ele é o transportador da energia, para produzir hidrogénio usa combustiveis fosseis ou energia eléctrica.

      Portanto os seus argumentos assumem que cai do céu, o que é falso.

    • Grunho says:

      Só há um “pequeno” problema: para obter o hidrogénio é necessário produzir energia eléctrica, queimando o mesmo carvão, petróleo ou nuclear com que se carregam as baterias. Com uma diferença de peso: o hidrogénio só devolve cerca de 70% da energia aplicada para o produzir. É um processo de perdas.

  4. Ricardo Gomes says:

    O Hidrogenio nunca sera competitivo, verde então muito menos e só servirá para armazenar excedentes de energia caso estas cheguem sequer a existir e mesmo assim terá uma concorrência de peso, chamada de baterias.

  5. Zed says:

    O hidrogénio só interessa aos players dos combustiveis fosseis, porque mantinha mais ou menos o mesmo esquema de negócios, continuando a dar lucro aos mesmos, desde a extração/produção, ao transporte, armazenamento e distribuição final/venda ao cliente final. Achei irónico o (único?) patrocinador do camião a hidrogénio ser… a Aramco 😀

    • Zed says:

      * no Rally Dakar

    • Hugo Sousa says:

      Exacto … além disso aqui fica uns factos que todos podem confirmar :
      Um kilo de hidrogénio precisa de :
      + cerca de 30kwh de energia para a produção;
      + comprimir a 300bar para transporte e comprimir novamente nas estações para os 700bar … tem que o arrefecer tb claro…
      + ( o mais grave) precisa de 9 kg de agua limpa para um kilo … 9 para 1 … para encher depósitos… qdo actualmente parecem mais de 50 milhões de pessoas por ano por falta da mesma… faz todo sentido não faz …

      • EV says:

        1 kilo de hidrogénio necessita no minimo de 39kWh de energia, nunca poderia ser 30kWh porque 1Kg de hidrogénio tem 33.33kWh de energia armazenada. O resto que descreve está tudo ok

        • Ricardo Gomes says:

          No processo mais eficiente conhecido pelo ser humano e que não é 100% verde, consegue-se 0.744kg de Hidrogenio usando 100kW de energia.

          • Ricardo Gomes says:

            PS: estou a referir-me a energia efectiva transmitida para a estrada usando o mesmo modelo de medição que um carro 100% eléctrico.

      • Grunho says:

        30kwh de energia eléctrica num carro a baterias dão quase para 200 kms. Em alguns modelos, e sobretudo em cidade, fazem ainda mais.

    • Ricardo Gomes says:

      Ora agora disseste umas verdades 😉

  6. Hugo Sousa says:

    A união europeia … está no caminho errado, em menos de 10 anos as baterias evoluiram mais de 100% … capacidade vs custo … o hidrogénio teve literalmente 20 anos … lembro que tivemos autocarros dos STCP nas ruas … dos poucos apenas alguns se mantêm… São bastante mais caros de manter que os a gás… e neste tempo a evolução foi apenas simbólica…
    Enquanto nas baterias foi brutal … passamos dos 1000$/kwh para 100$/kwh … e actualmente a caminho dos 70$/kwh ….e a reciclagem perto dos 99%…Basta pesquisar por empresas de reciclagem de baterias, temos dezenas previstas só na Europa … e cerca de meia dúzia a operar …

    • Ricardo Gomes says:

      100% de acordo em todos os teus comentários baseado em factos… não se vê muita gente com esse tipo de conhecimento por cá.

      • Hugo Sousa says:

        Obrigado, sei que infelizmente a maioria das vezes estou a “falar” para as paredes, mas sinto-me ma obrigação de fazer qualquer coisa… estamos numa era de estupidez … mas pelo menos faço o meu melhor para poder olhar os nossos filhos de cabeça erguida quando começar a haver eventos climáticos todos os a anos que coloque em causa os nossos lares, o nosso trabalho e conforto, pelo posso dizer-lhes que não fiquei calado a ver …
        E sim também realizo ações para tal…
        E bom ver aliados dá esperança que srjam mais vozes que chegam a mais pessoas…

    • Ricardo Gomes says:

      PS: estou a referir-me a energia efectiva transmitida para a estrada usando o mesmo modelo de medição que um carro 100% eléctrico.

    • Grunho says:

      A reciclagem quase total das baterias tecnicamente não levanta problemas de maior. O único obstáculo é que actualmente sai mais barato extrair que reciclar.

    • RC says:

      O hidrogénio não tem qualquer hipótese, isto para veículos particulares, frequentam grupo de toyota mirai. No geral as pessoas gostam do carro, o mesmo que os donos dos eléctricos, já que também são eléctricos. Só que têm muito mais problemas com abastecimento, isto porque a maioria dos postos são tipo bombas de gasolina, ou seja, tem de ir lá um camião abastecer o posto, a diferença é que um camião leva alguns 30 mil litros de gasolina, num a hidrogénio que pesa 27 toneladas leva apenas 300 kilos, o suficiente para 50 abastecimentos.

      Nos ultimos tempos passam horas em filas à espera de abastecimento.

      Outro problema é o preço, no sábado um ano posto a foto do posto, e tinha uma conta de 83 dólares para 5 kilos de hidrogénio, dizia ele que dava para 350 kms.

      Isto falando de fuel cells, porque a combustão é a ideia mais ridícula que alguma vez vi, enfim.

      Mas há gente que continua apostar forte numa tecnologia que nunca deu provas em detrimento de outras que funcionam e são viáveis.

  7. Pepe says:

    Mais valia converter os carros a hidrogênio… A fabricação de hidrogênio não necessita de ser cara nem transporte para os postos de abastecimento. No meu projeto final de curso reduzi quase a 80% o consumo de gasolina de um motor 2.0 a gasolina (honda Accord) com apenas um “gerador” de hidrogênio… Podem e devem ir ao YouTube ver como se faz… Nada mais simples… Não, não explodem… Não, não há necessidade de alterar o sistema de combustível… Ou seja… O carro consumia quase 2 litros aos 100 km… Ainda o tenho, já tem quase 400000km. Obviamente que tem metade da mala ocupada com um “aquário gigante” mas q funciona… Funciona… Não compreendo pq os carros a gasóleo não podem usar óleo vegetal usado (tratado) a baixo valor… Sendo que o óleo vegetal para uso doméstico paga imposto e depois de limpo e tratado para uso no automóvel tem de pagar novo imposto de combustível… É um roubo e atentado às estupidez das pessoas que têm capacidade para isso.

    • RC says:

      Não dá para converter.

      A produção depende do preço da energia, apenas isso.

      Eu pago 10 milhões de euros por essa solução, mas tem de fazer o que diz aqui.

      Prepare-a Sff.

    • Rui says:

      eu gostava mesmo de ver esse projeto que estas para ai a flaar mas nao podias estar mais longe primeiro um motor comum nao trabalha a hidrogeneo isto não é GPL é so meter um taque e ta a funcionar segundo os carros a hidrogeneo que ja existem sao totalmente diferente de um ICE são basicamente carros eletricos mas em vez da energia vir da bateria vem do hidrogeneo atraves de uma fuel cell, nao sei do que estás para ai a falar mas é impossivel converter um ICE a hidrogeneo a não ser claro que mudes o carro todo mas isso nem é uma conversão

  8. Pepe says:

    Mais valia converter os carros a hidrogênio… A fabricação de hidrogênio não necessita de ser cara nem transporte para os postos de abastecimento. No meu projeto final de curso reduzi quase a 80% o consumo de gasolina de um motor 2.0 a gasolina (honda Accord) com apenas um “gerador” de hidrogênio… Podem e devem ir ao YouTube ver como se faz… Nada mais simples… Não, não explodem… Não, não há necessidade de alterar o sistema de combustível… Ou seja… O carro consumia quase 2 litros aos 100 km… Ainda o tenho, já tem quase 400000km. Obviamente que tem metade da mala ocupada com um “aquário gigante” mas q funciona… Funciona… Não compreendo pq os carros a gasóleo não podem usar óleo vegetal usado (tratado) a baixo valor… Sendo que o óleo vegetal para uso doméstico paga imposto e depois de limpo e tratado para uso no automóvel tem de pagar novo imposto de combustível… É um roubo e atentado às estupidez das pessoas que têm capacidade para isso.

    https://youtu.be/FROIVu-NJTU

    • Ricardo Gomes says:

      A resposta a tua pergunta é simples. Quanta energia necessitas de gastar para converter por exemplo 25kw desta mesma na estrada. No hidrogénios são cerca de 100kw nos óleos cerca de 500kw… só a partir daí já se sabe que nem um nem outro pode ser o futuro.

    • Ricardo Gomes says:

      PS: estou a referir-me a energia efectiva transmitida para a estrada usando o mesmo modelo de medição que um carro 100% eléctrico.

    • RC says:

      Vale 10 milhões de euros.

      Prepare isso a funcionar como diz, vamos testar, se o carro apenas consumir 1 a 1.5 litros de gasolina a cada 100 kms, temos negócio.

    • Hugo Sousa says:

      Tambem acho que há alguma confusão… essa tecnica do HHO já tem muitos anos … e muitos produtos promissores, mas nenhum pegou … tb em muitos anos, eu próprio tive um que mandei vir e alterei para um Ford Fusion Diesel… sim melhora a combustão mas o gás é muito volátil, e sim explode … basta um descuido numa válvula ou um relé a funcionar mal e kabum … a mim aconteceu 2 vezes … a primeira foi o depósito para o caneco a minha sorte é que era plexiglass … a segunda estourou com os sensores da entrada de ar e incendiou o filtro de ar … e isto com deposito arrefecido no loop de água do motor…
      Mas algo que te esqueceste de dizer é a corrente electrica necessária para o fazer … para mim para um rácio de 2 % consumia 25A da bateria …. 260Wh para um sistema de meio litro … ha … e tive que comprar 3 baterias em 40000km …. a poupança nao dava para a despesa…

    • RC says:

      Está enganado, os carros a gasóleo podem usar óleo vegetal e TODOS USAM, não existe gasóleo à venda sem ter incorporação de biocombustiveis feitos de óleos vegetais usados.

    • RC says:

      Então e o carro que usa hoje tem esse sistema ?

  9. AP says:

    E quando é que vemos carros que trocam as baterias tão rapidamente como um vulgar empilhador eléctrico? Ou é propositado para tornar o carro descartável como o meu telemóvel?

    • RC says:

      Por acaso leva menos tempo, consegue trocar a bateria de um empilhador em 15 minutos ?

      Ou o motor de um diesel no mesmo tempo?

    • Hugo Sousa says:

      Bem se a referência é para a troca fácil, sim ja existe, sim já se testou, lembro que a 1a série ZE da Renault fazia isso mesmo, nao no nosso país, mas chegou a funcionar em dois ou 3 países europeus, o problema é que a ideia de manutenção e custo de troca eram mais pesados… tipo 60 a 90 € por mês de mensalidade, ha muita gente que nao gostou da ideia… depois a troca nao garante a finalidade de propriedade privada, o que trazia problemas de algum procedimento fora do que o fornecedor achava normal eram só “taxas” a pagar, tambem não se consegue garantir 100% a qualidade da bateria que recebe e recarrega e entrega a outro … tipo as garrafas do gás… umas vêm todas amassadas e não fomos nós… o gás vem na mesma mas o invólucro já foi castigado e já nao é a mesma coisa …
      No presente a NIO planeia instalar algumas estações na Europa eles têm varios modelos com baterias “fáceis” de mudar … mas não é do agrado de todos…

  10. Ricardo says:

    Isto por aqui é só engenheiros, e depois chegam ao ponto de não terem conhecimento de que já existe a tecnologia de combustão possível de ser adaptada ao hidrogénio (usando até características dos motores de combustão actuais).

    https://www.cycleworld.com/story/motorcycle-news/kawasaki-reveals-hydrogen-fueled-bike-plans/

    Já existe faz anos (BMW Hidrogen 7- Mazda RX8, entre outros). Hidrogênio não precisa ser apenas fuel cells. E quando digo “apenas” considero que este é mesmo o cerne da questão. Todas as tecnologias são passíveis de serem usadas. Depende da conjetura e da utilizade que se pretenda. Seja na indústria seja na mobilidade. Cada tecnologia poderá ter o seu lugar.

    Obviamente que existindo investimento, determinada tecnologia ficara mais barata do que outra menos explorada. Onde andavam os full EV em 1990? Quanto custaria uma bateria atual nessa conjetura? Tendo em conta a inflação desse momento? Pois… Se se apostar na tecnologia ela avançará. É uma verdade comprovada todos os dias.

    Mas não. Aqui é só números e contas. Embora necessárias (obviamente – e obviamente umas mais custosas do que outras) está a passar-se ao lado de um aspecto fulcral para mim (e para muitos). No quesito privado da mobilidade um automóvel ou uma moto NÃO é um simples meio para chegar de A a B.

    Leio aqui que pessoas conduzem full EVs (vulgo carros a pilhas) faz anos. E que sentimento de pena tenho eu por vocês. Tantos anos a conduzir sem sentir prazer de condução. Bla.bla.bla. é subjectivo, blablabla. Um carro a pilhas não chega nem perto de um “full manual” do outrora. End of. No quesito prazer de condução e input necessário por parte do condutor, não existe comparação. Calendários de distância. Ambas as tecnologias a isso levam.

    E se lhes dou os parabéns por poderem gastar balbúrdia em carros que fazem 200 quilómetros de média e assim ajudam a poluir um pouco menos (desmobilizando de um lobbie criando outro), tenho que sentir empatia por efetivamente numa pequena parte de suas vidas não viverem. E apenas sobreviverem. Conduzem aquele carro certinho, onde os cálculos todos no momento ainda vão sendo os mais vantajosos para o ambiente(tendo em conta a tencologia em que se aposta), mas em detrimento de todo um prazer que lhes retirado por tal intermédio.

    Que invistam na diversidade. Para que em diferentes contextos e para as diferentes necessidades cada um possa escolhe o que mais lhe serve os seus propósitos – no quesito individual. Legisle-se conforme o necessário no quesito coletivo. Como sendo utilização em grandes centros urbanos, mobilidade nas pequenas deslocações, ramo dos transportes e seus semelhantes, frotas de trasportes, navuos e aviões. Mas permitam maior flexibilidade no quesito individual. Dêm espaço às tecnologias para chegarem e se adaptarem. E aí cada um terá seus benefícios. Pessoalmente oreferiria mil veze sum veiculo com motor d e combuatão a hidrogênio doqnue um fupl eve a pilhas. De casa para o trabalho, um pequeno full ev serai perfeito. Para o dia a dia, mil vezes um com motor de combustível a hidrogênio. Mesmo com a limitação da velocidade. Mesmo com a limitação do peso. Cada qual no seu tempo.

    Quero dizer que acima de tudo a mobilidade, deve ter em conta tanto a problemática da poluição como a da utilidade pública e individual. Por muito que se queira, esta será parte de um serviço (impostos).

    De que vale existirem carros menos poluidores que ninguém possa comprar? De que vale ter um veículo para nao conseguir uma utilização prática para deslocações maia longas? De que vale ter um full EV e não te onde usufruir do (para já) menor custo de carregamento? De que vale ter um full EV e não ter literalmente onde o carregar onde compensa (casa)? De que vale andar com um full EV a vida toda e efetivamente não viver por não sentir qualquer satisfação ao conduzir uma coisa daquelas? De que vale investir agora para daqui a alguns anos ter que investir em baterias novas que valem mais de metade do que custou o carro?

    Diversidade. Sustentável mas tendo em conta que quem cá habita e quem cá se movimenta tem – para além da necessidade de manutenção da sustentabilidade natural do meio em que se encontra – também a necessidade de uma vivência cheia de sentidos e sentimentos abrangentes. E acima de tudo. Livre do “interesse”. E de que vale viver num mundo “melhor”(subjetivamente a caminhar para o “verde” – digo isto porque cheio de lobbies de igual forma escondidos por trás desta conjetura – e o que melhoram “aqui” estragam “ali”) sem prazer nessa vivência?

    Diversidade. É o que é necessário. Sempre foi, é, e sempre será.

    Mas imagino que os “engenheiros” destas bandas não compreendam esta faceta mais “filosófica. Como podem eles? Bombardeados de disciplinas práticas e metódicas durante os seus estudos? Esquecendo a vertente “humana” sobra o nada… e os números…”Acabo por compreender.

    • RC says:

      Então e porque não compra um desses ? Com a autonomia que têm, até as scooters elétricas conseguem fazer mais. Que venham eles, quanto mais depressa vierem, mais depressa os vendem e trocam por eléctricos, falou tanto mas não falou do custo que tem o hidrogénio, pois..

      Qual o carro electrico que já conduziu ?

      Não podem comprar porquê ? com as tecnologias que sugere, qualquer electrico é dado.

      Mas alguém disse que não pode haver diversidade, os carros a hidrogénio até são mais velhos que todos, o primeiro era a hidrogénio.

      Então se sabe tanto porque não produz um e ganha milhões, eu compro.

    • Ricardo Gomes says:

      Outra vez arroz? Mais desinformação? Já expliquei o porque disso não ser viável a uns artigos atras… e sim EU sou de facto engenheiro e não funcionário das caixas do continente que nem entende o que escreveu… dai nem sequer vou explicar novamente… também tens internet, pesquisa… e dependentemente da tua inteligencia vais perceber a razão clara pela qual o mundo não optar por essa solução. Esta mais que na altura de começarem a usar o cerebro.

      • Ricardo says:

        A sério? Ninguém diria pelos seus comentários anteriores…

        E ca está o engenheiro que acha que porque o é, não existem mais profissões no mundo onde seja necessário o mesmo grau de inteligência. Só ele é que é esperto, o resto são todos idiotas. Só a as engenharias sáo ciências viáveis, todas as outras, imprestáveis. Típico comentário de quem se acha o rei do recinto.

        Quando as entidades responsáveis pensarem em diminuir a pegada nociva produzida pela produção de biliões de equipamentos electrónicos que pretendem tornar obsoletos outros tantos perfeitamente funcionais (mais lixo acumulado), quando deixarem de produzir e vender equipamentos que não valem um terço do valor que pedem por eles (nem fazem mais do que outros tantos com PVPs bem mais equilibrados), enquanto não pegarem nesse valor investido, quer do lado das empresas quer do lado dos consumidores e não o reinvestirem em algo que valha a pena (desenvolvimento de tecnologia que sirva propósitos diversos, adapatados às circunstância e às comunidades), podem assobiar para o ar com a treta dos full EV o dia todo que vai dar ao mesmo. Não são nem serão alguma vez os salvadores do mundo por si só. Neste momento não passam de um lobbie emergente, no vislumbre de um em decadência.

        Diversidade. A não ser que a energia nuclear passe a base produtora principal da energia eléctrica usada no país o futuro está na diversidade. Não esta nem nos números, nem nos dados teóricos, nem nos “estudos” (encomendados), nem nos espertos que pensam que são mais inteligentes do que os outros, nem ainda nos que passam a vida a perguntar que carro tenho, que carro conduzi ou o diabo a mil.

        E se tem poder de compra para colocar painéis solares na sua casa – bom para si. Pode comprar um carro a pilhas? Melhor ainda. Deve é ter em conta que o mundo não gira em torno de si e as necessidades dos outros não são as mesmas que as suas. Muito menos as do mundo.

        Passe bem.

        • RC says:

          Ricardo, você não tem dinheiro para um full ev e para painéis e com esse pensamento nunca vai ter, já que de acordo com o preconceito, quer é continuar a queimar dinheiro.

          Já agora, carros a pilhas são os atuais a hidrogénio, já que funcionam a pilhas de combustível. LOL.

        • RC says:

          E o hidrogénio é a defesa por combustíveis fósseis é o quê? É um não lobby!!! LOOOL

        • Hugo Sousa says:

          Se o senhor é adepto das certezas porque não justifica o que diz com factos…
          Da parte dos que defendem um fituro melhor para os nossos filhos (nossos como de todos e não só os meus) aqui fica factos …e nao estudos …como diz que não acredita …pois fique sabendo que estes soa relatórios realizados por várias entidades e aferidos por os seus pares … e nao foi encomendado…
          https://www.transportenvironment.org/discover/batteries-vs-oil-comparison-raw-material-needs/

          https://www.transportenvironment.org/discover/how-clean-are-electric-cars/

          E só descarregar os PDFs … terá muita informação baseada em factos práticos…. e não teóricos…

          “… o pior cego é aquele que não quer ver ” …
          Sugiro este video muito representativo desta ignorância geral…
          https://youtu.be/ML3qYHWRIZk

          Aqui os meus dados … quais são os seus?

        • Ricardo Gomes says:

          Ricardo que eu saiba, eu nunca disse que só eu é que sou o esperto… felizmente existem muitos espertos no mundo ao qual tu infelizmente não fazes parte… e os espertos decidiram que o motor que mencionaste não foi a solução quando foi inventado há mais de 50 anos atrás e continua a não ser uma solução para rigorosamente nada nos dias que correm…. se se queres ficar um pouco mais inteligente, em vez de escreveres outro monólogo, vais finalmente fazer uma pesquisa para entender o porque 😉 Está bem assim? Fui esclarecedor o suficiente? 😉 Agradecer-me podes faze-lo mais tarde.

    • Hugo Sousa says:

      Pois tanta coisa escrita e tanta ignorância… Os carro de combustão a hidrogénio remontam aos anos 30 …. caso não saiba é verdade que é uma combustão mais limpa, mas produz um doa gases piores … aliás muito conhecido como assassino silencioso … substituir uma combustão por outra fazia sentido há 30 anos … não agora …
      Quanto aos carros a pilhas … é por isso que em menos de 10 anos os supostos carros a pilhas superaram os convencionais em todas as métricas… perfomance, segurança, robustez, fiabilidade …etc …
      Em mais de 100 anos os de combustão apenas evoluíram nas mentiras e nas falsas promessas …
      Mais de 100 anos de investimentos
      de várias empresas ultrapassado em 10 anos de investimento nos eléctricos por apenas um empresa…
      …” o pior cego é aquele que não quer ver …”…
      Olhem a volta e nas notícias … apenas se vão preocupar quando vos chegar à porta, nessa altura será demasiado tarde … espero que nessa altura consiga justificar aos seus filhos e netoa as suas opções…
      Nesse pensamento nao sei porque nao andamos de quadrigas eram bem mais emocionantes de conduzir …
      Estamos numa era de estupidez um bom exemplo que sumariza esta sociedade…
      https://youtu.be/ML3qYHWRIZk
      Você faz parte dos primeiros … eu quero fazer parte dos últimos mencionados neste vídeo…

    • Hugo Sousa says:

      Caso não saiba ja existem várias pessoas “normais” que com paineis e PowerWall ja são 100% independentes da rede … e carregam o carro eléctrico que alias contribui como 2a bateria para a casa caso seja necessário…
      Da ultima vez que vi não dá para prudizir combustível em casa e nem armazenar a longo prazo…
      Logo a sua filosofia de “liberdade” deu um tiro no seu próprio pé… espero que tenha sapatos de biqueira de aço….
      Você faz parte dos primeiros deste video … eu tenho orgulho quando olho para qualquer criança porque faço parte dos últimos do video e farei o que puder e o meu melhor para contribuir que eles tenham um futuro melhor…
      https://youtu.be/ML3qYHWRIZk

      • Ricardo says:

        Olhe que a hipocrisia mata quando não sai cá para fora.

        Quer ser “verde” a sério? Insurja-se contra o desperdício, a obsolescência programada, os biprodutos nocivos oriundos dessa produção, e a quantidade absurda de lixo que se produz todos os dias por esse mundo fora sem qualquer controlo ou necessidade. Porque dessa poluição ninguém quer saber. E já agora, insurja-se contra a indústria da guerra (que me parece já estar de volta a lucar sem fronteiras com mais um conflito).

        Aproveite o embalo e leve os “amigos” consigo para esse mundo perfeito em que vive. Onde todos têm acesso a locomoção 100% verde a custo baixíssimo, num Estado idílico, com condições de habitabilidade ideais para que usufrute da tecnologia única “salvadora do mundo” e onde abundam ordenados soberbos e impostos baixíssimos sobre o consumo. E continue a colocar de parte o que deve ser estimulado. As alternativas. A flexibilidade mas também o desenvolvimento sustentado (assente não só em quesitos naturais como também nos sociais e conjuturais). E acima de tudo – considere apenas o seu umbigo, e a sua perspectiva – tendo em conta as suas condições vivenciais apenas.

        Aproveite e ande de bicicleta. Passa logo a contribuir bem mais para o que tanto apráz parecer ser sua preocupação única. Andemos todos. Fica mais fácil assim conseguir resultados em breve.

        Passe bem.

        • RC says:

          E o que impede de ser contra todas essas coisas ? também daqueles que só os outros é que devem fazer algo ?

          Enfim, o mundo está cheio de gente como você, como tem um um preconceito e não consegue passar sem o manifestar, que fazer ? lutar contra eles.

          Enfim, mentalidade retrogada.

        • RC says:

          Já agora, se o mundo está cheio de problemas sociais, ordenados baixos, impostos altos, porque é que defende uma solução que é a mais cara de todas.

          Ou é hipocrisia, ou desconhece o que está a dizer.

        • Ricardo Gomes says:

          Ricardo, dizes muita coisa acertada mas no caso do motor a hidrogénio estás completamente errado… para melhorar tudo aquilo que dizes no mundo é preciso a humanidade primeiro entender e como podes ver em ti próprio, não é nada fácil, mesmo quando várias pessoas to dizem ou apresentam factos. Talvez devas começar a aceitar que o que tu sabes pode estar errado e a tua opinião pode estar errada… quando tiveres factos para argumentar que os outros é que estão errados força… mas pra já, aceita simplesmente que o teu conhecimento neste ramo não estava tão aprofundado quanto tu pensavas que estava. Abraço e boa evolução.

        • Hugo Sousa says:

          Pois da minha parte o sr. Não me conhece, nem os outros… eu ja faço muita coisa que muitos apenas apregoam…por isso esse tipo de discurso é logo como um ataque pessoal típico de falta de argumentos e factos para suportar a sua opinião… mas como dizem … opiniões todos têm… os factos existem e já forneci provas… por neste assunto o sr. Está errado … pode estar correto noutros …mas neste os factos estão contra o que refere…
          Fique sabendo que mesmo em dificuldades económicas optei por um carro eléctrico e ja fiz mais de 37000km num ano o que conforme os relatórios que referi (links) já compensei a pegada do fabrico do mesmo ..( conforme relatório os carros compensam ao fim de 30000km)… dados e não estudos…
          Logo já contribui mais do o sr alguma vez compensou num ano relativamente a pegada carbónica… fora todas as outras ações incluindo o meu trabalho nesse campo… por isso … sugiro a não falar do que desconhece apenas demonstra a sua incapacidade de argumentar a aceitar a realidade… ninguém o obriga a nada e pode dar a sua opinião mas deve ser esse o limite … não atire areia para os olhos das pessoas …disso já temos os peritos dos peritos os nossos políticos…

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