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Model Y Juniper deverá durar 20 anos! Os carros da Tesla já batem a vida útil dos diesel

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Klimane says:

    O 190D do meu pai tem 37 anos e o E250D dele tem 27.

    • Rodrigo says:

      Não precisa ser Mercedes, existe muitas marcas com carros a gasóleo com 30 anos até citroen dos baratos fazem 700K sem avaria de motor.

      O problema é que os novos a gasóleo não duram nada, porque só tem coisas a complicar a vida do motor desde, Filtro de partículas, catalisador, AdBlue, EGR…

      Um novo eléctrico não tem nada destas coisas, manutenção é 5x inferior ou mais…

    • TugAzeiteiro says:

      Pois… mas os Classe C ou Classe E atuais não vão durar esses 37 ou 27 anos! Com muita sorte duram 20 anos e mesmo assim tenho as minhas dúvidas… Os carros novos cada vez mais não são feitos para durar e custam a cada ano que passa mais e mais!

      • Leonel matos says:

        Custam mais a cada ano pork a união europeia faz para tal. Todos anos inventa algo para encarecer. é filtro de partículas.adblue sistema sos agora é a caixa negra. A seguir será gravador de dados igual aviões

      • Sergio J says:

        Ja ouço essa conversa desde os anos 80/90. Lembro de quando era mais novo estar num bate chapas perto da minha casa e dizerem que os 190 ja nao eram como os mercedes de antigamente e que iam durar pouco. Essa ladainha vem se repetindo

    • B@rão Vermelho says:

      @Klimane, Dass ia dizer o mesmo os 190D ou os 320D mandão cumprimentos e comprimentos 😉 😉
      Ainda ontem estava a ver um carro de empresa que na altura eu próprio o fui buscar um Clio de 2004 e ainda anda ali para as curvas e tenho um colega que ainda tem o primeiro Taxi dele um Datsun nem me lembro do modelo e com mais de 2 milhões de Km

    • João silva says:

      O meu cunhado já tem um á oito meses , e sempre impecável , zero problemas …

    • João says:

      Aqui Renault Laguna 1900 D com 21 anos e parece um sofá na estrada.

    • defactosofactos says:

      o carro ainda há pouco saiu e já dizem que vai ver duas eras glaciares…sim, quando chegarem os 20 anos falem…

      • Zé da Quinta says:

        Como estão a ver que as vendas de eletricos não são como “eles” esperavam, há que fazer publicidade…e diabilizar os de combustão.
        Nada contra, até porque os elétricos têm o binário disponível desde mal arranca e, eventualmente, os custos operacionais serão menores, mas é tecnologia que ainda tem longo caminho para fazer até se tornar viável para longas viagens mas, acima de tudo, acessível. Não é lançando supercarros que fazem dos 0 aos 100 em menos de nada que vão conseguir massificar a utilização deste tipo de veículos.

  2. Anung says:

    20 anos para um diesel dos anos 2000 não é nada.

    • Rodrigo says:

      Por isso é que passamos pelas sucatas e estão cheios deles desde 150k a 300k e carros de a partir de 2010.

      Hoje em dia é só tretas Filtro de partículas, catalisador, AdBlue, EGR… Tudo material para levar o carro a ir para a sucata mais cedo!

    • Jpr says:

      A minha renault megane 1.5 fez 80.000kms e motor novo. Aos 160.000 turbo novo

      • Leonel matos says:

        Não podes avaliar todas pela tua megane.a minha vendi com mais de 350000 pork sofri 2 acidente e nunca tive problemas fora do normal e era o mesmo motor 1.5

  3. Ivo says:

    A última pergunta do artigo pretende apenas incendiar a opinião pública.
    Os custos de substituição das baterias diminuíram drasticamente desde que as mesmas são modulares. Da mesma forma que num carro a combustão é pouco provável ter que trocar o motor todo, o mesmo se aplica à bateria. Em caso de avaria, troca-se o ou os módulos com avaria.

  4. JA says:

    Dizer que o Tesla Model Y Juniper vai durar 20 anos é especulação, já que os carros elétricos ainda não têm tempo suficiente no mercado para provar essa longevidade. Comparar com motores diesel, quando alguns já mostraram durar mais de 1 milhão de km , é precipitado. Além disso, o custo absurdo de substituir baterias torna essa ideia pouco viável. Exagero na noticia sem bases sólidas.

    • Vítor M. says:

      Não têm? Os carros elétricos da Tesla existem há cerca de 16 anos (desde 2008). e com a evolução das baterias, facilmente se percebe que se com tecnologia do início dos anos 2000 conseguem resultados como os que temos visto, com a evolução então seguramente poderá superar os 20 anos. Os resultados estão aí, é só analisar e ver que de facto as baterias estão muito evoluídas e as antigas ainda estão aí para as curvas.

      Existe mais do que uma base sólida, só não vê quem não quer ver.

      • alex says:

        E quantos de 2008 é que se vê a circular?? Quem é que vai comprar um carro elétrico de 2008?? Nem toda a gente tem possibilidade de comprar carros novos… Aposto que se tiveres um carro elétrico de 2008 a 5.000€ e um a combustão a 10.000€ do mesmo ano, as pessoas vão para carro a combustão sem pensar 2 vezes….

        • Vítor M. says:

          Eu digo muitos. E vou mais além, o Tesla Model S foi lançado em 2012, e até 2015 foram produzidas aproximadamente 84.000 unidades, fiquei-me em 2015 para te dar 10 anos de margem.

          Embora não haja dados exatos sobre quantos desses veículos ainda estão em circulação, é razoável supor que a maioria continua em uso, considerando a durabilidade dos veículos elétricos e o suporte contínuo da Tesla. No entanto, fatores como acidentes, desgaste e atualizações podem ter retirado algumas unidades de circulação ao longo dos anos.

          Certo?

        • Carlos Silva says:

          Sem dúvida, eu e muitos comprariam o carro a combustão até por 20.000€.
          Deve ser por essa razão, que existem várias dezenas de Teslas, e aqui só estou a falar de Teslas usados à venda. Basta comprovar em qualquer site online. Por exemplo, no site standvirtual.

      • MegaÓbvioSoçe says:

        Não tem comparação…
        Os carros da geração anterior, isto 1990-2000, ainda circulam e já fizeram N quilómetros para o comprovar.. E não falamos apenas de 1,2 ou 3 carros, falamos de milhares, se não milhões. A Tesla não tem estes dados, pelo menos reais, trata-se tudo de cálculos matemáticos e suposições.

        Ninguém tira o mérito aos carros elétricos e à evolução constante das baterias, mas ainda é cedo para dizer que dura MAIS ou MENOS que um carro a diesel…

        Mas isto é fácil de comprovar.. tragam um 190D / 200D / 1.9 TDI / 1.4 TDI e vejam quantos anos e quilómetros fazem cada um…

        Mas pronto, apenas uma opinião 🙂

        • Vítor M. says:

          Estás enganado. Os elétricos podem durar menos, mas não é da bateria ou motor. Se me disseres que podem ser os componentes circundantes, até acredito, mas o que vocês estão a focar é totalmente errado. E vamos ver daqui a uns anos muitos elétricos com 10, 15 e 20 anos a circular sem problemas e quem os tem terá um custo de manutenções consideravelmente mais baixo do que quem tem um 190D / 200D / 1.9 TDI / 1.4 TDI… não tenhas a menor dúvida. E TU vais ser um comprador de um elétrico, é o teu futuro carro. E mais não digo 🙂

          • Yamahia says:

            Assim de repente vem-me à ideia os LEAF e o SOUL, todos despachados em menos de 10anos.

          • JL says:

            Então nesse caso metemos também ai os peugeot, ford, entre outras marcas que usam motores que duram 60 000 mil kms, ou seja, 4 a 6 anos no máximo.

          • Mário says:

            Ui, vais dizer que um 190D que leva filtro de óleo é mais caro que a manutenção de um elétrico? Continua a viver na utopia que toda a gente tem uma empresa e possibilidade de comprar um elétrico.

          • Vítor M. says:

            Se for para rir… até pode nem filtro.

            Na verdade esse carro precisa de manutenção regular para garantir um bom desempenho e longevidade.

            Então os milhares de euros ficam onde:

            Manutenção Regular
            1. Óleo do motor – Troca periódica (normalmente entre 10.000 e 30.000 km, dependendo do fabricante).
            2. Filtro de óleo – Substituído sempre que se troca o óleo.
            3. Filtro de combustível – Deve ser trocado regularmente para evitar impurezas no sistema de injeção.
            4. Filtro de ar – Essencial para manter uma boa combustão e evitar desgaste prematuro do motor.

            Sistema de Arrefecimento
            5. Líquido de refrigeração – Deve ser verificado e substituído conforme recomendado pelo fabricante.

            Sistema de Travagem
            6. Óleo dos travões – Normalmente substituído a cada 2-3 anos.
            7. Pastilhas e discos de travão – Dependem do desgaste, mas geralmente duram entre 30.000 e 60.000 km.

            Transmissão e Direção
            8. Óleo da caixa de velocidades (manual ou automática) – Troca recomendada conforme especificações do fabricante.
            9. Líquido da direção assistida – Se o sistema for hidráulico, deve ser verificado e trocado conforme necessário.

            Sistema de Escape e Pós-Tratamento (nos mais recentes)
            10. AdBlue (para motores com sistema SCR) – Necessário para reduzir emissões de NOx.
            12. Filtro de partículas (DPF/FAP) – Pode necessitar de regeneração ou substituição em caso de falha.

            Sistema Elétrico
            13. Bateria – Normalmente dura entre 3 a 6 anos.
            14. Velas de pré-aquecimento – Essenciais para arranques a frio; podem necessitar de substituição após vários anos.

            Se o carro for bem mantido e usado corretamente (especialmente evitando trajetos curtos constantes que prejudiquem o filtro de partículas), os custos de manutenção podem ser controlados mas serão sempre muito mais caros que de um elétrico.

          • JL says:

            Que é isso de 190D ?

            Onde posso comprar um novo ?

          • JL says:

            Como podem ver aqui, não há Mercedes que aguente com o motor, isto segundo os padrões do Yamahia.

            https://www.benzworld.org/search/3202366/?q=Engine&c%5BshowFilter%5D=visibleOnly&o=relevance

        • PeterJust says:

          Não é uma opinião quando estás errado

      • Vagueante says:

        Vamos com calma, uma bateria durar 20 anos, não significa que o carro em si dure 20 anos. Duvido muito que os Tesla com a qualidade de construção que actualmente têm o façam tão bem com um skoda, ou VW, sem falar num Toyota. O facto da manutenção periódica não segur o “habitual”, leva a que existam aqueles problemas mencionados aqui de 1 em 4 model 3 chumbar na inspecção, mesmo com pouco tempo. Tirando a parte do ICE, qualquer um dos carros que mencionei, quase de certeza que tm uma taxa de aprovação bem superior a um tesla, o Toyota provavelmente 100%.

        • Vítor M. says:

          Nunca disse isso. Disse e sublinho que pela bateria ou motor, o carro duram milhões de quilómetros e mais de 20 anos. Isso não tenho dúvidas. Agora, se me disseres que o resto em volta não dura… sim, isso acredito que seja fraco, uma coisa é querer fazer bons carros, outra coisa é fazer carros baratos com uma excelente bateria e motores, como faz a Tesla e não só. O resto da mecânica tem de melhorar e por isso eu escrevi isto: https://bit.ly/4jPJcJl

          Fará agora um ano, estava eu na apresentação internacional de um carro elétrico der uma marca conhecida e estávamos a ter uma “mesa redonda” com a responsável europeia pela sustentabilidade da marca. E depois dela falar nos materiais, na percentagem de quanto o carro poderia ser reciclado, e o quanto de material reciclado o carro incorporava, eu deixei apenas uma pergunta: antigamente, um carro com plásticos, napa, materiais “aborrachado”, era um carro sem luxos. Agora, o que vemos são carros com muito plástico, a pele animal passou a não se usar, chama-ser agora couro vegetal (napa, portanto) e é tudo à base de espumas e pouco mais. Não estaremos a substituir as palavras “materiais baratos” por “materiais sustentáveis” para vender a ideia que se tem de fazer carros leves e despidos de qualidade?

          Ela demorou a dar uma resposta, patinou ali uns segundos a arrancar as palavras… mas depois a resposta foi interessante 😉 e fica para um dia destes 🙂

          • Vagueante says:

            O texto parece indicar que se aplica ao carro como um “todo”, só por isso escrevi a chamada de atenção.
            A narrativa agora tem de ter algo de sustentabilidade, eco friendly, senão não passa, se formos a ver não passa de uma forma encapotada de greenwashing 🙂

          • Vítor M. says:

            O carro como um todo não será difícil, é como os a combustão. Muda de pneus, de amortecedores, discos, pastilhas escovas, líquido de arrefecimento, braços de suspensão, sino blocos, borrachas, leds, etc… o que muda?

            Agora, a alma e o coração… bateria e motor(es) isso facilmente durará 20 anos. É tecnologia simples e fiável.

          • Yamahia says:

            Já deixei info das baterias. Motores a irem à vida é tb a pontapé:
            https://teslamotorsclub.com/tmc/search/14650477/?q=Drive+unit%2C+motor%2C+issues&o=relevance

          • Vítor M. says:

            Sabes lá o que dizes. Foca-te nos térmicos, dos elétricos não percebes nada. Só dizes disparates.

          • Yamahia says:

            Não sou eu que digo. São os proprietários.
            Se fosse eu e não tuvesse conhecimento do q se passava com os outros, julgava q tinha tido azar.

          • Vítor M. says:

            Não, não é verdade. Aliás, tu mudas a retórica para as coisas irem ao sentido que lhes queres dar. Não é a realidade dos factos, é a retórica já saturada, errada e desamparada de verdade que tu muitas vezes usas. Devias ter um sentido equilibrado de avaliação das coisas e até criticas o JL por ele ser fanático pelos elétricos, quando tu és um fanático contra os elétricos 🙂 isso é ridículo.

            Eu já te disse N de vezes que o mundo nem é preto, nem é branco, é uma mistura dos elétricos com os térmicos e assim será para muitas décadas. E não é o teu tipo de retórica nem do JL que vão mudar as coisas, por muito que se despenteiam os dois. Sejam honestos até a pensar.

      • JA says:

        Embora os carros elétricos da Tesla existam há cerca de 16 anos, a maioria dos modelos mais vendidos, como o Model 3 e o Model Y, só está no mercado há menos de 10 anos, o que ainda é insuficiente para validar a durabilidade de 20 anos em larga escala. Além disso, as baterias mais antigas que “ainda estão para as curvas” frequentemente apresentam degradação significativa, com perdas de autonomia que podem chegar a 20-30% após alguns anos, dependendo do uso e condições. A evolução tecnológica é promissora, mas extrapolar para 20 anos sem dados concretos e generalizar para todos os veículos elétricos é especulativo. Motores diesel, por outro lado, têm décadas de histórico comprovado, com muitos exemplos de veículos que ultrapassam 1 milhão de km sem custos de substituição tão elevados como os das baterias.

        • Vítor M. says:

          O Tesla Model S foi lançado em 2012. Andam muitos por aí. E há mais elétricos.

          Se 10 anos não mostra a qualidade e durabilidade de uma bateria… feita com tecnologia de uma década atrás…. então para ti o que fará sentido? Para mim faz, atenção!!!

      • Grunho says:

        Uma coisa são os motores eléctricos, que funcionam por indução electromagnéctica. Como não têm peças em contacto e não há desgaste por atrito podem durar 50 anos ou mais. Outra são as baterias, que funcionam por reacções electroquímicas. Aí é inevitável que o material se vai degradando em cada ciclo de carga e descarga. A corrida ao ouro da ciência é ir atrás de materiais que contrariem esse efeito de decadência, mas ainda não foi encontrada a bateria eterna.

      • Yamahia says:

        Deve ser raro o model S q já não trocou, pelo menos, 3 baterias e 11 motores dado q o tido como mais fiável tinha levado isso tudo e mais umas botas.

        Qt aos mais recentes, é procurar pelo erro BMSa079 que leva à substituição precoce da bateria.
        O model y não foge à Regra.

      • JA says:

        Embora os carros elétricos da Tesla existam há cerca de 16 anos, a maioria dos modelos mais vendidos, como o Model 3 e o Model Y, só está no mercado há menos de 10 anos, o que ainda é insuficiente para validar a durabilidade de 20 anos em larga escala. Além disso, as baterias mais antigas que “ainda estão para as curvas” frequentemente apresentam degradação significativa, com perdas de autonomia que podem chegar a 20-30% após alguns anos, dependendo do uso e condições. A evolução tecnológica é promissora, mas extrapolar para 20 anos sem dados concretos e generalizar para todos os veículos elétricos é especulativo. Motores diesel, por outro lado, têm décadas de histórico comprovado, com muitos exemplos de veículos que ultrapassam 1 milhão de km sem custos de substituição tão elevados como os das baterias.

        • Vítor M. says:

          Como assim? Até ao terceiro trimestre de 2024, a Tesla vendeu aproximadamente 6.754.488 veículos desde o início da produção em 2008. Segundo algumas projeções, grande parte desses carros são Model S. Serão assim poucos os S com 10 ou mais anos? Não acredites nisso. Volto a repetir, não será pela bateria nem motor que os elétricos não durarão 10, 15 ou 20 anos (até mais).

    • TugAzeiteiro says:

      Mas por que raio se substitui baterias por novas?! Se o injetor do motor a combustão avariar, também substituímos o motor por um novo? As baterias dão para reparar… não é assim tão complicado ou dispendioso quanto isso! Já começam a aparecer em Portugal empresas especializadas nisso…

      • JA says:

        Embora seja verdade que as baterias podem ser reparadas, isso não é tão simples ou barato como parece. A reparação de baterias exige mão de obra altamente especializada, equipamentos específicos e, muitas vezes, substituição de módulos inteiros, o que ainda representa custos elevados. Além disso, a rede de empresas especializadas em reparação de baterias é muito limitada, especialmente em países como Portugal, tornando o processo menos acessível do que a manutenção de motores a combustão, onde há décadas de infraestrutura consolidada. Comparar a reparação de um injetor com a complexidade de uma bateria de alta voltagem é desproporcional.

        • Nuno says:

          é uma questão de tempo.. quando os carros surgiram os mecânicos também eram poucos. No entanto não impediu a modernização e continuidade do setor automóvel.

        • JL says:

          Limitada em que país ? Não é Portugal de certeza, que tem pelo menos 4 redes para isso.

        • I'm says:

          A bateria é uma soma de pequenas baterias, nem sempre ficam todas avariadas, basta substituir algumas.

          • Yamahia says:

            Não é bem assim.. Elas têm q ter um desgaste uniforme. Se isso não acontecer nc vai conseguir um balanceamento correcto. Mais cale uma bateria nova. Idealmente um carro novo pq os teslas partem-se todos nos 1⁰s kms.

          • JL says:

            É por isso que têm sistemas de balanceamento.

            Quando não é possivel, é trocar apenas essas células.

            Claro que sim, por isso é que fazem 2 milhões de kms and counting….

          • Yamahia says:

            Não há sistema de balanceamento que lhe valha qd a bateria monta células de diferentes capacidades.
            O melhor é vir um pack novo.

          • JL says:

            Mas elas podem ter capacidades diferentes, o que conta é a tensão.

          • Yamahia says:

            Quando se trocam módulos avariados numa bateria, ela pode nunca mais funcionar como deve ser devido às diferenças entre os módulos novos e os velhos. Isto acontece por vários motivos:

            1-Desbalanceamento de capacidade – Os módulos velhos perdem capacidade ao longo do tempo, enquanto os novos têm mais. Isto desequilibra a carga e descarga.

            2-Diferença na resistência interna – Módulos velhos têm mais resistência interna, aquecem mais e funcionam pior, o que pode reduzir a eficiência e a vida útil da bateria.

            3-Desbalanceamento na carga e descarga – O sistema de gestão da bateria (BMS) tenta equilibrar os módulos, mas se uns descarregam mais rápido que outros, o BMS pode limitar o desempenho total para evitar estragos.

            4-Efeito de carga limitada – O módulo com menor capacidade ou maior resistência torna-se o “gargalo”, reduzindo a energia que a bateria pode usar e a sua autonomia.

            5-Ciclos de vida diferentes – Módulos velhos já passaram por muitos ciclos de carga e descarga, enquanto os novos estão no início. Isto pode acelerar a degradação dos módulos novos devido ao esforço extra causado pelo desequilíbrio.

            Por isso, geralmente não se recomenda trocar módulos individuais. O melhor é substituir a bateria toda para garantir que funcione bem!

            https://www.clubeletricos.com/viewtopic.php?f=13&t=7961#p129969

            https://batteryuniversity.com/article/bu-803a-cell-matching-and-balancing

          • JL says:

            E quem disse que trocam módulos velhos por módulos novos ?

            Inventou tudo isso para quê?

          • Yamahia says:

            Tire daí a ideia, novo ou velho nunca vai encontrar um módulo que funcione em perfeita harmonia com os da bateria original. Se estiver melhor desgasta-se rapidamente para o nível dos restantes, se estiver pior atrofia os restantes!

          • JL says:

            Nem precisa de funcionar, o BMS está lá para isso.

            Atrofia as restantes ? Loool

    • Rui says:

      Pelo contrario já se consegue ter uma ideia, os carros eléctricos já existem há tempo suficiente para ter ideia de quanto vão durar e com a evolução das baterias 20 anos até me parece pouco, no entanto isto vale o que vale a media de troca de carro do ze povinho é de 5 em 5 anos

      • JA says:

        Embora os carros elétricos já existam há algum tempo, a maioria dos dados disponíveis refere-se a modelos mais recentes, com tecnologias de baterias que ainda não completaram 20 anos em uso real. A evolução das baterias é promissora, mas prever uma durabilidade de 20 anos com base em projeções e não em dados concretos é arriscado. Além disso, a média de troca de carro a cada 5 anos pelo “Zé Povinho” reforça que a maioria dos consumidores não mantém os veículos tempo suficiente para validar essa longevidade, tornando o argumento de 20 anos mais teórico do que prático.

        • Yamahia says:

          @JA, 5 em 5 anos????
          Isso era verdade se a média do parque não fosse já superior a 14anos e não andassem por aí ≈2 milhões de carros com mais de 20 anos, ≈ 30%, sendo que só empresas, rent a cars e TVDE é q trocam dentro desse prazo q estás a falar. Portanto não é o zé Povinho, são empresas à cata de subsídios pagos pelo zé povinho.

      • Grunho says:

        Trocar de carro de 5 em 5 anos só para os menos de 5% de cima, pouco mais de 500 mil indivíduos que formam a burguesia exploradora. A esmagadora maioria dos 9,5 milhões de baixo ou não tem carro, ou mantêm-no a andar por 15, 20, às vezes até 30 anos. É a cubanização do parque automóvel, o que tem os seus aspectos positivos: menor extracção de matérias primas e menor produção de resíduos.

        • rui says:

          o que não falta é malta a trabalhar por conta de outrem a trocar de carro com frequencia, então medicos é as pás, raro o que não tem sempre um carro com menos de 4 anos…

          • Grunho says:

            Médicos do privado sim, como são liberais podem deduzir IVA do gasóleo e 25% do preço do carro por ano no IRS. Os do SNS nem no dobro dos anos trocam de carro.

          • Rui says:

            Resumindo, o SNS é mau…

          • Grunho says:

            Não é o SNS que é mau. Más são todas as profissões que trabalham para o estado ou têm um patrão a mandar para as finanças a folhinha de pagamentos e por isso não escapam nem com um cêntimo ao IRS, contrariamente aos negócios e às profissões liberais, que estão isentas de IRS. Basta-lhes poder preencher como querem a declaração de rendimentos.

          • rui says:

            Não pagas em IRS, pagas em IRC, simples…
            Não trabalho para o estado e tudo está na folha, tudinho mesmo e olha que desconto por mês mais do que muitos não recebem de ordenado…

    • David Guerreiro says:

      Nos EUA, no Reino Unido existem empresas especializadas que reparam baterias, retiram a bateria do veículo e substituem os módulos avaridos, por uma fração do custo de uma bateria nova. A própria Tesla faz, retoma a bateria antiga, repara e vende a outro cliente já reparada.

    • JL says:

      Têm pois, tenho um com 27.

  5. Tozzini says:

    Quem é que subsidiou o projeto de investigação?

    • RicM says:

      “We extend our gratitude to the Faraday Institution for their generous funding through the ReLiB Project (grant numbers FIRG005 and FIRG006) and the Faraday Undergraduate Summer Experience (FUSE) internship programme”
      https://www.faraday.ac.uk/ (“Powering Britain’s Battery Revolution) 😉

  6. halnaweb says:

    Se calhar até aguentam 20 anos. Como qualquer decente. Já os com motor diesel tenho dúvidas q os eléctricos sejam superiores. Um audi com motor diesel tem muito bom rendimento com 400mil kms ou mais, tal como VW ou Mercedes, Land Rover….

    • Anung says:

      Os motores diesel antigos (sem serem castrados como os actuais) foram projectados para 1 milhão de quilometros.

      • Grunho says:

        Conheço um que para fazer um milhão de kms tinha de mudar de junta de culassa 100 vezes.

        • Anung says:

          Isso só está ao alcance dos oligarcas capitalistas e fachistas.
          Para o proletariado o máximo que conseguem usufruir é de um mercedes-benz importado com 250.000 quilometros de hodômetro e 500.000 quilometros reais, pois, pois a inveja é o motor da luta comunista.

  7. NjsS says:

    Deverá durar, estima-se vs já batem (comparação entre o futuro/incerto com algo certo? )
    Portuguesices à parte, o tempo de vida de um carro é aquele que o dono lhe der através de boa manutenção e reparações…
    Qualquer carro pode durar mais de 20 anos desde que o dono o mantenha…
    Temos por exemplo o caso do model S de 2015 com 1,9 milhões de km, e inúmeros casos que veículos a combustão com bem mais de 2 milhões de km. O Tesla levou 13 motores e 4 baterias, os a combustão tiveram motores reconstruidos ou levaram motores…
    O que importa na vida util é mesmo a vontade do dono em manter o carro e se o chassis não está podre lol.

  8. Ddt says:

    20 anos ? Hahahaha…..o diesel do meu pai fez mais de 1000000 de km , mostrem-me um eléctrico que faça isso ….é só anedotas e propaganda ………e vocês que propagam estas parvoíces , deviam ganhar juízo

  9. rjSampaio says:

    Sim sim, vindo dos mesmos que disseram “Tesla Semi Trucks Will Not Breakdown For 1 Million Miles”

  10. Joao Rego says:

    O que nao falta sao dieseis com mais de 30 anos a funcionar como novos, já eletricos raramente duram mais de 5 anos

  11. Perry says:

    Carros da Tesla ou carros electricos? Parece-me mais um post publicitario visto que provavelmente todos os electricos podem tirar partido dessas mesmas razoes, e a maioria deles sendo construidos ainda melhores que os Tesla…

  12. Fusion says:

    Uma dúvida.
    Sempre que se fala nas avarias dos elétricos só se fala nas baterias. A bateria tem que durar x anos ou a bateria tem que dar x km.
    Percebo que o principal elemento de um elétrico seja a bateria. No entanto e as outras coisas? Os motores elétricos das rodas? E os restantes componentes? Só oiço falar em baterias, mas tenho genuína curiosidade nos restantes componentes (excluindo consumíveis uma vez que esses é normal serem trocados, como por exemplo pastilhas, pneus e por aí fora).

    • Anung says:

      A bateria é a parte mais cara de um EV. tanto que qualquer acidente que afecte as mesmas (mesmo que seja um pequeno toque sem demais danos) inviabiliza a reparação do carro. Isto num carro novo ou semi novo. Num usado então é mesmo para esquecer.

    • rui says:

      Pelo que oiço o que pode dar problemas é o onboard chager, bateria de 12v é comum ir de vela, problemas nas portas de carregamento e por ai fora, o motor me si normalmente não dá problemas pois aquilo é 3 ou 4 peças ao todo a contar com a transmissão, a bateria pode dar, mas em geral são fiaveis e a maioria da malta tem problemas em garantia, pois ou é defeito e notas logo ou então é um pack marioritariamente saudavel que duras decadas, tens só os Model S originais que os sensores de voltagem vão a vida, mas isso é uma reparação de umas centenas de euros apenas…

  13. Pirata says:

    20 anos? Mais vaporware do Musk?
    As baterias podem durar, as peças podem ser substituídas, mas a construção geral dos Teslas não os vai fazer durar 20 anos. Para não falar no software e hardware que deve ser o primeiro a dar de si.

    • rui says:

      como assim? um carro que tem meia duzia de peças de chassi tudo em aluminio não dura 20 anos?

      • Yamahia says:

        @Rui, o alumínio não costuma enferrujar e os teslas enferrujam precocemente em várias partes da carroçaria e chassis.

        • rui says:

          o Aluminio não enferruja ponto, quanto muito corroi, antes da gigapress estar em uso os teslas não eram feitos em aluminio, pelo menos o chassis, a chapa a volta não é aluminio.

          • Yamahia says:

            Não percebeste.
            Os teslas não são 100% aluminio. Nem no chassis nem na carroçaria.
            E no que não é alumínio, o tratamento anti corrosão peca por escasso.

          • Vítor M. says:

            A percentagem de alumínio nos carros da Tesla varia conforme o modelo, mas a marca utiliza uma combinação de alumínio e aço para equilibrar peso, resistência e custos.

            Aqui estão alguns detalhes:

            – Model S e Model X – Utilizam mais de 90% de alumínio na carroçaria, tornando-os mais leves e eficientes.
            – Model 3 e Model Y – Têm uma estrutura mista, com cerca de 30 a 40% de alumínio e o restante em aço de alta resistência. Isso ajuda a reduzir custos e aumentar a resistência estrutural.
            – Cybertruck – Construída com aço inoxidável ultrarresistente, como tal, foi usado muito menos alumínio do que os outros modelos.

    • JL says:

      Ainda há pouco tive perto de um com 16, já não falta muito e o carro está impecável.

      O software e hardware ambém envelhece ? Curioso porque sou programador e tenho software já com 25 anos a funcionar e nunca deu problemas, sobre o hardware é verdade que tem duração, principalmente os condensadores que duram 100 000 horas de uso.

  14. Miguel Oliveira says:

    Mas estes tipos estao bem? Não dá para comparar duração de um carro a combustão com um electrico. Facilmente vemos carros a combustão com mais de 50anos. Só daqui a alguns anos é que é possivel dizer com firmeza a duração de um carro electrico, não no fabrico dele! É a mesma coisa que dizer que a autonomia real de fábrica é de 800km, e na realidade pouco mais de metade!!

  15. Sergio J says:

    Um carro não é so baterias. É tambem o desgate dos materiais, que vai fazer criar aquelas pequenas vibrações entre peças. Não precisam ser do motor, podem ser simplesmente do tablier. Os Teslas mais antigos eram de um segmento premium que não são o Y e o 3. Quero ver como se vai portar um Y com 8 anos. Obviamente não serão todos, sera apenas uma percentagem. Falta saber se ela será baixa ou alta
    Para piorar a situação a Tesla não é conhecida pelo seu serviço pos venda. eles promovem o faça voce mesmo. Vamos ver que impacto é que isso tera no envilhecimento dos carros

  16. PorcoDoPunjab says:

    Não há nada como o cheio a Diesel logo pela manhã.
    Não quero eléctricos.
    Tenho dois carros a Diesel que provavelmente irão durar mais do que eu…

  17. JL says:

    Ui, com isto deixaram a petrolhada incomodada.

    Claro que duram, não fim de ver o que o meu está a durar e já passou metade dessa idade.

  18. JL says:

    Fora que tenho um com 27 anos e está para durar.

  19. PJA says:

    Os pilhas durarem 20anos está bem está, actualmente nem os ICE. Cada acredita naquilo que quiser.

  20. Diogo says:

    Durar é uma coisa, durar sem custo exorbitante de mobilidade é reparabilidade é outra. Ao ver aí 19anos para a land rover, tenho pena do dono….
    Vale o que vale o estudo

  21. Karlos says:

    Se é assim, façam garantia por 10 anos de tudo, bateria, pintura, motor, tudo.

  22. Vitolas says:

    A duração de um veiculo é sempre muito subjetivo..
    Até podem durar mais, desde que o resto esteja bem e haja dinheiro é só ir mudando motores e baterias, tal como se faz em qualquer carro.

    Para além que, como raio é que se faz estes estudos?
    Andam a perguntar a malta na rua quantos anos tinham os carros que lhes morreram nas mãos ou andam nas sucatas a tentar descobrir o que aconteceu a cada carro?

  23. Leonel matos says:

    Notícia no mínimo tendenciosa. Conheço montes de gente com carros como clios.corsas e outros com cerca de 30 anos e ainda andam aí. Conheço até quem tem 1 Corolla com mais de 40 anos . É óbvio que normalmente motores a gasóleo duram mais mas independente de ser a gasóleo, gasolina ou elétrico nenhum fabricante dá como prazo de vida 20 anos. Até pork os cuidados que se vão ter com o veículo ao longo da vida pode prolongar ou encurtar esse tempo. Cuidados com as revisões, ter garagem vai ajudar muito a cuidar da chapa e pintura e isso também é importante ao fim de muitos anos, tudo conta e no final com cuidados tem carros com 30 ou mais anos até a gasolina

  24. Rick says:

    E era mesmo um Tesla…agora até servem para pintar suásticas eh eh

  25. Joao M. says:

    “tenho duvidas que eletricos sejam superiores a diesel” depois os exemplos que se dá – carros de gama premium como Mercedes, Audi, etc.. 😀 Carros que foram criados há anos, quando se usava menos plasticos e peças para durar. Além disso, quantos desses carros ainda têm peças originais – além da carroçaria?

    Um carro, seja ele qual tipo for – até um Opel corsa de 1990 – irá durar o tempo que o proprietário permitir; ou seja, se o proprietário tratar bem do carro, ele irá durar anos. E o que é “tratar bem do carro”:
    – revisões periodicas bem feitas. Trocar peças em desgaste em vez de quando quebram, manutenção de pintura, etc etc..
    Onde o EV ganha a um ICE? Na manutenção necessária, dado que tem muito menos peças moveis e de desgaste rapido. Falamos sempre das baterias mas até elas, se bem cuidadas, duram anos e, caso precisem de arranjo, já se arranja modulos individuais (ou pequenos clusters) sem ser preciso trocar o pack completo da bateria.

  26. João says:

    dispenso carros com cauda! nem que durem 50 anos, enquanto forem como são nem que me paguem, só se me obrigarem!

  27. nameblomcc says:

    20 anos? LOL!

    Já vi vários Teslas Model 3/Y com 2-3 anos e parece que têm 15 anos. Folgas em todos os lados, plásticos partidos, barulhos parasitas, etc.

  28. Joao says:

    Aqui há um Citroen C3 1.4HDI com 22 anos, ótimo estado, motor com tudo original, 380mil KM, zero apontamentos na inspeção e quase sem custo de manutenção.

  29. PeterJust says:

    Já percebi, são burros e só tem capacidade para comprar um 190 de 94 e querem convencer os outros que esse 190 vale mais que um Tesla! Não, vocês é que são limitados mentalmente e como é óbvio só conseguiram arranjar um emprego modesto e tem o carro que merecem, um 190 com 30 anos que se tiver um acidente com um citadino atual ficam lá entalados e só com sorte saem de lá numa cadeira de rodas, enquanto estão entalados no vosso Mercedes clássico a ganir, o condutor do citadino sai do carro a sacudir o pó do airbag da roupa. Como é que se diz? Ha, é seleção natural

    • Yamahia says:

      Os 190 não tinham airbags?

    • Joao says:

      Afinal não percebeste foi nada e andas enganado neste mundo, com os olhinhos completamente tapados e esse cérebro completamente subdesenvolvido, fruto de pouco uso ou de completa falta de honestidade mental. Ter um 190 com 30 anos para ti pode ser degradante, para outros pode ser aliciante, um clássico, gosto pessoal ou apenas alguém que entende que um carro e um simples meio de locomoção e está a cagar-se completamente para a opinião de outras pessoas. Já tu parece que vives de aparências. Quanto à tua ideia de acidente, 190 a bater num atual? acho que o atravessa a meio e a chapa nem deve dobrar, a estrutura certamente não.
      Quanto ao emprego modesto, mais uma demonstração da limitação que tens aí no sotão, um emprego modesto de hoje em dia, como pintor, pedreiro, electricista, canalisador, etc…, ganha mais dinheiro que um engenheiro, médico ou arquiteto, por exemplo. Para tua sorte, a seleção natural acabou com a medicina, agora até tu conseguiste nascer.

  30. Mus says:

    O que eu acho “engraçado” é, se um carro a combustão dura, por exemplo vinte anos, para igualar o custo de produção em minerais, um carro elétrico deverá durar 120 anos e para igualar o custo ambiental deverá durar 30 anos.

    Acredito que um carro atual, elétrico ou não, possa, com a manutenção correta, durar 20, 30 anos, mas duvido que todos os ecrãs, painéis eletrónicos, sistema operativos e aplicações utilizadas nos carros atuais durem esse tempo todo, em condições de utilização confortável e eficaz.

    • JL says:

      Iguala o custo de produção em minerais como ? Se um a combustão usa 300 a 400x mais recursos e energia ?

      • Mus says:

        Esses números que apresenta, não os conheço, mas o estudo de que fala a notícia tem isto: “The production of a typical EV is relatively resource intensive (requiring six times the critical mineral inputs of a conventional vehicle2) and has an environmental impact 50% higher than an ICEV3.”
        Que se pode traduzir como: “A produção de de um veículo elétrico típico tem um custo relativamente intensivo (requerendo seis vezes a utilização de minerais essenciais de um veículo convencional) e tem um impacto ambiental 50% mais alto do que um veículo de combustão interna.”

          • Mus says:

            Muito obrigado pela partilha, JL.
            Só há uma coisa no estudo da T&E que me deixa de pé atrás: basearem-se em demasia, na minha opinião, na previsão de desenvolvimentos técnicos, crescimentos de produção e utilizações previstas daqui a vários anos.

            Acredito que, tal como os cavalos foram substituídos, os motores a combustão também o serão, mas os fabricantes (e as entidades ligadas às regras de segurança dos automóveis) terão que acordar uma total reavaliação no fabrico de automóveis elétricos, tornando-os mais aerodinâmicos e (muito) mais leves.

          • Yamahia says:

            @Mus, não te deixes levar pela cantilena do @JL.
            A T&E é um dos templo das missas elektras mentirosas e promove a narrativa elektra tendo já levado ao engano milhares de pessoas que compraram carro elektro e prejudicaram a sua vida por causa disso.
            Nunca na vida se vai assistir a isso aí que a T&E escreveu em 2021.
            Hoje 2025 e ainda é pior. A esperança de alguma verdade dessa missa residia na NorthVolt conseguir fabricar baterias com energia “verde” da Suécia.
            Simultaneamente a A Hydrovolt que nessa altura já operava na Noruega estava já a gerir esta problemática da reciclagem de baterias. Naquele momento apenas estavam a conseguir extrair o ALUMÍNIO com alguma rentabilidade (vendiam-no à Hydro para que esta fabricasse perfis em alumínio- os nossos conhecidos da antiga Technal, por ex. Hoje marca Hydro). Devido a não existir um padrão no fabrico das baterias não era possível automatizar o processo de reciclagem o que implicava que o processo de reciclagem da chamada massa negra fosse economicamente inviável e os fabricantes optavam por comprar novo e promover ainda mais mineração e consequente destruição dos solos e secassem ainda mais reservas de água!
            Eles estavam a tentar através de uma parceria com a citada sueca Northvolt viesse a resultar no aproveitamento de boa parte dessa massa negra. MAS SÓ A PARTIR DE 2025.
            Ora já estamos em 2025 e novidades? Novidades é que a NorthVolt fechou e enquanto esteve viva nem sequer produzia baterias. Importava-as da China fabricadas com electricidade intensiva em carvão, para tentar satisfazer as encomendas e manter os excelentes Clientes que tinha em carteira.
            Foi tudo por água abaixo, conforme hoje se comprova.
            E continuam a ter que destruir um total de terra movimentada que pode realmente chegar a cerca de 5.000 toneladas para uma só bateria de um carro elektro com 100kWh de capacidade.

            Outra mania da T&E, é contar com o consumo do petróleo por parte dos térmicos mas esquecer-se recorrentemente que a electricidade não vem do ar e que ~70% da electricidade global ainda é fóssil (carvão, gás natural e petróleo) obtida por processos muito mais agressivos para o ambiente que o típico trabalhar de um motor térmico moderno.
            E que a polémica energia nuclear representa aproximadamente 9-10% da eletricidade mundial
            Os 20% restantes considerados “verdes” tb carregam um fardo muito negro. Mas isso já iria tornar o post muito longo.
            Fiquemo-nos por aqui, por enquanto.

            (o típico empurrar com a barriga que tanto caracteriza esta indústria) Sempre a meter a carroça à frente dos bois!

          • JL says:

            O relatório baseia-se em tecnologia já existente e funcional, os custos tendem a baixar com aparecimento de mais matéria prima e isso leva à maior rentabilização do sector.

          • JL says:

            Lá vem a conversa da negação, então mostre lá provas disso ?

            Desde quando a nortvolt fechou ?

            Mas eles falam é da Europa, e não do resto do mundo.

            É isso é, o motor térmico é a coisa mais green do mundo.

          • JL says:

            Pois fiz bem, vendiam, mas agora até a hydrovolt já processa a massa negra, e ainda tem um salto positivo na energia que gasta:

            https://www.hydrovolt.com/process

          • Yamahia says:

            A NorthVolt faliu e entrou com um processo de protecção na mira de ainda mais subsídios mas o governo sueco q não brinca com o dinheiro dos contribuites, já disse q não lhes dá nem mais um tusto. E não há nenhum investidor q queira pegar naquilo.

            Qt à Hydrovolt faz o que sempre fez. Extrai o alumínio e DIZ que armazena a massa negra na expectativa q chegue alguém que a consiga separar a custos controlados. Agora q existe NorthVolt que dizia q ia fazer e acontecer em 2025 , (estranho q na hora da verdade a NorthVolt fecha portas) quem serão esses milagreiros? DIZ mas sempre causa estranheza os milhares de contentores que todos os anos “caem” ao mar em latitudes desconhecidas.
            É isso e os aterros a capacidade de reciclagem da Hydrovolt.
            Entretanto expõem uns bidons para inglês ver num qq armazém a verter veneno.

          • JL says:

            Então não faliu.

            Tanto não é expetativa que já anunciam o que recuperam, só naquelas tecnologias que você tanto apoia é que há desenvolvimento que não se vê ? Estranho, onde estão esses milagreiros ?

            Então mostre lá esses contentores ? É mais uma invenção sua ? Como sempre.

            Onde estão os contentores ?

          • Yamahia says:

            Onde estão?
            No fundo do mar, oras…
            Que raio de pergunta.

          • JL says:

            Onde ? mostre lá ?

  31. Yamahia says:

    É interessante analisar a oportunidade do lançamento de um “estudo” destes na UE e UK no exacto momento em que foi anunciado que a Tesla sofreu perdas nas vendas nestes mercados que a remetem para os nrs. de 2022.

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