PplWare Mobile

Escolas precisam de resgatar métodos medievais para contornar a IA, diz vice-reitor

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Joaquim says:

    Na área acadêmica tem muito do “ego”. Muitos professores preferem usar fogão a lenha para cozinhar feijão do que a gás com panela de pressão, só pelo simples fato de não ser contrariado.

  2. joão says:

    2030 está a chegar

  3. ThinkThank says:

    Sobre este assunto: IA na Educação, há duas situações a considerar, primeiro testar já a fiabilidade da IA no ensino (receio que ainda haja demasiados erros), se for fiável então aplique-se e generalize-se. Agora com a falta de professores e’ a altura ideal, não há dramas, preenche-se uma lacuna, falta de profissionais. Porque há um salto qualitativo enorme. Podem colocar um profissional didático na sala ou não, mas a matéria e’ dada pela IA. Com os sucessivos upgrades do conceito, o aluno (adolescente) deixara’ de ir a escola, apena vai fazer testes ou exames, estes podem ser mais frequentes, sim para reter conhecimento.

  4. há cada gajo says:

    Caminhamos a passos largos para uma era em que a inteligência artificial conviverá com a estupidez natural. E receio que esta última prevalecerá.

  5. Max says:

    Há uma questão séria na “problemática”
    Thomas Edison: “O génio é 1% de inspiração e 99% de transpiração”,
    O problema é quem, em novo, não aprende a transpirar, nem quer, e isso de fazer os TPC com esforço e aprender partindo pedra, não é com ele.
    A IA é uma coisa recente, o ChatGPT apareceu no final de 2022. Mas já há décadas que os estudantes, em casa, faziam as coisas mais diversas em três ecrãs ao mesmo tempo. Entre elas estudar, indo à net buscar informação. A IA (os chatbots) potenciam a preguiça, mas também potenciam as capacidades para aprender a ser genial.
    Quanto aos professores – é assim tão difícil de perceber, do trabalho que um aluno lhe entregou, quanto é que ele sabe efetivamente do que escreveu? Tem é que falar com ele e fazer-lhe algumas perguntas. “Ah, mas no post fala-se em salas com centenas de alunos … ” Então, não avaliava antes, também não avalia agora.

  6. São Pedro says:

    Falar de universidades dos USA nesta altura, com exceção da Universidade de Harvard é falar em reitores que fizeram uma limpeza étnica, que têm uma “Pide” a ouvir pelas paredes para perceber quem é que não é a favor das ações do estado de Israel. Isto para continuarem a receber os subsídios.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.