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6 mitos sobre os veículos elétricos para deixar em 2025

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. B@rão Vermelho says:

    Não sou contra a mobilidade elétrica, mas ainda há coisas que me levantam duvidas como esta afirmação
    “Em 2024, a autonomia média dos novos veículos elétricos ronda os 450 km, um valor plenamente ajustado à condução quotidiana e à maioria das viagens”, uma viajem de 450km é feita em 3,5 horas há pessoas que necessitam de parar numa viajem de 3,5 horas?
    Para mim uma autonomia de 600km reais era top, acho que é um número aceitável, com tempo lá chegaremos.
    Na minha modesta opinião a autonomia nunca é demais e atualmente a diferença de autonomia anunciada e autonomia real é uma diferença gigante se for feita em AE, dá por aqui dei por várias vezes os exemplos dos meus familiares com VE principalmente o que mora em Braga, num carro que diz que faz 700km em AE de Braga a Lisboa se vier a mais de 110kmh vai ter de carregar, de Braga a Lisboa são 380 k, para andar em cidade acho que não há duvidas o VE é rei é o feedback que tenho dos meus familiares.

    • Vítor M. says:

      Não confundas maioria com minoria. Lê bem: Em 2024, a autonomia média dos novos veículos elétricos ronda os 450 km, um valor plenamente ajustado à condução quotidiana e à maioria das viagens.

      Se em Portugal a média diária ronda os 35 km, achas que 450 km não é mais do que suficiente para a pessoa carregar o carro duas vezes por mês? E ao carregar o carro em casa, numa bateria, por exemplo, de 63 kWh, a pessoa gasta cerca de 12 euros:

      Valor já com taxas e impostos: 0,20 €/kWh × 63 kWh ≈ 12,6 € por carga completa.

      “Para mim uma autonomia de 600km reais era top, acho que é um número aceitável, com tempo lá chegaremos.”

      Verdade. E estamos a ficar mais próximos desse número.

      “Na minha modesta opinião a autonomia nunca é demais e atualmente a diferença de autonomia anunciada e autonomia real é uma diferença gigante se for feita em AE…”

      Mas, num trajeto misto diário, as pessoas não gastam uma bateria. A métrica não pode ser fazermos contas com os carros a irem todos os dias do Porto a Lisboa, isso não é de todo a realidade.

      Volto às contas, as pessoas em Portugal rodam cerca de 35 km por dia. Uns mais, outros menos. Mas se fizermos contas a quem ande por dia 100 km diários, terá de carregar o elétrico duas vezes a cada 7 dias. Se gastar 20 euros por semana para fazer os 700 km, em combustível gastaria cerca de 100 euros.

      • B@rão Vermelho says:

        Ok, se só olharmos só para Portugal que é um país “minúsculo” e mesmo assim tenho muitas duvidas das contas dos 35 km dias só carregas 2 vezes por mês, e mais uma vez digo a experiência que os meus familiares relatam é muito diferente do que por norma lei principalmente por aqui, ainda no dia 26 o meu familiar que está a viver no Algarve esteve em minha casa, e voltou a falar na questão dos carregamentos fora de casa, são uma seca, para fazer uma viagem de Portimão, Monte Mor Novo, Lisboa têm de parar obrigatoriamente para carregar, coisa que faz quase muitos fins de semana, para visitar os sogros e os pais, ou ter de se levantar mais sedo para ir carregar o carro porque teve um imprevisto e afinal a carga que têm já não chega para ir cobrir o imprevisto.
        Este meu familiar tem o ID3 e é carro de serviço, e não têm como carregar em casa.
        Já tem acontecido optar por vir no carro pessoal a combustão para não ter o “inconveniente” de ter de para para carregar, mas a maioria das vezes a viagem é feita de VE.
        A minha opinião continua a ser a mesma, se poderes carregar em casa e a utilização for maioritariamente feita em redor da morada o VE é uma excelente opção, que é o meu caso, mas ainda sem VE, se gostar de viajar ou tens casa de fim de semana e não poderes carregar em casa tenho serias duvidas que compense ter VE.

        • Vítor M. says:

          Poderá haver várias experiências que também ajude a perceber como estará a evoluir o próprio mercado. Como sabes, mesmo ao nível dos carregadores, em 2025 houve um incremento substancial. E se formos ver na Europa então, esta realidade é muito superior. Aliás, mesmo Portugal não sendo dos mais avançados, também não está no grupo dos mais atrasados atualmente.

          Concordo contigo, carregar em casa é muito dinheiro no bolso, sim. E, também é verdade, que os elétricos ainda não são uma solução para todos. Caminha para isso, mas ainda não são.

        • Rui says:

          Estás a dar um dos piores exemplos que existem uma pessoa que faz todos os fins de semana uma viagem de 300km isso é uma raridade portanto ou essa pessoa não tem um eletrico se nao quer parar ou então arranja um eletrico que faça tudo de uma vez que hoje em dia nao e assim tao dificil

          • B@rão Vermelho says:

            Se leste bem o que escrevi o VE é carro de serviço, como tal a escolha é relativa, o pior dos exemplos porque?
            E quais são os VE que realmente fazem essa viagem sem necessidade de parar?
            É que tenho outro que vive em Braga e tem um Mercedes que em teoria têm quase autonomia para ir e vir de Braga a Lisboa (700Km)mas na realidade se vier a mais de 110 km h não consegue fazer sem carregar.
            Ou seja o VE é um excelente segundo carro mas é necessário ter poder de compra para se poder ter um segundo carro VE.

        • JL says:

          Carro de serviço e ainda carrega na empresa, que maravilha.

    • Mário says:

      Relativamente a reciclagem de baterias ainda fica mais barato fazer novo que reciclar. E obviamente não há interesse em reciclar.

      Relativamente á ecologia, o veículo mais ecológico é aquele que se mantém mais tempo, porque a sua pegada de fabrico vai sendo diluída.

      Quem tem sido o público alvo? As empresas, e quem pode deduzir o iva. Portugal é o país das unipessoal onde se desloca grande parte das despesas pessoais.

      Última constatação, em segunda mão um veículo elétrico tem valor? É que não é isso que vejo, e não é o que os vendedores me dizem…

      • JL says:

        Mas vai sendo diluída como ? Ainda não entendi ?

        Tal como faziam nos diesel ? E ainda fazem no gasóleo ?

        Arranja me algum sem valor ? Então veja lá um para mim.

        • Mário says:

          Um carro novo usa aço, usa cobre, usa uma série de novos recursos… e um carro com 20 anos, usa?Não. Dilui a pegada ecologica de construção.

        • Mendes says:

          Parabéns pelo que foi apresentado. Ainda não tenho veículo elétrico mas acredito nesta nova era de automóveis. Mas deixo esta dica para verem antes de comprar (em veículo novo). Fazer um teste com o veículo em auto estrada, outro em cidade e ver as medias de consumo em cada um deles. Dividir a capacidade da bateria pela média de consumos e o resultado multiplica por 100. Tem que se ter em conta que as baterias não devem descarregar até ao máximo. A realidade, tal como acontece com os motores de combustão, os consumos apresentados pelos fabricantes não representa a nossa realidade. Por isso não podemos ter em conta a autonomia apresentada.
          Mas eu, independentemente de algumas dúvidas vou brevemente comprar um veículo elétrico.

      • Grunho says:

        O único veículo verdadeiramente ecológico é aquele que não é produzido. O veículo mais económico é sempre aquele que já está pago. Por isso viva a cubaniização do parque automóvel. Para viagens grandes, os bons velhos carros a gasolina com mais de 10, 20 ou 30 anos. Para as voltinhas da cidade, bicicleta elétrica.

    • PeterJust says:

      Só pedias 600km de autonomia? Eu acho pouco, normalmente gosto de fazer 900-1000km seguidos já por isso é que fiz um buraco por baixo dos pedais para mijar e cagar sem ter que estar a parar, como aqueles otários que interrompem a viajem para ir a uma estação de serviço

    • rui says:

      Uma viagem de 2 horas já paro pelo menos uma vez e a maioria das pessoas normais faz o mesmo, no maximo 90 minutos seguidos dentro do carro, parar nem que seja para esticar pernas por 5 minutos renovar a atenção e voltar a estrada, se fazes 4 horas seguidas é contigo, mas estás a criar um risco na estrada.

  2. Luís Esperança says:

    Quem escreveu acredita mesmo nisto?

    • Vítor M. says:

      Atenta, não é uma questão de acreditar ou ter esperança, são factos, tendências e objetivos por quem já investiu milhões. Não há volta a dar.

      Qual ponto achas tu que não é congruente? É que, está mais que estudado, que > https://bit.ly/4jeIi96

      • Mário says:

        E países “evoluídos” como a Arábia saudita, Dubai, etc etc? Continuam a consumir petróleo como se nao houvesse amanhã? Estamos preocupados com os nossos 0.1% de emissões globais, mas falta o testot

        • JL says:

          O que vale é que Portugal é como eles, tem muito petróleo.

          E não:

          https ://exame.com/esg/arabia-saudita-acelera-investimentos-em-energia-renovavel-com-r-46-bilhoes-da-acwa-power-e-aramco

  3. Anung says:

    3 Mitos:
    #3 – A rede de carregamento é insuficiente
    #5 – Os veículos elétricos não são realmente mais ecológicos
    #6 – Os veículos elétricos têm maior risco de incêndio

    3 Realidades:
    #1 – Os veículos elétricos não têm autonomia suficiente
    #2 – Carregar demora demasiado tempo
    #4 – As baterias degradam-se rapidamente

    • Vítor M. says:

      😀 Lá está, os mitos que moldam a opinião das pessoas frágeis.

      3 Realidades:
      #1 – Os veículos elétricos não têm autonomia suficiente: Isso é mentira. Os elétricos, primeiro, não são para todos. E, mesmo os com menos autonomia, para quem faz todos os dias 35 km de média, chegam e sobram. E mais, em 2025 vimos a autonomia aumentar consideravelmente.

      #2 – Carregar demora demasiado tempo: Não demora. Se souberes adaptar a tua vida, até perdes menos tempo do que ir à bomba. Por exemplo, se eu deixar a carregar durante a noite, nem dou conta do tempo de carregamento, é enquanto ele precisar.

      Se o deixar a carregar enquanto vou às compras, o tempo é bem aproveitado.

      Se o deixar a carregar enquanto vou almoçar ou jantar, é tempo bem aproveitado.

      Se estiver numa autoestrada, e estiver com 20% de autonomia, posso carregar rápido até aos 80%, deixando a carregar enquanto paro, vou ao WC, lavo as mãos, peço um café, tomo o café, vou para o carro e desligo a carga. E está.

      #4 – As baterias degradam-se rapidamente: Essa é a maior mentira e só a refere quem não sabe nadinha do assunto. Digamos que esta mentira é muito usada pelos decrépitos intelectuais. As provas mostram que uma bateria dura muito, mesmo com algum desgaste após 10 anos. Mas continuam a fornecer autonomia aos veículos. -> https://bit.ly/4seE8Ct

      Este artigo cai-te como uma luva -> https://bit.ly/4jeIi96

      • Anung says:

        “Isso é mentira. Os elétricos, primeiro, não são para todos.”

        Pois não, logo não têm autonomia suficiente. Os carros a combustível dão para todos.

        “Não demora. Se souberes adaptar a tua vida, até perdes menos tempo do que ir à bomba.”

        Se é necessário adaptar a vida é porque demora muito tempo a carregar.

        “As provas mostram que uma bateria dura muito, mesmo com algum desgaste após 10 anos. Mas continuam a fornecer autonomia aos veículos”

        perder 5%-10% em 10 anos é degradar-se rapidamente. Um carro a combustão não perde litros de deposito mesmo ao fim de 50 anos.

        Lá está, quando o tema nos agrada até ficamos roxos de fazer com que verdades se tornem mitos.

        • Vítor M. says:

          LOL “Pois não, logo não têm autonomia suficiente. Os carros a combustível dão para todos.” Isso não tem a ver com a autonomia. Muitas pessoas não os compram ou porque ainda têm um térmico, ou porque não têm como o carregar em casa, ou porque ainda o consideram caro, ou porque não é ajustado ao que precisam. A autonomia é um dos males menores. 😀 Só usa esse argumento quem não sabe do que fala.

          Com os elétricos, principalmente as pessoas que o carregam em casa, não perdem tempo na bomba 😉 e poupam na carteira. isso, não estás a considerar, mas é desonesto não o considerares 😉

          “perder 5%-10% em 10 anos é degradar-se rapidamente. Um carro a combustão não perde litros de deposito mesmo ao fim de 50 anos.”

          Estás a dizer asneiras. Os carros mais velhos também consomem bem mais, logo, o tanque de combustível cheio permite menos quilómetros. Esse argumento é enormemente falso. Conheço casos que têm um carro elétrico desde 2917 e a bateria continua com 100%. Carrega sempre em casa (empresa), lentamente e não tem qualquer degradação. E é uma bateria antiga. As novas durarão muito mais.

          Ri muito como não perder litros, nota-se que não pescas nada 😀

          Quando não se percebe nada e se quer dar uma de inteligente, produz-se um comentário sem nexo, como o teu. Mas pronto. Por isso é que existem mitos urbanos…

          • B@rão Vermelho says:

            “Se é necessário adaptar a vida é porque demora muito tempo a carregar.”
            Aqui tenho de dar razão ao argumento do @Anung, assim como aquele argumento dos puxadores dos Tesla, que tens de ler o manual para “aprenderes” a abrir a porta, alguma coisa errada não está certa 🙂 🙂 🙂
            Mas como em tudo na vida há prós e contras, para mim que não faço muitas viagens de carro a pouca autonomia é um “problema” talvez quando tiver o meu VE com a utilização veja a coisa com outros olhos mas até lá incomoda-me a pouca autonomia.

          • Vítor M. says:

            Mas isso acontece em tudo na vida. Ou não tens de adaptar a tua vida para saberes quando podes ir abastecer? Não é mais fácil por o carro a carregar em casa do que ir à bomba abastecer? Eu acho que é bem mais confortável e barato. Razão nisso? Zero, desculpa lá 🙂

            No caso dos puxadores, isso acontece até nos térmicos, há carros com puxadores igualmente “estranhos”. Isso é transversal.

          • B@rão Vermelho says:

            @Vítor M. a questão nunca foi carregares em casa, a questão é precisamente o contrário, para aqueles que não podem carregar em casa.
            Eu tenho paneis solares, trabalho a partir de casa e mesmo que tenha de ir ao meu local de trabalho tenho motas e posso deixar o carro a carregar, até ai tudo ok, e quando tenho de sair em viagem.
            Adaptar a minha vida para ir abastecer, como assim, as bombas estão abertas 24 horas, por em quanto são poucas as estradas que não há bombas de gasolina, se tivermos a falar de uma viatura a GPL, ai sim tens de planear um pouco melhor.
            Eu tenho um posto de carregamento publico mais perto da minha casa do que tenho uma bomba, mas o carregador ou esta inativo ou ocupado mais vezes do que as bombas estão cheias.

          • Vítor M. says:

            Mesmo ao carregares fora, tens vantagens, mas menos. E por isso refiro que os elétricos não são para todos. É por isso faz sentido os electrificados. Pelo menos na transição.

          • Anung says:

            Ou, ou, se , ou…se , ou… se….

            O teu xadrez 4D para defender os electricos remume-se a “ou” e “se”
            Áh…falta o “conheço casos e tenho um amigo do amigo que…..”

            LOL

          • Vítor M. says:

            Ou isso ou fazer-te um desenho. Como explicar simples, a ver se entendes. No teu caso é mais… ouvi dizer. Contaram-me enfim. Se falasses e soubesses o que dizer. Pelo menos aprendeste hoje alguma coisa.

        • JL says:

          A mentira foi você que a criou, ninguém disse que eram para todos.

        • JL says:

          Já agora venham daí os números que confirmam que têm maior risco de incêndio ?

      • Mário says:

        Vítor, mas desde quando é que eu tenho que adaptar a minha vida por um carro? O carro foi feito para me servir dele em vez dele se servir de mim. O pessoal gosta de ficar refem e atado á tecnologia

        • JL says:

          Adapta mais você que ele, tem de ir às bombas abastecer.

          • Mário says:

            adapto? Quando? onde? você adaptou-se? Eu não.
            Saio de manhã se precisar de meter gasoleo meto, se não precisar não meto, não estou a pensar, epah esqueci-me de deixar o carro a carregar e já não vou chegar a horas ao trabalho, raios, só tenho 20% e os carregadores na empresa estão cheios,…

          • JL says:

            Eu não tive de adaptar, eu já metia o carro na garagem quando chegava a casa, a única coisa que faço a mais é engatar um cabo no carro, que nem 10 segundos leva. Já você teve de adaptar a todos os tormentos que um a combustão dá, até de aquecer o carro pela manhã, parecem as avozinhas, não saem à rua sem serem aquecidas.

            Então afinal tem de fazer algo que os outros não fazem.

            Mas se esquecer de meter gasóleo fica a pé.

            O ficar a pé com 20 % é daquelas graves para quem faz 1000 KMS em 3 semanas. Loooool

          • Mário says:

            Só tretas sr JL. Até adivinha o que eu não faço.
            Você antes andava de burro? Ou de mula? É que esse ódio faz parecer que sempre existiram elétricos
            E você se parar no meio do Alentejo sem bateria, chama o reboque com um gerador a gasóleo looooooool

          • JL says:

            Tretas ou não lhe convém ?

            Não adivinhei nada, disse aquilo que tem de fazer, quanto aos kms foi você que o disse por aqui, quanto ao aquecer, é aquilo que as marcas e mecânicos, e até artigos recomendam, se não o faz, então deve ter uma boa saúde esse veiculo.

            Ódio ? mas ódio de quê ? essa ainda não entendi ?

            E sempre existiram eléctricos, aliás, apareceram antes dos a combustão, ou também vai negar isso ?

            E se você ir parar ao meio do Alentejo sem bateria e combustível ? qual é a diferença ? é que faz afirmações absurdas sem sentido, depois sou eu que tenho ódio, mas é você que inventa situações para os outros.

            E se chamar ? qual é o problema ? é que ainda não entendi. Se chamar o reboque também não vai de gasóleo ?

          • Mário says:

            Eu com um Elektro ir num reboque a gasóleo nem em sonhos. Lool .
            Você é perito a desdizer as coisas. Eu não fico sem bateria no meio do Alentejo até porque trago as manutenções em dia… E você nem deve sair de casa com fobia de ter que carregar o carro sem ser com energia dos seus painéis loooooool

          • Mário says:

            Não vê o que escreve? Só destila ódio no que escreve.

          • JL says:

            Eu leio.

            Está a ver, o seu problema é esse, preconceito.

            Eu desdisse onde ?

            E eu fico sem bateria no meio do Alentejo porquê? Não tenho manutenções em dia ? Lá por não as fazer na sua oficina não quer dizer que não as faça.

            Se não saiu de casa como é que fiz quase 40 mil KMS no ano passado ?

            Mas destilei ódio onde ? Ando há meses a perguntar e não consegue mostrar onde.

    • Rui says:

      Dizer que uma das realidades é que as baterias de degradam rapidamente é mesmo de quem tem 0 experiencia no assunto.
      Um motor a combustão degrada-se muito mais rapidamente e ainda tem um disparate de manutenção pelo meio

      • B@rão Vermelho says:

        Os Nissan Leaf de primeira geração tens de concordar que vieram dar uma péssima imagem dos VE no que toca a baterias, certo?
        Estou apenas a falar dos Nissan, com sinceridade tirando os Nissan não conheço mais ninguém a reclamar de baterias dos VE.
        Ainda há dias aqui perto de minha casa estava um BMW I3 empanado devido à bateria de 12V, e não a bateria grande.

  4. Julio Mendes says:

    Embora reconheça que há alguns pontos em que o texto faz sentido, há outros que não.

    1# Carros elétricos económicos, ainda, não tem autonomia suficiente.
    2# Carregar um carro elétrico económico ainda não é tão rápido quanto se desejava.
    4# O custo de substituir uma bateria é incomportável, sendo que a maior parte das vezes, dita a substituição do veiculo.
    5# Os veículos elétricos continuam a não ser tão ecológicos quanto apregoam. O ser ecológico não se mede apenas pelos gases, mede-se também pela destruição de ecossistemas para a mineração de matéria pra produção de componentes, bem como a poluição da água.

    3# Se há carregadores suficientes? Em determinados locais sim, noutros não.
    6# O risco é como outro qualquer. Aumenta quando a qualidade do material usada é inferior, e os carros elétricos de centenas de milhar de euros não são excepções. Quando são desenhados o fator lucro está implícito, logo os fabricantes só investem na qualidade dos componentes o que tiver que ser.

  5. Joachim P. says:

    e a radiação emitida e consequências para saúde dos utilizadores??? Mito ou tem fundamento?

      • Mário says:

        Alguém não foi às aulas de eletrotecnia. Estar perto de uma linha de AT nem se nota. Coloque o rádio do carro em Long Wave e veja o festival de radiação que lá vai

        • Vítor M. says:

          Aiiii tenho de explicar tudo: Radiação das baterias de veículos elétricos: mito ou realidade?

          Antes de mais, não há fundamento científico relevante. Trata-se, essencialmente, de um mito.

          Mas, vamos a factos: As baterias de iões de lítio não emitem radiação ionizante. A única radiação associada é eletromagnética de baixa frequência, semelhante à gerada por eletrodomésticos comuns, como um frigorífico ou um portátil.

          Os “milhentos” dados existentes, as medições independentes, mostram que os campos eletromagnéticos no interior de veículos elétricos estão muito abaixo dos limites definidos pela Organização Mundial da Saúde e pela União Europeia. Em muitos casos, são inferiores aos registados em carros a combustão, devido à ausência de motor térmico e ignição.

          Mas, mesmo sendo baixo, há impacto na saúde?

          Não existe qualquer evidência científica credível que associe o uso de veículos elétricos ou a proximidade às suas baterias a problemas de saúde. Se houvesse risco real, estes veículos não seriam homologados nem vendidos na UE.

          Conclusão: a ideia de que as baterias “irradiam” os ocupantes é falsa. Não passa de desinformação, frequentemente confundindo radiação ionizante com campos eletromagnéticos comuns e inofensivos nos níveis em causa.

        • JL says:

          Está a falar daquela que os a combustão até são piores ?

    • Stanley says:

      Não confunda carro elétrico com o míssil de propulsão nuclear do Putin. 😀

  6. Zé Fonseca A. says:

    #1 isso era se a autonomia fosse real, em AE chega a ser 50 a 60% inferior o que é uma loucura
    #2 se demora mais que 5 min para o xixi já demora tempo demais, quem está em viagem quer chegar rápido não quer estar 30-60 min a olhar para o telemóvel
    #3 problema é que toda a gente planeia fazer as viagens previamente em épocas festivas, férias, feriados, fim-de-semana prolongado, isso nota-se bem nas estações de serviço, principalmente A1 e A2
    #4 comprar carro eléctrico é só parvo, pessoas inteligentes fazem ALD para não correr riscos, em alguns casos com razão noutros casos não tanto, mas assim garantem carro novo quando a bateria começar a perder capacidade
    #5 ninguém quer saber, falsa premissa para obter apoios dos estados, irrelevante
    #6 menor risco em andamento, maior risco parados, os incidentes com incêndio de baterias com uma quota de mercado tão baixa evidência isso mesmo, por algum motivo existem espaços privados, incluindo alguns condomínios que proíbem viaturas eléctricas nas garagens

    • PeterJust says:

      #1 Falso
      #2 Carregamento rápido demora 5m
      #3 Isso é um problema para todos, chama-se época alta
      #4 Falso, ALD não é comprar é alugar
      #5 Por ninguém “querer saber” é que o estado tem de incentivar, é como o imposto no tabaco, não te proíbem de fumar mas tens de pagar os tratamentos adiantadamente
      #6 Os factos estatísticos são claros, quem nega é pior que um ignorante, porque um ignorante não tem acesso à informação, quem tem, e mesmo assim duvida é um verdadeiro mentecapto, uma nódoa na sociedade sem qualquer valor intelectual, que claramente não é de confiança porque mente mesmo com acesso à informação e perigoso

  7. Hugo Nabais says:

    Mais arroz…

  8. Anung says:

    E eu tenho um diesel há 40 anos e ainda estou para saber queal o custo do motor e depósito. Loool

    • JL says:

      E já sabe quanto custa uma bateria para um VE ?

    • PeterJust says:

      O seu diesel com 40 anos se bater contra um carro recente a mais de 50kmh, você e a sua família ou morrem todos, se por acaso não morrerem logo, vão ficar gravemente feridos para o resto da vida, não terão qualquer possibilidade de viver sem ajuda e o custo do motor vai ser a ultima das suas preocupações quando os bombeiros abrirem o carro como se fosse uma lata de sardinhas para vos tirar de lá, isto se não começar a arder e fica lá tudo preso sem conseguir sair. Não quero com isto desejar que tenha um acidente, longe disso. É só para o lembrar do preço que poderá ter de pagar por andar com um carro com mais de 20-25 anos e gabar-se disso.

  9. Gringo Bandido says:

    Há quem diga que os carros electricos têm um motor com raios eléctricos tipo relâmpagos, é verdade:
    https://www.youtube.com/watch?v=ZM2DoMQ7qwo&t=89s

  10. Pedro António says:

    Era louco por fotografia. Tinha laboratório em casa e revelava os rolos em casa. Comprava as melhores revistas, espanholas e francesas de fotografia. A uma certa altura apareceu o debate se o digital, os pixels, poderiam alguma vez ter maior definição que o ISO (sensibilidade à luz e definição da película do rolo), a conclusão dos entendidos era sempre, não, isso nunca iria acontecer, era ridículo….o digital nunca iria superar o rolo e o químico, mas, em pouco tempo, deixou-se de ter o rolo, este desapareceu, o digital venceu completamente, …. com os carro elétricos vai ser o mesmo…, uma questão de tempo, aceitem, dói menos!

    • PeterJust says:

      com os carros e com tudo, quando o analógico é substituído pelo digital o analógico só é mantido por saudosistas que de resto é muito melhor.

      • Mário says:

        Lá vem um genZ dizer bacoradas….. Sabe que num carro a diesel dos anos 70/80 a bateria é opcional? Não precisa dela para nada… Eletronica avaria….
        O Siresp tbm era bom e falhou, o rádio analógico amador funcionou…

        • JL says:

          Avaria bem menos que o desgaste da mecânica, tanto que a electrónica não precisa de manutenção e a mecânica é levar óleo, líquidos e apertos a toda a hora.

          O rádio analógico não é electrónico quer ver ?

          • Mário says:

            A eletrónica não precisa de manutenção? Pois não… Queima substitui… Tão bom.

          • JL says:

            Não, não tem manutenção.

            Queima pois, mas é o que dura mais, e sem ela não há mecânica para ninguém.

          • Realista says:

            Trocas de óleo regularmente… O óleo queima, trocas e não te queixas.

            Trocas de velas regularmente… Elas queimam, trocas e não te queixas.

            No entanto já é um problema caso uma placa eletrónica queimar, da qual a maioria nunca é substituída durante a vida útil do veículo.

        • PeterJust says:

          Os telefones dos anos 70/80 também não precisavam de bateria, por isso é que usas um todos os dias! Queres-te enterrar mais ou ainda consegues respirar?

          • Mário says:

            Uso? De certeza? A enterrar está você. Fez me lembrar uns estudantes no apagão que em entrevista á antena 1, disseram ah mas dá para ouvir rádio sem ser pelo telemóvel.
            Você está igual. Se calhar até era um deles.

        • Realista says:

          Um carro a diesel dos anos 70/80 vinham equipados com manivela para não precisarem de bateria ao arrancar?

          • Mário says:

            Um carro elétrico pega de empurrão? Um diesel moderno pega de empurrão? um gasolina moderno pega de empurrão? Não.

            Um diesel dos anos 70/80 pega de empurrão? Sim.
            A bateria só é precisa para o motor de arranque, depois pode tirá-la que não faz falta nenhuma.
            Amén Realista, vice-sacerdote dos elétricos

          • PeterJust says:

            Tiravam as baterias mas depois só podiam estacionar nas descidas! A internet deu voz a estes atrasados mentais que normalmente eram escondidos para não envergonhar a família!

          • Mário says:

            Fala o gajo que acha que tem tudo como adquirido.

          • JL says:

            Um carro eléctrico até carrega de empurrão.

            A bateria de 12v num eléctrico também só serve para o arranque, depois pode tirá-la que ele não precisa dela, tem o DCDC que gera os 12v que são usados no veículo.

          • Realista says:

            Mas qual é o objetivo de apontar que é possível pegar um carro de empurrão e sinceramente, quantas vezes é que precisaste de pegar um carro de empurrão durante a última década?!

            Não entendi muito bem das vantagens de poder iniciar o carro de empurrão…

        • PeterJust says:

          E tu? Pegas de empurrão?

  11. Mus says:

    De notar que a autonomia média dos carros elétricos é de 378 quilómetros.
    O carro com mais autonomia é o Mercedes-Benz EQS 450+, com 684 quilómetros, o carro com menos autonomia é o Fiat 500e Hatchback 24 kWh, com 129 quilómetros

  12. PorcoDoPunjab says:

    Não quero.

  13. Mário says:

    Já para não falar dos painéis plantados em área natural e arborizada…. Quando se vê que os adventistas dos elétricos preferem abater árvores do que as plantar está tudo dito. Ali para Riba de ave e Guimarães podiam abater vinhas e pinhal para plantar paineis.
    Veja se castelo branco….

    • Pedro António says:

      Negociatas! Como se compreende que na Beira Baixa, Castelo Branco, Fundão, Idanha, Penamacor tenham neste momento dois megaprojeto de painéis solares para serem instalados em zonas de montado, sobreiros, zonas inclusive protegidas, pela fauna e flora únicas, zonas de regadio, e as câmaras estejam caladinhas, alterando os PDM , porque já receberam muito dinheiro. Deitar tudo abaixo, levar à fuga da pouca população das aldeias para colocar painéis solares na produção de eletricidade é um contrasenso. Assim antes quero os carros a combustão!

    • JL says:

      O que os painéis têm a ver com o assunto ?

      Vê onde ? Na sua cabeça infantil ?

      Ah portanto você é que pensa nisso.

      • Mário says:

        Faz tudo parte! os carros nao consomem energia? Você é que diz que onde há paineis é só deserto.
        Malvados JL. Perto de onde vivem uns familiares é isto!
        https://ibb.co/MyZz1Hc6

        tão bonito nao é? Vai dizer que é deserto? Arrasaram pinhal para meter painéis. Que lindo!
        Ah ja sei, fui eu que fiz photoshop e é mentira.

        • JL says:

          Parte de quê?

          Mas os a combustão consomem mais, portanto quando se trata de energia deve culpar os que gastam mais, e não os que gastam menos. Não se deu já por isso que o consumo de energia tem estado a diminuir desde 2010 ?

          Não, isso é mentira, eu digo que há painéis onde havia culturas intensivas, que nada ajudam os ecossistemas.

          É mais bonito que ter aí uma cultura para produzir combustíveis.

          Se não quer que destruam faça algo para isso, deixe de consumir energia em casa, e deixe o carro em casa e vá se transportes públicos.

          https://energeiaplus.com/2025/03/31/wieviel-strom-brauchts-fuer-die-bereitstellung-von-benzin-und-diesel/?translateto=en

        • Mário says:

          Você ainda consegue ser mais aldrabão que eu… A REN diz que o consumo este ano subiu… você diz que desceu… Eu acredito numa entidade credível:
          https://expresso.pt/economia/economia_energia/2025-12-26-portugal-fecha-o-ano-com-maximo-historico-no-consumo-de-eletricidade-c98041ab

          Aqui não havia cultura intensiva havia pinhal.
          o meu consumo de energia em casa tem vindo a descer e não precisei de gastar dinheiro em paineis… em 10 anos passei de 300/400 kwh para 170 kwh com Ar condicionado e solar térmico. Só a investir na eficiencia.

          • JL says:

            Portanto admite que é aldrabão, eu não admito porque não sou.

            Eu não falei deste ano, eu falei que desde 2010 tem estado a descer, e só este ano passou o de 2010, portanto até na sua aldrabice consegue confirmar o que eu disse.

            Se tinha só pinhal é cultura intensiva, monocultura é considerada intensiva.

            O meu foi praticamente para zero, isto porque investi e já rentabilizei os painéis em cima do telhado.

            Então antes tinha carro eléctrico ? LOOOOOOOL

            Eu também, investi na eficiência, tanto que antes de investir em eficiência gastava só em eletricidade cerca de 90 a 120 euros por mês, mais o gás que podia chegar a uns 60 a 70 euros mês. Agora pago entre 6 a 10 euros por mês para manter o contador e ter algum backup, sim, agora considero a rede como backup, é um custo baixo para comparado com outro sistema de backup.

        • Mário says:

          Você é perito a virar o bico ao prego.
          Deixe se ficar com o seu narcisismo e egocentrismo.
          E onde é que dizem que os carros têm se que deixar aquecer…. Nada nem ninguém me disse.
          É como as instalações de 80 anos, já deviam ter sido substituídas, não sei quem lha fez…

  14. Pedro says:

    Isto devia ser dito em todas as redes sociais porque o que não falta é muita desinformação por aí nas redes sociais.

  15. Márcio says:

    Tanta desinformação que até dói… faço apenas uma pergunta. Quando tempo demora fazer de Faro a Bragança com um carro eletrico?

    • Vítor M. says:

      Não, a questão é a ignorância.

      Respondendo à tua questão: ora, vamos ter como ponto de partida o Aeroporto Internacional Gago Coutinho, Faro e a chegada o Aeródromo de Bragança. O trajeto mais curto é de 731 km. Ora, usando um elétrico, por exemplo, o DS 8 E‑Tense, com uma autonomia de 700 km, teríamos de condução 7h40 e teríamos um carregamento na ordem dos 40 minutos pelo meio. Ora, no total 8h20… 8h30… por aí.

      Se fosse um carro térmico, o tempo total rondaria as 8 horas.

      Em termos de custo: o elétrico iria gastar cerca de 60 euros de energia, e o térmico cerca de 100 euros em gasolina.

      • Mário says:

        O elétrico é mais caro, portanto compensa o carro a gasolina.

        • Vítor M. says:

          Não, ora faz as contas… 🙂

          • Mário says:

            Contando que um carro elétrico custa muito mais que um a gasolina, a menos que tenha ido á esmolinha do Estado. Até fica mal para um liberal mas é a filosofia deles…

          • Vítor M. says:

            Lá está, erro de perceção. Na mesma categoria, os preços são equiparados. Por exemplo, um Audi Q4 e-tron (elétrico), parte dos 49.457 euros. No mesmo segmento, mas menos poderoso, o Audi Q3, na versão de entrada com motor a gasolina (1.5 TFSI mild-hybrid, 150 cv), começa a partir de 45.617 euros.

            O Q4 e-tron é cerca de 3.800 € mais caro, mas é mais carro, é mais espaçoso. Estes quase 4 mil euros estão lá na oferta. E não no facto de ser elétrico. Isso tu deverias entender. E não continuar com esta ideia errada que os elétricos do mesmo segmento dos térmicos oferecem menos e são mais caros. Isso é errado.

    • JL says:

      E quando você demorou a fazer ?

      Primeiro comece por si.

      Mas está assim tão chateado porquê? O que tem a perder com esta informação que está correta ?

  16. Stanley says:

    Continuo apostando nos veículos a hidrogênio 😀

      • Stanley says:

        Pretendo comprar no futuro. Por enquanto sigo com a gasolina pois percorro grandes distâncias no verão, as vezes no inverno. Eventualmente países diferentes.

        Pragmaticamente, é melhor seguir no petróleo.

        • JL says:

          E porque não compra agora ?

          Ah portanto não pode comprar a hidrogénio porque percorre grandes distâncias. Pois, como se tem visto esses são bons para ficar perto das garagens e principalmente perto de uma bomba de abastecimento que seja pouco frequentada e não avarie muito.

          • Stanley says:

            Porque sou pragmático. Mas tenho minha visão de ideal. E aposto no hidrogênio. Apostas visam algo no futuro, e noutro tempo pretendo ter um veículo a hidrogênio. Essa é a minha lógica.

          • JL says:

            Se apostasse já tinha um, o que está a apostar é que os outros comprem para poder tomar uma decisão.

            Eu sugiro que se apresse, pois cada vez vão ser menos, não é o meu desejo, é o que está acontecer.

    • PeterJust says:

      LOL!!! Esses já desistiram há muito tempo! Até os vendedores da toyota esconderam os catálogos e tudo que tinha a ver com hidrogénio! Quem comprou os carros agora estão a fazer de museu! Foi uma burla!

      • Mário says:

        A dor de cotovelo com a Toyota é fantástica. Vê se mesmo que a lavagem cerebral funciona.
        Preferem andar a trocar de carro de 4 em 4 anos, pelo menos enquanto durar a mesada.

        • PeterJust says:

          A lavagem cerebral funcionou perfeitamente! Ao ponto de haver gente a enterrar 50 mil € em monos! Eu ainda lhes disse para me darem o dinheiro a mim que era mais bem empregue, mas a lavagem foi tal que não valia a pena dizer a verdade quando a mentira tinha sido tão bem contada. Alguns aprenderam a lição, outros, ainda estão convencidos que estão certos! Já imaginou o nível de burro que é preciso ser para continuar a acreditar nisso?!?!

          • Mário says:

            Então sr Just e sr JL digam me uma coisa. Já que eu sou uma avozinha, posso pegar num elétrico logo de manhã com temperaturas negativas e pôr me a acelerar feito doido sem condicionar a bateria?faz lhe um bem danado.

          • JL says:

            Pode. Porque os eléctricos são tipo carros inteligentes, se eles não poderem dar a potência máxima, não dão.

            Mas olhe e para que fique descansado, a maioria dos carros dão a potencia máxima com frio, o que não fazem com frio é terem a travagem regenerativa máxima, e a potência máxima de carga, mas eles avisam disso…..

            Não sabe que o condicionamento da bateria serve apenas para poder carregar mais depressa ?

          • Mário says:

            Deve dar uma boa saúde ao carro deve.

          • JL says:

            Claro que dá, ele gere todo o sistema como deve ser, já no seu diesel, é você que tem o gerir, já pensou porque é que se falta água, ou a bomba de circulação falhar, é você que tem de dar por isso antes de rebentar o motor ? Que sentido faz isso ? Num eléctrico se a bomba falhar e a bateria aquecer ele começa a limitar a potência, daí haver malta que culpam os eléctricos de cortarem a potência nalguns casos, e estão certos eles cortam para não “rebentarem” com nada. Os a combustão não cortam, rebentam, depois aparecem os diversos problemas associados a isso, óleo na água, água no óleo, perdas de compressão, juntas de cabeça queimadas, etc, etc, etc. E isso é tão comum que as pessoas acham normal.

          • Mário says:

            Tal como é normal no maravilhoso mundo dos elektrofans, basta um carro elétrico ter um acidente, apresentar danos estruturalmente reparáveis e, ainda assim, ser imediatamente declarado perda total — porque houve um pequeno detalhe insignificante na bateria que deixou de funcionar… ou que pode deixar de funcionar… ou que eventualmente, teoricamente, hipoteticamente poderá vir a não funcionar.
            Porque bateria é isso mesmo: uma caixa negra mística, intocável, quase sagrada, onde qualquer dúvida é suficiente para carregar no botão “reciclar tudo”.

            Isto já é perfeitamente normal para quem anda de elétrico.
            Não funciona? Deita-se fora.
            Pode não funcionar? Deita-se fora.
            Talvez funcione, mas dá trabalho confirmar? Deita-se fora na mesma.

            É esse o verdadeiro espírito dos elétricos: descartável, silencioso, embrulhado num discurso verde e moralmente superior.
            E claro, perfeitamente alinhado com alguém que se diz defensor de valores — desde que não incluam bom senso, sustentabilidade real ou responsabilidade material.

          • JL says:

            Se a bateria deixar de funcionar é reparada, qual o problema ? também mandam para perda total um carro onde o motor deixou de funcionar ? quer que lhe mostre o meu que a bateria deixou de funcionar com um acidente ?

            Negra ? a minha é prateada. Se é mística é para si que não entende nada do assunto.

            Não funciona repara-se, essa é a ideia, dai até estar a crescer em numero as oficinas que tratam deles, mas enfim, nem isso consegue ver.

            Então é por isso que trocou ? deixou de funcionar e comprou outro ? Nem todos são como você.

            Como são descartáveis se não descartam ? descartável é o seu, que descarta peças todos os anos.

            Defensor de valores ? não entendi essa ?

            Onde tirou essa conclusão do meu comentário ? inventou como sempre!

          • JL says:

            Olhe uma perda total, ah espere, afinal não. LOOL

            https://ibb.co/QjNcL1gv

      • JL says:

        Verdade, na Noruega existem alguns processos em tribunal devido a isso, e nos EUA também.

  17. Márcio says:

    Virou blog de venda de EVs LOL

  18. VAOpoK says:

    Não são mitos, são a realidade. Os carros elétricos têm muitas desvantagens.

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