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Portugal vai ter 10 radares que calculam velocidade média

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. joao cabral says:

    Gatunos, o ministro não apanham, mas o pequenino passa 20 km/h leva logo uma cacetada. Vergonha de país que nunca teve uma cultura de verdadeira prevenção rodoviária…

    • Jorge says:

      Neste pseudo-país os políticos, os ingleses e os ciganos estão acima da lei.

    • Miguel Lima says:

      Teve cultura de segurança durante o Estado Novo, no qual o Estadista apanhou uma multa, e pagou, na Rotunda, em Lisboa, porque o motorista não obedeceu ao sinaleiro.

    • Miguel Lima says:

      O ministro sendo socialista, mostra a impunidade de que a esquerda gosta e o desprezo que tem pelas pessoas.

    • Feed says:

      Se andares dentro da velocidade permitida qual é cacetada que levas?
      Tiraste a carta sem obedeceres às regras de trânsito?

      Aponta-se sempre o dedo aos outros para desculpar os nossos erros.

      • Luis says:

        Qual é o problema de se sentir revoltado com a dualidade de critérios entre o cidadão comum e os politicos? Os politicos deviam dar o exemplo e não o fazem!
        Temos um ministro que entre tantas asneiras que já fez, numa delas um cidadão foi morto e ainda não teve vergonha para se demitir nem para pedir desculpas e apoiar a familia. Podem dizer que ele não ia a conduzir, mas… não tem autoridade para dizer ao motorista que deve cumprir o código?
        Depois o que se vê é andarem a colocar radares para a caça á multa, gasta-se dinheiro para aplicar multas, e depois a sinalização é uma vergonha em N estradas de Portugal.

        • MRodrigues says:

          Quem (infelizmente) deu origem ao acidente de que resultou um morto. Não foi o ministro, mas sim o motorista de serviço. Mas que este ministro é sinônimo de incompetência , concordo.

          • PorcoDoPunjab says:

            MRodrigues, quer vc dizer me que está a pensar que o motorista ia a 200 kmh só porque lhe apeteceu?
            Não acha que ele ia a essa velocidade porque o Cabriteiro incompetente assim lho disse?
            Mas o que se passa com esta gente?

          • Gustavo says:

            É, portanto, o motorista que manda, e não ministro! Sempre a aprender!

          • Jose Cunha says:

            Como vocês sabem de tanta coisa. Muito bem . Cumpram as regras e deixem lá os outros e vão ver que são mais felizes.

          • Hugo says:

            O problema é que os poucos acidentes que ia sofrendo foram TODOS por causa dos “outros”.

        • Feed says:

          Apesar de compreender a sua revolta e a existência de dualidade de critérios ser injusta, nem a notícia é sobre o ministro, nem o que o João Cabral comentou é razão para se desculparem por não cumprir.

          As regras devem ser para todos, se ele cumprir nem deverá estar preocupado com a “cacetada” mas sim com quem não cumpre e não é castigado.

          • Luis says:

            O que eu disse não é para arranjar desculpas para não cumprir, mas tenho olhos na cara e consigo perceber quando a BT coloca radares para pura caça á multa. Caça á multa não é prevenção rodoviária, serve apenas para cumprir o plano que está traçado no orçamento de estado. Estes radares colocados pela ANSR tem a mesma finalidade, orçamento de estado.
            O que não falta são estadas com má sinalização, querem fazer prevenção rodoviária, visitem outros países e vejam como se faz.
            A noticia não é sobre o ministro, é sobre radares, radares esses que vão ser colocados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Quem é que tutela a ANSR? Não é o ministério da administração interna? Não é o ministro Eduardo Cabrita que é o ministro da administração interna? Então deve haver aqui alguma relação com o ministro que ia num carro que matou uma pessoa e ao que consta, fez parte da autoestrada a velocidades bem elevadas, basta pesquisar um pouco para perceber a vergonha que são os politicos!

          • José says:

            Falso ,os políticos não precisam cumprir essas regras e dão aos milhares,portanto não são para todos

    • M F U says:

      Porque os policiais trabalham para os ministros

    • Louro says:

      Senhor guarda, está certo que eu ia a 20km/h acima do limite de velocidade, mas só vou permitir que me multe quando todos os que vao 20km/h acima sejam apanhados.

      É com cada história, respeitem as regras e se forem apanhados, a culpa é vossa, afinal de contas voces é que iam a transgredir.

    • PTO says:

      Essa conversa populista de mesa de tasca não convence ninguém que ande na estrada diariamente e que vê o que se passa com o nível de irresponsabilidade de inúmeros condutores portugueses.

      Passo os dias a ver gente que não é ministro nem secretário de estado a passar não a 20km/h mas a 180km/h ou mais em zonas de 90km/h ou até em localidades.

      Se o nosso enorme problema de acidentes rodoviários, a maior parte devido a excesso de velocidade, se limitasse só e apenas aos ministros, então estávamos bem melhor, era bem mais seguro andar nas estradas portuguesas.

  2. iFernando says:

    Neste caso já não são “radares”
    São leitores de matriculas, com cronometro.

  3. vitor says:

    No codigo da estrada não há multas nem coimas para velocidade média…

    • sómaisum says:

      …e? alguma vez isso impede alguém? 😀
      Tambem creio haver, explicitamente, a necessidade de identificar todo e qualquer radar….. nos entantos… Vais a tribunal e é alegado qualquer coisa como um meio de controlar (através de medo/receio) os excessos de velocidade por não se saber onde podem estar ditos dispositivos…..

    • Filipe says:

      Faz as contas homem, se a velocidade media ultrapassa o limite é porque ultrapassaste o limite.. talvez muito até.
      Não deixa de ser uma medida estúpida, ex. vais a 40 km/h durante 9 minutos e depois aceleras até 220km durante 1minuto. Andaste a 220km mas não tens multa porque a média é 58km/h

      • Guarda Serôdio says:

        Por isso é que o código da estrada prevê coimas para velocidade instantânea. Não para médias.
        No entanto podes fazer a A1 Lisboa Porto a 200km/h e parares a meio para almoçar numa área de serviço….
        Agora nada impede que alterem o código…

        • Gato por Lebre says:

          Mas isso tira o sentido do excesso de velocidade! Qual a logica de ires a 200km/h (que na teoria é para chegares mais depressa ao destino porque não queres passar 3h dentro do carro), para depois teres de estar na bomba de serviço uns 70min à espera?!

          • Há cada gajo says:

            Tens de carregar a bateria do carro…

          • Zé Fonseca A. says:

            Eu por exemplo ando a 180-200 km/h em algumas AEs porque não gosto de andar devagar, ajusto a velocidade à via, às condições metereologicas, ao transito, ao numero de faixas e a ao carro que estou a conduzir.
            Por acaso não paro em estaços de serviço para almoçar/jantar mas muito frequentemente saio da AE e vou a restaurantes e fico lá 1h a 2h.

          • Louro says:

            @Zé Fonseca A.
            Basicamente nao gostas de respeitar as regras e achas que estás acima dos outros e que sabes mais que os outros.

            Pois, por causa de pessoas assim é que acho que este tipo de radares deveriam de estar em todas as vias.

        • eu2 says:

          Vais parar a meio mas é para fazer as contas de quanto tempo vais ter de esperar…

        • Louro says:

          @Guarda Serodio,

          Voces devem de achar que é só acelerar e esperar que depois a média seja mais baixa… geralmente estes radares estao ao longo do um espaco e sao vários a cada portico é registado o tempo que demoraste desde o ponto A ao Ponto B.

          Que no caso podes ter por exemplo ao longo de 100 km, o ponto A, B, C, D, E, F,G, H, I, J e por aí fora…

          Depois o sistema regista a hora a que passaste em cada um deles, e faz os calculos baseados nesses tempos entre porticos que pode ser de A a J, A a B, A a E e todas as combinacoes possiveis, se nao fores apanhado entre A e B, vais ser apanhado entre A e C ou A e D, ou C e F

      • Johny says:

        Pois.
        Mas normalmente é ao contrário.
        Vais 9 minutos a 220 e 1 minuto a 40. Faz agora a média…

      • PTO says:

        A medida não é estúpida, as tuas contas é que estão erradas.

        Não é só por minutos que se faz o cálculo, tem de se ter tb em conta a distância percorrida nesse espaço de tempo. Só assim é que se consegue a velocidade média.

        Além disso o teu exemplo não faz sentido, pois se se ele andou a 220km/h durante 1 minuto isso significa que já andou em excesso de velocidade, pelo que já cometeu uma infração.

    • Chacal says:

      Existe sim senhor. Radares de cálculo de velocidade média.

    • PTO says:

      Basta existir multas para excesso de velocidade, não têm de lá estar estipulados todos os equipamentos utilizados para a determinar.

      Por isso se a velocidade média for superior ao limite de velocidade para a zona em questão, és multado por excesso de velocidade.

  4. Anónimo says:

    Bela máquina de faturação… digo prevenção.

  5. pedro says:

    cheira-me que este sistema mais tarde ou mais cedo, vai ser declarado inconstitucional ….

  6. Paulo says:

    Podiam por uma via na autoestrada porto/algarve sem limite de velocidade.

  7. TugAzeiteiro says:

    Certamente devem ser instalado em locais de grande sinistralidade……… #soquenão!

  8. Infinity says:

    Será que estes radares tem cobre?

  9. Ze pikeno says:

    Se a velocidade media for superior ao permitido, é porque circulou NO MINIMO a essa velocidade.
    Por exemplo… se tiver uma velocidade media de 150km/h entre os pontos A e B, significa que a velocidade maxima que circulou nesse trajecto foi no minimo 150km/h.

  10. Vasco says:

    A verdade é que é das poucas formas de garantir que houve excesso de velocidade, dado que os números não mentem. Os radares fixos actuais na prática só servem para fazer como que muitos condutores reduzam a velocidade temporariamente: veja-se o caso do radar da Av. de Ceuta, no sentido de Alcântara, onde durante 100 metros quase toda a gente cumpre escrupulosamente os 50 km/h mas apenas naquele local, e outros casos idênticos. Para mim a média entre dois pontos faz muito mais sentido para aferir se o condutor é de facto uma pessoa que cumpre a lei ou se apenas a finge cumprir na presença de um elemento dissuasor. Já outro assunto que pessoalmente gostaria de ver tratado e que tecnologicamente é das coisas mais básicas de implementar, seriam os limites de velocidade dinâmicos, em função da meteorologia, do número de veículos presentes na via, da exposição solar, etc. E quando a isso, não vejo nenhum dos cavalheiros e amazonas pagos para sentar o dito cujo nos gabinetes e pensar nesses assuntos, sequer a mexer-se para introduzir tal sistema. (O ordenado cai garantido na conta, e portanto não é necessário melhorar nada do que já existe…) Não interessa apenas multar os prevaricadores. Interessa e muito, também criar as condições para que as pessoas cumpram com maior facilidade e naturalidade as leis que existam e isso passa por modernizar o que existe em vez de continuarem a trabalhar na prática como em meados do Séc. XX. Por vezes parece que a única coisa que mudou foi o PC em cima da secretária e o resto ficou esquecido…

    • Paulo says:

      a velocidade media não é para funcionar dentro das localidades! se me entendes….

      • Vasco says:

        O principal objectivo não é, tem razão. Mas, já agora, e porque não? Pelo que observo quase todas as localidades têm vias com comprimento e características mais do que suficiente para que qualquer condutor possa exceder os limites de velocidade, e a velocidade instantânea por si só apenas permite aferir que o condutor cometeu uma infracção em determinado ponto, podendo a média de um trajecto dentro dessa localidade ser no final até bastante inferior à da velocidade máxima permitida. Para mim faz sentido aplicar multas em função da média de velocidade também nesses casos.

  11. Pwk says:

    Em autoestradas como a A13 que está sempre limpa ando sempre a 160-180km/h….n ha transito. Tambem vao me obrigar a andar a 120?? Ridiculo!!

    • Pjs says:

      És um perigo na estrada. Se fosses mesmo bom estavas num desporto motorizado. És mais um tuga chico esperto. Não te preocupes, são mts que andam por aí…

      • Miguel says:

        Depende muito do carro, 180km/h realmente pode ser um pouco excessivo, mas mesmo assim depende. Um A6 ou um serie 4 por exemplo a 180 km/h dá a mesma segurança quase que um panda a 120. Isto é se a auto-estrada estiver praticamente vazia.
        Acima de tudo os limites de velocidade deveriam ser de acordo com a categoria do carro.
        Mas também não concordo e nem acho que Portugal tenha auto-estradas para se andar a 180 ou mais.

        • Louro says:

          @Miguel,
          A seguranca de qualquer carro acaba no momento em que aparecer um qualquer obstaculo e o condutor nao consiga reagir a tempo.

          Depois o condutor e ocupantes aparecem no cemitério e/ou hospital e o carro na sucata.

      • Chacal says:

        Com essa conversa até parece que cumprem tudo, fazes pisca e fazes as rotundas conforme o código da estrada … Os que mais apontam o dedo, piores são.

        • Feed says:

          Treta, uma grande maioria não dá piscas e faz mal as rotundas na maior parte das vezes mas também posso inventar que quem aponta de dedo se engana só de vez em quando.
          A sua palavra, opinião não é estatística.

    • Vasco says:

      Pwk, a essas velocidades, um pneu que rebente, uma indisposição de saúde que tenha, podem revelar-se fatais. Eu fartei-me de presenciar acidentes em autódromos, e só nesses casos, com carros dotados de safety cages aprovados pela FIA, e com tudo o resto a acompanhar em termos de pneus, suspensão, etc., é que as hipóteses de sofrer ou causar danos físicos graves a terceiros diminuem bastante. Por exemplo, todos os carros que competem em autódromos possuem sistemas de extinção de fogo homologados, para dar um exemplo. Nem sequer podemos comparar os carros que usamos no dia a dia com carros de competição, em termos da segurança que oferecem em caso de acidente a essas velocidades que menciona, e até bastante superiores… É outro mundo, outro planeta. Até os sets de pneus que utiliza são diferentes consoante o estado do tempo e têm os kms controlados numa ficha própria. Mesmo assim, quantos pilotos não morreram já nas pistas, ou ficaram fisicamente incapacitados? Estou convencido que a esmagadora maioria das pessoas – e quem não conduziu já em excesso de velocidade pelo menos uma vez? -, nem tem noção dos riscos que corre numa simples recta ao conduzir um veículo normal a essas velocidades… Somos tão frágeis, que mete dó apenas imaginar…

      • CRP says:

        Sempre tive a sensação, que pessoas que concordam como este tipo de medidas são aplicadas, são aquelas pessoas que pensam assim:
        – Se eu levei tu também tens que levar, se eu não consigo ir (falta de unhas) tu também vais.
        Depois dizem, Muito Bem.

        Atenção que isto não é uma afirmação, apenas uma suposição.

        • CRP says:

          Correção:
          – Se eu levei, tu também tens que levar, se eu não consigo ir (falta de unhas), tu também NÃO vais.

          • Hugo says:

            Unhas loool As estradas não são uma pista. Por mim, até haver a educação necessária é carregar multas e cartas fora. Querem medir “unhas” façam-se uns homens e vão a um autódromo.

      • Chacal says:

        Não há comparação numa estrada que nem 2 metros de berma tem, para um autódromo que tem várias escapatórias, gravilha, pneus, etc … A 180 se te despiatares, e não for numa zona de barreiras, estás safo. No máximo danificas o parachoques, quando entras na gravilha.

    • Ze Tuga says:

      Denomina-se a tua atitude como asnática e como pessoa, a nível do jargão popular com uma besta quadrada, enquadrando-se como o chico espertismo do ninja do Honda Civic com uma pintura berrante e som altíssimo com músicas que não são mais que ruídos de batedeiras tipo ROM ROM e que tem normalmente atrás dois minúsculos emblemas “tunnnning não é crime” e “elas adoram-me” nomeadamente as moscas;
      Enquanto houver gente a pensar assim, a caça à multa aumenta! Continua e vive bem, mas longe..

      • Chacal says:

        Até têm piada isso vindo de um fumarento, azeiteiro, num Vag, que só poluí o ambiente, ouve kizomba e tem a mania que é gente.

        • Zé Tuga says:

          Eu tenho um VAG?? E alguma vez ouvia KIZOMBA ????????????????

          Bateste com a cabeça nalgum DAF de frente, não?? Quanto a fumarentos, para mim iam todos à prensa! E Vai gritar que xuning não é crime dado que por aquilo que disseste quando sais à rua deves ser pouco bimbo, deves.. ou seja, esconde-te..

    • Louro says:

      @Pwk
      Nao a ti nao, porque tu és especial e estás acima da lei e de qualquer regra que se aplique aos comuns mortais.

  12. JR says:

    Mas isto já me tinham dado esta informação a uns tempos atrás, onde um João Cruz no canal do YOUTUBE (“Mecânica Sobre Rodas”) tinha referido esta situação. Portanto pelo menos para mim nada de novo. Quem quiser evitar multas já sabe bem o que fazer. Só é pena é que para uns a lei abafa, para outro é sem dó nem piedade, mas é o que temos, estamos em Portugal.

  13. Eu bem sabia... says:

    Há uns anos atrás levantou-se a hipótese de se fazer este controlo de velocidade média com base nas passagens pelas portagens, contudo a mesma caiu por terra porque para o auto ser levantado tinha de haver prova do flagrante delito (não bastava comprovar “matemáticamente” que alguém tinha andado em excesso de velocidade, era preciso apanhar esse alguém em excesso de velocidade, tal como é a realidade aos dias de hoje quando alguém recebe uma carta com a foto do flagrante delito).
    As perguntas que eu deixo no ar são: Esta necessidade do flagrante delito deixou de existir? A ter deixado de existir porque não retomar a “velha” ideia das portagens – que faça um trajeto de 120Km em menos de hora é porque andou em excesso de velocidade – ao invés de investir largos milhares de €€€ em novos radares?
    Ainda assim, por mim podem encher as estradas todas de radares, mas por favor identifiquem-nos… parem de se esconderem atrás de carros/paineis publicitários/vegetação, etc, numa manobra que evidência o único propósito de caçar dinheiro e deturpa completamente o efeito dissuador que é o principal motivo da existência dos radares.

    • sómaisum says:

      porque provavelmente vao colocar estas medias entre áreas de servico, sem possibilidade de parar o carro (salvo beira da estrada…) – quantos motards, sem prejuizo de ofender que tambem me calha a ficha, nao fazem um trajeto de 200 ou 300 km em 2 ou 3 horas, e raramente cumprem o limite? ou um elétrico.. que tem de parar para carregar 😀
      ou seja, agora já se “pode” porque controlam os pontos onde vai entrar… digo eu assim como quem nao quer a coisa

    • Zé Fonseca A. says:

      As portagens são das concessionarias, as forças policiais não podem ter acesso a esses dados sem entrar em quebra do RGPD, teria de haver causa provavel e teria ser um crime com gravidade.
      Seja como for, ou fazem alterações ao codigo da estrada ou dificilmente conseguem por em pratica este sistema de velocidade media pois a mesma não constitui nenhuma contraordenação, terias de ser apanhado em fragante delito e não em “delito entre os kms 59 e 74”..

    • TiZeGrilo says:

      Com a receita das multas inserida em orçamento de estado, as multas são tudo menos dissuasoras…

  14. GFan says:

    Continuem a VOTAR nos mesmos de sempre.

    • CRP says:

      Mesmo não sendo simpatizante deste senhor esteve bem neste ponto “LEI QUE TRAVAVA BOYS LADRÕES” recusado a ultima da hora.
      (https://www.youtube.com/watch?v=dyPUko3Vji4) a partir do 1:27
      Isto só para demonstrar que ninguém se preocupa com a prevenção nem os interesses do Povo, e por favor não levem isto para o lado politico (sejam neutros e pensem, porque se não for estes são outros).
      Querem fiscalizar o Povo mas não querem ser fiscalizados, exemplo Cabrita.
      Estes radares não contribuem em nada para prevenção, tal com já foi dito aqui por vários comentadores. (Os cofres estão vazios).
      “Faz o que de digo e não faças o que eu faço”

  15. Victor says:

    Não querem ser apanhados? Cumpram a lei, fácil.

  16. O Pensador says:

    Isto é tudo muito bonito posso ir a 180 mas se parar 10 ou 20 minutos numa área de descanso ou numa area de serviço lá vai a média.

    • Vasco says:

      Daí eu achar que o ideal seria dispor da conjugação entre os dois sistemas, servindo o controle da velocidade instantânea para dissuadir e reforçar até os resultados obtidos pelo calculo da média, para efeitos de aplicação das sanções legais.

  17. RPC says:

    E quem garante com 100% de certeza que os “relógios” estão certos e iguais ao milésimo de s num ponto e outro, basta o ultimo radar estar com um adiantamento ou atraso de 2s a 1s para que o calculo seja incorrecto .

    • Zé Fonseca A. says:

      Se ao menos existisse calibagrem de equipamentos.. se não existisse não tinhas industria de nenhum tipo, alimentar, automovel, farmaceutica, etc, etc, tudo precisa de horas exactas e sincronizadas, caso contrário podes ter produção e lotes que têm de ser destruídos.
      Podias ter 1000000 de radares desses, é tão simples como os mesmos ligarem ao mesmo servidor NTP, e magicamente todos têm a mesma hora ao milesimo.. as maravilhas que uma tecnologia avançada de 1985 consegue fazer..

    • Vasco says:

      São máquinas que devem ser certificadas e auditadas. A sincronização pode ser feita por NTP ou GPS com electrónica básica.

    • Keyboardcat says:

      Nas distâncias normalmente envolvidas a diferença de 2 segundos não afeta a velocidade final. Visto cair na margem de erro.

      Mas é verdade que ao longo do tempo qualquer relógio vai perdendo or ganhando alguns segundos por mês, o que vai acumulando caso não sejam frequentemente calibrados.

      Nestas situações uma situação “relativamente económica” é usar o GPS como fonte. Podendo facilmente atingir precisão na ordem de micro o mesmo nano segundos.

  18. Sergio says:

    Hum.. tendo em conta que sao tao poucos, imaginemos Aveiro/Porto, estara colocado na entrada da A1 em Albergaria e na saída do porto. Se eu entrar ou sair mais cedo neste troço ja nao ha hipotese de calculo.
    Se queriam fazer isto como deve ser compravam 500 radares destes

    • Zé Fonseca A. says:

      Se for para a frente o que acho que vão fazer é colocar na rede SINCRO, dessa forma nunca sabes onde estão os radares com calculo de media, significa que no limite terias de sair antes de cada radar, hoje em dia é tranquilo na A1 só tens 2 para cima e 2 para baixo, mas o plano é teres mais.

  19. cp says:

    Quem garante que o relógio de ambos os pontos estão sincronizados?

  20. LA says:

    Então e se eu for a 200 Km/h e depois para na estação de serviço, durante x tempo?

    • Keyboardcat says:

      Isso não é relevante. A maioria das pessoas que circula em excesso de velocidade fá-lo com intenção de chegar mais rapidamente ao lugar de destino. Circular a 240km/h metade do tempo e parar por metade não apresenta nenhum ganho comparando com seguir a uma velocidade constante de 120km/h. Sendo que a primeira opção implica um gasto de combustível muito maior.

      Por isso a resposta a tua pergunta é, sim é possível viajar em excesso sem ser apanhado. Mas como já vimos, não apresenta vantagens em termos de tempo, logo apenas uma minoria o vai fazer (que estão sujeitos a serem apanhados num radar fixo)

      • Anónimo says:

        Excepto que é comum em grandes cidades viajar rápido para evitar a hora de maior transito, parar para tomar o pequeno almoço, e depois seguir rápido para o trabalho. Se ponderares a hora a que tens de acordar e o tempo do pequeno almoço em casa, no final o “prevaricador” vence o sistema — pode acordar mais tarde, não apanha na mesma transito, toma o pequeno almoço descansado, e ainda chega a tempo ao trabalho.

    • Hugo says:

      É preciso que haja uma estação de serviço pelo meio, o que não me parece que vá acontecer pois haverão muitos motoristas de pesados com multas por velocidade abaixo da permitida.

  21. Joel Paiva says:

    Mais uma vez o estado mostra quem é o verdadeiro ladrão.
    Não interessa a prevenção. Não interessa estradas bem construídas. Não interessa permitir aos portugueses comprar carros melhores e mais seguros. NÃO!
    O que interessa é roubar o otário do TUGA!
    Pagamos impostos ilegais (só em Portugal se calcula um imposto sobre outro imposto! )
    “Além destas despesas fiscais, conte ainda com o IVA, que não só incide sobre o preço base do veículo, mas também sobre o ISV.”
    A polícia esconde-se para apanhar o Tuga!
    Os radares não são para reduzir o nº de acidentes mas sim para engordar o estado!
    Alguém tem de pagar o que nos roubam.

    ACORDAI!!!!

  22. João says:

    Até parece que vão deixar uma estação de serviço a meio dos radares… Com toda a certeza serão colocados no espaço máximo de 10 km, sem saídas pelo meio…
    As autoridades costumam ser incompetentes mas nem tanto…

  23. R!cardo says:

    Então e se a minha média for a baixo da velocidade mínima por lei? Vou ser multado na mesma?

    • Vasco says:

      Devia, excepto em caso de manifesta necessidade como visibilidade altamente reduzida ou avaria do veículo. Quem não cumpre os limites de velocidade mínimos pode dar origem a acidentes graves em certas circunstâncias. Até por isso aos anos que eu defendo que os limites deveriam ser dinâmicos, alteráveis por implementação de um algoritmo simples, composto por condições climatéricas, estação do ano, número de carros em circulação, tipo de piso da via, etc. Hoje está um dia espectacular que me permite andar com segurança a 90 nesta estrada, mas se calhar amanhã, 70 ou 60 km/h serão o mais indicado na mesma via… Etc. Tão simples! Basta um PC e uns painéis de led…

    • TiZeGrilo says:

      Espero que sim, de empatas estamos nós fartos
      Agora mais a sério, as AE têm velocidade mínima, logo não adormeças na estação de serviço, podes ser multado também

  24. Roberto Moura says:

    Excelente!!!
    Deveria haver um radar a cada 20 Km.

    • Roberto Moura says:

      Não um com cronómetro, mas sim, radares mesmo, que detectam a velocidade e multam imediatamente (quem tem via verde).
      Só assim acabam os “despistes”.
      Não existe o despite de o motorista respeitar as velocidades.

      • Zé Fonseca A. says:

        Lol..
        Tens dezenas de motivos que provocam mais acidentes/despistes do que excesso de velocidade.
        Sono, alcool, drogas, telemovel, radio, crianças, etc.
        Uma pessoa quando conduz em velocidade excessiva tipicamente vai bem mais atenta e concentrada, por isso é raro por si só o excesso de velocidade causar despistes, tipicamente causa quando associado a outras coisas.

  25. Filipe silva says:

    Se eles arranjassem os buracos da estrada é que era bom uma pessoa não ganha para os amortecedores rotolas pneus etc

  26. João Luís says:

    Existe um país da Europa que o fez e pouco tempo depois teve de anular pois o povo mostrou de maneira persistente o seu desagrado …
    O tuga já sabe o que fazer … mas temo que como sempre só fale e nenhuma ação venha … 🙁

  27. B@rão Vermelho says:

    Concordo que haja pessoas que gostem de andar depressa, e para essas pessoas bem que se podia fazer mais vezes abrir os autódromos para poderem extravasar essa necessidade em segurança.
    Eu dificilmente serei multado por excesso de velocidade estou habituado a respeitar regras e com o passar das primaveras mais ainda, mas para a qualidade das estradas que temos embora sejam muito boas mas para as velocidades que temos na lei os 120 kl, mais do que isso é um autentico perigo, vejamos o numero de mortes que há todos os anos nas nossas estradas, será que a culpa é sempre dos outros?

    • Zé Fonseca A. says:

      Eu todos os anos faço um track day no Estoril, isso não invalida que ande mais devagar no dia a dia, apenas invalida que conduza depressa apenas pela adrenalina, conduzir depressa por adrenalina, por estar com pressa/stress esses sim são grandes problemas que tipicamente ditam grandes acidentes.
      Conduzo a 200km/h desde que tirei a carta há 27 anos, sempre ajustado às condições da via e de transito, sempre nas calmas e sem nenhuma pressão/stress, e muito importante, sempre sozinho no carro para evitar distrações, desde que sou pai que com mulher e filhos no carro não passo os 160-180km/h.
      Sempre tive carros alemães, bons e seguros, também importa.

      • B@rão Vermelho says:

        Zé fonseca A na parte do carros Alemães estamos de acordo, mas temos de juntar a tudo isso uma boa manutenção do carro, quantas pessoas comprar pneus em 2ª mão?
        Ainda me recordo do acidente mortal de uma figura publica Portuguesa Ângelo, carro topo de gama Alemão mas com manutenção feita pelo Zé da iscas.

        • Zé Fonseca A. says:

          Pois, isso tudo importa, eu tenho atenção até ao indice de velocidade dos pneus, escoamento de água e aderencia ao piso com diversas diferentes meterelogicas, assim como enchimento com azoto liquido. Também uso alinho direcção e calibro jantes cada vez que troco pneus e só uso run flat, tipicamente com run flat mesmo que tenha um furo a alta velocidade é menos provavel o despiste.

  28. Pedro cordeiro says:

    Sem dúvida.. Máquina de faturação e não prevenção… Nunca a velocidade é a causa de acidentes maiores… Vejam a sinistralidade na Alemanha que têm trocos sem limite de velocidade. Máquina de cobra impostos.. Isso sim…. As causas de acidentes na estrada salvo algumas excepções, são distrações telemóvel, acender o cigarro, e pessoas destreinadas de condução que por via de velocidades lentas causam problemas nas vias… Os chamados domingueiros que em 2 km conseguem infringir 50 vezes… Prudência não é limitar a velocidade… Mas adequar o veículo em causa as condições do piso e das estradas… Já agora autoestradas com obras continuas e mal sinalizadas que provocam os chamados arrastões e por consequência acidentes aparatosos…. Não devia haver compensações aos condutores???? Isto em autoestradas pois estes radares não serão para nacionais certamente….
    Frustração para quem compra tesla por she’s BMW, Mercedes…

  29. André says:

    Na ponte Vasco da Gama já existe, no sentido norte-sul, mas ainda estava em testes. Sabem se já está “funcional”?

  30. Alex says:

    O povo só têm o quer, para este povo português ignorante ele fazem o que querem, e não vai ficar por aqui… Esses radares deviam ser só para os governantes e em especial cabrita e afins que não respeitam o código.. Impôr restrições ao povo, se eles são o pior exemplo.. País que só têm entulho de governantes..

  31. PeFerreira98 says:

    Um M4 a 150km/h é mais seguro que um Punto a 100km/h.
    Há AE com limite de 100 mais seguras que outras com limite de 120.
    Tenho dito. Entendam como quiserem.
    Isto está tudo uma merda e vai continuar a ser porque só olhamos naquela direção mais fácil e preguiçosa e não efetuamos as verdadeiras questões que muito provavelmente dará mais trabalho e planeamento.

    • Hugo says:

      Exacto, logo as regras têm de ser a pensar no punto. Querem acelerar vão pra um autódromo.

      • PeFerreira98 says:

        Ou autobahn também serve. Espera… Aquilo não é uma estrada pública? Sem limite?
        Como é possível? Com gente educada, com regras estritas e com penas elevadas e o mais importante, Estrada livre? Vai na direita. Lá por ter 3 faixas livres não significa que possa ir no meio a 80.
        E lamento desapontar mas quem acha que o limite está bem implementado nas AEs, pouco anda numa e nem sabe a realidade delas.

    • rjSampaio says:

      Qual a distância percorrida durante o tempo de reação num punto a 100km/h e num m4 a 150km/h?

      E tendo isso em causa, a distância de travagem de um e outro após essa distância faz com que a distância total após o “evento” seja menor o punto ou no m4?

      Vai lá fazer as contas e depois percebes que o problema não é o carro…

  32. Apenas eu says:

    Tantas virgens ofendidas!!!! Carrega neles quantos mais radares melhor, a maioria dos tugas só aprendem com o chicote a funcionar… Na escola ainda não ensinam o significado de civismo, regras e para que servem!!! Carrega GNR, carrega PSP, carrega PJ, carrega fiscalização, carreguem até não poder mais…

    • Zé Fonseca A. says:

      Nao vejo verdade nisso, nos últimos anos, diria nos últimos 5 anos houve uma descida drástica de pessoas que andam depressa, faço várias viagens, que para norte quer pra sul e tenho quando antigamente ia com cruise control calmamente a 180km e havia alguém a na traseira a fazer sinal de luzes que vinha acima de 200km, isso era recorrente, hoje em dia, mesmo que vá com cruise control a 160km muito raramente tenho alguém atrás e quando tenho nunca vão a mais de 180km. A consciencialização dos tugas tem vindo a aumentar, principalmente aqueles que têm carros inferiores e andam com eles cheios nas viagens já aprenderam que o carro não reage da mesma forma como andar a 50km sem peso adicional.

  33. Mig-21 says:

    Serei o único a achar que os radares da VCI só servem para causar transito?

    Sempre que se chega aos radares é um transito dos diabos. passa-se o radar, não se passa nada. começam a travar de mais, até ao ponto que obrigam os carros a parar.

  34. Jeronimo says:

    A velocidade maxima na autoestrada devia ser elevada até 140-150km por hora , o excesso de velocidade devia aer ainda mais penalizado 200km /h é uma velocidade q não permite uma reacção a um imprevisto como se tem visto nos ultimos acidentes de ” figuras publicas” . Agora o q mais perigoso existe nas estradas não é detetado com radares , mudanças de faixa sem sinalização , zigue zgas , condução na faixa central , condução em velocidade sem distancia ao veiculo da frentec….

    • Zé Fonseca A. says:

      Os radares sincro verificam isso tudo, os mesmos radares são usados lá fora para esses controlos, cá em Portugal optaram por não o fazer.
      Quanto a andar a 200 km, a ideia de uma AE é estar 100% desobstruída, e quando está obstruída tem que ser sinalizado 1 km atrás, não é suposto teres de te desviar de nada, tudo aquilo que tenhas de te desviar na via, incluindo pessoas, é da responsabilidade da concessionaria.
      No caso no ministro, ele podia ir a 300km, não faz diferença: 1- a sinalização da carrinha era na propria carrinha; 2- o trabalhador não tinha nada que estar no separador central e a culpa do acidente é somente dele.

      • Hugo says:

        A ideia é ter em conta que existem outros condutores a circular na mesma via, multiplicando isso pelos carros menos seguros e as distrações que também estes possam sofrer ou algum animal que se possa atravessar. Até nos desportos motorizados existem regras para circular. É cumprir e ponto. De que me adianta não ter a culpa se me enfiar na traseira de um camião a 200kmh? Se o motorista fosse à velocidade permitida por lei talvez nem houvesse acidente portanto a culpa não é somente dele. Os dois estavam a transgredir.

        • Zé Fonseca A. says:

          Os dois estavam a transgredir mas a culpa do acidente é só de um.
          O acidente podia ser evitado se ambos fosse em cumprimento, e daí a culpa do acidente é só de um.

          P.S.: vai circular na A13 no sentido Evora -> Setubal e depois conta-me quantas vezes adormeces se fores a 120km, e já agora aproveita e conta quantos carros encontras na estrada, dou-te uma dica, conta pelos dedos das mãos.

          • Hugo says:

            Se adormeces encostas e dormes ou assumes que vais a transgredir, não vale a pena dares voltas ao texto.
            Deves ser daqueles que entra nas rotundas a 80kmh e ainda acusa os outros de se atravessarem à frente.

  35. FM says:

    As leis são para cumprir.
    Se estou de acordo com os limites estabelecidos é indiferente.
    Vão para qualquer outro país europeu sem cumprir regras de trânsito, passar vermelhos amarelados, andar a pé nas ciclovias ou atravessar a estrada fora das passadeiras para ver o que sucede.
    Somos os índios da Europa e isso tem de mudar.

    • Hugo says:

      Ora bem. Muita gente compara as regras com outros países mas esquecer-se de comparar a educação dos condutores.

      • pedro cordeiro says:

        Caro Hugo
        Por experiência própria e com media de 3000km por mês ao longo de 20 anos de empresario e vendedor , posso afirmar que nesse capítulo da educação estamos até muito bem, por exemplo comparado com Itália …. mais parece Marrocos com buzinadelas e gajos com o dedo levantado fora do carro. Depois rasil experiencia fora do continente Europeu….. Claro que as regras de condução são Internacionais mas a educação do povo conta muito. No entanto não verifico em Portugal (salvo excepções pontuais) de falta de educação do condutores …… Ou não será falta de educação um jovem ou idoso com pouca experiencia circular abaixo de 40km/h sem olhar para espelhos e dar passagem a transito…. ( em teoria seriam de baixo risco) mas esses comportamentos geram caos no transito. Ou como acontecia com regularidade pessoal por inexperiencia circular e dar entrada em vias rapidas em contra mao , com tratores, motociclos, mata velhos etc etc .

        Depois temos uma estradas nacionais por dentro de povoações , em que não há noção dos perigos . Por exemplo circular com viaturas pesadas à frente é muito importante os condutores saberem fazer ultrapassagens a camiões , dar cedencia de passagem quando a via abre e o camiao cede passagem e tem de voltar a via( o camiao nao pode travar e há malta que faz picançoes contra camiões.

        Esses são os perigos das estradas , mas por estratégia não se criaram estradas secundarias que não passassem por populações , que façam o transito fluir numa viagem como por exemplo Lisboa Porto…que obrigeum as concessionarias das autoestradas a fazer desnivelamentos nas nacionais por exemplo, ….. Olhe se para Espanha

        • Hugo says:

          Concordo com tudo. Obviamente que falava em comparar a educação aos melhores. Basta ler alguns dos comentários para perceber que muita gente não se preocupa minimamente com os outros condutores e só porque tem um carro topo de gama acham normal ultrapassar um camião de 60TON e travar à frente deste.

    • Amora de Bruegas says:

      Quando temos um Ministro que anda num carro ilegal, que circula com muuuito excesso de velocidade, não cumpre a sinalização de obras na via e mata um trabalhador, é pura ilusão pensar em mudanças positivas enquanto vivermos num regime totalitário, onde os governantes gozam da impunidade como na URSS ou Coreia do Norte!

  36. Revoltado says:

    Desde que me consigam comprovar que aquela hora o radar estava calibrado nas horas…. 5 segundos pode fazer toda a diferenca para quem vai com o CC ativo a velocidade permitida na zona…

  37. Augusto says:

    Numa leitura equilibrada, acho que concordo com todos. Temos que lidar com uma miríade de aspectos e tentar produzir a melhor regulamentação, que obviamente não agrada a todos em todos os lugares e posições do problema. Se os fãs do acelerador tiverem um acidente causado por excesso de velocidade de terceiro, irão ver como a sua posição pessoal (embora talvez não a sua pratica futura) vai mudar face ao assunto, naquela situação específica…
    O legislador faz opções, e na maior parte dos casos, opções impopulares.
    Eu só questiono uma coisa: nós, contribuintes, pagamos estradas com determinado nível de segurança e cada um de nós, na esfera particular, investe os recursos próprios em automóveis com determinados padrões de segurança, ergonomia e comportamento dinâmico. Se pagamos uma AE que é segura a, digamos, 135 km/h, porque razão deixamos que o legislador nos roube os 15km/h de diferença??? Se temos – quem tem – um carro que é seguro a 150km/h, mais do que alguns outros a metade da velocidade, porque temos que ser roubados no usufruto do benefício correspondente? Já repararam que os limites de velocidade permanecem iguais ao fim de anos e anos, enquanto a segurança dinâmica dos carros tem aumentado exponencialmente? Quem é o legislador para retirar direitos relativamente a investimentos privados ou coletivos suportados pelos cidadãos???
    E este aspecto até tem mais urgência na questão da mobilidade urbana: as cidades foram desenhadas para carros de há 40 anos circularem a 60 km/h: hoje permitimos que uns miseráveis autarcas, no seu afã de vender as cidades por tostões às massas de turistas e à histeria coletiva das trotinetes e afins, nos obriguem a circular a 30km/h dentro das cidades! Quererão estes autarcas que a economia funcione, ou apenas estão ali para agarrar a primeira oportunidade de fazer o seu negócio milionário e sair de fininho?…

    • A.F. says:

      “Augusto” faço-te uma Vénia sobre o teu comentário e a tua Pessoa, calaste muita ignorância aqui postada, do qual, provavelmente, também me incluo.

    • rjSampaio says:

      Sabes o que não têm aumentado exponencialmente?

      O tempo de reação humana.

        • rjSampaio says:

          Quando e se os carros foram 100% automáticos e não passarem os testes de visão porque conheces um médico que aceita barafas de vinho para passar atestados, aí acredito que se possa andar mais rápido se tudo permitir.

          Até eu que já não conduzia a tanto tempo com a pandemia e o teletrabalho sentia os meus reflexos abaixo do normal, quanto mais inexperientes ou idosos ao volante.

  38. wtvlol says:

    Estudam todas as artimanhas para sugar todos os tostões ao povo…

  39. Nuno Ribeiro says:

    Entretanto já existe este sistema na ponte Vasco da Gama, Lisboa – Montijo pelo menos há 2 meses.

  40. AJMS says:

    Se a desculpa do excesso de velocidade é sempre a segurança, porque razão implementam estes saca euros em vez de acabar com o problema na origem? Limitavam todos os veículos a 120kms de fabrica, pois mas isso não dava muito jeito porque acabam com as receitas das multas.

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