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Au revoir, Microsoft Teams e Zoom! Como França vai substituir as plataformas norte-americanas

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Zé Fonseca A. says:

    É mais uma para juntar ao molho, webex, teams, zoom, google meet, mas uma app para ter instalada.
    Convém lembrar que teams não é só videoconferência, é um software de colaboração

  2. xpto says:

    Brincalhões..E depois falam com o resto do mundo por sinais de fumo. Isto tinha de vir de um governo socialista. Só cai quem quer

    • Vítor M. says:

      Mais socialismo? Não chegou?

    • Manuel da Rocha says:

      E pagar 900000 biliões, de dólares, pelas funções “grátis” (dizes tu 999999 triliões, de perfis), das apps/programas, é que rende?
      Ainda hoje há 50000 biliões, de perfis online, que não percebem, como é que os 650000%, de privacidade, anunciada, pelo Discord, deu 332000 milhões, de euros, de lucros líquidos, em 2025.

    • Joao Ptt says:

      A notícia parece indicar que os departamentos governamentais na França só irão utilizar o dito “Visio”, as demais ferramentas similares presume-se que irão ser removidas, excepto provavelmente nos computtadores onde é necessário utilizá-las para contactar entidades externas que não usam o Visio e que nunca utilizarão o mesmo.

  3. Feliz100Ti says:

    Carrega Europaaaa <3

  4. Paulo Rodrigues says:

    Já era sem tempo!
    “Tramp(as)” à parte! Há que seguir em frente e livrarmo-nos dos States para tudo e para nada!

  5. Diana says:

    Mias lixo eletrónico

  6. SouHumanoNaoOcidental says:

    Agora a França é que viu a tal dependência?
    Não viram a dependência quando aceitaram o plano Marshall e abriram as portas aos EUA?
    Muitos de nós estamos habituados a falar mal da URSS e da Rússia atual que achamos ser o nosso inimigo.
    Mas uma aula de História. Nessa altura do plano Marshall a URSS recusou-se a entrar nesse plano e fez com que os países sob a sua influência o fizessem. E avisaram a Europa disso. A razão é que o plano consistia em emprestar dinheiro a Europa para comprar os produtos americanos. E o que aconteceu? Vários setores da economia europeia dependem dos EUA, incluindo este da tecnologia digital.
    Afinal a Rússia atual que se livrou da dívida norte americana e apostou no Ouro não estava assim tão errada não é?
    Talvez no futuro a Europa se lembre de começar a não comprar petróleo com dólar, a não aceitar que o Subprime da responsabilidade norte americana do SEC, OCC, FDIC e FED, a pedir empréstimos ao BRICS, a voltar a comprar gás a Rússia, país europeu a preços bem mais baixos, em vez de se focar tanto na dependência e submissão horrível a um país medíocre como os EUA.
    É claro que os jornalistas europeus não vão relembrar isso ao governo francês. Temos de nos mantermos na submissão.

    • Pedro António says:

      O plano Marshall não só foi útil como não havia alternativa à recuperação da Europa. O problema da Europa começou precisamente por ficar a viver na abundância, no consumismo, na corrupção e na ingenuidade da paz duradoura, no adormecimento e nas lideranças fracas.

  7. Manuel da Rocha says:

    Vamos ver é como será financiado… Em Espanha, gastaram 27000 milhões, a mais, em 8 anos, voltaram atrás, voltando à origem. Na Alemanha, iniciaram programas, recuaram, porque, ao cabo de 5 anos, já iam em 30 anos, do orçamento antigo.
    É que desenvolver uma app é simples, pagar 600000 milhões, em formações, actualizações, a cada 2-3 anos, e resolver bugs, pode ser bem mais caro, que usar software proprietário.

  8. rui says:

    Quanto tempo até a MSFT meter os meninos em tribunal por “roubarem” um nome de um produto da MSFT… é que nem é só parecido, é igual…

  9. SouHumanoNaoOcidental says:

    E desculpem os erros na minha exposição. É tudo a correr..
    Vejo que algumas pessoas têm a minha opinião. É bom sinal.

  10. Max says:

    “De nome Visio” – “uma plataforma interna de videoconferência” – “deverá ser utilizada em todos os departamentos governamentais até 2027”.
    A questão é que para plataforma de videoconferência qualquer uma serve. Mas a questão é que em organizações é tudo microsoft, Windows + Sharepoint + Office, o Teams está integrado, o que não acontece com os outros.
    A UE bem se esforça para separar o Teams do Office, com a história das assinaturas separadas, mas a questão não é essa, as organizações pagam o que a Microsoft indicar, conforme as condições impostas pela UE, que se foram alterando. O mesmo pode acontecer nos serviços públicos franceses agora, se forem obrigados usam o Visio para videoconferências e continuam a usar o Teams para trabalho.

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