iPhone Fold: imagens “roubadas” na Apple revelam um design revolucionário
Existe uma pressão crescente sobre a Apple para se posicionar sobre qual será o caminho que levará ao surgimento do futuro iPhone Fold. Entretanto, surgiram já imagens que alegadamente mostram um primeiro vislumbre “oficial” deste novo gadget da empresa de Cupertino.
Este ano de 2026 deverá ser particular para a Apple, que lançará finalmente de forma oficial o seu primeiro smartphone dobrável, o iPhone Fold. Um equipamento do qual já se sabe que deverá beneficiar de um ecrã que, quando aberto, será praticamente liso, com uma dobra quase impercetível.
Mas essa não deverá ser a única particularidade do design deste iPhone, que deverá certamente encontrar rapidamente um sucesso popular.
Imagens da Apple mostram o design único do iPhone dobrável
Será ainda necessário esperar alguns meses pela próxima keynote de outono da Apple, ocasião em que poderemos finalmente descobrir oficialmente o iPhone Fold.
No entanto, já não será necessário continuar à espera para ter uma ideia do seu aspeto.
De facto, o leaker Sonny Dickson, que tem um bom histórico de fugas de informação reais, acabou de partilhar na rede X renders 3D CAD do iPhone Fold.
— Sonny Dickson (@SonnyDickson) March 9, 2026
Tendo em conta a sua reputação, como refere o PhoneArena, há grandes probabilidades de se tratar de renders provenientes diretamente da Apple, e que pode observar logo abaixo.
Um iPhone que se distinguirá dos concorrentes, como o Samsung Galaxy Z Fold
A primeira coisa que salta aos olhos é obviamente o formato deste equipamento. Ao contrário de outros smartphones dobráveis, que quando estão fechados parecem um smartphone topo de gama normal (mas muito espesso), o iPhone Fold é claramente mais largo do que alto.
Vários rumores nos meses anteriores tinham referido um design que adotaria um formato de «livro» quando aberto. Esta informação parece confirmar-se aqui.
Será também necessário ver o que valerá este equipamento ao nível da fotografia. Isto porque, apesar de chegar ao mercado com um preço provavelmente muito elevado, teria apenas direito a um sensor selfie colocado no canto superior esquerdo e, na parte traseira, a um módulo fotográfico com dois sensores.





















Finalmente vamos ter dobraveis que sao uteis e bem feitos. Um iphone que se transforma num ipad e numa dock num macbook. O conceito e da asus mas foi mal feito a apple não engana e sabe como fazer bem
Parece-me que a Apple sabe que ninguém quer dobráveis.
Aliás, as vendas do dobrável da Samsung são assim tão extraordinárias?
Estaria rico se recebesse 1 euro por cada notícia que já saiu sobre supostos dobráveis da Apple.
O preço também não ajuda nada…
Agora imagina os preços de um dobrável da Apple
E há quantos anos esse conceito foi lançado pela ASUS? Sem grande erro, terá sido em 2012 ou 2013.
Revolucionário! ROFL
E não é? Diz-me lá, caro leitor, onde viste a Apple a lançar até hoje algo neste tipo de abordagem?
Ou seja, é revolucionário dentro do mundo Apple mas não no mundo extra Apple…
Mas a forma como o título está feito deixa a acreditar que é algo nunca antes visto em mais lado nenhum….
Tu pensaste isso, mas estamos a falar de um dispositivo Apple, um conceito novo. Mas não novo no mercado, porque achas tu que o conceito já não é novo e o design seria referido a tudo que existe? Não é mais lógico falar do que a Apple está a criar? Quantos fora da Apple já criaram um design neste tipo de formato? Abra os dedos e conta… quantos?
Lamento mas concordo com os outros dois utilizadores… o que dá a entender é que o dispositivo é revolucionário no geral… nao dentro da Apple…
No geral também o poderá ser. Como foi referido, no mercado não há nenhum modelo Fold com estas características de “livro”. Contudo, e como estamos a falar de um produto Apple para dentro da oferta Apple, o revolucionário é sem dúvida taxativamente para dentro da oferta da empresa. Claro, percebo que muitas pessoas ficam piurças ao perceber que a Apple poderá lançar algo com a sua própria identidade, mesmo sendo um segmento já com alguns exemplos, que não têm tração no mercado em geral. Mas a interpretação tem asas. Depois a cultura de cada um leva-a para onde quiser 😉
Na óptica do Vitor de duas uma, ou tudo o que a Apple apresenta é sempre novo, inovador e revolucionário, meramente porque sim e porque é Apple….. Ou então generalizamos e quando alguém ou uma empresa apresenta algo que seja igual ou muito similar a algo que já existe é igualmente novo, inovador e revolucionário…..
O teu argumentário é que é pobre. Pois, como é sabido, a Apple revolucionou o mundo da tecnologia onde nenhuma outra marca o conseguiu, desde o seu ecossistema, aos produtos que são hoje líderes de mercado. Também é verdade, e vemos neste caso dos dobráveis, que deixou a ideia amadurecer, escolheu o caminho para depois apostar em não se igual aos demais. Uns com uma folha, outros com três, mas com um conceito mais tablet do que de livro (a ser verdade, convenhamos). E é perante o que se vê, que de facto se nota uma diferenciação face ao que os outros lançaram.
Podias ter usado o comentário para argumentar e factualizar o que eu poderei estar enganado, mas ficaste apenas pelo básico da crítica vazia.
Vítor, começar por dizer que o argumento de outra pessoa é “pobre” não acrescenta muito à discussão. O que eu e outros utilizadores apontámos foi algo bastante concreto: o uso da palavra “revolucionário” no título.
Dizer que a Apple já revolucionou a tecnologia no passado não demonstra que este produto em particular seja revolucionário. São duas coisas diferentes. A discussão aqui não é a história da Apple, é se um telemóvel dobrável em formato “livro” pode ser apresentado como algo revolucionário no mercado atual.
E é precisamente aí que está o ponto: este tipo de formato já existe há vários anos em equipamentos de várias marcas. Portanto, no panorama geral do mercado, dificilmente se pode chamar revolucionário.
Se mais tarde a Apple trouxer alguma abordagem técnica realmente diferente — por exemplo na dobra do ecrã, espessura, durabilidade ou software — aí sim poderemos falar de algo potencialmente inovador. Mas com base no que foi mostrado até agora, a crítica ao título parece-me perfeitamente legítima.
Aliás, se leres novamente os comentários iniciais, verás que o que foi dito foi exatamente isso: o título dá a entender uma revolução no mercado, quando no máximo será uma novidade dentro do catálogo da Apple.
Acrescenta. Então, se te deixei factos e apenas estás a varejar os ramos, não podes ter uma discurso rico em novidades (mas memso assim é legitimo não aceitares o adjetivo, não deixa de ser a tua opinião). Eu expliquei o conceito de revolucionário, na oferta Apple. Independentemente de aceitares ou não, é uma revolução no que a Apple até hoje lançou. E mais, não sabemos o conceito além do design, pode ainda trazer mais revolução à utilização, segundo algumas patentes que a marca registou. São outros fatores a ter em conta. Qual era o interesse em juntar dois iPhones? Um formato menos, mais espaço para se afastar do conceito mini iPad, ter formatos ajustados, bem isso poderá dar de facto um selo de novidade, de revolução até dentro dos sistemas operativos. Aliás, como a Apple o fez com o Vision Pro.
Vítor, acho que continuamos a falar de duas coisas diferentes.
Eu percebo o que queres dizer quando afirmas que pode ser uma “revolução” dentro da oferta da Apple, no sentido de ser algo que a marca nunca lançou antes. Nesse ponto não há grande discussão: um iPhone dobrável seria naturalmente uma novidade no catálogo da empresa — mas não no mercado.
O ponto que eu e outros utilizadores levantámos foi outro: quando se usa a palavra “revolucionário” num título, a interpretação natural em português — e creio que praticamente em qualquer outra língua — é no contexto do mercado ou da tecnologia em geral, não dentro do catálogo de uma única marca. Ainda por cima quando estamos a falar de um site como o PPlware, que cobre tecnologia de forma transversal e não apenas produtos Apple.
Quanto ao resto, pode perfeitamente acontecer que a Apple venha a introduzir alguma abordagem diferente na dobradiça, no software ou na forma de utilização. Se isso acontecer, aí sim poderá justificar-se falar de algo realmente inovador. Mas, até ao momento, nada do que foi mostrado — essencialmente renders de um fold em formato “livro” — indica ou sugere uma inovação real no mercado.
Aliás, parte da dificuldade desta discussão tem sido precisamente essa: em vez de responder diretamente ao ponto levantado sobre o uso do termo “revolucionário”, os argumentos têm passado sobretudo por generalizações sobre a história da Apple ou por cenários hipotéticos sobre o que o produto poderá vir a ser.
Mais uma vez, com base apenas no que foi apresentado até agora, as críticas ao uso da palavra “revolucionário” parecem-me perfeitamente legítimas e certeiras.
Nem pensar nisso. Mas estás a léguas da verdade. Esse teu raciocínio parte de um pressuposto frágil e de uma leitura demasiado rígida do título. Em jornalismo tecnológico, títulos não são tratados como declarações académicas fechadas, mas como sínteses interpretativas que contextualizam um produto, uma funcionalidade ou uma estratégia. A palavra “revolucionário” é usada há décadas na imprensa tecnológica precisamente para sinalizar mudança relevante dentro de um determinado contexto, e não necessariamente como uma afirmação absoluta à escala de todo o mercado.
Estás totalmente errado!
Outra fragilidade das pessoas argumentarem de forma séria é invocarem o facto de o Pplware cobrir tecnologia de forma transversal. Precisamente por ser um site generalista, cobre marcas, plataformas e ecossistemas distintos, e cada um deles tem os seus próprios ciclos de evolução. Uma mudança significativa dentro de uma marca ou de um sistema pode perfeitamente ser apresentada como “revolucionária” no contexto dessa evolução, sem que isso implique que nenhuma outra empresa tenha feito algo semelhante antes.
Eu referi isso e não és tu que me vens dissertar sobre o que eu posso ou não adjetivar como revolucionário. Ou o que tu achas que devo poder usar para classificar como revolucionário! Era só o que mais faltava. 😉
Vítor, ninguém está a dizer que não possas usar o termo que entenderes no título, isso é naturalmente uma decisão editorial tua enquanto autor.
O ponto que eu e outros leitores levantámos foi apenas uma interpretação possível do título, e provavelmente a mais natural quando estamos num site generalista de tecnologia. Comentários como estes são, aliás, algo perfeitamente normal em qualquer espaço de discussão: leitores interpretam títulos e reagem a essas interpretações.
Quando se lê “design revolucionário”, a interpretação mais imediata, num contexto generalista como o do Pplware, tende a ser no âmbito do mercado ou da tecnologia em geral, não dentro do catálogo de uma única marca. Foi apenas isso que motivou as reações, e parece-me que não consegues encaixar tal facto.
Percebo o que queres dizer quando referes que, em jornalismo tecnológico, os títulos muitas vezes sintetizam mudanças dentro de um determinado contexto ou ecossistema. E assim sendo, se o objetivo é precisamente enquadrar essas “revoluções” dentro do universo Apple, deixo uma sugestão construtiva: criar ou destacar uma secção dedicada à Apple poderia ajudar a contextualizar melhor esse tipo de abordagem editorial e evitar interpretações mais abrangentes por parte de leitores que chegam ao artigo num contexto tecnológico mais geral. A partir desse momento o teu argumento do”mundo Apple” ganha vida, caso contrário que eu saiba o Pplware não é um canal de notícias focadas apenas na Apple.
O que tem tornado esta discussão um pouco mais difícil é que, ao longo das tuas respostas e “argumentação” o teu foco acabou por mudar várias vezes em relação ao ponto inicial. Por exemplo, em alguns momentos o argumento passou para a história da Apple e para o facto de a empresa ter revolucionado outras áreas da tecnologia no passado – algo que pode ser discutido, mas que não responde diretamente à questão levantada sobre este produto específico.
Noutros momentos surgiram também hipóteses sobre funcionalidades futuras ou patentes que poderão vir a existir. Isso é naturalmente interessante, mas continua a ser especulativo e não altera o facto de que, com base na informação atualmente disponível (renders e rumores de design), o conceito apresentado não representa algo novo no mercado dos dobráveis.
No fundo, parece-me que estamos simplesmente perante duas leituras diferentes de um mesmo adjetivo forte num título e na rua incapacidade em entender grande maioria dos teus leitores.
Creio que de uma forma ou de outra, apenas se chama a tua atenção para refletir um pouco.
No fundo o que estás a dizer é que, apesar de não concordares, porque apenas achas que não se deve aplicar, o que utilizei está conforme, preenche os requisitos para ser usado e não está errado. Só não deveria usar porque tu entendes que não se deve usar. Ora, eu, que percebo perfeitamente os meus leitores, muito bem, até, acho que tu perdeste o objetivo do teu comentário. Visto que, como dizes, está tudo bem, faz sentido, apenas há outras leituras. Nunca disse que não existiam, logo, qual é o point? Não existe!
Isto x2
Não percebi a parte do revolucionário.
Simples, olhas para o que a Apple fez até hoje, e não encontras nada deste calibre.
Mas a Samsung já faz dobráveis há bastante tempo. não vejo no que isto difere.
Certo, mas a Apple não. O revolucionário tem sobretudo uma interpretação dentro do ecossistema Apple. A Apple não tem de seguir o que os outros mostraram, e a inovação segue esse caminho. Era fácil juntar dois iPhones e chamar-lhe Fold, como outros fizeram. Mas sair desse conceito para um produto novo, isso é arricar.
De que forma é “um design revolucionário”?
Na Apple, e olhando para a história da empresa, nunca houve nenhum dispositivo com um formato de livro. Se outras empresas recorrem à figura de um telefone aberto que se parece com um tablet, o da Apple, segunbdo os analistas, será uma espécie de livro aberto, diferente de tudoi o que a Apple alguma vez apresentou. Sem dúvida uma forma revolucionária de lançar um gadget, mais ainda dentro do que é o maior segmento dentro da própria Apple, os smartphones.
1989: Macintosh Portable
1991: PowerBook 100
1993: Newton MessagePad
1997: eMate 300
2010: iPad
Bons exemplos que mostraram designs revolucionários. Este, a ser como dizem, é mais um na marca.
A Nasa enviou o 1⁰ email do espaço com o Macintosh Portable e o AppleLink.
Oi? De que forma é que os modelos de outras empresas não são espécie de livro aberto? Não consegues ver que este modelo da Apple também será um tablet por dentro?
Ou aqui a “revolução” é só a altura do iPhone?
Do que temos no mercado, são mais formato tablet que livro aberto, pelas dimensões em altura versus largura. A Apple, a ser verdade, não quer “dois iPhones”, quer um aspeto mais livro, mais adaptado à mão, até no formato aberto, como podes ver. A ser verdade, que isto até ao dia do anúncio pode ser tudo e pode não ser nada.
É sem dúvida um design revolucionário dentro do que a Apple lançou no mercado e na visão do que pode ser feito quando a ideia é oferecer um ecrã a dobrar.
Com palas nos olhos, é sem dúvida um design revolucionário. Porque uma revolução é “uma mudança abrupta e duradoura no poder político ou na organização estrutural de uma determinada sociedade”.
Aqui o que está em causa, e de que os outros users se queixam, é que a palavra foi mal usada no título. Não tenho dúvidas de que é algo de novo para o ecossistema, mas não para o resto do mundo. Não é uma alteração de altura*largura que faz uma revolução.
Isso é conversa fiada. De quem não gosta de hate e tem estima contra a Apple.
Se não vejamos, a Apple nunca teve um dobrável, só por si este formato é revolucionário. Na oferta do mercado, dentro dos dobráveis, nenhum tem este conceito de livro, são todos duas ou três folhas do tamanho dos smartphones. A Apple seguiu (a ser oficial) um caminho diferente. E bem. Percebo que te incomode, normal, não compreendes, mas são dois argumentos fortes para, de facto, este novo produto Apple, dentro do seu ecossistema, mais, e menos do mercado em geral, trazer uma oferta abrupta e duradoura (aliás, sabemos que pode ser duradoura, pelos anos em que um design do iPhone se mantém ativo).
Não é uma alteração de altura*largura que faz uma revolução.
Sempre foi, aliás, dos Nokia aos Blackberry, passando pelo iPhone até aos Ultras asiáticos desta vida, sempre foi o tamanho em altura e largura, o ecrã maior ou menor, a bateria maior ou menor… sempre. Tu é que não percebes.
A palavra está corretíssima, aliás, de todos os que leram o artigo, só um ou dois não perceberam. Nem com a explicação detalhada.
A Apple nunca teve um dobrável, não é revolução, é ajustar ao mercado.
Estás a confundir completamente uma evolução com uma revolução.
Dizes que foram um ou dois que não perceberam, mas, se leres melhor, mais de metade das conversas deste post foi sobre a discordância quanto ao assunto “revolucionário”.
Nunca teve um dobrável, pois não, mas patenteou uma série de tecnologias para o desenvolver. É uma revolução na oferta da empresa. Claro que sim. E mais, a ser verdade, vais ver se não vai revolucionar esse mercado com a oferta de um sistema operativo que tira mais proveito dessa plataforma. 😉
Micorsoft Duo?
Sim, mas tinha dois ecrãs Não era um fold tal como vemos no que poderá ser o iPhone Fold. Percebes a diferença? É que poderia parecer simples, de facto o Microsoft Duo poderia ser a facilidade de usar o conceito fold num gadget, mas a Microsoft não conseguiu e criou dois ecrãs separados. Essa é uma questão que dá um toque revolucionário a este design.
O toque revolucionário com cheiro a Samsung e amigos 😉
Digamos que a Apple leva o perfume, visto que os outros estão suados de esperar sem metas ou objetivos 😉
+1!!! O que a cegueira pela Apple faz ao povo!!!
Não era suposto e pela tendência de design da Apple, os cantos serem todos arredondados?
https://pplware.sapo.pt/apple/produtos-apple-tem-uma-orientacao-de-design-que-remonta-a-1874-o-que-e-a-curva-de-euler/
É um excelente exemplo. A Apple tem essa linha de design. Que aqui poderá também seguir. Mas, não pode ser todo ele nessa linha, dadas as implicações técnicas e mecânicas.
Muito porreiro, dentro do ecosistema da Apple, mas tem um design muito derivativo do surface duo da Microsoft. Sendo da Apple, como de costume, vai vender como pãezinhos quentes!
yep! também tive esse pensamento.
Nunca no mercado fizeram um dobravel como um livro, cof cof surface duo(RIP)
O surface duo é um dobrável? Ou são dois ecrãs distintos? É que as vezes parece… mas não é 🙂
Se tens que desdobrar( desfazer a dobra) para abrir, sim é um dobrável pela essência da palavra. O facto de ter dois ecrãs foi por limitações técnicas dos mesmos.
São coisas diferentes. Sabes bem que são 😉
Quanto mais leio a religião Iphone/Apple. Porque alguns comentários mais parece de gente a rezar a um deus qualquer. Mais vontade tenho de me manter afastado dos iphones. Cruz Credo!
É que tudo o que eles lançam ou é a roda ou é a melhoria da roda dos outros…
A única vantagem que eu vejo nos iphones é que os tesos mantêm o telemóvel muito tempo. Por outro lado os pseudo ricos compram iphones reciclados.
Neste aspecto tenho a dizer vivam os iphones e a sua legião de seguidores
E os novos, que vendem mais que os outros premium das outras marcas, quem os compra? Os que querem subir na vida e deixar os Android? Hehehe como dizia o sábio… não sabes o que dizes nem dizes o que sabes 😀 Exageras no hate!
Mas, uma coisa é certa. Nunca se viu tanto utilizador a trocar o Android pelos recondicionados Apple como nos últimos anos. E mais, atualmente, existem no mundo cerca de 2,5 mil milhões de dispositivos ativos. Isso é um número (que não perceberás, de certeza) mas é imponente no segmento em que se inserem.
Para perceeres o quanto estás distraído na vida, quando falas, sobretudo, do que não sabes, existem mais de 1,5 mil milhões de utilizadores de iPhone no mundo, isso diz-nos que aproximadamente a 1 em cada 4 smartphones ativos é um iPhone.
Segundo estudos da Consumer Intelligence Research Partners (CIRP) e de outras consultoras, cerca de 13% a 17% dos compradores de iPhone vêm do Android. Tu lá chegarás 😉
Os números ganham um factor incrível quando se olha para o preço de entrada de um iPhone vs android
Pareces alguém inseguro, se te manténs afastado é porque tens medo de gostar.
Se tivesses seguro ser-te-ia indiferente
Mais uma vez a Apple vai fazer em bom o que outros já tentaram mas falharam.
A Microsoft é perita em abandonar o barco quando a coisa está a ficar top. Por volta de 2015 tinha um smartphone com Windows Continuum e um dobrável que virava tablet (era com dois ecrãs, mas a ideia estava lá).
Ainda bem que há quem saiba fazer como deve ser. Tendo lançado agora o MacBook Neo é de esperar que em breve um iPhone / iPad possa ter um modo desktop como deve ser para poder ser usado como um Mac e não como um iPad.
mais um crApple
Na minha opinião isto não é nada revolucionário…
Um design revolucionário é quando não existe nada parecido no mercado… o que não é aqui o caso, o que não falta no mercado e há vários anos são smartphones do tipo Fold de várias marcas…
Por ser o primeiro da Apple não é por isso que será um design “revolucionario”!
Ser mais comprido ou mais largo não o torna “revolucionário”… o fundamento é o mesmo!
Ah e tal este tipo de dispositivo não tem tração… Agora já não, agora já é uma revolução… Claro, estão a ir atrás da numero 1, ou seja a Samsung! Apple a copiar a Samsung! Ponto!!! Há alguém que estará a engolir sapos a esta hora, mas nunca irá admitir!
Tração não tem, por que razão a Samsung faz tanta pressão à Apple para lançar um dobrável? Porque o mercado Apple é muito maior que o mercado Samsung, no que toca aos premium. Sem a Apple os dobráveis estão relegados ao fracasso, como temos visto. Repara aos anos que existem os dobráveis e nem assim se tornaram praticos, úteis que convencessem as pessoas a comprar.
Segundo os dados disponíveis, a Samsung vendeu 6 milhões de smartphones dobráveis. A Apple vendeu só do iPhone 16 de entrada de gama 40 milhões. Na totalidade de vendas em todas as gamas, premium foram cerca de 240 milhões.
Os números não vivem do achismo, e por isso quem engole sapos és tu 😉
Sugiro uma votação, a Apple está a revolucionar o mercado com seu novo dobrável ?
Vox populi, vox Dei
Tem calma, deixa o produto chegar ao mercado e depois, mediante as vendas, conversamos Assim temos a certeza, primeiro, que o produto vai sair, segundo, que as pessoas vão comprar 😉 Calma.
Efectivamente quando vi a imagem parecia o surfaceduo com o logo Apple, mas lembro apenas que o conceito de mais largo do que alto num sistema de livro já a OPPO lançou com o seu primeiro OPPO find N, num passado não muito distante e num formato parecido também tivemos o Huawei pura X que para mim aborda esse contexto que a Apple mostra em cima. Por mim podem dizer que a Apple é pioneira,não vou comprar nenhum.
Deixem la a “revolucao” passar.
Antes de ser implementado e ate ser apresentado e disponivel no mercado nao passara de uma intensao.
Mas nao esperemos nada que nao seja revolucionario para o entendimentos de alguns.
Eu hoje levantei-me bastante cedo, para mim e uma revolucao. Para outros e uma trivialidade