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Relatório: os sistemas das centrais nucleares são inseguros


Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Tiago Santos says:

    medo . . .

  2. Rui says:

    Em relação à 1ª pergunta, nem é preciso irmos tão longe, há um reator nuclear em Sacavém, às portas de Lisboa, e que está a funcionar desde 1961! Apesar de ser utilizado apenas em investigação científica, é um reator a funcionar em pleno!

    • Vlad says:

      O reactor nuclear mais fraco de Espanha têm uma capacidade 1000x superior ao de Sacavém, o mais potente é 2000x superior. O reactor nuclear a nível mundial com a maior capacidade pertence ao Japão (de momento encontra-se desactivado por causa do terramoto de 2011) e é quase 8000x superior ao nosso. Logo acho que o nosso não seja um alvo prioritário para os terroristas.

      • Rui says:

        Olha que estes reactores pequenos, pelo que é descrito em vários artigos, até são muito apetecíveis, porque utilizam urânio/plutónio muito enriquecido, suficiente para fazer várias bombas militares (coisa que não acontece com os reactores produtores de energia, que utilizam urânio muito mais fraco). O português utiliza agora Urãnio enriquecido a 20%, mas já utilizou a mais de 90%, até à poucos anos. Logo, são muito apetecíveis, digo eu, mas confesso que espero que não.

  3. Zaark says:

    Há mesmo necessidade destes sistemas informáticos estarem conectados à Internet ou à rede telefónica?

  4. João says:

    Bastava deixar lá no estacionamento ou cafés perto da central e espalhar umas pens com o famoso “USB Killer 2.0” para queimar alguns circuitos e depois…Existe sempre curiosos…faz parte do ser humano…Recomendação ? Awareness em Segurança da Informação e Cibersegurança

  5. JJ says:

    Típica situação das empresas, que não estão ligadas directamente a TI, descartam o parque informático e a informação que por ai passa…

  6. Joao Sem Paciencia says:

    Este relatório fez-me lembrar o “relatório” das escutas que Kavako inventou. Levantar um problemas que não existe, dizer o óbvio com aspecto de revelação do século e sobretudo tentar aumentar a apetência para cometer o crime em causa.
    É claro que este relatório é mais elaborado, inclusivamente dá algumas recomendações para os terroristas e mostra caminhos mais eficazes para o CABUM das centrais, mas por outro lado as escutas a kavako era algo muito mais cobiçado e dificil de resistir à tentação tal era o interesse estratégico e os segredos guardados no PC de kavako. Relatórios muito uteis sobretudo para serem divulgados.

  7. cc says:

    Empresas em sectores estratégicos deviam ser obrigadas por meio de legislação a terem uma equipa de segurança informática certificada para n haver desculpas quando “coisas inesperadas” acontecem e que implica o mexilhão lixar-se.

  8. Arlindo Pereira says:

    Portugal é um dos poucos países do mundo onde é possível obter urânio. E sim, devíamos de ter uma central nuclear a produzir electricidade. Porque seria como os países produtores de petróleo que são auto-suficientes. Portugal vende o urânio para os EUA fazerem as suas bombas e volfrâmio para os EUA fazerem os seus tanques de guerra praticamente indestrutíveis. Temos muitos recursos geológicos e mal aproveitados para variar. Assim como a energia eólica. Somos pioneiros. Houve um estudo que concluiu que uma ventoinha daquelas gigantes que se vêem por aí, de Km em Km ao longo da nossa costa e teríamos electricidade para exportar. Podíamos ser os fornecedores de energia eléctrica da Europa. Mas enquanto não houver sacos azuis não compensa a alguns governantes.

  9. Liberdade says:

    Grande novidade. As centrais nucleares por si só já são inseguras. Harrisburg, Shefield, Tschernobil, Fucuchima, etc., mandam cumprimentos tenebrosos.

    • Liberdade says:

      Não esquecer que graças à Fucuchima temos já todo o Pacífico Norte todo radioactivo. Em breve todo o Pacífico. Segui-se-ão os outros oceanos, mais cedo ou mais tarde. Já nem falo da poluição radioactiva no ar.

  10. Liberdade says:

    Grande novidade. As centrais nucleares por si só já são inseguras. Harrisburg, Shefield, Tschernobil, Fucuchima, etc., mandam cumprimentos tenebrosos. Qual é o português maluco que ainda deseja uma bomba atómica sob disfarce de central nuclear no seu quintal?

  11. Liberdade says:

    Grande novidade. As centrais nucleares por si só já são inseguras. Harrisburg, Shefield, Tschernobil, Fucuchima, etc., mandam cumprimentos tenebrosos. Qual é o português maluco que ainda deseja uma bomba atómica sob disfarce de central nuclear no seu quintal? Tal como os carros em que a enganadora publicidade diz que os carros são cada vez mais seguros, esqueceram-se foi de mencionar a parte mais importante, cada ano pelo mundo são quase 50 milhões de mortes e feridos com esses ditos carros.

  12. A. says:

    Espero e acho que a central de sácavem, não tem Internet pelo menos não tinha, nem têm uránio assim disponível, agora em relação a Espanha, há uma muita próxima de nós e que utiliza o rio Tejo como arrefecimento, espero que os responsáveis espanhóis vejam este relatório, cada vez me convenço mais que há certos redes de computadores que não devem ter acesso à net…
    Portugal têm muito vento, já uma parte importante, utilizada, para produção de electricidade, mas ainda têm muitas horas de sol não produtivas, a maioria, e nós não temos sol nenhum, estamos no polo norte!!!
    temos por aí muitos políticos tacanhos de visão, nem a industria automóvel de electricidade nós estimulámos a serio quando não produzimos petróleo nenhum e electricidade podemos produzir… petróleo é que não…

  13. Sim ! says:

    Estes reactores nucleares que têm problemas são aqueles que utilizam servidores windows…

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