Renault aceitou o desafio: Twingo elétrico acaba de chegar por menos de 20.000 euros!
Fazer o básico bem feito parece simples, mas nem todas as fabricantes conseguem fazê-lo com mestria. Em resposta ao mercado, que implorava por modelos ajustados aos seus bolsos, a Renault resolveu um problema para o qual ela própria se fartou de avisar: repensou o Twingo e acaba de apresentar a versão E-Tech por menos de 20.000 euros!
Lançado em 1992, o Renault Twingo transformou radicalmente o segmento A, introduzindo uma visão ousada do carro urbano. Na altura, o mercado oferecia uma ampla gama de carros urbanos, com mais modelos a chegar a cada ano. Hoje, a realidade é significativamente diferente: o segmento representa menos de 5% do mercado europeu.
Ao contrário do que se possa pensar, esta percentagem não reflete uma baixa procura. O problema, por sua vez, reside na dimensão da oferta: confrontadas com a dificuldade de conciliar a competitividade, o cumprimento das normas e as expectativas dos clientes modernos, a maioria das fabricantes abandonou o segmento, deixando os clientes sem respostas.

O Renault Twingo original foi apresentado, em outubro de 1992, no Salão de Paris, para entrar no mercado em abril do ano seguinte. Este icónico modelo percorreu essencialmente três gerações, tendo a produção da última terminado em agosto de 2024. Segundo fontes oficiais da marca, já foram vendidos mais de 4 milhões de unidades desde o seu lançamento.
Twingo chega para dar resposta aos clientes esquecidos pelas fabricantes
Aceitando o desafio e dando resposta a um problema que ela própria já tinha sinalizado, o Twingo apresenta-se, agora, como o fruto de uma verdadeira revolução.
Concebido para uma condução silenciosa, sem emissões de escape e com tecnologia de ponta, o Twingo E-Tech elétrico vem equipado com sistemas de assistência à condução normalmente encontrados em modelos de gama superior, bem como com o sistema multimédia OpenR Link com Google integrado.
A chegar ao mercado por menos de 20.000 euros, o Twingo está equipado com uma bateria LFP de tamanho ideal (até 263 km de autonomia WLTP), combinada com um motor leve e ágil de 60 kW.
O objetivo é claro: tornar os carros elétricos mais fáceis de conduzir e incentivar mais pessoas a fazer a transição.
A nova geração 100% elétrica do Twingo "mantém-se fiel ao que é mais importante para a Renault: compreender as necessidades reais dos condutores europeus, os seus hábitos, as suas expectativas em termos de acessibilidade, emoção e responsabilidade", segundo Fabrice Cambolive, diretor-executivo da marca Renault.
Exterior
Depois de repensar radicalmente os seus métodos de conceção e produção, com o objetivo de entregar um veículo com um preço inferior a 20.000 euros, a Renault criou um descendente fiel do Twingo original, mantendo, para isso, as linhas divertidas, curvilíneas e expressivas, bem como a frente alegre e o olhar malicioso.
A carroçaria monovolume com o seu aspeto divertido e expressivo continua presente, mas com um toque mais contemporâneo, linhas mais limpas e características de design técnico avançado, como os faróis.
Para ser fácil reconhecê-lo, a Renault manteve a atitude e concedeu-lhe o mesmo caráter do carro que revolucionou o seu segmento na década de 1990.
Por forma a ancorar o Twingo E-Tech no seu tempo, os designers brincaram com as proporções do veículo, nas palavras da própria Renault: embora o seu comprimento seja compacto, com 3,79 metros, a distância entre eixos foi aumentada para 2,49 metros, permitindo que as rodas, com um diâmetro de 640 mm e adequadas para pneus de até 18 polegadas, fossem empurradas para os quatro cantos da carroçaria.
As luzes diurnas arqueadas conferem ao Twingo E-Tech um visual alegre e expressivo, sublinhando a sua personalidade amigável e adicionando um toque contemporâneo com a tecnologia LED completa.
A traseira do Twingo E-Tech foi reinventada com um visual mais moderno, mas reconhecível, com linhas suaves e divertidas, e um emblema exclusivo.
Para mais personalidade, o Twingo E-Tech será lançado em quatro cores, concebidas para interagir com a luz: Absolute Red, Absolute Green, Mango Yellow e Starry Black.
Interior
O design cilíndrico do painel colorido, que parece estar suspenso, procura expressar o otimismo do veículo, e o icónico botão vermelho das luzes de emergência, no centro do painel, ganha uma caixa transparente para um visual mais moderno.
Entretanto, um ecrã duplo horizontal OpenR confere ao interior do Twingo E-Tech um aspeto contemporâneo. Todas as versões apresentam a mesma configuração: um painel de instrumentos digital de 7 polegadas virado para o condutor para informações de condução e um ecrã multimédia central de 10 polegadas.
Estes ecrãs não são apenas funcionais, dando vida ao habitáculo com gráficos e animações especialmente desenvolvidos para o Twingo.
A promessa da Renault é que a diversão comece com um jingle de boas-vindas, logo quando condutor entra no veículo, com uma banda sonora original desenvolvida em colaboração com Jean-Michel Jarre.
A par disto, o Twingo E-Tech elétrico chega com uma primeira série de acessórios coloridos, concebidos para criar um ambiente interior alegre e animado, contribuindo para a personalidade do carro.
Um veículo compacto, mas cheio de espaço
No interior, os 3,79 metros de comprimento do Twingo não desiludem: os passageiros têm um espaço para os joelhos de até 160 mm e uma largura de ombros de 1305 mm.
Além dos vários espaços de arrumação ao longo carro, a capacidade da bagageira é de até 360 litros.
Herdada da primeira geração do Twingo, os bancos traseiros deslizantes são um dos trunfos do novo modelo: todas as versões apresentam dois bancos traseiros independentes, cada um dos quais desliza 17 cm para a frente e para trás.
Desta forma, os ocupantes podem dar preferência ao espaço dos passageiros ou à capacidade da bagageira para toda a fila ou apenas para um banco.
De ressalvar que o mecanismo deslizante funciona tanto a partir da parte traseira como da bagageira.
Renault Twingo E-Tech equipado com a plataforma AmpR Small
O Twingo E-Tech baseia-se na plataforma AmpR Small, adaptada para uso urbano e, também, otimizar custos.
O eixo dianteiro é idêntico ao do Renault 5 e do Renault 4 E-Tech , enquanto o eixo traseiro multibraço é substituído por um eixo flexível baseado na configuração do Captur.
Alimentado por um motor elétrico compacto e leve de 60 kW (82 cv), o Twingo é capaz de acelerar dos 0 aos 50 km/h em apenas 3,85 segundos.
Otimizado para eficiência, o Twingo assegura uma capacidade útil otimizada da bateria de 27,5 kWh com uma autonomia de até 263 km com base no padrão WLTP.
Como resultado, o Twingo E-Tech é ideal para a sua base de potenciais clientes, que procura um modelo para, em média, rolar 35 km por dia.
A bateria de 27,5 kWh utiliza tecnologia LFP (fosfato de ferro e lítio). Apesar de uma densidade energética inferior à tecnologia NMC (níquel-manganês-cobalto), a LFP oferece uma relação custo/autonomia ideal para um carro urbano.
Além disso, a tecnologia cell-to-pack permitiu otimizar a densidade energética relativamente ao tamanho e peso da bateria.
Todos estes detalhes contribuíram para o desenvolvimento de um carro acessível na compra e económico na utilização, capaz de substituir um veículo ICE da mesma classe.
Neste sentido, também, um carro urbano como o Twingo E-Tech é normalmente carregado em casa durante a noite ou no trabalho durante o dia, sendo que nenhum dos cenários requer uma potência de carregamento excessiva.
Por isso, todas as versões do Twingo E-Tech são fornecidas com um carregador CA de 6,6 kW de série. Acompanhado por um cabo Mode 3 de cinco metros, ideal para tomadas wallbox, carrega a bateria de 10% a 100% em apenas 4 horas e 15 minutos.
Twingo oferece as vantagens do carregamento bidirecional: V2L e V2G
Com o pacote "Advanced Charge", disponível para aquisição em todas as versões, o Twingo E-Tech é fornecido com um carregador bidirecional CA de 11 kW.
- A função V2L (vehicle-to-load) permite ligar um aparelho de 220 V à bateria do veículo com até 3700 W de potência, utilizando um adaptador power-to-object.
- A função V2G (vehicle-to-grid) permite devolver eletricidade à rede e reduzir o custo do carregamento doméstico.
O quarto modo de travagem regenerativa no Twingo E-Tech
Mais tecnológico, o Twingo E-Tech ganha a função One Pedal, introduzida pela primeira vez há alguns meses no Renault 4 E-Tech e atualmente a ser implementada nos outros modelos da gama.
Este quarto modo de travagem regenerativa, ativado por patilhas no volante, maximiza a travagem regenerativa quando o condutor solta o pedal do acelerador.
Desta forma, o veículo desacelera e para sem que o condutor tenha de travar, dando forma a um assistente particularmente útil em engarrafamentos e em sinais de stop ou semáforos vermelhos.
Além de se reativar automaticamente a velocidades superiores a 12 km/h, o modo One Pedal é desativado de forma automática em marcha-atrás.
Tecnologia
Todas as versões do Twingo E-Tech estão equipadas com um sistema multimédia conectado e são compatíveis com Android Auto e Apple CarPlay, com ou sem fios.
O sistema OpenR Link com Google integrado aparece pela primeira vez num veículo do segmento A, demonstrando mais uma vez que o Twingo E-Tech vai mais além para facilitar a vida dos utilizadores, com uma gama de tecnologias úteis apoiadas por auxiliares de condução, dedicadas principalmente ao tráfego urbano e ao estacionamento.
Além disso, incluem o planner de rotas para carros elétricos, no Google Maps; o avatar Reno que, a bordo, desempenha o papel de um copiloto virtual; e 24 sistemas de assistência ao condutor (ADAS), muitos deles retirados de segmentos superiores do mercado e destinados principalmente ao uso urbano.
Gama e equipamentos
O Renault Twingo E-Tech será comercializado numa gama simplificada com dois níveis de acabamento:
- Evolution
Jantes de 16 polegadas, ecrã do condutor de 7 polegadas, ecrã central de 10 polegadas com replicação do smartphone e sistema multimédia conectado, controlo de velocidade de cruzeiro, travagem automática de emergência, assistência à manutenção da faixa de rodagem, sistema avançado de monitorização do condutor, travão de estacionamento automático, bancos traseiros deslizantes individualmente, banco do condutor ajustável em altura, controlo manual da climatização, sensores de estacionamento traseiros, cabo de carregamento Mode 3.
- Techno
Jantes de 16 polegadas em dois tons, sistema multimédia OpenR Link com Google integrado (Google Maps, Google Assistant e Google Play), avatar Reno, controlo de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go, controlo automático da climatização, condução One Pedal, vidros laterais traseiros escurecidos, espelhos retrovisores exteriores rebatíveis eletricamente, banco do passageiro dianteiro rebatível, cartão mãos-livres, câmara de visão traseira digital, máximos automáticos, limpa-para-brisas automáticos, seis altifalantes.
A opção "Advanced Charge" com carregador bidirecional CA de 11 kW e carregador CC de 50 kW está disponível em todas as versões.










































Agora é fazê-lo por menos de €10.000 para poder alcançar a classe média em Portugal, e mesmo assim é muito pois nós somos um país onde as pessoas nem deviam ter carro pois não ganham para isso. Temos sorte em a Alemanha nos deixar ser independentes pois nem isso merecemos
Classe média…e o carro tem que ser de menos de 10.000€?! Andou a comprar apartamento a valores absurdos…
Eu há mais de 27 anos que comprei um veículo de gama “golf”, 1.4 a gasolina, airbags mas sem abs (raro na altura), rádio de cd (poucos na altura) e nada especial confortável ou com isolamento acústico. Potência pouco superior a este Twingo.
Uma pessoa a pagar o carro, na altura inicio laboral. Valor atualizado para hoje com correção da inflação(!): 26.000€
O Twingo mais barato em 1996 custava nesse ano 33 ordenados mínimos, se este sair por 20000 euros custa 23 ordenados mínimos.
Se agora não deviam, nos anos 90 quando o primeiro saiu, muito menos, agora é bem mais barato que nessa altura.
Não é muito, mas muito mais caro.
Nos anos 90 vivia-se bem.
O que agora há em fartura é oferta, coisa que nos anos 90 havia menos, e muito menos productos no mercado.
MAs não confundas isso com puder de compra.Nos anos 90 tinhamos muito mais do que agora.
Já viste o preço de tudo??
É muito mais barato, cerca de 50% menos, já deixei por aqui as contas, é só confirmar.
Não, agora é que se vive bem, nos anos 90 era raro a familia com mais de 1 carro, agora é dificil ver alguma que tenha apenas 1 carro.
Sim, nem vou confundir, agora o poder de compra é muito maior, até consigo comprar um bom telemóvel com um ordenado minimo, nos anos 90 era preciso trabalhar 6 meses para ele.
Sim, está tudo muito mais barato.
Andas a leste! Antigamente era mais barato!
Não, era muito mais caro, sabe quanto custava em 96 ? é que tenho aqui uma revista com preços de todos os carros desse ano, custava 33 ordenados minimos da altura, este custa quase 23 ordenados.
As plataformas de serviço de viagens já estão a começar a ver os danos causados pelos carros eléctricos nas cidades. É cada vez mais trânsito e menos possibilidade de ter rendimento. A alternativa é os robotaxis? Ou ver que os carros eléctricos só vieram complicar a vida da cidade. Nem tudo o que reluz é ouro.
??????????????
Exato…
Então?
Mais uma ‘actualização’ brilhante de um modelo icónico Mais uma vitória para a Renault…
Japoneses… ponham os olhinhos na Renault e vejam como são capazes de actualizar um modelo mantendo as principais linhas que o caracterizavam e principalmente sem o desfigurar.
Enquanto isso, a Hyundai apresentou um SUV compacto para o mercado chinês por cerca de €15.000 ! Como não amar os impostos dos governantes europeus…
E 15 mil para o mercado chinês já não é nada barato.
O Dacia spring é chinês, ao contrário do que se pensa. As prestações são melhores que as deste twingo e o preço é equivalente.
A questão é que a Dacia podia ter aproveitado a nova geração do Spring para ter apresentado algo bonito… O Spring não tem grandes vendas porque é uma caixote sem sal.
Não tem grandes vendas? Quantas vendas teve em Portugal em 2024 e no primeiro semestre de 2025?
O Dacia Spring (Dongfeng EV Nano Box) na versão base tem 33kW de potência (45cv)… o Twingo tem 60kW de potência (82cv)
Como é que as prestações são melhores? Podes explicar?
O Dacia Spring Já foi actualizado o modelo de 2026 tem 69CV na versão base com opcao de 99CV
Mesmo para o modelo 2026 do Spring continua a ter menos performance na versão base 69 vs 82 e com uma bateria mais pequena 24,3kWh vs 27,5kWh.
Portanto continua a não fazer sentido a afirmação nem tão pouco o Grupo Renault iria permitir ter duas ofertas equivalentes no mercado…
🙂
Pena as opções de carregamento a 11kW (AC) e 50kW (DC)…
O meu não tem carregamento DC, o que limita nas viagens em AE,mas em compensação tenho 22kW (AC) que me permite carregar mais rápido em ambiente urbano.
20K com ou sem impostos?
Boa pergunta 🙂
20K é para o resto da Europa. Aqui neste canto somos todos ricos e podemos pagar pelo menos mais 10% como em todos os outros modelos.
Em Portugal também o será. Ainda há pouco, o CEO da Renault falava que será abaixo dos 20K e que é um esforço transversal aos mercados.
Deus queira. É que não há orçamento para 25k… Nem para carro novo, mas isso sou eu
A ideia é mesmo colocar este segmento B abaixo dos 20 mil euros, para haver uma gradação da oferta no mercado automóvel. A ver se a procura começa a ter outro tipo de entusiasmo.
O Twingo é segmento A (ultra compacto)
O Renault 5 é segmento B (sub compacto)
deve ser sem 😉
Pois, com impostos vai para os 25k e isto sem ISV, que os VE não pagam por enquanto…
Não pode. O preço é abaixo dos 20 mil, já com impostos.
Em Itália o carro fica por €9.900 com os incentivos do estado…
Eu tenho as minhas dúvidas. Também vi um meio ou dois a falar no preço final de 9 mil euros, quando aplicado o incentivo Ecobonus Auto. E como fizeram eles as contas.
Ora, a tabela em grosso modo diz que… se o carro elétrico custar 20.000 euros e o benefício máximo do Ecobonus Auto 2025 em Itália para um particular com ISEE foi 11 mil euros até compras de 30.000 euros, nesse caso o carro após dedução ficaria por cerca de 9.000 euros. Mas tenho dúvidas que assim seja.
Contudo, e como temos visto nos elétricos, a tabela de preços tende a ser transversal a todos os países da UE, com pequenas diferenças ao nível do IVA. Depois, há incentivos pontuais e estratégicos, que podem ter impactos maiores. Eu aguardo o preço final, escrevi há dias que deverá rondar os 17 mil em Portugal…
Nem ISV nem dupla tributação de IVA s/ISV looolloolloool
E o burro é quem não paga… lol
Há muito disso na nossa sociedade. Cada vez mais sempre em busca da subsidiodependência.
Portanto quem tem rendimentos anuais superiores a €80.000 e paga 48% de IRS. No entanto se só pagares 25% por teres tido um rendimento de €18.000 consideras que tiveste um subsídio…
LoL
A tua lógica é infalível, é um facto.
E posso aplicar o mesmo raciocínio:
A taxa máxima de IUC é de €435,84€ para quem tem mais de 2.500cc
O teu passat tem uma cilindrada até 2000 e só paga 127,35€
Assim podes também afirmar que estas a ter um subsídio.
HAHAHAHA
Claramente já criaste da mioleira.
Quem considera que estar isento de imposto é o mesmo que ter subsídio não fui eu..
Deve ser com impostos, no caso do Renault 5 também anunciavam o mais barato a 25 mil, e ele está por esse valor.
Para o meu gosto pessoal sempre foi feio e continua
As plataformas de serviço de viagens já estão a começar a ver os danos causados pelos carros eléctricos nas cidades. É cada vez mais trânsito e menos possibilidade de ter rendimento. A alternativa é os robotaxis? Ou ver que os carros eléctricos só vieram complicar a vida da cidade. Nem tudo o que reluz é ouro.
Eu a pensar que o problema do transito era ter mais pessoas mas afinal o problema é dos carros elétricos…
Estamos sempre a aprender.
Antes do Elektros não havia transito, Estradas todas vazias.
Quem, nao se lembra da baixa de Lisboa e travessias do tejo, sempre sem transito só se ouvia a natureza.
Apareceu a praga dos elektro é só transito, barulho confusao e acidentes.
O problema são os carros, independentemente de serem elektros ou não.
Pela lógica, os elektros são potenciais geradores de engarrafamentos pelas limitações e insuficiências q os afectam. Apenas isso
Como os carros já se conduzem sozinhos afinal o problema é dos carros e não das pessoas…
Estive enganado a vida toda.
Limitações ? Mas os que têm limitações são os a combustão, isto se considerarmos a lógica dos engarrafamentos.
Andam muito devagar os elektros. “Inté” enerva. “Inda” por cima não saem da esquerda, rolhas dum raio.
Isso é uma limitação ? está a ver mal, os que andam mais devagar são os a combustão.
O que o enerva é essa cegueira por eléctricos e não tem olhos para mais nada.
Sim, é verdade, os a combustao não saem da esquerda, depois levam uma piscadela de luzes e ainda travam.
O preço previsto é de 14,999. Mas quem sou eu ? LOL Quem serei ? LOL
Como motorista Uber, vejo claramente um incentivo /obrigação a que seja mudado o parque automóvel sem que haja um motivo para tal. Vão dizer que os carros eléctricos são melhores para a cidade? Sim, também eram os antigos eléctricos amarelos e olhem onde eles estão. O que é eléctrico deve andar sobre um canal próprio tal como fazem os comboios ou mesmo os eléctricos/ metro de superfície que são colocados em canal próprio. Se não for assim, a tendência é impedir a circulação ou seja, imposição de um meio de transporte válido. Os eléctricos, sendo muitos a circular, cria um trânsito maior que o já existente. Qual é a alternativa? Os robotaxis? Uma cidade de carros fantasma? Não queiram isso.
Nesse caso o ideal é banir os carros a combustão das cidades e resolve-se o problema do transito.
Por imposição. Ditadura verde. Nem sequer pela qualidade dos carros. Mas isso é o que acontece com quem defende a hipocrisia climática. Os carros podem ser bons, mas porque não poluem, então é banir os que supostamente poluem mais. Mas e os elétricos amarelos de Lisboa? Porque foi que desapareceram se poluiam bem menos que os veículos privados que foram introduzidos entretanto? Ah, foi porque causavam incómodo porque circulavam na mesma faixa que os carros. E os veículos eléctricos hoje em dia? São os maiores em termos de eficiência. Até geram energia no pára arranca. Isso quer dizer que se houver trânsito não é problema. Pois, e se for um táxi eléctrico ainda melhor. Sempre a ganhar. Mesmo que o passageiro não ache graça a isso. Eu, se for passageiro não andarei de táxi eléctrico. E de Uber também não. Quero preços justos. Não andar a pagar para ficar preso no trânsito.
Ninguém está a banir nada.
Os eléctricos amarelos continuam em Lisboa, e provavelmente não existem mais devido aos carros que os empatam.
Bastava retirar os empatas dos Elektro e os TVDE.
Então mas os tvde não eram todos a combustão e os tvde só compravam eléctricos para estarem parados ? aos 400 de cada vez ?
Criam um trânsito maior ou menor ? Já que são mais despachados, já viu como os eléctricos se despacham nos semáforos ?
Mas isso já existe em Algumas cidades, somente os Elektros podem circular. Ruas dedicadas somente a elektros
Pessoalmente acho as ópticas traseiras bem feias, assim com o tabelier… mas são gostos pessoais…
Não coloco aqui, coloco nas plataformas. Elas já estão a abrir os olhos. Ou os abrem ou caminham para o abismo. Até os passageiros estão a abrir os olhos com tantas viagens rejeitadas. E são eles que fazem movimentar os carros.
Quanto a vocês, são anti-democraticos como a maioria de quem diz ser.
Claro que estão a abrir os olhos, por isso mesmo comprarem cada vez mais carros eléctricos.
As plataformas não comprar carros nenhuns. Influenciam para que sejam comprados carros eléctricos. Mas não se importam se quem os conduz nem sequer saiba conduzir ou falar o idioma local. Hipocrisia.
A bateria de 27,5 kWh é minúscula, isso da para um raio de accao de 70km em autoestrada, se tanto.
É claramente um 2º carro de família, dificilmente sera o principal ou para ir de fim-de-semana.
Nao consigo perceber se o limite da bateria é fisico (nao ha espaço para mais) ou se é estrategia da Renault para manter o preço final baixo. É tema para melhorar, claramente.
O meu Twingo 3 tem uma bateria de 21,5kWh e já fui e vim de Gaia a Braga com uma só carga (130km) e fui pela A3…
Não entendo como é que referes que com uma bateria maior o Twingo 4 com uma bateria de 27,5kWh consegue fazer MENOS que a minha de 21,5kWh.
É um carro citadino…
Ena, isto não é nenhum Porsche taycan.
E alguma vez um Twingo foi 1° carro de família ?
Para muitos era o único carro de família.
Deves viver num mundo de fantasia…
E para esses, uma viagem de 300km fazia-se uma vez a cada 10 anos.
Esses 70km em autoestrada é um valor exageradamente baixo, até carros com baterias mais pequenas e bem mais pesados fazem mais que isso
A plataforma é a mesma do R5, por isso não será certamente por falta de espaço
Acredito que mais tarde lancem uma versão com uma bateria maior
Em AE a 120 km/h faz 160km, AC desligado. O limite da bateria é por ser um carro barato, por este valor só com baterias de 27kwh.
20k para um carro citadino? Parem de gozar com as pessoas.
Então? Um carro moderno, para o mercado urbano, abaixo dos 20 mil euros, não é uma oferta interessante? Queres ver que agora vão ter de ser dados?
Quando foi lançado em 1993, o Renault Twingo tinha um preço, em Portugal a rondar os 1.750.000 a 2.000.000 escudos (em euros, cerca 10 mil euros), passados 32 anos, o novo, custa menos de 20 mil euros… e é um Deus me acuda!
Custava metade, mas tinha uma autonomia entre 600 a 700 km… Agora irá custar o dobro e tem uma autonomia de 263 km… Ou seja, como quase tudo hoje em dia, pagamos mais por menos… 😉
Custava metade, mas o esforço de aquisição era muito maior. E não, esse argumento de que fazia mais quilómetros é falso, até porque este carro não era um carro de grandes quilometragens, era um citadino, um carro do dia a dia, um pequeno utilitário, que servia e serve a média dos 35 km diários. Além disso, em termos de consumo, era bastante mais consumista, mais dispendioso, era mais caro em manutenções, face, claro, ao novo, que é elétrico e não tem os componentes dos térmicos. Portanto, o que dizes é falso.
A malta é que tem memória curta 😉 e não sabe olhar para trás e fazer contas 🙂
1.750.000$ atualizando para preços de 2024 com base no IPC (índice poder de compra) são corresponde a €18.000 nos dias de hoje.
Basta atualizar os preços, e o INE (Instituto Nacional de Estatística) tem um site que permite a atualização.
Indo à vírgula, os 1.750.000$00 correspondem a 8.728,96 € quando convertidos para euros em 2002 (à taxa fixa de 1 € = 200,482 escudos). Se atualizarmos esse valor pelo Índice de Preços no Consumidor (IPC), e não “índice de poder de compra”, até 2024, o montante ronda entre 13.000 € e 14.000 €, consoante o mês de referência usado.
Podes ver isso facilmente, o INE disponibiliza no seu site uma ferramenta oficial para fazer esta atualização, com base na inflação acumulada. Portanto, como eu disse, o esforço para comprar nos anos 90 o Twingo é bem maior do que hoje.
Correto. Erradamente designei mal IPC.
No entanto o valor correto é €17698,77 e não €13.000 a €14.000
https://i.ibb.co/Txj7VQVB/Capturar.png
😉
Isso é mesmo se usares a chapa 5. E, lá está, depende do mês. Simulei alguns cenários e será, na minha opinião, sensato pensar que não ultrapassaria os 13 mil euros, já na loucura. Agora imagina em 30 anos, o carro estar, basicamente, ao mesmo preço 😀 isto é, o salário mínimo passou de 298 euros para 820 e o preço de um carro praticamente ficou igual 😉
Custa muito menos que os primeiros Twingo dos anos 90
É uma proposta engraçada para carro do dia-a-dia… Agora a bateria ter 27,5 kWh com uma autonomia de até 263 kms é que já me parece algo esticado, ou o hardware e software estão muito bem otimizados ou então esses km’s de referência WLTP, são feitos a maioria em pára-arranca, pois se vai a autoestrada, para deslocações dos subúrbios para a cidade, cheira-me que quem comprar, vai ter de por o carro à carga todos os dias! Tirando isso, tem um design muito bonito… só falta saber é se também vem com a opção do teto de abrir em lona!
Não entendo como é que este pessoal chega a estas conclusões pois nota-se perfeitamente que nunca tiveram um carro elétrico na vida e estão a atirar valores para o ar a ver ser cola…
Isto é um carro citadino para o dia-a-dia e se fizeres 20 km por viagem (40km por dia durante 5 dias) são 200km por semana ou 10.000km/ano (a 48 semanas por ano). O WLTP são 260km…
Assim com que fundamento é que consegues afirmar que vais andar a carregar TODOS os dias? É que para isso precisavas de fazer 100km por viagem (200km por dia)… num carro citadino??
Aliás a maior parte das pessoas não faz 40km por dia, mas sim uma média de 30km por dia incluído fins de semana (10.000km/ano).
Disseste tudo logo na primeira frase: “…nunca tiveram um carro elétrico na vida…”
E eu acrescento… nunca conduziram assim uma semana seguida para perceber como funciona. O que é totalmente legítimo, que ainda estejam em erro.
Há aspetos que, na verdade, temos também de considerar. Muitas pessoas, mesmo sem usar, fazem contas que, de um momento para o outro, sem que alguma vez lhes tenha acontecido, possam ter de fazer, uma viagem de 300 kms, até ao Algarve. É verdade que num caso desse, e indo do Porto ao Algarve num Twingo, terão de carregar o carro umas 5 vezes, indo a uma velocidade de 120 km/h.
Mas não foi com essa intenção que se lançou quer o Twingo de primeira, segunda e terceira geração, nem este, elétrico. A ideia é ter um carro para o dia a dia, para aquelas pessoas, a maioria, que faz até 25/30 km por dia e que apenas precisa de carregar o carro ao fim de semana.
A questão é que na maior parte das opiniões aqui avançadas se misturam duas coisas que considero não compatíveis entre si, ou seja, usa-se o preço para dizer que este tipo de eléctricos podem já ser considerados para as massas, mas depois quando se fala da autonomia diz-se que é um citadino para ser usado como segundo carro. Bem, mesmo admitindo que 15k€-20k€ é para as massas, ter um segundo carro talvez não seja assim tão “para as massas”. Para muitos Portugueses só dá para ter um carro e com um clio, ibiza, 208 ou outro do género a combustão dá para ir a qualquer lado sem andar preocupado carregamentos e autonomias. Às vezes parece que aqui é tudo muito abastado, e pior, acham que se encacham na maioria dos Portugueses, a mim não me parece que assim seja… e a idade média do parque automóvel em Portugal é capaz de me dar razão…
Misturas dois conceitos, e não acho que seja “distração”. O facto de ser para “massas” não quer dizer que não seja igualmente um foco citadino 😉 estás aqui a esticar a corda para fora do conceito, mas é errado. Isto porque numa amostra de 17 países europeus, 54% dos novos automóveis de passageiros foram registados em regiões urbanas, 34% em regiões intermédias e 12% em zonas rurais. Percebeste a tua falta de objetividade?
Bem, mesmo admitindo que 15k€-20k€ é para as massas, ter um segundo carro talvez não seja assim tão “para as massas”.
Novamente a dar tiros nos pés. Um estudo do Automóvel Clube de Portugal mostrou que mais de 65% dos agregados familiares possuem dois ou mais veículos. Então, é ou não para massas?
E depois mais um zig zag…
Para muitos Portugueses só dá para ter um carro e com um clio, ibiza, 208 ou outro do género a combustão dá para ir a qualquer lado sem andar preocupado carregamentos e autonomias.
O que tem a ver o facto do poder de compra (na tua ideia), com a ansiedade das autonomias? Não tem nada. Apenas é falta de rigor na avaliação!
Apesar de Portugal tem um parque automóvel com uma idade média a rondar atualmente 13 a 14 anos, isso deve-se sobretudo a 6 argumentos em conjunto:
1. Poder de compra limitado
2. Fiscalidade elevada
3. Mercado de usados importados
4. Crise económica e endividamento (sobretudo no tempo da TROIKA)
5. Custos de manutenção e hábitos de utilização
6. Falta de incentivos fortes à renovação
Ora, olhando com olhos de ver para estes 6 pontos basilares, que explicam a idade do nosso parque automóvel, eu diria que pelo menos 3 são resolvidos pela chegada dos elétricos e outros, sobretudo o ponto 3, deverá cair nos próximo 10 anos, igualmente por conta da oferta dos elétricos.
Portanto, este caminho que a indústria trava no momento está, sem dúvidas, a cimentar um futuro mais interessante na indústria automóvel, eu diria mesmo que os elétricos vão democratizar o acesso aos automóveis novos e económicos, amigos do bolso dos portugueses que, ainda sofrem bastante com o ponto 1.
“A ideia é ter um carro para o dia a dia, para aquelas pessoas, a maioria, que faz até 25/30 km por dia e que apenas precisa de carregar o carro ao fim de semana.”
Este Twingo não foi pensado apenas para o mercado português de certeza. No mercado alemão não vai ter muito sucesso, tal como acontece com outros citadinos eléctricos, como o Dacia Spring, Renault Zoe, etc.
Na Alemanha faço 60km diários só de deslocação casa-trabalho-casa, onde a ligação entre cidades é maioritariamente feita por autoestrada, sendo que um citadino eléctrico raramente ia ter carga suficiente para uma semana inteira (incluindo deslocações para compras e outros assuntos). E exemplos como o meu, há muitos por aqui. Por isso é que talvez a adesão dos alemães aos carros eléctricos é mais lenta: os que tem boa autonomia são caros, os que são acessíveis não tem grande autonomia para as deslocações necessárias…
Mas por outro lado, ser um carro pequeno, leve e prático, ao estilo do que a VW está a tentar fazer com o “ID. 2all” já agradará ao mercado alemão 😉
Podes ver as coisas por vários prismas, até porque a oferta dos fabricantes alemães segue caminhos muito paralelos aos dos fabricantes franceses.
O ID. 2all, que foi rebaptizado para ID. Polo, é de outro segmento que este Twingo eléctrico. Terá uma autonomia de ca. de 450km, bem acima deste Twingo e que mais se adapta ao mercado alemão/europeu. E se o preço realmente for inferior a 25.000€, poderá ser um sucesso, vai depender do software (este tem sido um dos grandes problemas da família ID da VW). A estratégia da VW não segue a mesma da Renault, porque no mesmo segmento deste Twingo a VW tinha, desde 2020, o e-UP! com quase a mesma autonomia. O modelo que deverá substituir a falta do e-UP! (já não é produzido há algum tempo) é precisamente o ID. Polo, de um segmento superior. A VW não apostou num modelo citadino novo com fraca autonomia, ao contrário da Renault com este Twingo…
Curiosamente o Dacia Spring é considerado um sucesso na Alemanha, França, entre outros paises.
https://media.dacia.com/40000-orders-in-just-eight-months-dacia-spring-is-democratising-electric-mobility/
@JL: onde foste buscar as tuas fontes para dizer que o Dacia Spring é um sucesso na Alemanha? Segundo o KBA (equivalente ao IMT em Portugal), o Dacia Spring raramente atinge 1% relativamente às vendas de todos os EV’s por mês. Isso é um sucesso de vendas? Não me parece…
https://www.goingelectric.de/zulassungszahlen/dacia-spring/
Não viu que é da própria Dacia ?
@JL: a fonte da Dacia é de 2021, ou seja, de há 4 anos atrás. De 2021 até hoje já muito mudou no segmento de EV’s…
Dos carros mais vendidos na Alemanha em 2025, aparece o ID.3 (3º) o Cupra Born (5º) Mini (13º) e Inster (15º) Kia Ev3 (20º).
https://www.best-selling-cars.com/germany/2025-half-year-germany-best-selling-electric-car-brands-and-models/
No entanto existe sim, uma clara preferência por carros premium e de maiores dimensões…
Pois com 190 km de autonomia real, mas pelo preço do que estava à espera?
À espera de mais autonomia! 😛
Este é o Tesla Model 2 que o Musk prometeu e não cumpriu como é habitual.
O Musk quer é biliões, o resto q se lixe.
O Musk nunca prometeu um Model 2.