Presidente da República: operadoras “portaram-se mal” na tempestade Kristin
O Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou publicamente que as operadoras de telecomunicações “se portaram mal” na resposta após a tempestade Kristin.
Em declarações aos jornalistas, Marcelo afirmou que as operadoras “não estiveram à altura” das circunstâncias, sublinhando que, em situações de emergência, as comunicações são um serviço essencial para a população e para as autoridades no terreno. O chefe de Estado defendeu que deveria ter existido uma resposta mais rápida e eficaz, sobretudo nas zonas mais afetadas pelo mau tempo.
Tempestade: comunicações em baixo durante horas
A tempestade Kristin provocou cortes prolongados nos serviços de rede móvel e fixa, deixando milhares de pessoas sem acesso a chamadas, dados móveis e internet. Em alguns locais, as falhas prolongaram-se durante várias horas, dificultando contactos de emergência e o acesso à informação.
Marcelo Rebelo de Sousa frisou que estes episódios levantam dúvidas sobre a resiliência das infraestruturas de telecomunicações, defendendo uma reflexão séria sobre os planos de contingência das operadoras em cenários de fenómenos meteorológicos extremos, que tendem a tornar-se mais frequentes.
CEO da NOS já respondeu...
As declarações do Presidente da República já geraram reação por parte das empresas do setor. O CEO da NOS considerou que Marcelo estava “mal informado”, acusando-o de falta de sensibilidade para com os técnicos que estiveram no terreno a trabalhar na reposição dos serviços, muitas vezes em condições adversas.
As operadoras garantem que mobilizaram todos os meios disponíveis para restaurar as comunicações o mais rapidamente possível, sublinhando que os danos causados pelo mau tempo foram excecionais.






















Já os operadores de portagens portaram-se bem lol….
Para tirar selfie nao precisa de pagar portagens,… compreendo bem a frustacao dele, nao poder fazer em tempo real upload dos marselfie que ele tira para o tiktok e um caso de seguranca national
Esta província espanhola está cada vez melhor ahhahahah.
Organizem aí umas manifs e umas greves já que estão todos inclinados para o Seguro.
Como se a opção fosse melhor.
Vai dar tudo á borla a toda a gente. Portagens de borla, reformas altíssimas, saúde de borla, eletricidade de borla, tudo de borla.
“de borla?”
Para aquilo que se paga de impostos… com a atual carga fiscal…. alguma coisa não está certa!
Alguem anda a meter dinheiro ao bolso, e esse alguem não sou eu! Esse alguem, mesmo depois de apanhado não é condenado… perguntem ao Socrates!
Alguma coisa não está bem! E quando alguma coisa não está bem, alguma coisa tem que ser feita, caso contrario vai ficar pior!
É os danos são sempre excepcionais, que o diga o Português que vê os seus equipamentos de defesa, os de combates a incêndios, e toneladas de dinheiro a sair do País, a custo zero.
É excepcional, mas a excepção, é falta de competência, planeamento, responsabilidade, e muita mas muita corrupção á mistura.
As operadoras móveis falham quase sempre quando a energia eléctrica falha durante mais que umas horas (e às vezes basta minutos). O conceito de resiliência é desconhecido para as operadoras móveis todas na actualidade.
Também para quê culpá-las, se o Estado não meteu no acordo para atribuir a licença que têm de garantir cobertura integral, redundante, sem quebra de serviço, incluindo todas as funções sem excepções, durante por exemplo 15 dias, e que se tal não acontecer perdem a licença para operar, porque motivo haveriam as operadoras de gastar mais dinheiro? Quando acontecer, devem pensar eles: azar dos clientes. Se tivessem essa obrigação poderiam justificar aos accionistas porque tiveram de gastar tanto dinheiro em baterias e geradores, equipamento mais eficiente, e por aí em diante, mas como está agora se investissem nisso poderiam perder o emprego.
Ao contrário da Brisa, que faz bastante questão de manter as suas portagens sempre a funcionar, as operadoras móveis pelos vistos não têm qualquer incentivo para tal, e até fazerem uma lei que as obrigue aos tais 15 dias, elas nunca vão querer saber realmente do assunto… e como têm muito dinheiro mais facilmente convencem os políticos a esquecer o assunto do que irem colocar baterias e geradores suficientes para manter tudo a funcionar como os clientes esperam.
Não deixa de ser irónico a queixa do Presidente da República, quando o SIRESP, do próprio Estado, tem sido uma desgraça e até hoje ainda não mudaram aquilo para ficar a funcionar mesmo e ser resiliente em caso de catástrofes, mal funciona em emergências um pouco maiores no dia a dia.
Como esperam eles coordenar as coisas pelo SIRESP se sempre que a electricidade vai abaixo ou alguma linha da operadora que está a servir o sistema vai abaixo aquilo deixa de funcionar. Quando é que metem baterias, geradores, links de micro-onda e comunicação via satélite em todas as torres do sistema SIRESP?
Uma pergunta melhor seria: quando mudam de um sistema rádio feito para camionistas para um sistema rádio realmente feito para catástrofes e que permita ter até milhões de pessoas e mesmo assim funcionar perfeitamente.
Têm a L3Harris e muitas outras como: General Dynamics, Raytheon (RTX), Thales Group, BAE Systems, que certamente podem fornecer ou desenvolver algo feito à medida para as verdadeiras necessidades de quem utiliza o sistema… só que o Estado tem de saber o que quer, e estar disposto a largar o dinheiro e não andar a poupar em redundância de baterias, geradores, links de micro-ondas, links via satélite, links via fibra-óptica, espectro de frequências para o sistema conseguir operar como é necessário, centros de controlo, etc.
Não teria dito melhor
Em situações destas sem satélites não se vai lá. Talvez camiões com antenas e geradores em atrelados como nas forças amadas, mas sem fazer contas dos benefícios vs custos é impossível saber.
A boa notícia é que pelo menos a Vodafone, MEO e NOS estão a oferecer 30 dias de Internet móvel sem limites aos clientes que estão nas zonas mais afectadas.
Resta saber se os clientes conseguem comunicar para algum lado, porque é preciso terem sinal, e existir capacidade instalada para servir esses clientes.
A Meo até oferece MeoGo por 30 dias… ridículo!
Não é ridículo de todo, se recuperarem as comunicações móveis, mesmo que não reponham o serviço de fibra, os clientes têm acesso a televisão.
Aparentemente a DIGI também está a oferecer 30 dias de dados móveis ilimitados aos clientes das zonas mais afectadas. Embora aparentemente digam que em algumas zonas continuam sem serviço por falta de electricidade.
Mas a Digi não tem dados “ilimitados” em todos os pacotes?
Não, vê a oferta deles no site… se tiveres luz e comunicações em casa 🙂
Não.
Têm lá 50 GB por 4€, 100 GB por 5€, 150 GB por 6€, 200 GB por 9€… tudo preços mensais.
O que pensando bem não faz sentido terem ilimitado por 7€, 6€ ou 5€ se tiver (1, 2 ou 3 a 6 números respectivamente).
Deveriam cobrar no mínimo 10€ ou mais pelo ilimitado, do contrário porque haveria alguém de pagar 9€ pelo plano de 200 GB se pode meter o ilimitado por 7€? Não faz sentido. O que será que vai naquelas cabeças? Eles não deveriam estar a incentivar o ilimitado desta maneira, economicamente não faz sentido, se podem cobrar mais, porquê cobrarem menos? Ou metiam os 200 GB a 7€ e o ilimitado a 9€… pensando bem, se calhar alguém se enganou no preçário, é a única coisa que faz sentido, agora como é que ninguém reparou é que não sei.
A diferença está no minutos incluídos para redes internacionais e não tanto na internet, já que até acumula de um mês para o outro.
Há q retirar aproveitamento comercial da cena. Era injusto ser exclusivo de políticos. O sol qdo nasce é para todos.
O Marcelo cada vez pior, falta de noção
A NOS foi a que se portou ainda mais male do que pior que sei lá o quê. Mas descansem que eles não perderam lucro nenhum!
Atenção não sei se é possível ou não e se há em quantidade suficiente, mas quando há festivais de verão as operadores reforçam o sinal à porta dos eventos com dispositivos móveis, nas transições de jogos de futebol também, na minha zona há uma “central” da MEO e no temporal do ano passado uma das antenas caio e ficamos quase sem rede e a MEO colocou um desses postos móveis até resolver a situação, a pergunta é não é possível fazer o mesmo nestes casos ?
Na zona de Tomar os meus cunhados ainda estão sem luz e pior sem previsão de quando vão voltar a ter, tiveram danos no telhado e nas árvores de fruto perderam tudo, nem uma ficou para amostra.
Desde quando estas operadores estão para servir o interesse público?
Privatizam tudo depois querem um país a funcionar.
O Marcelo ainda ganha juízo no final da vida e vira à esquerda.
Gringo, é isso, se fosse público iria funcionar plenamente.
O SNS funciona lindamente, a justiça funciona mil maravilhas, e é tudo público.
O que são anos de espera por uma consulta?
O pessoal quer tudo, temos que ser o cr7.
A Saúde não funciona onde?
Não confundas urgências hospitalares com SNS, parece a mesma coisa más não é.
SNS funciona? Só se for para si.
Por isso é que há uns anos ia à CUF e não esperava tempo quase nenhum e no outro dia fiquei lá umas 5 horas à espera.
Porquê? porque anda tudo a pagar seguro de saúde privado porque o SNS funciona lindamente.
Era alguém criar uma operadora nova onde cada pessoa colocava o kit de antena em casa e elas comunicavam entre si.
Tas maluca ou quê, então como é que ganhava dinheiro?
/s
Tipo rede MESH? Teoricamente é possível, acho que os militares usam esse tipo de redes, mas no actual ambiente político e social ter uma coisa dessas na prática será impossível. Certamente fariam alguma lei a proibir, as operadoras têm demasiado dinheiro e demasiado a perder se tal começasse a ganhar tracção.
Telecomunicações são importantes, mas Luz, Agua e Abrigo são capazes serem ligeiramente mais importantes
Atenção que para as aldeias as comunicações são de extrema importância, senão ficam isoladas… luz, algumas/muitas pessoas têm geradores nas aldeias e vão emprestando umas às outras, a água da rede também é secundário dado que de momento ela não está própria para consumo em muitos locais. Abrigo, sim, todos precisamos…
Digo isto porque sou de numa aldeia que ainda está sem luz nem comunicações…
Post: “Em alguns locais, as falhas prolongaram-se durante várias horas, dificultando contactos de emergência e o acesso à informação.”
Horas? Umas pessoas conhecidas que moram próximo da Marinha Grande – durante dias – só tinham comunicações quando lá iam fazer compras,a um supermercado (LIDL) que, graças a geradores. tinha eletricidade, Wi-Fi estável e internet, e telefonavam por WhatsApp. Elas continuam sem eletricidade (há 41.000 sem eletricidade) e água. A ANACOM diz que chegaram a ser 300.000 pessoas sem comunicações, e que continua a haver zonas com falhas de comunicações.
Há anos discutiu-se o enterramento, em zonas críticas de incêndios, de cabos elétricos, de fibra e de comunicações. Mas não avançou, continua tudo no ar. Aos incêndios juntou-se agora o vento.
O problema não são as fibras, é falta de energia nas redes core e a quantidade absurda de antenas e postes de suporte de antenas que têm que substituir
Completamente sem conhecimento de causa. Sem a mínima noção do esforço e risco que significa repôr serviços de telecomunicações em situações adversas, ainda mais nesta sem precedentes. Respeito deste sr. pelo ser-humano que está no terreno é zero. Chegou a tua hora. Tiveste sempre no quentinho e em segurança, e quem lá andou? Será que as desmatações, limpeza de esgotos, orlas e afluentes fluviais, responsabilidade de entidades governamentais, estavam em condições, caro PR?
não percebi onde queres chegar..
Enterrar os cabos custaria certamente milhões de euros.
E as inundações e os terramotos dariam cabo dos cabos/ equipamentos na mesma, sem falar nos ratos (parece que existem soluções para os evitar, mas nada é 100% garantido), mas demoraria anos a reparar em vez de dias a meses.
Enfim, o ideal era terem enterrado e aéreo, podia ser que algum deles se safasse dependendo do acontecimento, claro.
Notícia de 31/10/2017:
“Face aos incêndios florestais de grande dimensão que afetaram Portugal, à situação de perigosidade específica verificada e aos novos desafios que os mesmos colocaram ao nível das comunicações de segurança e emergência, o Governo entende ser essencial potenciar a utilização de infraestruturas subterrâneas para instalação de redes de comunicações eletrónicas”, lê-se na resolução do Conselho de Ministros, publicada esta terça-feira em Diário da República.”
“A medida surge depois da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) ter recomendado à Assembleia da República, Governo, municípios e operadores de telecomunicações um conjunto de medidas para melhorar a proteção das infraestruturas e serviços de telecomunicações em caso de incêndios, entre as quais dar prioridade à construção de cabos subterrâneos nas áreas de risco em vez do traçado aéreo, vulnerável ao fogo.”
Os concelhos que estavam previstos, por causa dos fogos, eram Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã. <nesta tempestade, os mais atingidos por cortes de energia e comunicações foram sobretudo Leiria, Marinha Grande, Ansião, Alvaiázere e Castanheira de Pêra, mas também outros noutros distritos.
A questão é que quando há grandes fogos e grandes tempestades fala-se em enterrar cabos, a coisa parece que avança, mas depois esquece. Sem começar, e continuar, é que não se chega a lado nenhum.
Enterrar cabos custará milhões e milhões de euros. Não é algo que alguma empresa queira fazer se os conseguir ter pendurados em postes. E demoraria anos a terem tudo enterrado.
Mas podiam e deveriam ter ligações rádio através de antenas de micro-ondas, ligação via satélite, baterias e geradores suficientes para tudo funcionar no máximo consumo durante pelo menos 15 dias, em todos os locais onde têm as antenas.
Mas parece que ninguém que realmente mande e possa obrigar as operadoras teve ainda esta ideia genial.
Isto sim, ajudaria bastante, para os casos em que os locais onde estão os equipamentos sobreviveram mas existiu corte de electricidade/ fibra-óptica.
E isto nem inclui a possibilidade da ocorrência de terramotos, se estes acontecerem e forem fortes, estou para ver quantos locais com antenas nas zonas afectadas é que sobreviveram.
Sim, terramotos são comuns de acontecer por todo o mundo, e já aconteceram várias vezes em Portugal, mas se as comunicações nem resistem a meros cortes de electricidade e cortes na fibra-óptica, que esperança existe de que resistam a terramotos? Diria que nenhuma. Só por sorte. Aliás muitas estão em cima de prédios que de certeza não irão resistir.
Os incêndios são todos os anos. As tempestades, com as alterações climáticas que estão a tornar mais frequentes as situações extremas – secas prolongadas e inversos rigorosos – também têm que ser prevenidas.
Enterrar os cabos em zonas de maior risco, umas vezes diz-se que sim, depois de grandes desastres, mas depois esquece-se.
É caro? Andar a repor quase todos os anos os cabos e infraestruturas aéreas também não fica barato.
têm tudo isso para quem paga por isso
Correção acima: Às 17H30 de hoje a E-Redes diz que tinha 76.000 clientes sem eletricidade, principalmente nas zonas afetadas pela tempestade.
Se não há electricidade, como vão alimentar as torres de comunicação?
Baterias tipo Megapack da TESLA (3.9 MWh (3 900 000 watts hora) cada unidade), geradores a gasóleo.
O maior problema foi que meteram equipamento 5G que consome imensamente mais energia, com imensamente estamos a falar de 3.5 kW (3500 watts) a 10 kW (10 000 watts) de energia, com o consumo diário podendo exceder os 65 kWh (65 000 watts hora).
O CEO da NOS pode dizer o que quiser, o certo é que muita gente ainda continua sem comunicações… (em nenhuma das operadoras)
Sem electricidade na zona como fornecem serviços?
Smart
Por exemplo com baterias tipo Megapack da TESLA (3.9 MWh (3 900 000 watts hora) cada unidade), e geradores a gasóleo, para manter energia nas baterias.
O maior problema foi que meteram equipamento 5G que consome imensamente mais energia, com imensamente estamos a falar de 3.5 kW (3500 watts) a 10 kW (10 000 watts) de energia, com o consumo diário podendo exceder os 65 kWh (65 000 watts hora).
e quem paga para ter tudo isso de prontidão? vão aumentar as mensalidades?
Até parece que as operadoras se portam bem habitualmente, inacreditável lol. Igualmente inacreditável é o Marcelo ter sido eleito duas vezes, boa viagem Marcelo até nunca.
A APRITEL, como não podia deixar de ser, veio criticar muito o presidente da republica, problema, como aqui disseram e bem, é que em muitas zonas do país, e agora que se percebe a falta de rede cobre da PT, é que no fundo todos sabem, Marcelo, têm toda a razão e não é admissível a falta de GSM, net, ou telefone fixo…
Aos dias de hoje, não é de todo um luxo… 🙂
Quando o Estado não exige alta qualidade como condição para o privilégio de poderem terem redes de telecomunicações móveis comercializadas ao público, é o que dá.
O Estado é tão mau, que nem para o SIRESP conseguiu obter algo que realmente funcionasse em cenários de catástrofe, mal funcionando quando ocorrem emergências de maior dimensão.
Há muito que o homem já não sabe o que diz.
Estar em Portugal e esperar planeamento e organização é como estar no deserto e esperar um nevão.
Apenas alucinados esperam algo deste país.
Para mim, é já o disse aqui muitas vezes, Portugal é um estado falhado.
Quando é necessário, o Estado falha sempre, sempre.
mau mau é o siresp que já gastaram milhões e nunca funciona quando é preciso…
Só tem falhas pontuais.
Certamente falha pontualmente quando é mais necessário.
E não há ninguém no Estado Português que contrate uma empresa a sério (do género: L3Harris, General Dynamics, Raytheon (RTX), Thales Group, BAE Systems) que realmente resolva o problema de vez com uma rede de telecomunicações móveis realmente concebida para catástrofes do pior… onde não interesse o que quer que aconteça que funcione sempre… é possível, mas custa dinheiro a instalar e manter.
Na minha zona de residencia, até as antenas de telecomunicações que se encontravam nas torres vieram parar ao chão.
E o Marcelo das Selfies quer que as operadoras venham colocar outras vez as antenas no sitio no espaço de 1 dia… É só apertar os parafusos outra vez que tá bom………..
Para estas situações só digo uma coisa: Meshtastik!
MeshCore (https://www.meshcore.pt) parece melhor.
Mas para funcionar a sério a malta teria de investir em redor de cento e tal euros para ter equipamento com bateria e painel solar com energia para meses [do género: https ://pt.aliexpress.com/item/1005008489536197.html versão europeia (não é uma recomendação, apenas exemplo)].
Seriam precisos milhares de retransmissores espalhados por todo o lado para aumentar a probabilidade de em catástrofe vários aparelhos sobreviverem e continuarem a funcionar bem.
Por exemplo em Leiria apareciam uns 3 e agora não aparece nenhum (pode ser que o observador de rede não os detecte e eles estejam no ar, mas se antes detectava porque não detecta agora?).
Ainda assim só serve para transmitir pequenas mensagens, sendo melhor que nada, ainda é muito limitado.
Em relação ao SIRESP, que já comeu centenas de milhões de euros e ainda vai consumir outros tantos e nunca funcionará devidamente, porque não abandonar esta porcaria e usar a Starlink?
Que eu saiba as inundações, tempestades e outras calamidades não chegam aos satélites.
Pois, mas quem é que vai fazer isso, reconhecer que aquilo não presta, depois de tanto dinheiro lá metido?
Essa é que é essa…