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As “baterias de bolha” à escala da rede estarão em breve por todo o lado

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Max says:

    A Sardenha tem sistemas de bombagem hidroelétrica (em barragens e numa ex-mina), que, tal como em Portugal, é a principal fonte de produção de energia elétrica por armazenamento.
    No post diz-se que a alternativa é o armazenamento em bateria de iões de lítio, mas não é.
    Por exemplo, em Portugal, em 2025
    – a produção de energia elétrica por bombagem foi de 4.081 GWh e o consumo de eletricidade para bombagem de 5.117 GWh
    – a injeção de energia elétrica por baterias foi de 7 GWh e o consumo das baterias de 9 GWh

    • Vítor M. says:

      A empresa no estudo de mercado diz que é. Tu, dizes que não. Ora bolas, nabos dos investidores e investigadores, deviam ter-te consultado. Ora bolas.

      • Max says:

        Qual empresa de estudos do mercado? O que se vê, na segunda imagem, é o diagrama elaborado pela empresa que vende a “bolha de CO2”, e que tem no canto superior direito, para comparação, as baterias de lítio – e a bombagem hidroelétrica, que nem sequer teve direito a uma referência no post.
        O que diz da bombagem hidroelétrica é que “exige uma geografia muito específica e não é replicável”. Isto é, não diz que grande coisa, nem que a “bolha de CO2” oferece vantagens, seja na Sardenha, seja em Portugal, onde é a principal fonte de armazenamento de energia hidráulica/elétrica, há décadas.

        • Vítor M. says:

          Aiiii senhor!!! “O que se vê, na segunda imagem, é o diagrama elaborado pela empresa que vende a “bolha de CO2””

          Quem fez essa imagem fui eu. E sim, a imagem reflete o que está no texto. Sobre as baterias de lítio diz o seguinte no texto “As baterias de iões de lítio dominam atualmente o mercado, mas raramente ultrapassam 4 a 8 horas de autonomia. Aumentar essa duração encarece os sistemas, acelera a degradação e reforça a dependência de minerais críticos como lítio, cobalto ou níquel.”

          O resto do teu comentário é mais do mesmo, não lês, não percebes, mas queres opinar inverdades e argumentos sem nexo.

          • Técnico Meo says:

            hahahahah 🙂

          • Max says:

            Parabéns pelo diagrama. E por que é que no post não há uma palavra sobre a bombagem hidro elétrica e e só falas, tal como agora nas baterias de iões de lítio (baterias de sódio, ferro-ar ou fluxo de vanádio, bem como soluções físicas baseadas em ar comprimido, hidrogénio ou armazenamento térmico).
            Sobre o mais importante – a bombagem hidroelétrica – nem uma palavra.
            Mas afinal qual é a empresa de estudos do mercado?

          • Vítor M. says:

            Há pouco não falava sobre o lítio, agora não fala sobre bombagem hidro elétrica… jovem, tu devias ler antes de comentar. Isso iria ajudar a formar uma opinião. Mas não, primeiro dás uma vista de olhos como quem passa os olhos pelas gordas na primeira página do jornal, depois a prioridade é tentar criticar com um argumentário de lana-caprina… aiii senhor!

          • Max says:

            Depois das tuas teorias de por as baterias dos automóveis elétricos a ser utilizadas para para estabilizar a tensão da corrente elétrica e responder aos apagões, já estou de pé atrás.
            Mas tenho que dar a mão à palmatória – num canto do diagrama, lá te lembraste da bombagem hidroelétrica.

          • Vítor M. says:

            Esse pé atrás parte da ignorância. Eu explico-te de novo:

            A utilização das baterias dos automóveis elétricos para estabilizar a rede elétrica não é uma teoria. É uma tecnologia real, estudada há mais de uma década e já em funcionamento em vários países. Chama-se V2G Vehicle to Grid e V2H Vehicle to Home.

            Estas soluções permitem que o carro devolva energia à rede ou a uma habitação apenas em momentos específicos, de forma controlada, sem comprometer a autonomia necessária ao utilizador. Não serve para “responder a apagões em massa”, mas para suavizar picos de consumo, estabilizar a tensão e apoiar a integração de energias renováveis. Foi o que te expliquei. Mas, posso fazer uma infografia, se for mais simples de entenderes.

          • Max says:

            Pois sim, não serve para apagões 😉
            O post de 22 JUN 2025 : “Países Baixos já sabem como evitar apagões: estabilizar a rede com carros elétricos” –
            O mundo tem de se virar para o vehicle-to-grid (V2G)
            O grande apagão que afetou milhões de pessoas na Península Ibérica deixou claro que o sistema elétrico precisa de mais do que simples remendos. Em Utrecht, nos Países Baixos, decidiram testar uma solução que parece ficção científica, mas já é real: carros elétricos que ajudam a estabilizar a rede.”

          • Vítor M. says:

            Escusas de inventar. Já foi explicado que a utilização das baterias dos automóveis elétricos permite estabilizar a rede elétrica, e sim funciona. Aliás, como referi, existe mesmo o modelo já em uso em vários países. Não são teorias, o que te disse é factual e real.

            Mas tu sabes disso, mas lá vieste dar aqui um exemplo sem nexo: “Pois sim, não serve para apagões…” E falas no apagão na Península Ibérica 😉 logo uma zona que ainda não têm ainda o V2G a funcionar.

            Sabemos que em Portugal há interesse e iniciativas em torno do V2G. Foi noticiado que operadores como a EDP estão a testar carregadores bidirecionais com V2G e explorar como os veículos elétricos podem devolver energia à rede para ajudar na estabilidade do sistema elétrico.

            Contudo, a sua implementação depende ainda de evolução regulatória e de enquadramento legal que permita a ligação formal entre os veículos e a rede elétrica para fins comerciais e de mercado… 🙂

  2. Aie-aie says:

    “o gás evapora, aquece, expande-se e faz girar uma turbina ligada à rede.”
    Que o CO2 ao passar da fase líquida para a gasosa se expande é uma verdade incontornável da física. Mas aquecer?!!!!!! Bem pelo contrário!

    A expansão faz arrefecer.

    • Vítor M. says:

      Não. Estás errado.

      No sistema da Energy Dome, o processo de descarga funciona, de forma simplificada, exatamente assim:

      O CO₂ armazenado em estado líquido evapora,
      depois é aquecido (recuperando calor previamente armazenado), em seguida expande-se, e essa expansão aciona uma turbina que gera eletricidade síncrona para a rede.

  3. Sómaisumaopinião says:

    Falta aí alguma informação.
    Quantidade de energia gasta para aquecer o gás?
    Eficiencia do sistema? Percentagem de energia convertida?
    Manutenção das partes mecanicas?
    Aguenta com ventos ate 160km/h? Não é muito. E se houver detritos a voar?
    Continuo a achar que as chamadas “baterias de gravidade” são mais rapidas e económicas de produzir, durão mais e falta saber se não serão mais eficientes.

  4. Nuno Magalhães says:

    Há um dome semelhante em Portugal, junto à A1 em Estarreja:
    https://maps.app.goo.gl/NkBG6arc39L5r9jL6

    Alguém sabe a utilidade dessa infraestrutura?

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