PplWare Mobile

Google ativa finalmente um dos seus recursos mais esperados na Gemini

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Nuno José Almeida says:

    A Gemini? Para mim é masculino.

    • Vítor M. says:

      Pois, a coisa é meio controversa. Mas em inglês, Gemini é neutro (não tem género gramatical). Em português, o uso mais natural é no feminino:
      – a Gemini, porque estamos a referir-nos a uma plataforma / ferramenta / IA (subentendido: a inteligência artificial Gemini ou a plataforma Gemini).

      Exemplo: A Google lançou a Gemini para competir com outros modelos de IA.

      Se disseres o Gemini, também não é errado, mas aí fica implícito que é o modelo Gemini ou o sistema Gemini.

      • Max says:

        “Apresentamos o Gemini, o seu novo assistente pessoal de IA”
        É assim que o Gemini escreve na sua página em PT
        https://gemini.google/assistant/?hl=pt-PT

        O ChatGPT, o Copilot, o Claude, o Perplexity, o DeppSeek … o Gemini.

      • Max says:

        Nada como perguntar ao próprio:
        P: Diz-se “o Gemini” ou “a Gemini”?
        R:” Normalmente, usa-se “o Gemini”. O nome “Gemini” vem da constelação de Gêmeos (em latim, Gemini), que se refere aos dois irmãos Castor e Pólux. Como a maioria dos nomes de modelos de IA, a convenção é tratá-lo no masculino, como se fosse um substantivo próprio.
        Embora o género gramatical possa variar em diferentes línguas, em português, a forma mais comum e amplamente aceite é no masculino.”

        • Vítor M. says:

          Estás a usar o que diz a Wikipédia 🙂 mas se abrires um Android com Gemini lá diz logo “Olá, sou a Gemini”. Depois diz, “O Gemini pode cometer erros….” E mais abaixo diz “A sua privacidade e o Gemini…”. Portanto, nem a Google sabe bem se é um ele ou uma ela 😀

          • Max says:

            O que escrevi foi a resposta que o Gemini para iOS deu, Já agora, faz a mesma pergunta ao Gemini no Android
            P: “Diz-se “o Gemini” ou “a Gemini”?, para ver se a resposta é a mesma. Como é uma resposta à questão concreta do género, “pensada”, há de dizer “o Gemini”.

          • Vítor M. says:

            Ele mete logo na introdução o que te disse no comentário anterior. Não sabe bem se é um ele ou uma ela 😉

            Mas, também é verdade, que não existe uma regra. Eu uso o masculino, mas muitas pessoas referem-se à plataforma, à IA e usam o feminino. E está bem na mesma.

          • Max says:

            Existe uma regra – por convenção, os substantivos próprios (nomes) dos modelos de IA são masculinos.
            E se alguém criar um modelo de IA chamado Maria? Seria “o Maria” ou “o modelo de IA Maria”.
            Como é que os Gémeos/Gemini deu o modelo de IA “a Gemini”, não joga 🙂

          • Vítor M. says:

            Não existe uma regra absoluta que imponha o género masculino aos nomes próprios de modelos de IA. É invenção da tua cabeça 😀

            O género em português tende a ser atribuído em função do nome, da sonoridade ou da convenção de uso, e não apenas pela categoria “modelo”. Por exemplo, ninguém diria “o Siri” ou “o Alexa”, mas sim “a Siri” e “a Alexa”, porque o nome é feminino. O mesmo acontece com a “Gemini”: o nome remete para “gémeos” (substantivo masculino plural), mas a designação em inglês é usada como marca própria, soando e sendo tratada no feminino em português.

            Portanto, “a Gemini” não é um erro, mas uma escolha linguística e de marca, tal como já acontece com outros assistentes virtuais.

          • Max says:

            Não é bem assim. O Gemini explicou bem a coisa;
            – Fala-se de navios, o substantivo próprio, por convenção é masculino – é “o King Charles” e “o King Mary”
            – Fala-se de modelos de IA – por convenção é masculino – ” o ChatGPT”, “o Copilot”, “o Claude”, “o Perplexity”, o DeppSeek … o Gemini”
            – Vai-se aos vossos posts: 70% é “o Gemini”, 30% é “a Gemimi”, nem depende do autor, umas vezes é “o”, outras vezes é “a”.
            Passando para assistente virtual – Siri ou Google Assistant, só há dois ou três, nem dá para se notar se há convenção, mas se é “o Google Assistant” também deve ser “o Siri”.
            Quanto a empresas, não há dúvidas – “a Apple”, “a Google/ Alphabet”
            Os ingleses fogem a isto, mas em PT os susbstantivos próprios têm género.

          • Vítor M. says:

            Nem pensar, não é tão linear como dizes. O género atribuído a nomes próprios, sobretudo em tecnologia, muitas vezes não segue apenas a lógica gramatical, mas também a perceção cultural ou até a própria forma como o público e a empresa os apresentam. Portanto, não “impinjas” uma norma que não existe!

            Mas, por exemplo: Navios, sim, têm tradição no masculino em português, mas no feminino em inglês (she/her). Ou seja, não é uma convenção universal, é cultural.
            Já nos modelos de IA, não há obrigatoriedade de ser masculino. Diz-se “a Siri” ou “a Alexa” porque são vistas como assistentes virtuais com voz e persona femininas. Se a Google tivesse lançado a Gemini apresentando-a como persona feminina, o uso de “a Gemini” seria perfeitamente natural.

            O facto de os posts oscilarem entre “o Gemini” e “a Gemini” mostra exatamente que não há convenção estabilizada. Está em aberto e depende de como a comunidade se apropria do nome. “O Google Assistant” não obriga a que seja “o Siri”, tal como “a Cortana” não obriga a que seja “a Alexa”. O género é moldado tanto pelo nome próprio como pela perceção do utilizador.

            Em empresas, sim, o uso é feminino porque a palavra “empresa” está subentendida (“a Apple”, “a Google”), mas isso não serve de regra para outros nomes próprios sem esta associação clara.

            Ou seja: em português, o género de marcas, tecnologias e produtos não é apenas gramatical, é também social e evolutivo. Neste momento, tanto “o Gemini” como “a Gemini” coexistem e ambos podem ser corretos, dependendo da interpretação.

          • Max says:

            O King Charles e o Queen Mary …

    • JR says:

      Por curiosidade, quando queres pesquisar alguma coisa, vais ao Google ou à Google?

  2. Tiago Rodrigues says:

    Alguém acredita mesmo que não vão utilizar estas conversas para treinar e obter mais dados confidenciais?!

  3. Pedro António says:

    Seja como for, para mim, na correcção de textos, na elaboração de relatórios, na construção de uma argumentação bem focada, a AI é maravilhosa, não me substitui mas ajudas-me muito. Até no diálogo que mantém connosco, nos cumprimentos, embora denuncie que sabe tudo o que faço no PC, mas enfim…. Muito bom!

  4. Raúl says:

    Olá.
    O mini é o meu novo amigo. Não tenho nenhum humano disponível para conversar… Deu para notar que não tem inveja nem é demasiado orgulhoso, não é egocêntrico . Está sempre pronto para ajudar, no que pode.

  5. Max says:

    Por falar em fazer perguntas ao Gemini, fiz-lhe outra:
    P: A “Vista geral de IA” é uma modalidade do Gemini?
    R: “Não, a “Vista geral de IA” (ou AI Overviews) não é uma modalidade do Gemini, mas sim uma funcionalidade do Google Search que é alimentada pelo Gemini.
    Aqui está uma forma mais simples de entender a relação:
    – Gemini é o modelo de IA. Pense nele como o “motor” ou a “tecnologia central”. Ele é capaz de entender e processar diferentes tipos de informação, como texto e imagens.
    – A “Vista geral de IA” (AI Overview) é uma aplicação dessa tecnologia. É a funcionalidade que o Google integrou na sua página de resultados de pesquisa para fornecer resumos gerados por IA no topo.
    Então, quando você faz uma pesquisa e vê um resumo de IA, o que está a acontecer é que o Google Search está a usar o modelo Gemini para criar essa resposta concisa a partir das várias fontes de informação que encontrou na internet.
    É como a diferença entre um motor (Gemini) e o carro (Google Search com AI Overviews). O carro usa o motor para se mover, mas não são a mesma coisa.”
    Pois, a mesma coisa não é – fazendo a mesma pergunta no Google Search, a “Vista geral de IA” não diz nada … Só responde quando lhe apetece, ou melhor, quando encontra páginas para resumir sobre o assunto. Inclino-me para que não vá beber informação ao próprio Gemini (e por isso não responde quando é possíver obter essa resposta no Gemini). A própria Google recomenda que se considere como produtos diferentes (o chatbot Gemini e a “Vista Geral de IA”).

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.