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Os videojogos hoje em dia!

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Paulo Silva


  1. running_wild says:

    Falta ali na timeline o grandioso spectrum.

  2. Guilherme de Sousa says:

    E a game gear?
    Noto que muita gente se esquece desta consola e que nao teve o destaque que merecia.. afinal de contas a nintendo lançou o game boy color que em 98 com grande sucesso(e nem ecra retroiluminado tinha), quando a game gear ja era de 90! Nunca percebi o sucesso da ninendo com o gameboy quando havia algo muito mais avançado :\

    bom post,

    cumps!

    • running_wild says:

      Se calhar pk a game gear era uma consola semi-portatil 🙂 visto que era havida por pilhas 🙂

    • SatoMew™ says:

      A Nintendo teve um sucesso merecido com o Game Boy. A Sega e a Atari tinham melhores máquinas mas pecaram na durabilidade da bateria. A Nintendo soube equilibrar qualidade com durabilidade, fazer um produto bastante resistente e vasto no leque de jogos. Não obstante, o marketing da Nintendo foi o principal motor do sucesso da empresa. 😉

      • Lokier says:

        Sempre achei a game gear melhor, mas talvez os jogos, a bateria e o marketing tivessem feito a diferença na altura. Foi pena a Sega ter ficado para trás nesta corrida, as coisas podiam ter sido bem diferentes. Ainda me lembro da velha rivalidade Sega vs Nintendo,

        Ninguém me tira da cabeça que durante os anos que a Nintendo “teve a soro” foi o GamBoy que a salvou, mantendo um numero aceitável de vendas, também era a única consola portátil existente.

        • Fernando says:

          Não é verdade que o Gameboy era a única consola portátil, o GB nem foi a primeira consola portátil… O que o que aconteceu é que o GB eclipsou a concorrência, ao ponto de praticamente só existir a memória da GG como concorrente…

    • Alexandre Pinto says:

      Eu tive duas! E achava fantastica!!
      Um dia mais tarde o botao direcional avariou… Entao comprei outra a um amigo meu.

      Meses mais tarde voltou a acontecer o mesmo e ela acabou por ficar parada.

      Á uns anos deu-me a nostalogia e fui ao ebay e comprei outra. Ainda hoje funca! 😀

      É engraçado falarem nisso porque ainda á uns dias estive a arrumar os jogos dela numa gaveta. 🙂

      Velhos tempos!

    • UKN says:

      A Game gear usava 6 (ou 8 que já nem me lembro) pilhas que duravam … uns “minutos” e era de longe muito mais cara que o GB que usava 4 pilhas e que durava horas.

      Os jogos do GB embora mais limitados eram muito mais em numero e mais divertidos.

      A Nintendo continua a fazer frente à Sony com a DS que é muito mas muito mais limitada que a PSP …

      A sega … depois da Mega Drive (que já existia à altura que a GG saiu … só fez cagada … e pagou o preço …

      E tive essas 2 consolas portateis pelo que sei do que falo …

  3. mastercode says:

    e tambem falta a Sega Saturn e o seu viciante Daytona USA xD

  4. Manel says:

    Só para responder o jogo vai antigo do mundo e o mais viciante é estar com a mulher……..

  5. Bruno says:

    Boa crónica mesmo.
    Mas receio que estejamos mesmo a caminhar para um sitio parecido com esse que foi descrito em cima.
    Como tudo na vida evolui, talvez nos humanos estejamos a passar por uma fase rápida da evolução e talvez seja esse o caminho que estamos a seguir ou não 🙂

    Se perguntar-mos ao macaco se ele queria ser Humano talvez a resposta dele fosse Não, mas contudo evoluiu para outra forma.

    Talvez nos Humanos num futuro tenhamos outro aspecto que não o de hoje :), o que tambem nao me agrada lol.

    Cumprimentos .:!:.

  6. Gonçalo says:

    Que Artigo excelente, acho que está muito bem constituído .

    Cumpts,

  7. Jean Santos says:

    Sendo o pplware.com parceiro do Sapo, não entendo como não referiram um dos mais recentes produtos da Meo, o Meo Jogos.

    http://jogos.meo.pt/

    • Wilson Silva says:

      É simples: Quem escreveu o artigo não foi nenhum dos editores do pplware. Para além do mais, o Meo Jogos é tão mau comparado com estas consolas que nem vale a pena ser mencionado.

  8. Sketi says:

    Wow, adorei! Finalmente uma crónica de jeito! Foste mesmo tu que a esreveste?!
    Espero mesmo que não seja a última 😀

  9. Heartless says:

    Vi a reportagem ha coisa de 3 semanas no canal discovery qualquercoisa. Optimo post

  10. avalanche says:

    Muitas horinhas a jogar na Mega Drive, Sonic, Super hang on, collumns, os torneiros de “freguesia” de world cup 90, enfim… momentos bem passados..

  11. Vitor Ferreira says:

    Excelente artigo.

    PS: Eu li o texto:)

  12. Artista de Cinema says:

    Filosofia a mais! E muitos “se não me enganos”! Bahh

  13. António says:

    Excelente post. Bem escrito e com substância.
    Continua.

  14. Fábio A. says:

    AHAHAHA as minhas nintendos 🙂 (1983 e 1996) verdadeiras reliquias ! 😀
    e ainda a mais recente a xbox1 😛

  15. Aquele Lá says:

    Paulo, fizeste um bom artigo, porém discordo de ti em um importante aspecto: a ideia de que os jogos foram feitos para “vivermos uma segunda vida”.

    Na verdade, a maioria dos jogos já lançados não tem esse objetivo. Pegando como exemplo um clássico, podemos analisar Mário: a diversão desse jogo não é se sentir como o encandor, mas sim testar suas abilidades no videojogo. Outos jogos de ideia semelhante são os clássicos PacMan, Sonic e o próprio Pong. Algo recente é o próprio conceito do atual console da Nintendo, o qual (ao contrário do da playstatin) não busca essa “imersão”, mas sim a diversão em grupo e interatividade com o videojogo.

    • Paulo Silva says:

      @Aquele Lá

      Antes do mais uma breve correcção. O artigo é da inteira responsabilidade do André Lopes.

      Quanto ao ponto que mencionas apenas gostaria de adicionar mais uns pozinhos.
      Um videojogo deve estar devidamente separado da realidade. O próprio conceito de videojogo leva a que ele próprio não aspire a ser mais nada que isso. Um jogo de computador/consola. Compreendo que cada vez mais, os títulos que sendo lançados conseguem trazer níveis de imersão elevadíssimos e quase nos fazem esquecer o mundo “cá fora”, mas um jogo na sua essência é um escape, ou um momento de diversão, … e não deverá passar essas barreiras.

      Há casos de jogos que até podem ter outras utilidades como por exemplo na ajuda de doentes na preparação de operações cirúrgicas ou em situações de apoio a idosos Nintendo Wii) para que de certa forma os ajudem a combater os inevitáveis problemas de artrites e afins. No entanto, e como mencionei antes trata-se simplesmente de jogos que são um escape, uma diversão momentânea, …

      Um jogador deve sempre discernir onde essa linha se encontra, pois se um jogador começa a ter duas vidas (uma no jogo e outra na realidade) pode-se começar a tornar em algo nefasto para o equilíbrio psicológico ou social do próprio jogador, mas pior ainda será quando o jogador não consegue discernir entre o que é real e o que é jogo e o jogo começa a imiscuir-se na sua realidade. Esse é um caso extremo que pode levar a acontecimentos lamentáveis como alguns que têm sido veiculados pelos media de vez em quando.

  16. fabio says:

    boas

    posso dizer que fui um felizardo em ter uma atari e uma mega drive (ainda a tenho), passei muita hora a jogar, super viciante!

    Realmente a game gear na altura foi brutal, pelos visto e como dizem, faltou o merecido destaque até porque havia um acessório que permitia ver televisão. aposto que era um dos muito poucos aparelhos que permitia ver tv portatil e o mais importante a cores.

    Bom artigo, veio recordar a minha infancia!

    Abraço

  17. RaCcOn says:

    Simplesmente excelente, apesar de eu nunca ter sido muito virado para jogar mas excelente!
    Consolas que passaram por aqui…

    Commodore 64
    ZX Spectrum
    Sega Master System
    Sega GameGear (Não me recordo se foi antes ou depois da MegaDrive)
    Sega Mega Drive
    Sega Saturn

    Depois nessa altura como já tinha PC e já não ligava mesmo quase nada aos jogos acabei por nunca mais comprar nenhuma consola…

    Já mais recentemente
    Sony PSP 2000

  18. Ace says:

    Excelente crónica, Paulo Silva! Continua a escrever assim, que tens, pelo menos, um leitor garantido…
    Concordo, com tudo o que escreves-te… Muitas vezes não penso no assunto mas, a verdade é que, pelo menos desde que comecei a trabalhar, a minha já reduzida vida social foi praticamente extinta. Substituí, por completo, as idas ao café e bares, para conhecer gente nova e estar com amigos, pelas noites em frente ao monitor para satisfazer um vício, cada vez mais enraizado no meu sistema. Actualmente, já começo a reconhecer que isto é um problema, porque até no trabalho passo grande parte do tempo à procura de informação sobre os jogos que estou a jogar, os próximos lançamentos… Enfim, tento manter a minha vida de jogador organizada, enquanto o resto se desmorona…
    Mas, o problema não está só nos jogos… Eu não utilizo redes sociais… Facebook, Hi5, Orkut (…) são nomes que não me dizem nada… Mas, com a evolução da internet, a facilidade com que se faz um download de um filme, para ver num sábado à tarde é incrível, pelo que as idas ao cinema caíram a pique, até se tornarem nulas… Com a música passa-se o mesmo, para quê ira até à loja comprar um CD, se em pouco mais de 5 min. podemos tê-lo pronto a reproduzir sem levantar o rabo da cadeira?! Depois temos a televisão cheia de canais como o AXN e o MOV, sempre a passar séries/filmes de grande qualidade… Antigamente (não há muito tempo, já que só tenho 23 anos…), um filme saía no cinema e só anos depois é que era reproduzido na TV. Hoje em dia, esse espaço de tempo foi reduzido para meses… Mais uma vez, para quê ir ao cinema?!
    Isto não é um problema com que teremos de lidar no futuro! Está já a acontecer com muito boa gente que não tem consciência do problema, até já ser tarde de mais…
    No meu caso, em particular, ajudava se os downloads ilegais, simplesmente, deixassem de existir! Lembro-me da altura em que nem sequer computador tinha em casa… Passava as tardes, depois da escola e os fins-de-semana na rua a jogar à bola com os meus amigos… Amigos esses, que já perdi à muito tempo, devido à minha auto-exclusão do grupo e troca pela inclusão no mundo virtual.
    Entre os 16 e os 18 anos, mais ou menos, fui consumidor de maconha e haxixe… Nunca experimentei outra droga! Ou pelo menos, assim pensava até reflectir sobre a tua crónica! O mundo virtual é a droga mais viciante que anda por aí à solta, à espera que mais e mais utilizadores se rendam a ela… E o pior é que, ao contrário das outras drogas que referi, esta, pelo menos no meu caso, não é social… É uma droga que consumo sozinho!

  19. Ricardo Henriques says:

    Já agora, no Discovery costumam dar alguns documentários sobre a história dos videojogos.
    Destaco o I, Videogame pela forma como está estruturados nos seus episódios e o seu conteúdo.

  20. PTDennis says:

    Bom artigo. Continua o bom trabalho.

  21. Pablito says:

    Velhos tempos =)

    e Bons =)

    A magia que era, quando era miudo, comprar um jogo…

    desde a minha velha e ainda perfeita Mega Drive, até à Wii actualmente… (também tive um spectrum, mas não lhe dei muito uso)

    Pessoalmente, acho que os videojogos já estão a ser um bocado “não originais” …
    eu sei que não é fácil criar jogos originais, mas epa… digam o que disserem … o conceito do jogo é sempre o mesmo… pode-se ter gandas gráficos e isso…mas depois … penso que a Wii foi a consola que me veio despertar outra vez o interesse pelos jogos devido à sua originalidade de jogar.

    e Não concordo que o videojogo seja para viver uma “2a vida”, mas sim como algo para nos distrair, e até não pensar nos problemas do dia a dia.

    plataformas que eu tenho:
    Spectrum Timex
    Mega Drive
    Sega Saturn
    Playstation
    Playstation 2
    Nintendo Wii
    e PC

  22. silva says:

    Velhos tempos como tempo passa era tardes e noites a jogar commodore amiga falta esta ai faziamos campeonatos de futebol.
    Agora voçes fizeram-me lembrar tempos antigos era trocar disketes que trabalheira.
    E saudade dos amigos cada um seguiu sua vida, bom é melhor acabar se não estava aqui a noite toda a escrever.

  23. Lisandro says:

    Tambem sou um super viciado sou do tempo das consolas:
    Super Nintendo
    Nintendo 64
    GBA
    Playstation
    os jogos que jogava mais era da playstation tipo crash bandicoot,spyro,Tekken,Tomb Raider,driver 1 e 2 os jogos de skate de tony hawk,quake até mesmo DOOM para mim a playstation 1 foi a melhor consola criada de todos os tempos passei centenas de horas á frente ao monitor belos tempos não voltem atras infelizmente XS

    • Pablito says:

      Concordo em parte.
      Penso que da geração, a Playstation foi a melhor consola, contudo penso que a Mega Drive também foi das melhores consolas que existiu.

      Talvez diga que para mim as melhoras de sempre foram Mega Drive e Playstation 😉

  24. A triste e inevitável caminhada do ser humano ao abismo. Cada vez mais medroso e com mais e mais necessidade em simular a vida real, na tentativa de se preparar para algo ao qual se receia expor. Onde diabos anda a selecção natural? (Darwin dá voltas na tumba)

    Sem dúvida uma das melhores “crónicas” que já li!
    Paulo Silva, se esta foi a tua primeira então é possivel antever muito bons trabalhos daqui em diante.
    Apostem neste tipo!!!
    Parabéns Pplware!

    Sem dúvida o melhor manual de instruções tecnológico Português

  25. TopPlus says:

    Gostei da “crónica”.

    Faltou o Spectrum e a Amiga500.

    Não percebo o suposto “problema”, oque é ao fim ao cabo a “vida real” se não uma simulação que cada individuo faz do “real”. Neste sentido os videojogos são uma realidade aumentada.

    cumps

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