PplWare Mobile

Acabaram as preocupações, bateria da Toyota garante 40 anos de vida

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Realista says:

    A Toyota já vem com isto desde 2012… é pior que o Musk a prometer coisas.

  2. guilherme says:

    Só vendo para querer a Toyota nos últimos anos faz sempre anúncios de baterias XPTO e depois no final népias…

  3. Sílvio says:

    Há pelo menos uns 15 anos que a Toyota anuncia umas baterias fantásticas, para daí a 2 anos. É a história do Pedro e o Lobo.

  4. Eu says:

    Ainda esta semana não faltavam aqui supostos realistas a dizer mal das baterias da toyota.

  5. Jony says:

    Tanta coisa errada aqui.

    1 – A Toyota não quer carros elétricos!
    Por isso continua há mais de 1 década a prometer várias vezes por ano que vai ter as melhores baterias do universo, mas sempre daqui a uns 2 anos. O objectivo é quem está na dúvida continuar à espera só mais 2 anos, mas para sempre!

    2 – Clara mentira:
    “Atualmente, mesmo as melhores baterias de iões de lítio prometem entre 8 e 10 anos de vida útil.”
    Isto são os anos de garantia que as marcas oferecem!
    Se só disserem esses anos, as marcas só iam oferecer talvez 4 ou 5 anos, para não terem de andar a substituir baterias em garantia à maior parte dos carros!!
    Sendo claramente estimativas, a vida útil é expectável que ande mais para os 20 anos.
    Mas claro que a percepção individual vai depender das necessidades de cada um: alguém que compre um carro com autonomia de 350kms e precisa de fazer 320kms, basta carregar mais no acelerador que vai perceber não lhe chega, logo em novo.
    Mas a bateria vai estar funcional, bem mais do que o tempo da garantia.

    3 – Agora? Não, desde sempre!
    “Uma verdadeira segunda vida para as baterias, mesmo após a retirada do veículo original, podendo ser reutilizadas em novos carros ou em sistemas domésticos de armazenamento de energia renovável.”
    Verdade para todas as baterias desde os 1°s carros elétricos de 2010.

    4 –
    “Tudo isto, se as promessas se confirmarem, colocará a Toyota não só como líder tecnológica, mas também como um ator-chave na descarbonização do transporte.

    Ainda faltam alguns anos para a vermos nas estradas. Mas o simples facto de uma marca tão conservadora e pragmática como a Toyota apostar fortemente nesta via é um sinal claro de que a mudança já não é uma utopia.”

    Pois, mas a Toyota continua a não ter interesse em carros elétricos. Estas promessas são só propaganda para as pessoas adiarem as suas compras de carros elétricos mais 2 anos, para sempre mais 2 anos…

    Mas em nome dos clicks, a Toyota continua a propagandear, e os sites não pensam nem 1 minuto e escrevem estas barbaridades como se fossem verdade. Todos os anos e várias vezes por ano.

    • Vítor M. says:

      Parece-me que errado está algumas das tuas observações. Sim, olhando para o que escreveste, há vários pontos que não correspondem aos factos. E, por conseguinte, à verdade!

      1 – A Toyota não quer carros elétricos?
      A Toyota foi, sim, conservadora na aposta em 100% elétricos, preferindo híbridos e híbridos plug-in, mas isso não significa falta de interesse. Está a investir mais de 13 mil milhões de dólares em baterias e planeia lançar dezenas de modelos BEV até 2030, incluindo baterias de estado sólido em produção limitada já em 2027. Não é desinteresse, é uma estratégia gradualista. Mas, para se perceber isto, é preciso acompanhar o desenvolvimento constante da marca.

      2 – “As baterias só duram 8 a 10 anos”
      Esses são os anos de garantia, não o limite físico. Estudos de fiabilidade da Tesla, Nissan e BYD mostram que as baterias perdem cerca de 10% de capacidade após 250.000 km, podendo durar 15 a 20 anos dependendo do uso e da temperatura. As garantias são padrões de mercado, não prazos de “morte” da bateria. Como tens isso em qualquer eletrodoméstico, entre outros produtos. Basta estares atento e perceber essa necessidade.

      3 – “Segunda vida das baterias existe desde sempre”
      Tecnicamente sim, mas só nos últimos anos se tornou economicamente viável. Projetos como o Nissan x Eaton (2018) ou os da Renault e da BYD mostram baterias reaproveitadas em sistemas de armazenamento estacionário. A ideia não é nova, mas a escala e a certificação industrial só agora se consolidam.

      4 – “A Toyota promete para adiar a compra de elétricos”
      A marca faz marketing, como todas, mas há investimento real: fábricas no Japão, EUA e Europa para baterias de nova geração, e parcerias com a Panasonic e a CATL. É legítimo criticar os prazos, têm sido repetidamente adiados, mas há desenvolvimento concreto, não apenas propaganda.

      Em resumo:
      A Toyota tem sido prudente e atrasou-se no elétrico, mas não é correto dizer que “não quer” ou que “mente”. As baterias atuais duram muito mais do que as garantias sugerem e a reutilização já é prática comercial.

      Repara, o ceticismo é saudável, mas deve basear-se em factos, não em caricaturas. E “cenas” que se lê… por aí! 😉 como tu, parece, que fizeste 😉

      • João Dias says:

        Aproximo-me mais da opinião do Jony que da do Vítor. Temos muito a criticar o lobby da Toyota anti elétrico… E eu que só tinha Toyota! Mas esse tempo já lá vai… Até ela colocar mesmo as baterias sólidas!

        • Vítor M. says:

          Mas essa opinião é estranha. Isto porque a história não mente. A Toyota lançou o seu primeiro híbrido, o Prius, em 1997 no Japão. Isto significa que, em 2025, a marca já tem 28 anos de experiência em híbridos. Então, como é possível serem antielétricos e serem os grandes impulsionadores da eletrificação? 😉 alguma coisa não bate certo nesse discurso!

          Pensa bem. Se calhar foram mais conservadores, mas não “anti”.

      • Luisa12 says:

        O ceo da toyota disse varias vezes e mostrou o seu desinteresse no mercado EV, e deu como explicação o desenvolvimento de motores a combustão a hidrogénio e as celulas de combustível a hidrogénio… o homem estava focado no hidrogénio e vendeu a ideia de que era o futuro, valente tiro no pé, não conseguiu nada excepto dois protótipos que poucos km fazem e custam mais que um camião para abastecer, quando já grande parte da industria sabia os problemas do hidrogénio… mas lá está, vender energia que só poucos podem produzir é um negocio muito benefíco para alguns..
        Voces “peopleware” chegaram a meter noticias disso aqui..

        • Vítor M. says:

          Eu conheço bem essa linha temporal. Mas não é como referes, ou, pelo menos, faltam-te alguns pontos fundamentais.

          Vamos ver o que nos diz a história:

          1997 — Lançamento do Prius: o primeiro Toyota Prius entrou à venda no Japão em dezembro de 1997, sendo o primeiro híbrido petrol-elétrico produzido em massa.

          Início dos trabalhos em pilhas de combustível (anos 90): a Toyota começou a desenvolver veículos com células de combustível no início da década de 1990; esse percurso técnico levou, mais tarde, ao lançamento comercial de modelos a hidrogénio.

          2014 — Mirai: carro de produção a hidrogénio: O Mirai foi lançado em dezembro de 2014 como veículo de célula de combustível (FCV) de produção, não apenas um protótipo, demonstrando aplicação comercial da tecnologia, apesar dos desafios de infraestruturas e custo.

          2021 -> 2025 — Mudança para uma estratégia mais diversificada e BEV: a Toyota anunciou uma linha global de BEV e a meta de oferecer pelo menos 30 modelos elétricos a bateria até 2030, com objetivo de vender cerca de 3,5 milhões de BEV por ano até lá. Isso mostra que a estratégia se diversificou muito para além do hidrogénio.

          Meio da década de 2020 — Baterias de estado sólido e industrialização: A Toyota tem divulgado progressos em baterias sólidas (prototipos já testados e planos de produção comercial a seguir), apontando para introdução comercial de baterias de estado sólido na segunda metade da década.

          Portanto… vamos lá ver a realidade: a Toyota não esteve apenas a “apostar no hidrogénio” sem resultados. Existem produtos comerciais (Prius, Mirai) e investimento contínuo em várias vias de eletrificação. Nos últimos anos a companhia afirmou metas claras para BEV e para baterias de nova geração, pelo que a aposta é hoje multifacetada, híbridos, híbridos plug-in, FCV e BEV coexistem na sua estratégia.

          Por vezes, o ter uma ideia mais conservadora não é o mesmo que “mostrar desinteresse! 😉

          • Luisa12 says:

            Nao foi isso que o CEO disse nem o que voces pustaram nos ultimos anos… e as baterias de estado solido andam todos a dizer que as produzem mas quem fez o trabalho todo nao foram eles foram empresas como LG, Catl, etc…

          • Vítor M. says:

            Foi o que publicamos sim. Repara nestes anos todos: https://pplware.sapo.pt/tag/toyota/ na verdade mostramos um progresso da Toyota como fabricante de carros elétricos, apesar de haver sempre uma relutância da marca em ver os BEV como um santo graal. Isso chama-se ter uma aposta conservadora, e sempre com o olho noutras alternativas, como no hidrogénio. Mas isso é o que temos vindo a contar desde há muitos anos.

            E o que dizes das baterias de estado sólido, não é verdade.

            Ao longo dos anos, a Toyota formou parcerias estratégicas com fornecedores como Idemitsu Kosan e Sumitomo Metal Mining, centradas no desenvolvimento de eletrólitos sólidos e cátodos duráveis. O objetivo sempre foi transformar avanços de laboratório em produção industrial viável.

            Em 2020, a empresa anunciou progressos significativos na durabilidade e segurança das células, estabelecendo um roadmap que aponta para os primeiros modelos comerciais com estas baterias entre 2027 e 2028. A trajetória da Toyota mostra uma estratégia consistente de longo prazo, combinando inovação tecnológica e parcerias na cadeia de materiais para preparar o futuro dos veículos elétricos.

          • JL says:

            Combustão de hidrogénio ????? então os eléctricos a hidrogénio e eléctricos em geral têm autonomia a mais ?

          • Vítor M. says:

            Há uma grande falha no que toca à evolução do segmento automóvel pata os BEV: são os pesados. A física é tramada de pesado a baterias… não será para já nem para 2035. Solução: hidrogénio verde.

          • JL says:

            Podem ser s hidrogénio, mas a combustão não faz sentido, porque senão têm 1/3 da autonomia dos eléctricos, mesmo com fuel cells ficam pesados na mesma, basta ver pelo Hyundai xcient.

          • Pinky says:

            Ha grandes saltos temporais, que até sao essenciais, omitidos.
            O prius foi talvez o primeir hibrido que deu que falar. mas dai pa frente, teve decadas a sombra da bananeira.
            2014 Mirai. tiro no pé. Os accionistas da toyota foram ao juramento de bandeira e so gritavam ” ahh o meu filho é o unico com o passo certo, todos os outros vao de passo trocado!”
            2021 what? tarde demais nao? enquanto a toyota teve (e ainda tem) bons hibridos, ja o resto do pelotao vai em segundas e terceiras geracoes de plug ins e eletricos…

            A toyota fez muito pouco e muito tarde.
            Ainda hoje falam falam e nao os vejo a fazer nada.

          • Vítor M. says:

            Não concordo. Apesar de acreditar que a Toyota poderia ter feito muito mais, na verdade, a ideia de que a marca “ficou parada” não corresponde aos factos. O Prius não foi apenas um híbrido famoso, abriu um caminho tecnológico que a marca continuou a desenvolver enquanto muitos concorrentes ainda nem tinham soluções maduras. O Mirai não foi um erro, mas uma aposta estratégica no hidrogénio, que continua ativa e relevante.

            A Toyota avançou de forma gradual, priorizando fiabilidade, escala e custos. Enquanto outros lançavam elétricos ainda imaturos, a marca consolidou plataformas, acumulou dados reais e preparou tecnologias de longo prazo, incluindo baterias de estado sólido. Pode ser uma estratégia menos ruidosa, mas não é falta de ação. A Toyota evoluiu de forma diferente, não de forma tardia.

            E atenção, quando falas em “atrasos”, é importante notar que a Toyota não correu atrás das tendências. Seguiu uma rota de transição gradual, isto porque tinha (e tem) necessidade de garantir economias de escala nos híbridos, acumulando milhões de quilómetros de dados reais de utilização e apostando na durabilidade das baterias.

            Enquanto outros lançavam primeiras gerações de elétricos ainda imaturas, a Toyota consolidou plataformas TNGA, preparou a arquitetura e-TNGA e só depois avançou para o BEV puro. Avançou mais lenta, mas mais madura. Repara, o Toyota RAV4 tornou-se o carro mais vendido do mundo entre janeiro e outubro de 2025, com mais de 2,1 milhões de unidades comercializadas. E vamos ver o futuro próximo 😉

  6. Stanley says:

    Mas, e o hidrogênio? 😀

  7. Anónimo77 says:

    Como vêem mobilidade eléctrica está sempre a evoluir .

  8. José says:

    A Toyota negligenciou a tecnologia eléctrica e quando percebeu o erro estava 10 anos atrasada.
    Despediu o CEO da família.
    Agora anda a prometer há anos isto e aquilo, para entreter os acionistas.
    Até pode ser que um dia consigam uma tecnologia que os coloque à frente, mas para já estão atrás.

  9. Nuno says:

    Falo ha anos uma coisa, o futuro ninguem sabe, mas uma coisa é certa duvido imensamente que passe pela realidade das baterias actuais!!!! Esqueçam, motores electrico TOP, agora baterias como as que conhecemos, não são viaveis para a maioria das pessoas, ja nem falo nos veiculos pesados.

  10. Fernanado Jacinto says:

    Se precisarem de alguem para fazer testes com um veiculo com esta nova bateria, contem comigo. Não me importo nada, mesmo nadinha, de vos ajudar. Podem me contactar para a entrega do referido veiculo para ser testado. Obrigado pela vossa atenção.
    Fernando Jacinto.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.