Waymo está a pagar 20 dólares a humanos para fecharem as portas dos seus robotáxis
A inteligência artificial (IA) pode estar a transformar o mercado de trabalho, mas está também a criar postos inesperados que exigem a intervenção manual. Em Los Angeles, a Waymo está a oferecer pagamentos a indivíduos para realizarem tarefas elementares que os seus veículos autónomos ainda não conseguem executar sozinhos, como fechar portas...
Waymo recorre à aplicação Honk para assistência remota
De acordo com informações avançadas pelo The Washington Post, a Waymo está a remunerar prestadores de serviços com valores a partir de 20 dólares para "resgatarem" os seus táxis autónomos. O motivo é curiosamente simples: fechar as portas dos veículos, uma ação que estes automóveis de alta tecnologia não conseguem realizar de forma autónoma e que, frequentemente, os passageiros se esquecem de fazer.
Para coordenar estas intervenções, a empresa utiliza a Honk, uma aplicação móvel lançada em 2024 que funciona de forma semelhante à Uber, mas direcionada para serviços de reboque e assistência rodoviária.
Cesar Marenco, proprietário de uma pequena empresa de reboques, explicou à publicação que completa cerca de três pedidos semanais para a Waymo através da plataforma Honk. As tarefas variam entre o transporte de veículos totalmente desligados até às estações de recolha e intervenções rápidas, como fechar portas abertas.
Marenco refere que recebe entre 60 e 80 dólares por um reboque, enquanto as tarefas mais simples lhe rendem entre 22 e 24 dólares. Segundo o empresário, a ausência de um condutor humano para instruir os passageiros sobre o uso dos cintos de segurança ou o fecho das portas torna estes erros humanos quase inevitáveis.
As preocupações com a responsabilidade
Esta oportunidade de trabalho poderá ter uma duração limitada, uma vez que a próxima geração de veículos da Waymo deverá estar equipada com portas deslizantes automáticas, semelhantes às das carrinhas monovolume. Katherine Barna, porta-voz da tecnológica, minimizou a frequência destes incidentes, sublinhando que a empresa está a investir na educação dos seus utilizadores.
Contudo, a necessidade de auxílio humano demonstrou ser vital em situações críticas, como aconteceu recentemente durante um corte de energia em São Francisco, que paralisou diversos veículos e gerou um pico na procura por assistência manual.
Apesar da facilidade das tarefas, alguns profissionais do setor manifestam reservas. Jesus Ajuiñiga, gestor de outra empresa de assistência, criticou os valores propostos, considerando-os baixos para a responsabilidade envolvida.
Segundo analistas de robótica, cada veículo da Waymo pode custar mais de 200 mil dólares, o que levanta questões complexas sobre a responsabilidade civil em caso de danos acidentais durante estas intervenções de baixo custo.
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Quanto ao apagão em São Francisco que deixou, pelo menos alguns Waymo parados nos cruzamentos – e Musk, que não tem robotáxis sem condutor de segurança, aos pulos porque nos dele não tinha acontecido isso, veio dizer a Waymo que:
– sem semáforos a funcionar, os seus robotáxis seguiram as regras da prioridade que seguem nos cruzamentos sem semáforos,
– mas, dada a dimensão do apagão, fizeram um número anormal de pedidos de assistência remota (embora os Waymo não tenham condutor de segurança no banco da frente podem pedir assistência remota a um operador humano), o que originou os bloqueios verificados no sistema.
Quem embarcou naquela de que os Waymo não sabem passar nos cruzamentos sem semáforos (e o da Tesla sabem … e se não sabem o condutor de segurança que levam sabe) – enganou-se, ou foi induzido nisso. Embora esteja correto que um apagão trouxe problemas, que a Waymo diz que irá resolver, provavelmente diminuindo os pedidos de assistência remota, porque não haverá operadores remotos suficientes.
Quanto às portas, há várias soluções, uma delas é o fecho automático na parte final, para não depender da força que quem fecha aplica. Só que pode entalar algum distraído – num post recente, o sistema usado pela BMW levou a parte da ponta do dedo do condutor … que se fez pagar principescamente por isso.
A Waymo que peça à Tesla como se faz fechos automáticos. Loooll
E já agora que peça também o sw para passar nos cruzamentos sem semáforos.
Os Waymo são nível 4 de automação (não precisam de condutor de segurança) enquanto os Tesla, com o FSD são um reles nível 2 (com condutor de segurança). Obviamente são capazes de cumprir as regras da prioridade nos cruzamentos sem semáforos ou que ficaram inativos.
Musk e “sus muchachos” é que aproveitaram o episódio para tentar passar a ideia de que o sistema de condução autónoma da Tesla é mais avançado.
Bla Bla Bla Bla, mas o fsd passa semáforos apagados, ou seja, cruzamentos sem semáforos.
E os Waymo não? Ainda têm que aprender as regras da prioridade nos cruzamentos sem semáforos?
Os “muchachos” nem pensam 😉
Que perigo…
Tanto não passam que não passaram, daí eu ter dito para pedirem à Tesla essa parte.
Perigo é para os humanos a conduzir, não sabe já que perigoso é o ser humano ?
Porque será que Musk e “sus muchachos” não dizem que os robotáxis da Tesla a operar em São Francisco/Bay Area, numa área restrita – têm safety driver no lugar do condutor, que foram utilizados durante o recente apagão? Os Waymo não têm.
Cambada de vígaros 😉
Não há vergonha na cabecinha deste fanboy LOLOL
Não têm safety driver no lugar do condutor mas sim no lugar do passageiro/pendura.
Ninguém disse que têm culpa, se tivesse lido com atenção ao invés de ler como um hater, tinha entendido, o fsd não precisa de semáforos, e usa a prioridade do código. Eu disse que podiam pedir essa parte à Tesla, duvido que eles não a disponibilizassrm.
É verdade Hugo, quando não se lê é assim, passam vergonha.
Ó fanboy, o safety driver foi apresentado inicialmente no lugar do passageiro para dar ideia de autonomia. mas em setembro passou para o lugar do condutor 😉
Os Waymo sabem passar nos cruzamentos sem sinais – é impensável não passarem, como qualquer um que não seja fanboy da Tesla percebe.
No apagão de São Francisco alguns Waymo foram afetados por pedirem informação remota que não estava disponível para todos. mas a larga maioria dos Waymo continuou a circular, sem semáforos.
Os da Tesla não foram afetados porque levavam o condutor de segurança – no lugar do condutor.
Musk e “sus muchachos” omitem que os Tesla levavam condutores de segurança e os Waymo não – e querem fazer crer que os Waymo não sabem passar nos cruzamentos sem sinais e os Teslas sim, ou seja, têm um sistema de navegação autónomo mais avançado.
O habitual, querem fazer dos outros parvos 😉
Oh haterboy, então mostre lá onde está o driver ?
https://www.youtube.com/watch?v=F4VDi8qP8ms
https://www.youtube.com/shorts/nrFZR0hGlXY?feature=share
Hugo, tenha calma ele vai dar por isso.
São factos… O último upgrade transforma qualquer concorrência á parte… Mesmo com neve a tapar as estradas…
Se estás a falar do FSD da Tesla – quando há neve, sabe seguir os trilhos deixados pelos outros carros. Se não houver – desliga o FSD e passa a condução para o condutor.
A Tesla cobra aos clientes para eles serem escravizados.