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Plano da Volkswagen para salvar os veículos elétricos envolve os motores de combustão

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Bruh says:

    Eu não disse que o elétrico da volksvagen tinha um tubo de escape bem escondido lá por baixo? xD

    • Pedro says:

      é o diselgate! 😀
      Antes os carros tinham, 1 motor + 1 pequenode arranque.
      Agora veem com2 ou 3?
      Os eléctricos já precisam de 200.000km para se tornar verdes, agora vao para os 300.000.

      Mas a verdade é que usando um motor mais pequeno, que possa carregar uma pequena bateria(ou condensador), era o ideal.
      Para as acelerações estava lá o electrico, e a energia era pouca, mas mais do que suficiente para acelerar o veiculo, e para manter estava lá o de combustão.

      Neste cénario o condensador, servia para dar potência instantanea, quando era precisa.
      Uma coisa destas talvez possa ser uma solução.
      Mas varios motores, não sei o que pensar.

      • JL says:

        Não é verdade, na Europa precisam de 25 a 47 mil KMS para compensarem as emissões que tiveram a mais no fabrico..

        Essa solução já tem há muitos anos no mercado, chama-se híbrido plugin, aqui é algo diferente, não faça confusão.

        Os motores são os mesmos da sua solução.

  2. Maçã podre says:

    a falácia elétrica de algumas marcas….. Eu bem digo tirem as palas dos olhos

  3. Grunho says:

    Esqueçam o extensor de autonomia. Quando a bateria acaba e passa a gastar combustível, são logo 10 lts /100 ou mais. É muito menos eficiente que a tracção mecânica às rodas. Serve apenas para propaganda de algumas marcas já desacreditadas .

    • Toni da Adega says:

      Existem milhares de veiculos com esta tecnologia e aparentemente compensa bastante. O consumo é minimo

    • Realista says:

      É mais ao contrário: Um motor a combustão para carregar uma bateria vai estar sempre a operar à velocidade ótima enquanto que um motor a combustão para operar diretamente as rodas motrizes passa por várias velocidades que não são ótimas, ou seja é menos eficiente e quando se fala de velocidade fala-se de rotações por minuto.

      Basta observar um gráfico de um dinamómetro de um motor a combustão para se verificar que a potência não é linear mas sim uma curva e é no topo da curva da potência vs rpm que encontras o ponto ótimo. O problema é que os veículos a combustão não andam sempre nessa curva…

  4. PJA says:

    É mais uma opção para os consumidores. Penso ser mais interessante que os híbridos. Agora tem de haver uma solução para vc depois 2035, muitos proprietários não tem condições económicas para trocar por um ve.

  5. Rui says:

    Se o consumidor é que escolhe se vai ter o extensor de autonomia (motor a combustão) e se ele não vai mover as rodas eu só vejo o opcional de incluir um pequeno gerador!!!!!

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