Porsche Cayenne elétrico: dos 0 aos 100 km/h em 2,5 segundos e até 1156 cavalos
Combinando o ADN da Porsche com tecnologia pioneira, a fabricante apresenta o seu modelo de produção "mais potente de todos os tempos". O Cayenne está a receber duas versões totalmente elétricas, proporcionando dinâmica, confiança e conforto.
Com cerca de 36% dos seus carros desportivos vendidos globalmente a serem elétricos, a Porsche é uma das fabricantes de automóveis que mais rapidamente se transformou em 2025.
Agora, o Cayenne Electric é o próximo marco nesta história e complementa a oferta existente de modelos Cayenne com motor de combustão e híbridos plug-in, "no espírito de uma escolha completamente flexível de motorizações Porsche", segundo a própria marca.
Inspirar os clientes é a nossa principal prioridade na Porsche. Com a eletrificação do Cayenne, estamos a atingir um novo nível de desempenho que define padrões para o futuro. Ao mesmo tempo, continuaremos a desenvolver o Cayenne com sistemas de combustão e híbridos eficientes até bem entrada a próxima década.
Disse Matthias Becker, membro do Conselho de Administração, Vendas e Marketing da Porsche, explicando que "em todos os segmentos em que estamos representados, os clientes terão, no futuro, a escolha entre motores totalmente elétricos e motores de combustão".
Potência do Cayenne totalmente elétrico redefine padrões
A família Cayenne totalmente elétrica será inicialmente composta por dois modelos: o Cayenne Electric e o Cayenne Turbo Electric, ambos com tração integral e equipados com o Porsche Traction Management (ePTM) eletrónico.
O Cayenne Turbo acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos, de 0 a 200 km/h em 7,4 segundos e atinge uma velocidade máxima de 260 km/h. Segundo a Porsche, este potente desempenho elétrico é possível graças a um sistema de tração recentemente desenvolvido que oferece até 850 kW (1156 cv) e até 1500 Nm de binário quando o Launch Control é ativado.
Por sua vez, o modelo Cayenne básico tem 300 kW (408 cv) em funcionamento normal e 325 kW (442 cv) e 835 Nm de binário com o Launch Control. Acelera dos 0 aos 100 km/h em 4,8 segundos, atingindo uma velocidade máxima de 230 km/h.
O Cayenne elétrico oferece valores de recuperação de energia notáveis, atingindo níveis da Fórmula E, com até 600 kW de potência recuperativa.
A conferir versatilidade ao novo Cayenne está a suspensão pneumática adaptativa com Porsche Active Suspension Management (PASM), um equipamento de série em ambos os modelos.
Porsche renovou o coração do Cayenne
Os modelos totalmente elétricos são alimentados por uma bateria de alta tensão de 113 kWh recentemente desenvolvida, que beneficia de refrigeração dupla para uma gestão térmica ideal.
Desta forma, a Porsche oferece um Cayenne Electric com autonomia WLTP combinada de até 642 km, e uma versão Turbo com até 623 km.
Além disso, graças à sua tecnologia de 800 volts, o Cayenne carrega com uma capacidade de carga CC de até 390 kW. Em condições específicas, até 400 kW.
Por ter-se focado especialmente no desempenho do carregamento, a Porsche conseguiu que o SoC (State of Charge) fosse aumentado de 10 a 80% em menos de 16 minutos, e a energia para uma autonomia de 325 km (Cayenne) ou 315 km (Cayenne Turbo) aumentasse em 10 minutos.
O Cayenne Electric é o primeiro Porsche a suportar opcionalmente o carregamento indutivo, um sistema que carrega até 11 kW. Conforme informámos, anteriormente, o Wireless Charging requer apenas que o utilizador estacione sobre uma placa no chão.
Medidas mais robustas e experiência de condução tecnológica
Em termos de medidas, o novo Cayenne Electric é 55 milímetros mais comprido do que o modelo com motor de combustão. O novo SUV tem 4985 mm de comprimento, 1980 mm de largura e 1674 mm de altura.
Segundo a Porsche, a diferença é maior na distância entre eixos (3023 mm), onde um aumento de quase 13 cm representa mais espaço do que nunca para as pernas e conforto para os passageiros na parte de trás.
A capacidade da bagageira é de 781 a 1588 litros, além do compartimento de bagagem dianteiro de 90 litros.
No campo da digitalização, o Cayenne Electric eleva a experiência de condução a um novo nível.
No centro da recém-desenvolvida Porsche Driver Experience está o Flow Display, um painel OLED curvo que se integra na consola central e permite uma separação clara entre as áreas de visualização e controlo.
Este é complementado por um painel de instrumentos totalmente digital com tecnologia OLED de 14,25'' e um ecrã opcional de 14,9'' para o passageiro.
Ambos os painéis dão forma à maior área de visualização já encontrada num Porsche.
Contrariando a estreia tecnológica de um head-up display com tecnologia AR, que representa uma área de visualização de 87'' a 10 metros à frente do veículo, os botões e controlos para funções particularmente utilizadas, como o ar condicionado e o volume do áudio, são analógicos.































Coisa mais lenta… se fosse dos 0-100 em meio segundo já comprava… porque é essencial!!
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Impressionante é ir dos 0 – 200km em 7.5segundos…
Para que? Para os velhos excêntricos se espetarem no primeiro muro?
Notável o valor de 2.5s para um “tijolo” destes ..
Há coisas que não se explicam, sentem-se, a minha “ex” Suzuki GSX-R1000 fazia esse tempo .. pura adrenalina!
Grande máquina.
Após ver esta publicação e este vídeo ( http://www.facebook.com/reel/2111060716300539 ), devido a ter o fétiche de gastar dinheiro desmesuradamente, vou comprar 2 Porsche Cayenne elétricos.
Ele não tem culpa de não saber carregar o carro que lhe emprestaram.
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0 aos 100 km/h em 2,5 segundos! Assim que cair o verde é sair disparado, como no autódromo! Não há peão que se atrase na passadeira que escape, leva com os 1156 cavalos em cima!
Hehehe
E 1 burro ao volante!!! 😀 😀 😀
Este mês o JL vai ganhar menos. Está a falhar. Vou reportar.
Olha outro que gosta muito dos meus comentários, é bom sinal.
São comentários que ajudam à boa disposição. Ficamos divertidos
Ainda bem, já que não acrescentam nada de útil…
Sabe lá se sou outro ou outra.
Pelo texto é um outro.
Como sempre modelos para o show off. Só o consumidor na alemanha pode aproveitar isto, o resto vai ser:
– o jovem que irá devagar no geral mas faz muito barulho no estacionamento e semáforo, mas depois vai muito devagar porque, afinal, o carro é do papá (ou empresa dele…) que tem dinheiro (ou créditos através da empresa…), vai herdar a empresa, dinheiro sem esforço e quer mostrar às candidatas à cama (esposa e amantes) que vale a pena;
– o sessentão que vai a passo de tartaruga, já precisa de muitas pastilhas e tem catarata e, para mostrar que pelo menos a empresa consegue ter um em leasing e que ainda vale para alguma coisa, nem que seja para pagar uns jantares e férias, algumas jóias e afins, compra um Porsche como simbolo de que andou 50 anos a trabalhar duro para alguma coisa e não só para perder cabelo branco.
– o jogador de futebol ou cantor (ou suas esposas) para mostrarem que, apesar de não terem cabeça, pelo menos têm um bom gestor de conta que impede que queimem tudo, e assim têm os bolsos cheios, apesar do seu trabalho ser algo que não ajuda ninguém, mas mesmo assim toda a gente atropela-se para lhes dar dinheiro. No entanto se for para dar mais à polícia, bombeiros, médicos e afins….nah!!! Já ganham muito.
Agora os carros rápidos já fazem confusão aos pobres, ao que chegamos.
Rápidos e baratos, porque agora com menos de €200.000 consegues o que só se conseguia com carros de €3.000.000…
+1 Porsche devia fazer modelos de 10.000€ com este modelo deixa de ser marca acessivel.
O Vieira é que está certo, 1 Ferrari para cada Portugues
Gosto. Em branquinho.
Pena é a carteira não acompanhar… 😀 😀 🙁 🙁
A Porsche nunca desilude. Todos os modelos são os melhores na sua classe.