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O que acontece se o seu filho tiver um acidente com o seu carro?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Max says:

    O seguro cobre, ou o acidente de qualquer outra pessoa habilitada que esteja a conduzir com a autrização do segurad. … Mas se o condutor habitual for o filho (ou seja, o seguro está no nome do pai por ser mais barato, porque o pai é um condutor experiente) – a companhia de seguros pode-se recusar a pagar.

    • B@rão Vermelho says:

      Isto acabava-se facilmente, com o seguro obrigatório de carta, exemplo a carta de condução estava válida com a data como é atualmente e com seguro em dia, hoje tens 10 carros e tens de ter 10 seguros, e todos ao mesmo preço, quer utilizes o carro diariamente ou apenas ao fim de semana no verão.
      Mas mais uma vez pelo menos em Portugal a lei é feita para beneficiar as grandes empresas, agora já tens de ser tu a imprimir o comprovativo de seguro para as seguradoras pouparem mais uns trocos.

      • Max says:

        Na verdade não precisas de imprimir. Podes andar com certificado de seguro automóvel na app gov.pt
        Mas sim, costumo imprimi-la, se sou parado pela polícia quero é ver-me livre deles, antes que se lembrem de mais alguma coisa.
        No seguro automóvel tens o veículo seguro (um para cada veículo), o segurado (o condutor habitual) e o tomador do seguro (o que o paga). Não há volta a dar quanto a ser um seguro por veículo, ande-se muito ou pouco.
        Mas quanto ao caso que referi, que me pareceu que não estava considerado no post, tem havido casos que chegaram a tribunal (qual foi a decisão do tribunal não me recordo). Mas, se além de pagarem o seguro do carro com que anda o(a) filho(a), ainda se fizerem passar pelo condutor habitual, ao menos, se houver acidente, não digam que o condutor habitual é o filho/filha (não sei se a seguradora tem outra forma de descobrir).

      • Hélder says:

        Por outro lado, as famílias que têm 1 carro e vários condutores iam pagar várias vezes para um só veículo (quando era mais novo os meus pais só tinham um carro e éramos 4 a andar nele quando era preciso).

        Depois, por exemplo, se eu tenho um carro de 5k€ e conduzo um carro de 200k€ de alguém, qual o valor que devo pagar de seguro? e o seguro deve cobrir só terceiros ou danos próprios também?

        Se eu (1 condutor) tenho 10 carros é porque posso pagar por eles, por isso o valor do seguro não deve fazer muita diferença… percebo a ideia, mas acho que não seria fácil de ser justo com todos

    • q says:

      Pelos vistos é bastante comum:
      “Um condutor com idade inferior a 25 anos e/ou com carta de condução há menos de dois está entre os que as seguradoras identificam como tendo maior potencial de causar acidentes. Por isso, poderão ter de pagar um prémio 40 a 100% superior ao de um condutor experiente.

      Para evitar estes agravamentos, é frequente os pais contratarem o seguro, declarando-se como condutores habituais do veículo que, na realidade, será usado sobretudo pelo jovem. Esta prática não é aconselhável, pois, em caso de sinistro, a seguradora poderá alegar falsas declarações e recusar o pagamento da indemnização.” (Deco Proteste, 24/09/2025)

  2. Zé Fonseca A. says:

    saudades de roubar o carro aos pais para ir para os bailes

  3. Xerife says:

    “4. Prevenção e boas práticas
    Para evitar surpresas desagradáveis, é recomendável”

    -Não emprestar o carro aos filhos, nem mesmo que eu vá ao lado.

    Eu, até aos dias de hoje, Zero problemas, Zero dores de cabeça, Zero a tudo ao que toca a este assunto.
    Durmo tão bem durante a noite, que de manhã pareço uma alface fresquinha, e não é por causa da minha atitude que eles deixaram de gostar de mim. De 4, dois já tem os seus próprios veículos (comprado por eles) os outros dois apesar de estarem habilitados, têm 3 formas principais de deslocamento, a Páta, de Bicla e transportes públicos.

    • Zé Fonseca A. says:

      Estou curios para conhecer essa prática de não emprestar carros aos filhos. É a mesma que não os deixa viajar para fora? Ou que não os deixa sair à noite? Ou que não os deixa viajar para fora no carro dos pais e sair à noite no carro dos pais?
      Gostava mesmo de entender, ainda não tenho filhos com idade de conduzirem mas nao terei problemas em emprestar o meu carr o aos meus filhos, pelo contrário, contando que o primeiro carro deles será um citadino, irei prefere que levem o meu para irem passear com os amigos ou com os seus relacionamentos

    • Grunho says:

      À pata, de bicla ou transporte público faz tão bem ou melhor aos pais que aos filhos.

  4. Camões says:

    @Zé Fonseca A, baseado na minha vida pessoal, o que eu entendi do comentário do @Xerife, pois prático a mesma coisa com os meus filhos, o que é meu é meu, se meus filhos querem viajar, sair a noite, etc, terão que ser eles a suportar e conquistar o que pretendem. Claro que estou cá para apoiá-los no que for necessário em situações mais difíceis. A isto chama-se educar e criar Guerreiros, sem terem tudo de mão beijada.

    • Zé Fonseca A. says:

      Porque emprestar o carro a um filho de 18,19,20 anos que ainda não tem como pagar um ou pagar um com segurança para viagens longas é dar tudo de mão beijada?
      Vocês devem ter tido vidas muito madrastas para terem esse nível de ressabiamento e preferirem condicionar a vida dos vossos filhos do que lhes dar coisas básicas que lhes pode trazer felicidade e com que lhes facilita aproveitar a vida.
      Isso dos pais austeros é do século passado, hoje em dia sabe-se que uma parentalidade austera deve ser substituída por acompanhamento e ensinamentos que permitam as nossos filhos ganharam autoconfiança, austeridade em muitos casos trará pequenos traumas que diminuem a autoconfiança e com isso a capacidade de realização e posterior projeccao, como vocês estão a fazer.
      Aprendam, muitos anos de psicoterapia passaram por esta cabeça antes de ser pai, também tive a minha austeridade, paguei os meus estudos, andava de calhambeque entre escola e trabalho, sem necessidade nenhuma, se isso me tornou mais resiliente, sim, mas por cada caso de sucesso tens 1000 que falharam, felizmente nunca projectei a parentalidade que tiveram comigo nos meus filhos.

      • Xerife says:

        “nunca projectei a parentalidade que tiveram comigo nos meus filhos.”

        – Pois eu também não.

        Cresci num ambiente privilegiado (Berço de Ouro), onde tinha tudo o que desejava. No entanto, a vida apresentou-me um desafio inesperado aos 21 anos, uma guerra que nos fez perder tudo. Eu, que sempre fui mal-acostumado, vi-me à beira do desespero, sem saber como lidar com a nova realidade. Foi um período sombrio, e cheguei a pensar em desistir (suicídio). Mas, felizmente, alguém apareceu na minha vida e ajudou-me a superar aquele sofrimento, me ensinando a lutar e a encontrar o meu caminho, hoje essa pessoa ainda permanece ao meu lado.

        Hoje, estou num lugar muito melhor e tenho a capacidade de oferecer aos meus filhos tudo o que precisam. Sempre procurei dar a eles não apenas o que é necessário, mas também o que é dispensável, para crescerem fortes, educados e trabalhadores. No entanto, desde cedo, deixei claro que a vida não é feita de facilidades. Eles aprenderam que o verdadeiro valor está em conquistar as coisas por conta própria.

        Os meus filhos estão bem preparados para enfrentar a vida sem depender de mim. Eles sabem que, se caírem, têm a força e a experiência para se levantar e recomeçar. E, mesmo agora, eles se preocupam comigo, sempre prontos para cuidar do meu bem-estar. Espero que, assim como eu, eles também estejam prontos para enfrentar os desafios da vida e conquistar os seus próprios sonhos, espero que os teus também.

        Só o futuro dirá qual dos dois procedimentos (@Zé Fonseca A. versus @Xerife) triunfara sobre desafios inesperados.

        Realidades e vivências diferentes.

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