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Renault aceitou o desafio: Twingo elétrico acaba de chegar por menos de 20.000 euros!

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Pedro Soares says:

    Agora é fazê-lo por menos de €10.000 para poder alcançar a classe média em Portugal, e mesmo assim é muito pois nós somos um país onde as pessoas nem deviam ter carro pois não ganham para isso. Temos sorte em a Alemanha nos deixar ser independentes pois nem isso merecemos

    • José Barbosa says:

      Classe média…e o carro tem que ser de menos de 10.000€?! Andou a comprar apartamento a valores absurdos…

      Eu há mais de 27 anos que comprei um veículo de gama “golf”, 1.4 a gasolina, airbags mas sem abs (raro na altura), rádio de cd (poucos na altura) e nada especial confortável ou com isolamento acústico. Potência pouco superior a este Twingo.
      Uma pessoa a pagar o carro, na altura inicio laboral. Valor atualizado para hoje com correção da inflação(!): 26.000€

    • JL says:

      Se agora não deviam, nos anos 90 quando o primeiro saiu, muito menos, agora é bem mais barato que nessa altura.

      • Telmo says:

        Não é muito, mas muito mais caro.
        Nos anos 90 vivia-se bem.

        O que agora há em fartura é oferta, coisa que nos anos 90 havia menos, e muito menos productos no mercado.
        MAs não confundas isso com puder de compra.Nos anos 90 tinhamos muito mais do que agora.
        Já viste o preço de tudo??

        • JL says:

          É muito mais barato, cerca de 50% menos, já deixei por aqui as contas, é só confirmar.

          Não, agora é que se vive bem, nos anos 90 era raro a familia com mais de 1 carro, agora é dificil ver alguma que tenha apenas 1 carro.

          Sim, nem vou confundir, agora o poder de compra é muito maior, até consigo comprar um bom telemóvel com um ordenado minimo, nos anos 90 era preciso trabalhar 6 meses para ele.

          Sim, está tudo muito mais barato.

      • VAOpoK says:

        Andas a leste! Antigamente era mais barato!

        • JL says:

          Não, era muito mais caro, sabe quanto custava em 96 ? é que tenho aqui uma revista com preços de todos os carros desse ano, custava 33 ordenados minimos da altura, este custa quase 23 ordenados.

  2. Rui Pereira says:

    As plataformas de serviço de viagens já estão a começar a ver os danos causados pelos carros eléctricos nas cidades. É cada vez mais trânsito e menos possibilidade de ter rendimento. A alternativa é os robotaxis? Ou ver que os carros eléctricos só vieram complicar a vida da cidade. Nem tudo o que reluz é ouro.

  3. PoiZé says:

    Mais uma ‘actualização’ brilhante de um modelo icónico Mais uma vitória para a Renault…
    Japoneses… ponham os olhinhos na Renault e vejam como são capazes de actualizar um modelo mantendo as principais linhas que o caracterizavam e principalmente sem o desfigurar.

  4. Manuel says:

    Enquanto isso, a Hyundai apresentou um SUV compacto para o mercado chinês por cerca de €15.000 ! Como não amar os impostos dos governantes europeus…

  5. Realista says:

    Pena as opções de carregamento a 11kW (AC) e 50kW (DC)…

    O meu não tem carregamento DC, o que limita nas viagens em AE,mas em compensação tenho 22kW (AC) que me permite carregar mais rápido em ambiente urbano.

  6. Tug@Tek says:

    20K com ou sem impostos?

  7. B@rão Vermelho says:

    Para o meu gosto pessoal sempre foi feio e continua

  8. Rui Pereira says:

    As plataformas de serviço de viagens já estão a começar a ver os danos causados pelos carros eléctricos nas cidades. É cada vez mais trânsito e menos possibilidade de ter rendimento. A alternativa é os robotaxis? Ou ver que os carros eléctricos só vieram complicar a vida da cidade. Nem tudo o que reluz é ouro.

    • Realista says:

      Eu a pensar que o problema do transito era ter mais pessoas mas afinal o problema é dos carros elétricos…

      Estamos sempre a aprender.

      • Toni da Adega says:

        Antes do Elektros não havia transito, Estradas todas vazias.
        Quem, nao se lembra da baixa de Lisboa e travessias do tejo, sempre sem transito só se ouvia a natureza.
        Apareceu a praga dos elektro é só transito, barulho confusao e acidentes.

      • Yamahia says:

        O problema são os carros, independentemente de serem elektros ou não.
        Pela lógica, os elektros são potenciais geradores de engarrafamentos pelas limitações e insuficiências q os afectam. Apenas isso

        • Realista says:

          Como os carros já se conduzem sozinhos afinal o problema é dos carros e não das pessoas…

          Estive enganado a vida toda.

        • JL says:

          Limitações ? Mas os que têm limitações são os a combustão, isto se considerarmos a lógica dos engarrafamentos.

          • Yamahia says:

            Andam muito devagar os elektros. “Inté” enerva. “Inda” por cima não saem da esquerda, rolhas dum raio.

          • JL says:

            Isso é uma limitação ? está a ver mal, os que andam mais devagar são os a combustão.

            O que o enerva é essa cegueira por eléctricos e não tem olhos para mais nada.

            Sim, é verdade, os a combustao não saem da esquerda, depois levam uma piscadela de luzes e ainda travam.

  9. bigfriend says:

    O preço previsto é de 14,999. Mas quem sou eu ? LOL Quem serei ? LOL

  10. Rui Pereira says:

    Como motorista Uber, vejo claramente um incentivo /obrigação a que seja mudado o parque automóvel sem que haja um motivo para tal. Vão dizer que os carros eléctricos são melhores para a cidade? Sim, também eram os antigos eléctricos amarelos e olhem onde eles estão. O que é eléctrico deve andar sobre um canal próprio tal como fazem os comboios ou mesmo os eléctricos/ metro de superfície que são colocados em canal próprio. Se não for assim, a tendência é impedir a circulação ou seja, imposição de um meio de transporte válido. Os eléctricos, sendo muitos a circular, cria um trânsito maior que o já existente. Qual é a alternativa? Os robotaxis? Uma cidade de carros fantasma? Não queiram isso.

    • Realista says:

      Nesse caso o ideal é banir os carros a combustão das cidades e resolve-se o problema do transito.

      • Rui Pereira says:

        Por imposição. Ditadura verde. Nem sequer pela qualidade dos carros. Mas isso é o que acontece com quem defende a hipocrisia climática. Os carros podem ser bons, mas porque não poluem, então é banir os que supostamente poluem mais. Mas e os elétricos amarelos de Lisboa? Porque foi que desapareceram se poluiam bem menos que os veículos privados que foram introduzidos entretanto? Ah, foi porque causavam incómodo porque circulavam na mesma faixa que os carros. E os veículos eléctricos hoje em dia? São os maiores em termos de eficiência. Até geram energia no pára arranca. Isso quer dizer que se houver trânsito não é problema. Pois, e se for um táxi eléctrico ainda melhor. Sempre a ganhar. Mesmo que o passageiro não ache graça a isso. Eu, se for passageiro não andarei de táxi eléctrico. E de Uber também não. Quero preços justos. Não andar a pagar para ficar preso no trânsito.

      • Yamahia says:

        Bastava retirar os empatas dos Elektro e os TVDE.

    • JL says:

      Criam um trânsito maior ou menor ? Já que são mais despachados, já viu como os eléctricos se despacham nos semáforos ?

    • Toni da Adega says:

      Mas isso já existe em Algumas cidades, somente os Elektros podem circular. Ruas dedicadas somente a elektros

  11. Mike says:

    Pessoalmente acho as ópticas traseiras bem feias, assim com o tabelier… mas são gostos pessoais…

  12. Rui Pereira says:

    Não coloco aqui, coloco nas plataformas. Elas já estão a abrir os olhos. Ou os abrem ou caminham para o abismo. Até os passageiros estão a abrir os olhos com tantas viagens rejeitadas. E são eles que fazem movimentar os carros.

    Quanto a vocês, são anti-democraticos como a maioria de quem diz ser.

  13. Blackbit says:

    A bateria de 27,5 kWh é minúscula, isso da para um raio de accao de 70km em autoestrada, se tanto.
    É claramente um 2º carro de família, dificilmente sera o principal ou para ir de fim-de-semana.
    Nao consigo perceber se o limite da bateria é fisico (nao ha espaço para mais) ou se é estrategia da Renault para manter o preço final baixo. É tema para melhorar, claramente.

    • Realista says:

      O meu Twingo 3 tem uma bateria de 21,5kWh e já fui e vim de Gaia a Braga com uma só carga (130km) e fui pela A3…

      Não entendo como é que referes que com uma bateria maior o Twingo 4 com uma bateria de 27,5kWh consegue fazer MENOS que a minha de 21,5kWh.

      É um carro citadino…

    • JL says:

      Ena, isto não é nenhum Porsche taycan.

      E alguma vez um Twingo foi 1° carro de família ?

    • FS says:

      Esses 70km em autoestrada é um valor exageradamente baixo, até carros com baterias mais pequenas e bem mais pesados fazem mais que isso
      A plataforma é a mesma do R5, por isso não será certamente por falta de espaço
      Acredito que mais tarde lancem uma versão com uma bateria maior

    • PJA says:

      Em AE a 120 km/h faz 160km, AC desligado. O limite da bateria é por ser um carro barato, por este valor só com baterias de 27kwh.

  14. Contador says:

    20k para um carro citadino? Parem de gozar com as pessoas.

    • Vítor M. says:

      Então? Um carro moderno, para o mercado urbano, abaixo dos 20 mil euros, não é uma oferta interessante? Queres ver que agora vão ter de ser dados?

      Quando foi lançado em 1993, o Renault Twingo tinha um preço, em Portugal a rondar os 1.750.000 a 2.000.000 escudos (em euros, cerca 10 mil euros), passados 32 anos, o novo, custa menos de 20 mil euros… e é um Deus me acuda!

      • Mike says:

        Custava metade, mas tinha uma autonomia entre 600 a 700 km… Agora irá custar o dobro e tem uma autonomia de 263 km… Ou seja, como quase tudo hoje em dia, pagamos mais por menos… 😉

        • Vítor M. says:

          Custava metade, mas o esforço de aquisição era muito maior. E não, esse argumento de que fazia mais quilómetros é falso, até porque este carro não era um carro de grandes quilometragens, era um citadino, um carro do dia a dia, um pequeno utilitário, que servia e serve a média dos 35 km diários. Além disso, em termos de consumo, era bastante mais consumista, mais dispendioso, era mais caro em manutenções, face, claro, ao novo, que é elétrico e não tem os componentes dos térmicos. Portanto, o que dizes é falso.

          A malta é que tem memória curta 😉 e não sabe olhar para trás e fazer contas 🙂

      • Realista says:

        1.750.000$ atualizando para preços de 2024 com base no IPC (índice poder de compra) são corresponde a €18.000 nos dias de hoje.

        Basta atualizar os preços, e o INE (Instituto Nacional de Estatística) tem um site que permite a atualização.

        • Vítor M. says:

          Indo à vírgula, os 1.750.000$00 correspondem a 8.728,96 € quando convertidos para euros em 2002 (à taxa fixa de 1 € = 200,482 escudos). Se atualizarmos esse valor pelo Índice de Preços no Consumidor (IPC), e não “índice de poder de compra”, até 2024, o montante ronda entre 13.000 € e 14.000 €, consoante o mês de referência usado.

          Podes ver isso facilmente, o INE disponibiliza no seu site uma ferramenta oficial para fazer esta atualização, com base na inflação acumulada. Portanto, como eu disse, o esforço para comprar nos anos 90 o Twingo é bem maior do que hoje.

          • Realista says:

            Correto. Erradamente designei mal IPC.

            No entanto o valor correto é €17698,77 e não €13.000 a €14.000

            https://i.ibb.co/Txj7VQVB/Capturar.png

            😉

          • Vítor M. says:

            Isso é mesmo se usares a chapa 5. E, lá está, depende do mês. Simulei alguns cenários e será, na minha opinião, sensato pensar que não ultrapassaria os 13 mil euros, já na loucura. Agora imagina em 30 anos, o carro estar, basicamente, ao mesmo preço 😀 isto é, o salário mínimo passou de 298 euros para 820 e o preço de um carro praticamente ficou igual 😉

    • JL says:

      Custa muito menos que os primeiros Twingo dos anos 90

  15. TugAzeiteiro says:

    É uma proposta engraçada para carro do dia-a-dia… Agora a bateria ter 27,5 kWh com uma autonomia de até 263 kms é que já me parece algo esticado, ou o hardware e software estão muito bem otimizados ou então esses km’s de referência WLTP, são feitos a maioria em pára-arranca, pois se vai a autoestrada, para deslocações dos subúrbios para a cidade, cheira-me que quem comprar, vai ter de por o carro à carga todos os dias! Tirando isso, tem um design muito bonito… só falta saber é se também vem com a opção do teto de abrir em lona!

    • Realista says:

      Não entendo como é que este pessoal chega a estas conclusões pois nota-se perfeitamente que nunca tiveram um carro elétrico na vida e estão a atirar valores para o ar a ver ser cola…

      Isto é um carro citadino para o dia-a-dia e se fizeres 20 km por viagem (40km por dia durante 5 dias) são 200km por semana ou 10.000km/ano (a 48 semanas por ano). O WLTP são 260km…

      Assim com que fundamento é que consegues afirmar que vais andar a carregar TODOS os dias? É que para isso precisavas de fazer 100km por viagem (200km por dia)… num carro citadino??

      Aliás a maior parte das pessoas não faz 40km por dia, mas sim uma média de 30km por dia incluído fins de semana (10.000km/ano).

      • Vítor M. says:

        Disseste tudo logo na primeira frase: “…nunca tiveram um carro elétrico na vida…”

        E eu acrescento… nunca conduziram assim uma semana seguida para perceber como funciona. O que é totalmente legítimo, que ainda estejam em erro.

        Há aspetos que, na verdade, temos também de considerar. Muitas pessoas, mesmo sem usar, fazem contas que, de um momento para o outro, sem que alguma vez lhes tenha acontecido, possam ter de fazer, uma viagem de 300 kms, até ao Algarve. É verdade que num caso desse, e indo do Porto ao Algarve num Twingo, terão de carregar o carro umas 5 vezes, indo a uma velocidade de 120 km/h.

        Mas não foi com essa intenção que se lançou quer o Twingo de primeira, segunda e terceira geração, nem este, elétrico. A ideia é ter um carro para o dia a dia, para aquelas pessoas, a maioria, que faz até 25/30 km por dia e que apenas precisa de carregar o carro ao fim de semana.

        • Pois, Pois says:

          A questão é que na maior parte das opiniões aqui avançadas se misturam duas coisas que considero não compatíveis entre si, ou seja, usa-se o preço para dizer que este tipo de eléctricos podem já ser considerados para as massas, mas depois quando se fala da autonomia diz-se que é um citadino para ser usado como segundo carro. Bem, mesmo admitindo que 15k€-20k€ é para as massas, ter um segundo carro talvez não seja assim tão “para as massas”. Para muitos Portugueses só dá para ter um carro e com um clio, ibiza, 208 ou outro do género a combustão dá para ir a qualquer lado sem andar preocupado carregamentos e autonomias. Às vezes parece que aqui é tudo muito abastado, e pior, acham que se encacham na maioria dos Portugueses, a mim não me parece que assim seja… e a idade média do parque automóvel em Portugal é capaz de me dar razão…

          • Vítor M. says:

            Misturas dois conceitos, e não acho que seja “distração”. O facto de ser para “massas” não quer dizer que não seja igualmente um foco citadino 😉 estás aqui a esticar a corda para fora do conceito, mas é errado. Isto porque numa amostra de 17 países europeus, 54% dos novos automóveis de passageiros foram registados em regiões urbanas, 34% em regiões intermédias e 12% em zonas rurais. Percebeste a tua falta de objetividade?

            Bem, mesmo admitindo que 15k€-20k€ é para as massas, ter um segundo carro talvez não seja assim tão “para as massas”.

            Novamente a dar tiros nos pés. Um estudo do Automóvel Clube de Portugal mostrou que mais de 65% dos agregados familiares possuem dois ou mais veículos. Então, é ou não para massas?

            E depois mais um zig zag…

            Para muitos Portugueses só dá para ter um carro e com um clio, ibiza, 208 ou outro do género a combustão dá para ir a qualquer lado sem andar preocupado carregamentos e autonomias.

            O que tem a ver o facto do poder de compra (na tua ideia), com a ansiedade das autonomias? Não tem nada. Apenas é falta de rigor na avaliação!

            Apesar de Portugal tem um parque automóvel com uma idade média a rondar atualmente 13 a 14 anos, isso deve-se sobretudo a 6 argumentos em conjunto:

            1. Poder de compra limitado
            2. Fiscalidade elevada
            3. Mercado de usados importados
            4. Crise económica e endividamento (sobretudo no tempo da TROIKA)
            5. Custos de manutenção e hábitos de utilização
            6. Falta de incentivos fortes à renovação

            Ora, olhando com olhos de ver para estes 6 pontos basilares, que explicam a idade do nosso parque automóvel, eu diria que pelo menos 3 são resolvidos pela chegada dos elétricos e outros, sobretudo o ponto 3, deverá cair nos próximo 10 anos, igualmente por conta da oferta dos elétricos.

            Portanto, este caminho que a indústria trava no momento está, sem dúvidas, a cimentar um futuro mais interessante na indústria automóvel, eu diria mesmo que os elétricos vão democratizar o acesso aos automóveis novos e económicos, amigos do bolso dos portugueses que, ainda sofrem bastante com o ponto 1.

        • Mike says:

          “A ideia é ter um carro para o dia a dia, para aquelas pessoas, a maioria, que faz até 25/30 km por dia e que apenas precisa de carregar o carro ao fim de semana.”

          Este Twingo não foi pensado apenas para o mercado português de certeza. No mercado alemão não vai ter muito sucesso, tal como acontece com outros citadinos eléctricos, como o Dacia Spring, Renault Zoe, etc.

          Na Alemanha faço 60km diários só de deslocação casa-trabalho-casa, onde a ligação entre cidades é maioritariamente feita por autoestrada, sendo que um citadino eléctrico raramente ia ter carga suficiente para uma semana inteira (incluindo deslocações para compras e outros assuntos). E exemplos como o meu, há muitos por aqui. Por isso é que talvez a adesão dos alemães aos carros eléctricos é mais lenta: os que tem boa autonomia são caros, os que são acessíveis não tem grande autonomia para as deslocações necessárias…

  16. PJA says:

    Pois com 190 km de autonomia real, mas pelo preço do que estava à espera?

  17. VAOpoK says:

    Este é o Tesla Model 2 que o Musk prometeu e não cumpriu como é habitual.

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