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Exame de condução no Reino Unido é tão exigente que alunos estão a recorrer a “sósias”

                                    
                                

Fonte: The Guardian

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Rui Almeida says:

    E depois vao para la os tugas romenos e places com carats tirades super facilmente e rebentam o país todo. Faz lembrar aqui o curso de medicina com médias de 19.3 e depois fomos tira lo a praga com média de 16 e agora ganho mais que os médicos de lisboa

  2. Grunho says:

    Um país onde se guia tão mal, tão mal, que até andam em contramão.

  3. Yamahia says:

    Venham para Portugal. Basta um tutor e ao q julgo saber a carta de PT é valida no UK.

  4. Manuel da Rocha says:

    2002-2004. Em Lisboa, havia 2 escolas, de condução, unidas com 2 outras, na margem sul, do Tejo. Os instrutores, eram jovens, membros de uma juventude partidária, tendo acesso a informação, de cima, como terem acesso, ás 160 perguntas, que podiam sair, no exame, de código, dessa semana.
    Em semanas, que o exame, tinha, na maioria regras, era possível “contratar” um jovem, que iria apresentar o BI, do candidato, para fazer o exame. Se passasse, recebia 600 euros. Se chumbasse, não recebia nada.
    O esquema foi descoberto, por uma instrutora, de outra escola, que notou que, 100% dos alunos, de uma secção, passaram e, poucos dias depois, os mesmos alunos, apareciam, para realizar, o exame de código. Depois de fazer queixa, foram 307 acusados, de fazerem, pelo menos, 22000 exames, de código, em 3 anos. Acabaram condenados, por falsificação de documentos (passavam BI original, num scanner, colocavam foto de quem iria fazer, o exame, imprimiam e plastificavam, com plástico grosso, para ninguém notar, que, o papel era fino) e personificação de candidatos. Penas suspensas, pois a burla não foi aceite, pois nenhum aluno, que pagou, quis ir depor.
    Alguns, em 2013, voltaram a ser apanhados, numa escola de condução, no Porto, por andarem a fazer o mesmo, agora nos exames de condução, em que o candidato, conduzia, até ao fundo da rua, com o instrutor a realizar, o exame, dando nota mínima, para ter a carta de condução. Foi em 2016, que se criou o sistema aleatório, para escolher examinadores, poucos minutos antes, de receberem, o candidato, impedindo estas situações.

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