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Tamagotchi faz 30 anos: a história do pequeno ovo digital que conquistou o mundo

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Gringo Bandido says:

    Eu literalmente matei o meu tamagotchi, atirei-o contra a parede, fartei-me daquilo muito rapidamente.

  2. Simão says:

    Desde que apareceu essa idiotice até hoje ainda não sei qual a razão/propósito disso

    • Vítor M. says:

      A riqueza deste mundo é o poder de escolha. O que para ti é idiotice, para outros é uma diversão. E o que para ti é uma diversão, haverá que ache que é uma idiotice.

      • iDroid says:

        Brilhante 😀

      • Oh says:

        Hey… vale bujas de bom senso!?

      • Simão says:

        É uma idiotice.
        Animal de estimação?
        Mas não é só isso, pois há anos atrás andava tudo no trabalho com a paranoia que tinha que chegar a casa rápido para dar de comer aos animais e regar as culturas no FarmVille .

        • Vítor M. says:

          Epá… sim, o que não falta no mundo são coisas parvas. Mas, lá está, tu podes achar uma cena interessante, e o teu vizinho achar que és estranho. Se calhar, o estranho é ele, mas a liberdade é ele, sem interferir na tua vontade, achar que o estranho és tu. E, como temos visto, o que não faltam são cenas estranhas que parecem normalizar com o uso. Olha um exemplo, falar sozinho no meio da multidão. Não é estranho ires ali no meio a falar com alguém (que ninguém vê)? Hoje, a malta com auriculares em qualquer lado está a falar “sozinha”. 😀

          Usar redes sociais para mostrar vidas que não existem, a não ser na imaginação. Não é estranho? Mas o Instagram não está pejado desses perfis? E não se tornou normal?

      • Marko says:

        Parabéns pela resposta não diria melhor… Existem pessoas que não sabem o que é ser criança, ou se lembram disso talvez não tenham tido uma infância digna desse nome provavelmente!
        Eu tive uns 2 e era bem fixe, foi uma forma virtual de as crianças terem responsabilidade pelo seu bichinho e ver quantos anos duravam, lembro-me tão bem de limpar o cocó, alimentar, brincar com ele… Velhos tempos em que era(mos) felizes e não sabíamos 😀

        • Vítor M. says:

          Pois, é isso, o que vale é que muita gente gostava dessa interação e foi normalizado o entretenimento. Já que falas da infância, quem nunca jogou aos espeto para “conquistar o mundo”? Fazer buracos na terra para jogar com caricas? Ter um monte de berlindes para jogar no intervalo, no recreio… jogar ao mata? Quem nunca jogou à estátua? Quem nunca jogou à mosca (que nalgumas partes do país se chamava “aí vai alho”)? Quem nunca jogou à bola na rua, com as “sacolas” a fazer de baliza? Quem nunca jogou ao peão, para nichar o do colega? Quem nunca jogou ao esconde? Quem nunca fez uma fisga? Tanta coisa que hoje parece estranho… e era tão bom e tão normal!

    • Hugo says:

      No entanto cá estás, a perder tempo a comentar o assunto. Devias pensar nisso que isso sim, é interessante LOLOL

  3. PAULO PEDROSO says:

    Ainda tenho 6 guardados

  4. tiago says:

    Tive um tamagothi que foi roubado à porta da escola, chorei tanto quando cheguei a casa, e o “bicho” estava grande.

  5. Ricardo says:

    Ainda tenho o meu e ainda funciona, apenas tenho que por fita cola para segurar a tampa traseira.

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