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Primeiro navio autónomo do mundo previsto para 2018


Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Helder says:

    A Yara está bem, mas a Asha é que não teve um final feliz, são parecidas, mas totalmente diferentes!

  2. JJ says:

    E os piratas? Ficará mais fácil assaltar um navio onde não vai ninguém…

    • Lumia 640XL DS says:

      Touché. Na mouche….

      • Pérolas says:

        Olha que não sei… sem tripulação a bordo é mais fácil “aniquilar” qualquer presença biológica a bordo e ainda por cima hostil!!!

    • Luís Silva says:

      Depende. Muitas das situações de pirataria que têm acontecido ao longo da Costa da Somália (que talvez seja um das pontos mais perigosos de navegação comercial do mundo) tem como objectivo principal, não a mercadoria ou o navio em si mesmo (que na maioria dos casos só serve para ser vendido como peças e sucata) , mas sim o rapto de tripulantes com o objectivo de pedidos de resgate. Nestes casos apesar de um navio como o apresentado no artigo ser muito valioso, em termos práticos, para os piratas, acaba por ser menos rentável que o método actual porque nenhuma empresa irá dar qualquer resgate por um navio onde não irá ninguém que precise de protecção e que terá as coberturas de seguro.

    • Azulnauta says:

      O que poupam num lado, vão ter de gastar em seguranças a bordo!

    • Marco Mota says:

      Talvez… Mas os piratas fazem dinheiro no resgate de pessoas. Não havendo pessoas……….
      Até porque normalmente nas embarcações deles pouco podem levar, pois são pequenas, com intuito de serem ágeis e rápidas.

    • Marcos Correia says:

      Canhões e metralhadoras controladas remotamente no conforto do sofá por alguém com práctica em videojogos do género 😉

  3. H.M says:

    Gosto bastante da ideia e da inovação. Acredito também que este é o rumo a seguir não só na parte naval como nos outros meios de transporte.
    Como falaram dos piratas… só me veio à ideia a inovação dos mesmos, isto é, estou a imaginar os piratas de perna de pão a desviar carga remotamente, heheh.

    • MarioM says:

      E porque não depende da carga, leva-se o navio até onde se quer retira-se o que interessa e depois pode-se fazer o que se quiser com ele, Por exemplo tenho uma idea mas não falo para não dar ideas.
      Esta tudo um bocadinho tredolo de mais com os carros autonomos, os barcos os aviões o problema é quando tiverem vida e vontade propria nessa altura eu não quero estar nem perto nem dentro de um.

  4. Papa Joe says:

    Temos que começar a cirar regras urgentemente (agora) para estas empresas que não usam ou reduzem substancialemente as pessoas/trabalhadores por meios autónomos/máquinas.O desemprego e a não contribuição para a segurança social vai levar à ruptura total da sociedade como a conhecemos.

    Solução : Por cada máquina a descontar para a segurança social como se uma pessoa se tratasse.

    Outro problema se eliminamos as pessoas das empresas , estas ficam sem rendimento se estas ficam sem rendimento quem é que compra os produtos dessas mesmas empresas?

    • Popopo says:

      Essa ”solução” não resolve nada. É díficil definir o que é >uma< máquina. Uma empilhadora autónoma tira o trabalho a uns quantos homens, mas se o patrão não está contente em descontar por muitas máquinas facilmente as agrupa todas de maneira a que possa ser considerada apenas uma multifuncional.

  5. Artur Santos Silva says:

    Não consegui perceber no artigo, como é que vão “eliminar o combustível”. Não acredito muito em painéis solares, dado que iriam necessitar de baterias de grandes dimensões e peso…Alguém tem ideia de como será movido o barco?

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