Elétricos: preço em tempo real do custo do carregamento
Os condutores de veículos elétricos vão passar a ter acesso, em tempo real, ao custo exato do carregamento nos postos públicos.
Preço em tempo real: funcionalidade está a ser testada em várias cidades
A nova funcionalidade, que será integrada nas principais plataformas de mobilidade elétrica, pretende aumentar a transparência e facilitar a comparação de preços entre operadores.
Até agora, muitos utilizadores apenas conheciam o valor final após o carregamento estar concluído, o que dificultava o controlo dos custos e a escolha das opções mais económicas. Com a nova medida, os preços por kWh, as taxas de utilização e os custos de estacionamento serão atualizados dinamicamente e visíveis antes e durante o carregamento.
Segundo a MOBI.E, que gere a rede pública de carregamento, esta atualização faz parte de um conjunto de melhorias destinadas a tornar o sistema mais eficiente e centrado no utilizador. “O objetivo é garantir que o consumidor tem toda a informação necessária para tomar decisões informadas, de forma simples e transparente”, explicou a entidade.
A funcionalidade está a ser testada em várias cidades e deverá estar disponível a nível nacional até ao final do ano.





















Uau…nem sabem quanto estão “a meter” quando estão “a meter”.
Problema comum da mobie, não de operadores como Tesla, ionity, entre outros
A malta nova não mete nada.
Não, só os velhos do Restelo é que metem.
A electricidade é extremamente cara, infelizmente.
O melhor são gas/gasolina, ou electrico/gasolina.
Eu sou da opinião, que os carros todos eles deveriam ser obrigados a vir com um sistema kers.
Ou seja. no arranque motores electricos ajudam, depois o motor principal mantem.
Nas travagens, carrega a pequena bateria eléctrica.
Com um mecanismo destes, os carros de combustão interna, viam os consumos muito reduzidos.
O kers não tem que ser uma coisa gigante, até podia dar para tipo uns 10km em modo electrico.
Ou seja éra para para/arranca,ou acelerações grandes, que é onde se consome mais.
Já existem os mild hybrid e o consumo de combustível não baixa nada de especial. E nenhum dá para andar só em elétrico e mesmo que desse nunca atingiria os 10km só em elétrico. Para isso tem de ser um hibrido plugin.
Se é extremamente cara porque quer juntar 2 sistemas caros ?
Todos os híbridos fazem isso, e até os eléctricos, reduz os consumos, mas não tanto como parece.
Da para consultar esses dados no comp de bordo, por aqui nunca passa os 2 km por deslocação
Ter uma bateria para 10 Kms de autonomia, de facto é uma vantagem do catano.
Meu, atualiza-te. Os hibridos já fazem isso há muito e agora andam por aí uns que lhe dão o nome de veiculos elétricos com extensor de autonomia…
Mandem a Mobi.E e os seus delírios embora de uma vez por todas, uma vez que esta entidade gestora ainda aí anda neste período transitório para o novo RJME, e
Acabam-se os 1001 cartões de CEMEs, custos imprevisíveis etc.
Na rede onde habitualmente carrego em viagem, sei sempre o preço em realtime, e o preço é talvez o mais acessível que possa haver na rede pública.
Nos restantes postos de potências similares da Mobi.E, só o custo do OPC sem iva por kwh, ou por minuto, ou ambos, fica mais caro que o custo total por kwh na dita rede, e ao custo do OPC ainda se soma o custo do CEME, e taxas variadas e tarifa para esta maravilhosa entidade gestora (embora esta tarifa para a entidade gestora seja comparticipada, ou seja paga por todos os contribuintes).
Felizmente um cartão de débito/crédito vai passar a ser o único requisito para carregar o carro.
Continua o problema dos roubos dos cabos das estações super-rápidas…entre outras soluções porque não ter cabos retráteis como nas bombas de gasolina (que só são desbloqueados depois de passar o cartão de débito/crédito). Deve de custar menos a implementar do que estar sempre a substituir os cabos.
“O objetivo é garantir que o consumidor tem toda a informação necessária para tomar decisões informadas, de forma simples e transparente”.
Mais balelas!!!
Tudo neste país é centrado nos grandes grupos. Nunca no utilizador final. Apesar de bem vindaesta medida, se o utilizador final fosse uma preocupação das empresas, isto já estava implementado desde o início.