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Nova norma Euro 7 também vai penalizar os carros elétricos

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Manuel says:

    Já estava a demorar uma taxa sobre os elétricos. A Europa e os seus políticos amantes de taxas, taxinhas e multas até espumavam por “medidas” como esta.

    • paulo rodrigues says:

      Sim, é um facto… lembra a “caça à multa”! Vou dar um exemplo de caça à multa: IC 2, frente à ValorSul (S. João da Talha) sentido Sacavém A1 > existe um sinal de limite de velocidade de 60Km, não faço ideia a razão, quando se passa a elevação que está por cima da rotunda inferior… no final desta elevação, de quando em vez, lá está um radar móvel! 100mt mais à frente já se pode circular a 80km!

      Já agora, porque existe pela ótica das autoridades quem tem que cumprir e quem não, nesta rotunda inferior a que faço referência por vezes está por lá uma balança…. é um local por onde passam muitos veículos pesados de mercadorias e veículos especiais…. ora os veículos pesados de mercadorias sujeitam-se a ter que ir para cima da balança… os veículos especiais (leia-se os veículos de recolha de resíduos dos municípios que descarregam na ValorSul) nunca vão para cima da balança! Bom… talvez (não o é) não seja do conhecimento da grande maioria, mas estes veículos chegam a ultrapassar mais do dobro do peso que podem carregar!

      É um “fechar de olhos” tácito….

      • Gonçalo says:

        O motivo desse sinal de 60 é uma lomba enorme que existe na estrada e na tuga é assim em vez de se arranjar a lomba mete se um sinal de 60 para a malta ir mais devagar

        • paulo rodrigues says:

          A “lomba” existe porque é uma espécie de ponte…. ou seja, teve que se elevar um pouco mais para se poder circular por baixo, na rotunda…. se conhece o local, sabe bem que é uma “lomba” suave… não faz qualquer sentido o limite de 60 kmh aí….

          • Zé da Quinta says:

            Como também não faz qualquer sentido ter de circular a 50 Kms/h na Av. Santos e Castro, que é, na prática, uma via rápida: Não tem passagens para peões, não tem semáforos, as entradas e saídas são como as das vias rápidas e auto estradas, tem 3 vias de rodagem para cada lado…e tem um radar…
            É fazer um comparativo com estradas dentro da cidade onde se pode circular à mesma velocidade.

      • Jorjão says:

        Mas nestes casos basta cumprir os limites de velocidade, por mais ridículos que possam parecer, para não se ser multado, já no uso dos travões e pneus dos carros isso é impossível!!

        • paulo rodrigues says:

          Sim é isso “basta cumprir”…. uma via no mesmo sentido de duas faixas com um limite de 80Kmh, limite este que é reduzido para 60kmh durante cerca de 1km, cuja redução não faz qualquer sentido, apenas o fará para a “caça à multa”….

    • Macid says:

      Não vou falar da poluição mas da grade quantidade de plástico que toudos eles têm também é poluição pois o plástico leva mais anos a decompor

      • Gonçalo says:

        Malta a conversa do plástico não dá para tudo, o plástico é um problema quando se formam grandes quantidades de lixo como num festival no dia a seguir havia mais de 3000 copos de plastico no chão, os carros duram 20 anos ou mais o plastico nunca será um problema

    • Ok says:

      Onde é que falam em taxas aqui?

      • Manuel says:

        Taxa: multa que se paga por estar legal
        Multa: taxa que se paga por se andar ilegal

        Com estas novas “medidas”, acredita que muitos elétricos vão estar “ilegais”, logo vais ter que pagar uma multa (ver descrição acima para saber onde se fala da taxa)

        • FS says:

          Existe aí alguma confusão. Esta medida é apenas para veículos novos, a partir de novembro de 2026 para novas homologações e a partir de novembro de 2027 para todos os veículos novos colocados à venda
          O que já existe no mercado continua igual

  2. Realista says:

    “Nos veículos elétricos, o limite será de 3 mg/km de partículas (PM10), enquanto os carros a gasolina, gasóleo e híbridos terão um limite de 7 mg/km”

    Os carros a combustão vão continuar a poluir mais do dobro…

    • Rui says:

      Eu até pensei que os carros elétricos não poluíam…. que susto

      • FS says:

        A diferença está da norma euro 6, que apenas impunha limites nas emissões de escape, para a euro 7 que é mais abrangente e leva também em conta as emissões dos travões e pneus

      • JL says:

        Pobre Mário, afinal voltaram a confirmar que os a combustão poluem SÓ DOS TRAVÕES mais do dobro dos eléctricos.

        • Hugo says:

          Traves muito ou pouco. Tau…

          • JL says:

            Sempre pouco, afinal os eléctricos andam sempre a 80. Loool

          • Hugo says:

            Só posso falar por mim e travo mesmo muito pouco… mas é sempre bom ver-te a fazer afirmações inquinadas. Exiges tanta precisão aos outros mas depois falas em dobro sem conseguir quantificar nem de perto nem de longe a “metade” LOOOL

          • JL says:

            Afinal agora não sabe o que é ironia, mas claro que os outros é que estão sempre errados.

          • Hugo says:

            E cá está…a incoerência crónica.
            Noutro post após ser irónico ao fazer uma afirmação no futuro e tê-lo explicado (como se fosses muito limitado) para ti era uma mentira e agora invocas ironia? No mínimo sê coerente. Que és desonesto já todos sabemos mas tenta ao menos parecer sensato com os teus princípios LOLOL
            Rapazinho… segundo afirmações tuas anteriores o que disseste acima é uma mentira. Ponto final e manso sff 🙂

          • JL says:

            Incoerência ou falta-lhe aquilo que acusa que falta nos outros ?

            É que até deixei lá um “lol”, mas nem mesmo assim.

            Como era sobre mim tivesse dizer que era mentira, eu tenho de me defender, aqui não acusei ninguém, mas a sua limitação não chega a isso.

            Não, você é que diz que eu sou, porque não sou, e até agora não conseguiu provar que sou, portanto continuo a ser honesto.

            E onde disse que era verdade ?

        • Mário says:

          Então e não tem painéis para consumir partículas dos travões? Assim como faz para a eletricidade ou então tira os travões ao carro para não pagar nada aos chulos malvados do governo.

          • JL says:

            Você tem no diesel ?

            Hein ? Também paga dos travões ao governo ?

          • Gonçalo says:

            Não, mas dá para travar por regeneração que coloca electricidade de volta na bateria e mal usa os travões, um eletrico mal usa os travões mecânicos por isso é que as pastilhas duram 100 mil km ou mais

          • Dk says:

            O que não faltam são Teslas com >400-500k km e pastilhas originais.

            Eléctricos mal gastam pastilhas ou discos com a travagem regenerativa, então veículos com one-pedal-driving como Hyundais, Tesla ou Nissan… quase não gastam de todo.

            Este limite que estão a impor deverá estar dentro da norma de qualquer eléctrico e não deve de exigir alterações, a menos que façam os testes com travagens sempre a fundo, e isso seria parvo.

  3. Luís+Rosa says:

    E não esquecer a poluição que fazem os carros elétricos ao levantar poeira 🙂

  4. Joe Doe says:

    O melhor é proibir logo a utilização de carros e voltarmos às bicicletas a pedal, pode ser que assim fiquem satisfeitos. Já não temos dinheiro para comprar carros novos a combustão quanto mais carros electricos ou a combustão muito mais caros. Parece que a ideia é que apenas os ricos tenham carro e os pobres apenas paguem a manutenção das estradas para os lordes usarem.

    • Grunho says:

      De bicicleta??? Nem pensar. Andar de bicicleta é grátis e faz o 3 em 1 absoluto. Poupas em transporte, em ginásio e em tempo. Até em medicamentos. Tens de gastar, tens de consumir, tens de desperdiçar, tens de poluir, que é para manter a economia a andar e os capitalistas a facturar.

      • Ok says:

        Calma, as bicicletas também têm travões. Não deve faltar muito 🙂

      • freakonaleash says:

        “Andar de bicicleta é grátis e faz o 3 em 1 absoluto. Poupas em transporte, em ginásio e em tempo. Até em medicamentos.”

        Depende se for para andar no meio do trânsito, se calhar nem os medicamentos lhe vão valer. Acho estúpido andar no meio do trânsito a respirar aquela porcaria. Eu ando de vidros fechados no meio do trânsito.

    • Zé da Quinta says:

      Qual manutenção de estradas? Em que país é isso?

  5. David says:

    “ As mesmas deverão manter 80 % da capacidade original após 5 anos ou 100 000 km, e 67 % após 8 anos ou 160 000 km.”

    Preocupa-me este parágrafo!
    Quanto custa para substituir um motor de um veículo ao fim de 5 anos?
    Quanto custa para substituir uma bateria total ao final desses 5 anos?

    Se uma bateria ao final de 8 anos fizer apenas 67% du total, implica que fará 67% dos Km +-! Um carro térmico ao final de 8 anos continua a fazer mais ou menos os mesmos km, mas nunca apenas 67%! Logo mais baterias a serem substituídas, para terem a máxima distância disponível…

    • JL says:

      Onde falam do motor eléctrico ?

      E onde falam que a bateria só dura 5 anos ?

      • Mário says:

        Vejo os tratos que os meus colegas de trabalho dão aos elétricos… Nem dados os queria.

        • JL says:

          Que tratos são ? De andar devagar ? Loooool

          • Mário says:

            Arranques tipo velocidade furiosa, carregamentos rápidos todos os dias, coisas assim.
            E já agora… Umas pastilhas dependem do tipo de condução. As do meu diesel duram 40 a 50 mil km.
            As do JL devem durar 99999999999999999999km

          • JL says:

            Então mas primeiro andavam devagar, agora já andam depressa ? Isso muda conforme o dia ou quê?

            Se eles derem esse tratamento ao seu diesel, se calhar nem o carro dura isso, quanto mais os travões…

            O meu não sei quanto duram, há muito que passou os 200 mil e não levou nenhumas.

          • Hugo says:

            Esse carro vai-te durar uma vida, ao contrário dos outros 40 (ou mais).
            Algo de errado não está certo…

          • JL says:

            Está a durar bem mais que outros. É uma verdade. Outros não quer dizer que não tivessem durado mais, o que se gastava neles para andarem em condições é que não compensava.

        • freakonaleash says:

          Cargas rápidas talvez?
          Mas quanto ao motor elétrico não se preocupe! Para destruir um motor elétrico ao ponto de o ter de substituir por completo tem de ser muito artista ou ter muito azar.

          • Dani Silva says:

            Eu tenho um Tesla Model S de 2017, quase a fazer 8 anos, e praticamente só carrego nos supercarregadores (tenho carregamentos ilimitados).

            Fiz há 2 semanas um diagnóstico da bateria, com quase 8 anos e 270.000 km, a bateria está com cerca de 90% da capacidade que tinha quando novo.

            É esta a minha experiência.

    • Grunho says:

      5 anos? Querias! Um motor 1.2 Pure (ou podre) tech a durar isso era a ruína da Stellantis. Tèm de vender sempre material novo. Vai mas é trabalhar para lhes levar o dinheirinho.

  6. Luisa12 says:

    Mais taxas para encher chouriços.. primeiro o carro electrico sofre muito pouco desgaste em meios mecanicos, simplesmente porque tem poucos, isto para dizer que ninguém vai fazer uma taxa por causa dos filtros de oleo dos carros, ou do oleo que se usa no carro, isto porque estes materiais já tem taxas neles proprios para isso. A isto chama se dupla tributação… e o governo português é bom nisto.
    Em relação as baterias praticamente todas as marcas seguem essa regra inclusive a maioria delas consegue facilmente fazer 200 000km com menos de 25% de degradação da bateria.
    Mais uma vez isto vale de pouco, e parece ser so mais uma desculpa para taxar o europeu á conta do clima, e depois temos chinocas, indianos, africanos, a poluir mais que a conta deles, inclusive a levar o nosso lixo para lá sem as nossas empresas sofrerem responsabilidades por isso…

    • B@rão Vermelho says:

      OS VE também têm óleo, os travões são hidráulicos, alias a Fiat troca o óleo dos travões nas revisões dos VE e não é barato.
      É claro que os estados vão ter de cobrar impostos de circulação aos VE, nenhum estado sobrevivia perdendo este mealheiro ambulante que é a locomoção, eu sempre disse que os estados iam arranjar forma dos VE “serem mais poluentes” que os atuais a combustão quando nascemos só temos duas coisas certas na vida a morte e os impostos.

      • Gonçalo says:

        É claro que também têm oleo e não é só nos travões a questão é que estes oleos muitos deles duram uma vida, o oleo dos travoes de um eletrico dura sem problemas 5 anos visto que eles mal usam os travões a maioria é regeneração

        • B@rão Vermelho says:

          O meu carro atualmente conta com 245 mil Km e o óleo ainda é o original, mas o que é certo é que a Fiat substitui o óleo dos travão a cada dois anos nos VE, tenho uma amigo que tem um Fiat 500E cabriolé e a cada dois anos nas revisões paga a substituição.
          Não tenho grandes duvidas que as manutenções nos VE sejam menores, as marcas são como o estado têm de faturar.

  7. Olé says:

    “As mesmas deverão manter 80 % da capacidade original após 5 anos ou 100 000 km, e 67 % após 8 anos ou 160 000 km.” ?!!
    Em relação à última um retrocesso…
    Devia ser 80% ao fim dos 8 anos/160k

    • Yamahia says:

      As marcas dizem que, com 70% ao fim de 8 anos, “tá boa”. Pois…
      É só comparar com um telemóvel e observar o comportamento dele com esse nível de degradação:
      -Desliga-se do nada, reinicia constantemente, entre outras maravilhas. Vai ser bonito vai… kkk

      • JL says:

        Isso é você que compra telefones que não prestam, e aí da compara baterias de telefones com carros. Enfim.

      • Toni da Adega says:

        Tive uma motoserra deixou de trabalhar passado 1 ano. Depois andam com a treta que carros a combustão duram muito quando um motor nem 1 ano dura.

        • paulo rodrigues says:

          Epá que comparação! Olha deve ter deixado de trabalhar, muito possivelmente, porque terá problemas de alimentação de combustível… a motoserra usa um motor a dois tempos, não existem automóveis com motor a dois tempos…

          Comparar um motor a dois tempos de uma motoserra com um motor a quatro tempos de um automóvel não lembra a ninguém….

      • Dk says:

        Isso é comparar alhos com bugalhos.
        “Tenho um motoserra a gasolina, ao fim de 200h de uso está todo f*dido e bom para o lixo”, logo se comprar um carro a gasolina, que também tem motor a gasolina, ao fim dessas mesmas horas também estará”.
        É esta a tua lógica.

        Agora indo a factos:
        – A química dos telemóveis não é a mesma dos carros (como o motor dos motoserras não é o mesmo dos automóveis). A dos telemóveis são normalmente baterias LCO, são feitas para aguentar 500-800 ciclos completos, são feitas para serem baratas, densas energeticamente, durabilidade está fora de ser a questão principal.
        Com carregamento completo diário, não são feitas para durar nem 2 anos. Embora já tenho tido telemóveis com 3 anos e bateria relativamente boa.
        Baterias dos automóveis prevalecem 3 químicas: NCA (actualmente menos frequente), NMC (típica), ou LFP.
        NCA normalmente dura 1000-1500 ciclos completos, NMC 1000-2000 ciclos, LFP 3000-5000 ciclos++, até chegarem aos 70-80% de capacidade.
        As baterias NCA e NMC facilmente dobram o número de ciclos com cargas parciais (alguém que carregue 40-80% diariamente, conseguem tirar muito mais ciclos equivalentes que estes definidos dos 100-0%, e ninguém faz isso na verdade).

        – Os automóveis, não fazem 1 ciclo diário completo. Mesmo a assumir uma bateria algo pequena, de 300km de autonomia, 1500 ciclos são 450.000km. Bem mais do que qualquer motor típico de combustão de hoje em dia.

        – Além da química e células da melhor qualidade do mercado, existe também BMS muito elaborados que gerem muito bem as baterias e respectivas células, refrigeração por líquido, etc, que mantém as baterias em temperaturas de funcionamento estáveis. Ao contrário dos telemóveis, que além de química mais frágil, que tanto estão a 30C, como vão aos 45C++, se fores jogar passam dos 50C se for preciso…..

        E sim, ao fim de 8 anos está boa. Vai ver dados dos automóveis refrigerados a líquido com 12 anos, como os Model S.
        Ao fim de 12 anos, 200-300.000km, andam nos 10-18% de degradação, com baterias mais antigas e sendo NCA. Os dados confirmam, os relatórios de utilizadores também.

        O meu carro tem 1 ano e meio, degradação de 0.28%.
        Eu comprei o carro a contar que degradasse 2-3% por ano em média (era o que ouvia), e esperava trocar de bateria ao final de 10-12 anos.
        Por este andar tenho é a infelicidade de chegar a essa idade, querer trocar de bateria por haver nova tecnologia melhor, e ter pena por a bateria estar como nova…

        Outro exemplo, um telemóvel com teclas tinha bateria que durava uma semana, os smartphones duram 1 dia, não foi isso que impediu as pessoas mudarem e os de teclas quase morreram.
        Claro que como em tudo, havia sempre alguns a dizer “oh não, teclas é que é bom, tem feedback, smartphone não dá jeito para escrever, bateria não dura nada”.
        Não foi isso que impediu de eventualmente quase toda a gente mudar para smartphone, pelas capacidades, e praticidade.

        Qualquer dos modos, como és daquelas pessoas que por mais provas, dados, etc, se mostrem, continua a teimar na mesma tecla, fica na tua 🙂

  8. Jorge says:

    Velha Europa, burocrata… É por estas e por outras que só empobrecemos enquanto outros enriquecem. Enfim, é o que temos…

  9. Michel says:

    Mais uma mentira para inventar mais impostos.
    Será o grande interesse encarecer tanto o carro a ponto de não ser mais para qualquer pessoa.
    Ou só mais uma maneira de roubar um pouco mais do povo.

  10. says:

    que façam as contas ao que as munições disparadas, aos drones que querem colocar no Ar, à industria de armamento que querem acelerar o desenvolvimento … Poluem. Precisam de $$ para pagar vacinas, para queimar na ucrania e outras estapafurdices, e depois é estas pérolas, mas tem os defensores destas mesma taxas… ou tem um bom tacho ou são boots mandados pra net

  11. guilherme says:

    Aqueles tipos de Bruxelas adoram complicar, e ainda por cima e não elegi o Costa nem a amiga dele Alemã…

    €€€€€€ alguém tem que manter aquelas mordomias todas!

  12. Pensador says:

    Já percebi porque muita gente não pára nos STOPs e vermelhos. É para reduzir as emissões dos travões. As pessoas estão é preocupadas com o ambiente.

  13. Sail says:

    Parece que isenção de impostos sobre o elétricos estava a fazer mossa nos bolsos dos corruptos da UE.

  14. PJA says:

    O problema da emissão de partículas dos sistemas de travagem e pneus há muito tempo referenciado como uma das maiores fontes de poluição dos automóveis. Há soluções para os travões que passa por filtros passivos nas pinças (ver a solução da Mann+Hummel), e para os pneus o tipo de materiais usados (a Michelin consegue reduções de 26%).

  15. iSheepNot says:

    Sempre atacar o consumidor. Daqui a pouco todas pessoas passarão a pagar taxas por emissão de gases pela boca (respirar, fumar, etc.) e através de outros ofícios. Preparem-se.

  16. Josue says:

    Ainda vamos no início. Acham que não vão pagar IUC. Fica já aqui em primeira mão, está próximo:)

    • JL says:

      O que isto tem a ver com iuc ?

      • zeca says:

        És um maluquinho… sempre a responder a tudo

        • Jose says:

          Mesmo, fónix…

        • JL says:

          Eu não respondi a nada, fiz uma questão, não sabem ler ?

          • Hugo says:

            Deixa lá de ser estúpido. Tu clicaste LITERALMENTE no botão “responder” de um comentário.

          • JL says:

            Não posso deixar de ser aquilo que não sou.

          • Hugo says:

            Respondeste a um comentário…dizes que não o fizeste…eu argumento em como o fizeste e tu, fazendo de conta que não se passou nada mudas o foco para o meu último comentário…
            Se isto não é estupidez só pode ser doença e olha que não estou a ser irónico desta vez.

          • JL says:

            Não, eu fiz uma pergunta, está lá, na verdade devia dizer como outras plataformas, “comentar”.

        • Hugo says:

          Acabou por comentar e provar, mais uma vez, que é mesmo um maluquinho que aqui anda.
          “Eu não respondi a nada, fiz uma questão, não sabem ler ?”
          -Clicou no botão responder LOL
          -É possível responder com questões, acho eu.
          -O zeca escreveu “responder” como quem diz…”comenta tudo” ou algo do género…só mesmo o JL achou que se referia literalmente a RESPOSTA e pasmem-se… o comentário do Josue nem uma questão tinha pelo que na sua literalidade nem seria possível responder… (o que é claramente falso pois por definição podemos responder sem que nos seja direcionada uma questão mas se o JL nao entendeu isso na escola agora é tarde demais)
          Alerta maluco…ao menos é coerente… anda aqui há anos a tentar fazer os outros de parvos quando é ele que fica com os créditos todos…e com orgulho 😀

          • JL says:

            Quem anda aqui a tentar fazer os outros parvos é você, afinal eu fiz uma pergunta, que é uma dúvida.

          • Hugo says:

            Eu? Tinha vergonha de dizer que não tinha respondido após responder a um comentário LOLOLOL Jamais faria tal coisa.

          • JL says:

            E não respondi, já que não existe lá pergunta nenhuma, eu fiz um comentário que contem uma pergunta.

            Mas enfim, até isso lhe faz confusão, mas ok, os outros é que são doentes.

    • Tug@Tek says:

      O IUC tem como objetivo, suprir custos ambientais e de manutenção de estradas.
      Se no primeiro ponto os VE, pelo menos em circulação, não causarão poluição, já no que toca á manutenção de estradas estes, provocam mais desgaste do que os a combustão, devido ao seu maior peso.
      Entendo por isto que a isenção do imposto nos VE, é uma estupidez.

    • Marco says:

      Isso vai ser garantido, com o aumento de carros elétricos a circular e de combustão a reduzir os eléctricos vão ser taxados com IUC ou outro imposto identico, IUC foi criado para supostamente ser usado na manutenção da infraestrutura rodoviária e os eléctricos tb circulam e “danificam” o pavimento por isso garantidamente vão passar a pagar mais dia menos dia quer queiram quer não

  17. Pedro says:

    A Europa vai desaparecer..
    Aquilo que a define são as pessoas.
    Se as pessoas mudarem para outras regiões como já está a acontecer em massa, ficam os Arabes, e pronto.

    Já estou a ver a Bussula a usar burca, e o chamuças a usar torbante.
    Todos com aqueles sapatos do Aladino.
    E no meu vai ser só lençõis pretos a cubri-las.

    Afinal era tudo por causa do guito, querem taxar até o oxigénio.Não sei até que ponto o povo vai aguentar, eu duvido que as pessoas alinhem nisto por muito mais tampo.

    Quando correr mal, vai correr mesmo mal, até lá, que não lhes falte pó branco para o nariz.

  18. Zem says:

    A UE parece a União das Repúblicas Socialistas Europeias. Que degredo de organização burocrática.

  19. Tug@Tek says:

    Para estes maníacos da UE tudo polui.
    Em vez de promoverem políticas para que os veículos sejam mais acessíveis, de forma a promover a troca dos mais antigos por modelos mais recentes e por isso menos poluentes, não, fazem precisamente o oposto.

  20. José Pinho says:

    Qualquer dia , temos que levar os sapatos à inspecção técnica!!
    E os motores diesel que equipam os reboques de frio dos camiões ?
    São motores 1500 a 2000 de cilindrada e nem sequer usam adblue , nem catalisadores .
    E trabalham muitas vezes mais de 24 horas seguidas .

  21. PagaeNãoBufa says:

    Não pagam IUC e ainda reclamam…paga e não bufa!

  22. Wat3rMan says:

    Os eletricos, hibridos e hibridos plug in têm travagem regenerativa onde o gerador “trava” e produz energia. Por isso não sei bem como isso se faz numa inspeção. Eu travo sempre devagar… e geralmente a pastilha só toca no disco quando estou quase parado ou quando faço uma travagem mais brusca. Mas se forem avaliar as particulas numa travagem brusca, de nada serve haver regeneração pois prevalece a segurança e os calços são logo acionados.

  23. Dk says:

    Não é comum eléctricos com garantias com menos de 8 anos, 70% e 160.000km. Não muda nada.

    Por isso, não há muito que mude. A parte dos 5 anos e 100k é porreira, que uma pessoa vai à garantia mais cedo se a bateria tiver a mostrar problemas (que não é degradação normal, e é mau sinal).

    Quanto às partículas dos travões, embora seja parvo o limite inferior, não será um problema com a travagem regenerativa.
    As pastilhas dos carros eléctricos muitas vezes são para a vida do carro (se não houver problemas, ovalizações de discos, ou se estiverem com problemas).
    E marcas com One Pedal driving como a Tesla, mais certo é nem terem de fazer nada para cumprir isso, já cumprem. Praticamente nunca uso o pedal de travão, só em emergências.

  24. Paulo says:

    É um completo absurdo, até porque é impossível calcular esse “desgaste” e “emissões”. Num carro elétrico é possível fazer uma viagem completa sem tocar no travão. Já num carro a combustão é totalmente impossível, mesmo a nível de travões as emissões são muito, muito superiores.

    Não estou a dizer que um veículo elétrico não deva pagar IUC, mas estas artimanhas são lamentáveis.

  25. Diogo says:

    Sabem de uma coisa, nós cá na Europa somos responsáveis por cerca de 7% de emissão de gases efeito de estufa? Enquanto só a China é responsável por cerca 30%? Lá no parlamento europeu querem defender o ambiente há nossa custas do cidadão europeu impondo um decréscimo à qualidade de “nossa vidas”? Pensem….

  26. Jakim says:

    Aí estão em acção os talibans do ambiente, agora já não há escapes, é as particulas da borracha e do travão…ridículo. Ponham-se a pau que ainda nos pôem uma rolha no dito, por causa do metano, vai ser a norma 9.

  27. Lanterna Vermelha says:

    E instalação selvagem de paineis solares em campos agricolas ferteis, não há uma taxinha? E para os meninos riquinhos que viajam em jactos privados, iates ou vão ao “espaço” ver a vista lá de cima? E para quando a proibição da utlização do crude como combustível de navios?
    Aplicar uma taxa por partículas por travões? Quando vimos coisas muitíssimo bem piores e esses sim é que prejudicam o ambiente!

    • JL says:

      Férteis ? Portugal tem terrenos férteis ? essa é nova para mim que sou formado também em agricultura.

      Portugal não tem terras férteis, por isso é que vê muita plantação de arvoredo intensivo, e não florestas como alguns chamam.

      Com isto não estou a dizer que concordo com essa prática, e o problema principal da agricultura não é falta de terrenos, férteis ou não, até porque hoje em dia isso tem solução, o problema são os custos e despesas e o rendimento que ela dá, isso leva a que muitos abandonem as terras e procurem algo mais rentável, tal como eu fiz, e não foi por gostar ou não, porque era algo que adorava.

    • Dk says:

      Eu sou a favor de algumas renováveis, incluindo Paineis Solares, mas concordo contigo que encher, e pior desflorestar alguns terrenos para meter painéis solares é ridículo.
      Há muita área urbana para meter painéis, desde estacionamentos, telhados, etc, que têm 0 ou praticamente 0 impacto na área e não ocupam espaço. Um telhado com ou sem painéis ocupa o mesmo espaço.
      Se for terreno completamente infértil que não serve para mais nada, nem para árvores, tudo certo e diria que também não nos falta, mas mesmo sendo a favor de energias renováveis, arrepia ver árvores arrancadas para meter painéis. E vai-se pela A1 e vê-se áreas deste tipo.

  28. Zé da Quinta says:

    Acho que vou trocar já para rodas de madeira, pois os pneus de borracha devem ser os próximos na linha das taxas!

  29. PorcoDoPunjab says:

    Impostos e mais impostos, taxas e mais taxas.
    É preciso dinheiro, muito, para mandar para a Ucrânia e para sustentar milhões de parasitas.

    Isto quando rebentar vai ser em grande…

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