Striker: se a Dacia cumprir, muita gente vai repensar o próximo carro
Apoiada por um modelo de negócio estruturado, a Dacia vai reforçar a sua ofensiva no segmento C com o Striker, um novo crossover multi-energias que combina o dinamismo de uma carrinha, a praticidade de um hatchback espaçoso e a distância ao solo de um SUV.
A visão da Dacia para o futuro do segmento C
Fiel ao ADN da Dacia, o Striker apresenta um design robusto e confiante, com linhas dinâmicas, silhueta aerodinâmica e uma frente vertical assertiva, complementadas pela nova e moderna assinatura das luzes diurnas da marca.
Segundo a marca, foi dada especial atenção aos detalhes do design, incluindo uma animação distinta na porta dianteira e uma ligação, em preto brilhante, entre as luzes traseiras, realçada por uma textura técnica que reforça o carácter moderno e duradouro do automóvel.
O Striker personifica a ambição da Dacia de tornar a mobilidade elétrica acessível no segmento C. A sua silhueta disruptiva e a vincada eficiência aerodinâmica refletem uma abordagem de engenharia pragmática, focada nas necessidades reais dos clientes e na usabilidade quotidiana.
Com 4,62 metros de comprimento, o Striker é um crossover multi-energias que complementa o Bigster na gama do segmento C da Dacia. Juntos, os dois modelos formam uma dupla robusta e essencial, concebida para reforçar a presença da marca neste segmento estratégico.
Apresentado, pela primeira vez, em avant-première no futuREady, durante o Strategy Day, o Striker vai ser totalmente revelado em junho. A gama vai incluir uma versão híbrida, um Hybrid 4x4 e uma variante a GPL.
Com um preço inicial inferior a 25.000 euros, segundo a Dacia, o Striker alarga, significativamente, o acesso à mobilidade elétrica, tanto para clientes particulares como para frotas.
Conforme vimos anteriormente, o nome Striker inspira-se na década de 1980, e sugere a potência e a precisão do golpe — o gesto que derruba todos os pinos no bowling ou muda o rumo do jogo.
A sua terminação "-ER", tal como Duster, Jogger e Bigster, enquadra-o firmemente na família Dacia: "É um nome fácil de pronunciar e com uma fonética forte".
Derivado da expressão universal "fazer um strike, acertar no alvo", o nome deste novo modelo transmite a robustez e versatilidade de um modelo concebido para ser o companheiro de viagem ideal.
futuREady: Striker é parte do roteiro estratégico da Dacia para 2030
Em 2025, o sucesso da Dacia foi impulsionado pelo forte desempenho dos seus principais modelos:
- O Sandero foi o automóvel de passageiros mais vendido, na Europa, em todos os canais, pelo segundo ano consecutivo e é o automóvel mais vendido, a clientes particulares, na Europa, desde 2017.
- O Duster ficou em segundo lugar, entre os SUV mais vendidos a clientes retalhistas, na Europa.
- O Bigster tornou-se o SUV C mais vendido a clientes retalhistas, na Europa, durante o segundo semestre de 2025.
No final de 2025, a Dacia atingiu um marco simbólico importante, ultrapassando os 10 milhões de automóveis vendidos em todo o mundo, desde o lançamento do Logan, em 2004. Um modelo que remodelou, significativamente, o mercado automóvel.
Olhando para o futuro, a estratégia de médio prazo da Dacia reforça a sua comprovada fórmula, enquanto amplifica os seus princípios fundamentais. O roteiro da marca para 2030 está estruturado em torno de cinco pilares principais:
- Uma mudança decisiva para a mobilidade elétrica
A Dacia entrará de forma confiante e decisiva na mobilidade elétrica, com o lançamento de quatro automóveis totalmente elétricos, até 2030.
A jornada da Dacia no mundo dos automóveis elétricos começa, este ano, com um novo modelo elétrico do segmento A, construído sobre a plataforma AmpR Small do Grupo Renault e fabricado na Europa. Desenvolvido em menos de 16 meses, este automóvel reflete totalmente o ADN da Dacia, com um preço inicial inferior a 18.000 euros.
- Acelerar a eletrificação em toda a gama
A eletrificação irá expandir-se rapidamente em toda a gama. Atualmente, um em cada quatro automóveis Dacia vendidos é elétrico. No futuro, graças aos novos modelos full-hybrid e às soluções inteligentes de eletrificação, dois terços das vendas da Dacia vão ser elétricas. A Dacia tem todos os recursos e conhecimentos necessários para concretizar esta ambição.
- Uma forte ofensiva no segmento C
A Dacia está a reforçar a sua presença no segmento C. Os primeiros passos da marca com o Bigster já estão a revelar-se um sucesso. Aproveitando este impulso, a Dacia pretende aumentar a quota de automóveis do segmento C, no seu mix de vendas de um quinto, atualmente, para um terço, nos próximos anos.
Para o conseguir, a Dacia apresenta o Striker, um novo, dinâmico e surpreendente crossover elétrico. Juntamente com o Bigster, o Striker forma uma dupla que se complementa: dois modelos, duas personalidades distintas, que partilham o mesmo ADN essencial, robusto e orientado para o valor.
- O próximo capítulo para o Sandero
O Dacia Sandero, uma verdadeira história de sucesso, há quase 20 anos, continua a evoluir com o tempo. Para a próxima geração, o Sandero contará com uma gama de motorizações totalmente multi-energias, concebida com os clientes no centro e perfeitamente alinhada com o plano de eletrificação da Dacia.
Acima de tudo, o Sandero continuará a ser a referência em termos de relação qualidade/preço no seu segmento. Esta é a promessa da Dacia, e a marca continua firmemente empenhada em cumpri-la.
- Reforçar o que torna a Dacia distinta
A Dacia continuará a basear-se nos pilares que a tornam verdadeiramente distinta: a sua reconhecida experiência 4x4 acessível a todos e a sua liderança em soluções de GPL.
Com este roteiro a médio prazo, a Dacia reforça o seu posicionamento único e confirma a sua ambição de oferecer uma mobilidade pragmática, acessível e preparada para o futuro.
Nos próximos anos, a Dacia continuará a redefinir os fundamentos da mobilidade moderna, com um modelo de negócio que combina design atraente, robustez comprovada e inovação acessível.
Reconhecida como a marca com a melhor relação qualidade/preço, a Dacia reforçará o seu desempenho baseado numa filosofia disciplinada e altamente eficiente de design-to-cost.





























A Dacia dorme com um olho aberto. Percebeu uma coisa que muitos fabricantes ainda ignoram: não basta fazer elétricos, é preciso torná-los possíveis para quem vive fora do segmento premium. Se o Striker conseguir equilibrar preço, autonomia e espaço familiar, pode mesmo mexer com o segmento C. O desafio não é tecnológico. É manter a promessa de acessibilidade sem cair no “barato que sai caro”.
Na minha maneira de ver e dono de um Dacia, onde a Dacia perde, é no pós venda, tu podes comprar um Dacia, e a Renault onde tu vais fazer os teus serviços de manutenção, eles trabalham tão mal, mas tão mal, nos concessionários da Renault que te dá vontade nunca mais tu comprares um Dacia na vida, edifícios a cair de podre, pouca mão de obra de mecanica para tanta procura de pós venda, basicamente se quiseres trocar algo que esteja dentro da garantia, mesmo que queiras pagar, não te deixam, não trocam, dizem que tem que se fazer um video para comprovar o problema do produto e tem que ser enviar para Lisboa para lisboa aprovar a trocar da peça que está em garantia e que não vale a pena proceder com tanto trabalho, por algo simples, tens que mamar com algo a fazer barulho só porque sim, só porque dá trabalho fazer um video a comprovar algo que faz barulho. O cliente nem tem opção de escolha, é não e é não. E prontos é isto o pós-venda da Dacia. Eu compreendo que estejam cheios de trabalho. Agora o cliente sai a perder, credibilidade da marca cai por água a baixo, mas realmente isto nada interessa hoje em dia. O interesse é vender o resto que se lixe.
A assistência pós venda é bastante medíocre depois da compra não se interessam por mais nada o cliente reclama e nunca tem razão só se fores cliente frota com muitos veículos tens um melhor atendimento a relação preço /qualidade não engloba a assistência após venda sou do norte e existe um monopólio desta marca a Caetano é o exemplo só tem interesse em vender e esquece se dos clientes