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Cruzaram África de norte a sul para mostrar que é possível fazer viagens longas num elétrico

                                    
                                

Imagem: 4x4 Electric

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Toni says:

    O que esta gente faz para pavonear a pevide e aparecer. Vivemos num mundo de aparências.

  2. Aindanaoseitudo says:

    Até de bicicleta é possível fazer este percurso, aja tempo que tudo se faz.
    Parece-me que querem mesmo evidenciar tudo que seja a pilhas pode-se fazer do mesmo modo que se faz com motores térmicos.
    Quem acreditar nesse paradigma (dos elétricos a pilhas serem solução) ou é burro ou não tem arte, tempo e dinheiro estarão sempre unidos.
    De certeza que este casal não precisa de trabalhar, quantos tem a sorte deles.
    Se houver voluntários para pagarem a despesa, eu dou a volta ao mundo de carro elétrico a pilhas.

    • JL says:

      Os burros aqui parecem ser aqueles que além de não saberem que carro é este, não aceitam que os outros tenham as suas aventuras e as suas libertados.

      Quanto ao fazer do mesmo modo, obvio que não, mas também é preciso ser burro para acreditar que dava para fazer esta viagem usando um a combustão e com painéis solares.

      Vocês estão mesmo a ficar aflitos, parece que não aceitam nada diferente do vosso rebanho, querem mesmo só seguir a carneirada.

    • Someone says:

      E se houvesse alguém a patrocinar este estudo?
      E se fosse eles próprios a abancar todas as despesas?

      Não estão a cometer um crime, não estão a fazer nada de mal…estão na vida deles e a querer demonstrar ao mundo que é possível fazer coisas…just…

      A inveja é uma cena para ti, estou a ver…

      • JL says:

        Nem mais, além de provarem que fizeram algo que não é possível fazer num a combustão. Ehhehe

        • Helder Pinto says:

          Num carro a combustão não era possível fazer isto?!
          Tira as palas dos olhos moço…
          Tanto era possível como era feito em menos tempo!!
          Eles fizeram uma média de 98kms por dia, num carro a combustão faziam em menos de metade do tempo… a não ser que fossem a passear!

          • Realista says:

            Só era possível fazer isto num carro a combustão se levassem um grande atrelado com combustível porque eles fizeram-no sem recorrer a reabastecimentos externos…

          • JL says:

            Não, como e que painéis solares produzem gasolina ou gasóleo?

            É preciso ter palas nos olhos para não ver isso.

          • B@rão Vermelho says:

            Vasco da Gama e Cristóvão Colombo e tantos outros fizeram melhor, apenas com a força do vento, sem GPS.

          • JL says:

            Sim, numa altura em que mais ninguém o fazia, como está provado pela história, precisamos de mais aventureiros como estes.

          • Dinis says:

            Não é possível porque há zonas de áfrica que não têm bombas de gasolina… E o preço também é diferente.
            Quero ver os dos motores a combustão a falarem quando cada marca tiver o seu combustível verde e só existir uma ou duas bombas por pais.
            “Comprei um Porsche com combustível verde mas tenho que ir encher o depósito a Coimbra”

          • Yamahia says:

            @Dinis, o Gmaps diz que é possível.
            Qual o país de África que não disponibiliza combustível?

            Já agora como é que eles atravessaram o mediterrânio? Tb foi a energia solar?

          • JL says:

            Que interessa existir combustível ? Os painéis não produzem gasóleo.

          • Yamahia says:

            @JL não interessa? Então andam a bradar aos 7 ventos que não é possível fazer o percurso com carro a combustão e agora já não interessa? Essa é boa!

          • JL says:

            Tanto que não é que não usou combustível do navio, já desde o século XV que é possível fazer a travessia sem usar combustível.

            Concentre-se em vez de enviesar. Também podiam ter feito a volta ao contrário sem usar navios.

          • Yamahia says:

            Mas usaram o ferry e algures em África tem que se usar outro ferry, segundo o gmaps.

            Mas não é isso que está em questão.
            Foi afirmado perentoriamente que não era possível fazer esta viagem por falta de bombas de combustível.
            Pergunto novamente, em que país não há bombas de combustível??

          • JL says:

            Ferry esse que usou um resíduo dos combustíveis que você usa.

            Eu não disse que não era possível devido à falta de postos, eu disse que não era possível fazer esta viagem do modo em que foi feita, já que os painéis não produzem combustível.

            Até isto lhe faz confusão, raio mais oh homem.

          • Dinis says:

            @Yamahia expliquei-me mal. Se fores a gasolina também tens que planear e ir por onde diz o gps senão podes ficar sem gasolina no meio do nada. Também podes chegar à bomba e não haver de momento combustível. Além disso, tens que pagar.
            Claro que é possível num carro a combustão, mas tens que planear a viagem.
            Estes não tiveram que planear nada, apenas foram e pararam onde quiseram porque sol é para todos e não cobra. Se fosses de carro, a contar com 8 litros aos 100 o que eu duvido que seja suficiente (em estradas de terra batida gastas mais), tinhas gasto 2000 litros de gasolina. A 1.2 por litro tinhas gasto 2400 euros, eles não gastaram nada em combustível

          • Yamahia says:

            @JL. O meu diálogo era com o @Dinis. Vc é que veio meter o bedelho, arranja confusão como sempre e depois diz são os outros lool

            @Dinis. Claro. Tem que ser planeado. Qualquer grande viajem tem que ser planeada. Ou pelo menos convém sê-lo pelo menos na 1º vez.
            Mesmo assim, lembro-me a 1ª vez que fui a Almeria, ainda só havia A2 até Beja, planei tudo ao pormenor no GoogleEarth ou GoogleMaps ou os dois, já nem sei e conclui que o melhor era continuar para Beja e sair em Fronteira. Menos kms e etc…Juro que nc mais repeti a graça aquela serra até Sevilha foi um martírio inda por cima de noite eheh
            Para cá já não repeti o mesmo erro e vim directo a via do Infante ainda acessada por uma manta de retalhos do lado de Ayamonte, mais kms mas um tempo de viagem incrivelmente menor. Portanto o conhecimento do terreno tb é importante para que as coisas corram o melhor possível.
            Hoje tudo é mais fácil.
            Voltando ao tema. É claro que não iria faltar combustível nas estradas que levam até à Cidade do Cabo só por ser África.
            Mesmo em Marrocos, onde de vez em quando a malta se aventurava no “deserto” é possível comprar gasolina. O único senão é que podia não ter qualidade.

          • JL says:

            Aqui não há conversas em privado, é tudo público. Quem arranjou confusão foi você que tenta sempre mudar o assunto do artigo

          • Dinis says:

            @Yamahia estes não têm que planear. Vão e sol há em todo o lado…

          • Yamahia says:

            Claro que têm que planear @Dinis, quanto mais não seja a papinha, a água potável etc
            Também têm que fazer umas rezas ao Deus Rá para que afaste as nuvens loooloool
            É preciso um ranço do outro mundo para que durante 250 dias, ~8 meses tenham tido sempre sol e energia suficiente para chegar aos pontos de reabastecimento de viveres.
            Olhos de lince para poder aproveitar o sol de dia e viajar à noite hummm, no deserto? Tá bem eheh, mas ok.

        • Luís Costa says:

          Claro que sim, também quiseram demonstrar que no WRC os carros elétricos aguentavam a pancada toda, no entanto, o bixano pegou fogo de tanta porrada que levou na competição.. vai fazer o o vai

    • Aindanaoseitudo says:

      Ora cá está, arte têm, logo são…, não quero insultar os animais cujo nome se dão conta.
      Falta de interpretação do meu comentário diz tudo, voltar a escola era um bom principio.

      Demonstrar que é possível fazer uma longa viagem de carro elétrico ou bicicleta.

      • Someone says:

        Ás vezes quando há comentários que não acrescentam nada, mais vale estar calado…foi o teu caso…

      • Mr. Y says:

        É óbvio que o que eles fizeram não é para provar que todos devemos comprar eléctricos e andar com painéis solares atrelados e sim como uma aventura e para mostrar outro paradigma.
        Esta solução permite que uses um carro de forma totalmente autónoma e que pode ser útil em locais mais isolados e até já é usado no Espaço, por exemplo.

    • AlexX says:

      Milhares de pessoas já deram a volta ao mundo, ainda hoje há imensas pessoas que não fazem mais nada que viajar e muitas fazem-no sem recurso a dinheiro. Pensares que precisas de tempo ou dinheiro para o fazer é justamente aquilo que te bloqueia de o fazer. Ou queres ou não queres, mas se queres só tens que te fazer ao caminho.

      • JL says:

        Nem mais, farto-me de seguir muitos canais de pessoas que o fazem, é algo que tenho em mente, mas ainda não ganhei coragem.

        • AlexX says:

          Quando li o artigo veio-me logo à memória a rapariga que atravessou África a pé de sul para norte, Ffyona Campbell (pesquisei pelo nome porque nem sabia). Fez 32 mil km pelo mundo a pé durante 11 anos. E há uns 4~5 anos encontrei um italiano com 55 anos, era a segunda vez que vinha a Portugal (primeira ao norte) e era nómada há 30. Era a vida dele e era feliz. E são essas experiências de vida que levamos daqui connosco, não são os carros nem as casas nem outros “valores” que podem trazer conforto mas nada mais que isso.

  3. lpkx5enp says:

    O feito seria se fosse elétrico…

  4. Antonio Vasco says:

    Tu não sabes tudo, nem nunca saberás, com essa atitude negacionista. É por isso que Portugal é um país atrasadinho, essas atitudes tacanhas de negar o valor a quem ousa inovar e ir mais além são um atraso de vida

  5. B@rão Vermelho says:

    Muito bom, quem me dera ter tempo e dinheiro para fazer uma aventura destas, eu adorava viajar durante 4 anos de mochila às costas, sem presa, grande aventura

  6. Joaocesar says:

    Como levar com radiação electromagnetica o tempo todo e gostar

  7. EEQTR911 says:

    ” 250 dias e 76 carregamentos”.

    Num 1.9 TDI demoravam 10 dias.

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