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PSD quer capacete obrigatório nas trotinetas e bicicletas elétricas

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. sopradizerke says:

    mas alguma vez ,em tempo algum, alguem do psd andou de bicicleta?….pois….deve ser mais algum estudo tipo o de construir aeroportos…

  2. Luis says:

    E multar os que andam no passeio, entram em contra-mão, etc?

  3. Jota says:

    Acho bem, eu utilizo e tenho seguro!

  4. JMCXL says:

    Porque será que nos países com maior taxa de utilização de bicicleta em contexto urbano não necessitaram de nada disso?

  5. Mestre Zen says:

    Problema não é falta de capacete, é excesso de velocidade, maior parte das bicicletas e trotinetes ultrapassam as velocidades de lei, no caso das trotinetes os buracos nas estradas ou pequenos obstáculos também ajudam no despiste.

  6. João says:

    Eu acho que tudo o que tem mobilidade motorizada devia ser sujeito a um exame de código e de condução (ainda que pudesse ser mais “limitado” do que um exame de moto ou carro, mas devia ser obrigatório!!!)

    • Ifm says:

      Deixa te de coisas…

      Neste país só estamos bem s legislar, leis é mais leis e controlo e mais controlo.
      No fundo anda tudo na bandalheira….

      Antes de inventarem mais leis e papelada e problemas, tem de começar a aplicar as que já existem, se fossem aplicadas as que já existem o nosso país mudava completamente.

      Mas não andamos sempre a mascarar problemas de falta de civismo com leis e mais leis que ninguém as cumpre nem ninguém as faz cumprir.

      Se nos países baixos não é preciso nos cá é que não precisamos mesmo…
      Estamos a tornar nos os tontos dos americanos tem 50 mil leis mas o mais importante que é I civismo é de chuva.

      Eu defendo que devemos ter menos legislação mas que seja realmente aplicada.

  7. Velodutor says:

    O regresso da prevenção rodoviária às escolas, o regresso dos átrios de ensino na condução de velocípedes, e a obrigatoriedade de equipamentos de iluminação para todos os veículos já bastavam. A reclassificação de “velocípedes” que não o são: tem acelerador? É motorizada: seguro, registo, capacete. Não tem acelerador, só anda a pedal e tem limitador, velocípede. Não pode tirar as mãos para sinalizar a manobra? São pode circular na via pública, só privada.
    Mas os automóveis também têm a sua quota parte: Não ouve o exterior? Estão não está atento ao que o rodeia, obrigatoriedade de emissão do ruído exterior para a cabine a menos de 40kmh, uma campaínha de bicicleta, um berro de aviso humano devem ser audíveis acima do podcast que berra no interior do habitáculo. Estacionou em cima da via ciclável? Reboque e multa. Se há auto-estradas para automóveis, respeitem as vias que não são deles.
    Nestes meus 35 anos de ciclista e 28 de condutor automóvel vejo que os ciclistas perderam a sua capacidade de uso das estradas, não sinalizam manobras, uso de telemóveis e action cams nas mãos, andar a pares de propósito para irritar condutores (eu sei que é legal, mas o bom senso deve imperar), falta de luzes e refletores nas bicicletas de noite ou má visibilidade, desrespeito pela sinalização vertical e horizontal. Os condutores automóveis deixaram de respeitar os outros utilizadores da estrada: passagens de raspão a ciclistas encostados a rails, buzinadelas incessantes a tratoristas, cortar a mão a motorizadas e ciclistas para virarem à direita numa ultrapassagem, elétricos a aproximarem-se sem qualquer ruído (acima da velocidade que este é obrigatório) e manobrarem para cima do ciclista no seu ângulo morto, etc etc
    O seguro deve ser tão obrigatório para um ciclista como a licença de uso e porte de armas deve ser obrigatória para um condutor automóvel. São taxas que não resolvem nada. Entre um ciclista e um carro, o carro ganha sempre, experiência própria.

    • Velodutor says:

      Já agora, esta lei já existiu: Artigo 82º, nº5 do Código da estrada: “Os condutores e passageiros de velocípedes com motor e os condutores de trotinetas com motor devem proteger a cabeça usando capacete devidamente ajustado e apertado”. Foi revogada em 2012.
      Quanto à “Obrigação de usar materiais refletores em período noturno ou em condições de baixa visibilidade.” está na lei: SECÇÃO III – Iluminação – Artigo 93.º – nº3 “Sempre que, nos termos do artigo 61.º, seja obrigatório o uso de dispositivo de iluminação, os velocípedes só podem circular com utilização dos dispositivos que, para o efeito, forem fixados em regulamento.”
      Os “dispositivos fixados em regulamento” são referentes à Portaria n.º 311-B/2005, de 24 de Março. que se lê no nº 3 – “Sem prejuízo do disposto no número anterior, com a finalidade de assinalarem a sua presença, todos os velocípedes devem dispor de reflectores, à frente e à retaguarda, que respeitem as características fixadas neste regulamento”.
      As multas são aplicáveis: 30 a 150€ por não levar o velocípede sem luzes/refletores à mão (Art 94)
      Assim o nosso Primeiro também não deve conhecer bem o código da estrada, pois apenas a obrigatoriedade do capacete não está na lei, mas já esteve.
      Se concordo com esta obrigatoriedade? Sim se também incluir automóveis e peões. O capacete salva vidas!

  8. Artilheiro says:

    Há velocidade, a que elas andam, acho muito bem.
    Deviam também multar, quem anda no passeio, com as mesmas.

  9. Mus says:

    Qual é o problema de irem com um capacete? É a diferença, em algumas situações, entre a vida e a morte.
    Conheço uma pessoa que, numa moto, teve um acidente muito grave, batendo contra um automóvel e sendo lançado como um boneco de trapos pelo ar: perdeu um braço e teria perdido a vida se não fora o capacete.
    Conheci uma pessoa, vizinho, que, um dia, ao ir de bicicleta, desiquibrou-se por alguma razão e bateu com a cabeça contra uma pedra: não tinha capacete e morreu com a pancada na cabeça.

    • Raiana says:

      Ainda há pouco uma jovem (acho que foi no norte) caiu duma trotinete elétrica, bateu com a cabeça numa esquina de passeio ou edifício, sem capacete e faleceu ali.

      Mas é óbvio: o descerebrado vai sempre andar à bola dele, se morre ele já não é problema de outros, mas o problema é habitualmente que mata outros e ainda se pira. Há pouco tempo houve uns estrangeiros atropelados na passadeira (mas pouca gravidade) acho eu na Póvoa porque umas motas vinham a alta velocidade numa zona de 50. Mas claro, polícia nada e fugiram. Disso há muito, por isso não tenho condescendência nenhuma com estas pessoas. Que o façam em lugares no meio do nada

    • Ifm says:

      Eu conheço um que caiu das escadas e morreu por ter batido contra a parede!
      Será que deve ser obrigatório o uso de capacete nas escadas?

      Para a hipocrisia que existe nas empresas, de se ter de usar capacete nos armazéns.

      As paredes pesam 500kg, se cair de uma altura do 3 andar, nem com capacete nem sem capacete, a única coisa que vai sobrar é carne moída.
      Mas neste país tudo se resolve com capacete, óculos e calçado de proteção.

      Seja para um sítio que possa ser susceptíveis a derrocada.

      Ou trabalhar a uma altura de 50m

      A única diferença é que uma faz sentido e a outra é completamente estúpida.

      Aqui é igual… Estamos a ficar burros e o interesse destes debates não é.promover a segurança é sim, lixar o.outro.

      É a típica mentalidade tuga, sou mais feliz se o outro estiver pior que eu.

      Está é a felicidade do tuga é o outro estar pior.
      Ou igual

      O tuga não pode ser o outro bem na vida.

      • Mr. Y says:

        Usar capacete torna-te triste?

        • Mr. X says:

          Deixar os outros não usar capacete torna-te triste?

          A maior parte dos países europeus não tem obrigatoriedade de capacete para bicicletas eléctricas até 0,25KW (em alguns deles apenas para utilizadores menores). Mesmo em alguns países com grande cultura ciclista, como Países Baixos, Dinamarca e Alemanha isso verifica-se. O que acontece é que leis como a deste projecto são, em geral, um desincentivo, e os custos para o país de existirem menos ciclistas é maior do que o custo de existirem ciclisctas sem capacete.

          É claro que há estudos para defender tudo o que quisermos, mas pensar que um país com tão poucos ciclistas utilitários como Portugal vai ser pioneiro em leis razoáveis sobre bicicletas é, no mínimo, excessivamente optimista. https://nacto.org/wp-content/uploads/2012_de-Jong_Health-Impacts-of-Mandatory-Bicycle-Helmet-Laws.pdf

  10. Raiana says:

    São precisas duas coisas: 1) capacete, respeitar as leis europeias, luzes à noite e obrigatoriedade de seguro civil. Além disso 2) fiscalização apertada.

    A culpa não é da mobilidade mas de quem a usa, desde modelos adulterados, ao desrespeito cívico e legal. O mesmo acontece com bicicletas, motas e ligeiros. Diariamente numa nacional de 70 kmh levo com tanjas de motas a 90 ou 100, em muitos altos decibéis e ainda te oferecem porrada se reclamou. GNR, PSP? Nas sandes de leitão…

  11. Me says:

    E policias não há ninguem para fiscalizar. Em Espinho deixou de haver policias, só me lembro da farda deles por os ver na televisão.

  12. Yamahia says:

    A Mubi já anda a miar :
    https ://www.publico.pt/2026/05/23/sociedade/noticia/associacao-mobilidade-urbana-bicicleta-propostas-uso-capacete-2175787
    1⁰ o negócio, depois a segurança.

  13. FoCP90 says:

    E inspeção obrigatória para todos os veículos de 2 rodas.

  14. darth says:

    as vezes vejo tipos a assapar nas scooters e penso que uma pedra no chao ou um desequilíbrio e vai desta para melhor. duma inconsciência impressionante

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