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Intel: CEO vendeu acções após saber da falha dos processadores


Pedro Simões

Apaixonado por tecnologia, encontro no Pplware a forma ideal de mostrar aos outros os meus conhecimentos e de partilhar tudo o que me interessa neste intrincado universo

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33 Respostas

  1. Rui Sousa says:

    Ele perdeu foi dinheiro, ele vendeu a $44.37 (30/10) e hoje (05/01) elas estão a $44.74 (+0.82%) lol

    Por acaso correu bem para a Intel mas a verdade é que certamente ele usou informação preveligiada e como tal foi inside trading.

    • Daniel says:

      O mais certo é ter perdido ainda mais que isso. A venda não foi feita a 30/10, foi a 29/11. A 30/10 foi a data de submissão da ordem de venda (a efectivar a 29/11).

      A 29 de Novembro as acções da Intel abriram a $44.85, e fecharam a $43.95, tendo atingido um máximo de 45.09 e um mínimo de 43.77.
      Suspeito que assim que saiu a ordem de venda de tantas acções os preços desceram e ele tenha vendido a uma média bem mais baixa do que os 44.37 que referes de 30/10. Esses 44.37 que referes é o valor de fecho, não tem em conta as variações ao longo do dia… ora repara bem no valor de fecho de dia 29/11: $43.95 (com o enorme sell-off de Krzanich a garantir o valor de fecho abaixo do de abertura, quase de certeza).

  2. E-Lektro says:

    Esta falha dos processadores da Intel está a dar que falar, a Intel num artigo que publicou recentemente disse que o problema não se encontra apenas nos CPU de que são proprietários mas sim de muitas outras marcas, o que me parece irresponsável visto que a falha quando foi encontrada foi documentada como “Falha de processadores Intel”, já para não falar de que CPUs Intel e AMD possuem arquitecturas diferentes.
    E agora temos um CEO que se não usou informação privilegiada em seu próprio beneficio, parece.

    Não tenho nada contra a Intel, alias ninguém pode contradizer que é líder em processamento de servidores, isto falando de toda a gama Xeon que tem um excelente desempenho.

    • Rudi says:

      Aqui a questão é que a falha tem 3 variantes, sendo que a mais grave afecta só os processadores da intel e uma gama restrita dos ARM, cujos os software fixes revelam uma considerável perda de performance em workloads relacionadas com processos em servidores (Comunicações com a rede e Disco).

      O que a intel disse foi para tentar acalmar os animos exaltados e passando a culpa para outros fabricantes, provacando desinformação, medo e duvida, infelizmente toda gente mordeu o isco e é como se nada tivesse acontecido.

  3. Belmiro says:

    O homem vendeu tudo o que tinha exceto a quantidade mínima exigida para manter-se CEO. Apesar de não lhe ter compensado, demonstra que usou informação privilegiada para fazer negócio e (tentar) tirar proveito. Apesar disto se fazer no mundo todo, em muitos países civilizados (e penso que nos EUA também) é crime. A ver o que sai dali…

  4. Rui says:

    Se o fez propositadamente, revela um comportamento pouco ético da sua parte e que vai de certeza ser punido pelas autoridades, não tenho grandes dúvidas (se for culpado). Inclusivé perder o cargo de CEO, a empresa vai tirar as suas ilaçõções….. mesmo a falha tenha atingido o período de vários CEO. Vender 35 milhões de euros de acções de empresa que dirige, não terá sido para comprar um carro novo…….

  5. Joao says:

    Com ryzen da AMD alguem ainda usa intel? Amd da 10-0 a intel em performance qualidade e preco

  6. Joao says:

    Então o CEO da empresa tem informação privilegiada?? Mal se não tivesse. Qualquer venda ou compra que faça vai ter sempre informação privilegiada!

    • Joel Reis says:

      Nem mais

    • Daniel says:

      Precisamente por isso que os executivos de empresas, nos EUA, têm por hábito de vender directamente a uma entidade interessada (como o caso do ex-CEO da Uber, Travis Kalanick, que vendeu parte das suas acções directamente ao SoftBank, por interesse deste), ou fazer vendas/compras planeadas, para que desta forma não possam ser acusados de crime de actuarem com base em informação privilegiada.

      Num comentário abaixo eu deixei info sobre o CFR 240.10b5-1 (aka SEC Rule 10b5-1), que trata deste tema.

  7. Baal says:

    alguem ja recebeu o patch correção no windows 10

  8. ceu says:

    https://play.google.com/store/apps/details?id=com.njlabs.showjava isto é treta , informaticos nos estados unidos descobriram que o java é a pior coisa que ‘ha’ , é possivel desmantelar um programa , em java e modifica lo , e voltar a monta lo com , um codigo malicoso , e enganar o utilizador

  9. Daniel says:

    Algumas correcções: Brian Krzanich não vendeu as acções a 30 de Outubro, a venda foi efectivada a 29 de Novembro, a 30 de Outubro o que foi feito foi o referido plano de venda das acções.

    Isto porque os executivos (na américa, pelo menos) para prevenirem serem acusados de agirem sobre informação privilegiada (que é crime) submetem ordens de venda (ou compra) calendarizada, para se algo acontecer poderem dizer que – tal como agora – não sabiam/não agiram usando informação privilegiada pois a venda já estava planeada.
    Isso tem a ver com o parágrafo c da SEC Rule 10b5-1: https://www.gpo.gov/fdsys/pkg/CFR-2017-title17-vol4/xml/CFR-2017-title17-vol4-sec240-10b5-1.xml

    E informação mais acessível no wikipedia: https://en.wikipedia.org/wiki/SEC_Rule_10b5-1
    Ou no site da Cornell Law School: https://www.law.cornell.edu/cfr/text/17/240.10b5-1

    De resto, tudo correcto.

    • A ordem de venda, o dito plano, foi a dia 30, logo ele chegou ao mercado para vender nessa data. A data de 29 foi a da venda efetiva, mas, como disseste, apenas nesse dia foi efetivada, com preços e troca de mãos dadas ações.

      • Daniel says:

        Seria então conveniente corrigir os verbos usados para “submeter” (ou “agendar”, visto tratar-se de uma submissão de um pedido de compra/venda agendada para uma data no futuro) e “vender”, e clarificar a situação, pois o artigo já induziu leitores em erro, que assumiram a venda como tendo sido feita a 30 de Outubro (logo o primeiro comentário, do Rui Sousa, foi enganado pelo verbo empregue no artigo relativamente à data de 30 de Outubro).

        • Mesmo que estivesse errado, a diferença de dias não altera em nada a venda das ações durante o período em que soube do problema antes de ser tornado público. Continua a haver a suspeita de ter vendido com informação privilegiada.

          • Daniel says:

            Não se trata de alterar o valor arrecadado com a venda ou o contexto em que tudo se passou… trata-se de rigor, tão somente. Desculpem-me se me enganei quando pensei que vocês queriam ser levados a sério…

          • Sinceramente não entendi essa tua resposta. Falamos do pormenor da data em que a venda foi feita, e agora respondes com valores arrecadados ou contextos da ação.

            Queremos ser levados a sério, isso nem é questão. Não podemos é deixar que esses pormenores, e sim, é apenas um pormenor, seja motivo para alterar o sentido da notícia.

            Ele vendeu depois de saber que havia problemas, independentemente de ser a 30/10 ou a 29/11. Há ainda o pormenor de ele ter, provavelmente, acesso a essas ações a preços diferentes do mercado.

          • Daniel says:

            E é óbvio que continua a haver suspeita de ter vendido com base em informação privilegiada, porque a Google informou da falha em Julho e fosse qualquer que fosse a data de venda após isso seriam sempre já com conhecimento disso e sem ter sido publicado informação para o público (que só aconteceu já este ano). Isso não está sequer em causa, não percebo porque foi chamada à “conversa” isso…
            Tal como eu escrevi no meu comentário inicial: “De resto, tudo correcto.”… a única coisa incorrecta no vosso texto é o verbo usado quanto à data de 30 de Outubro, que induz em erro quando não houve venda alguma a 30 de Outubro, a venda só se concretizou a 29 de Novembro, sendo que a 30 de Outubro somente foi submetido um agendamento de compra… fazendo a analogia, não se pode dizer que um bebé nasceu 9 meses antes da data efectiva de nascimento somente porque a incepção foi nessa data, não é? É somente isso, mais nada.

  10. careca says:

    Tudo preocupado se perdeu dinheiro ou não… mas alguém sabe o valor a que ele comprou as acções? Ou até se foram dadas pela intel? Se só sabem que VENDEU por X e não sabem por que valor comprou, como dizer se perdeu ou ganhou?

  11. Joaquim A. says:

    “Não se sabe ao certo a razão que levou Brian Krzanich, o CEO da Intel a vender em 30 de outubro do ano passado uma grande parte das ações que possuída da empresa que lidera.” vs “Intel: CEO vendeu acções após saber da falha dos processadores”.

    Decidam-se amigos. Acho que falta um “alegadamente” no titulo, visto que o motivo não passa de uma especulação.

  12. Tiago says:

    Se vendeu depois e certamente sabia da falha, informação privilegiada , vão-lhe cair em cima ! Alguém sabe quem foi a fonte a divulgar a falha ?

  13. Silvas says:

    É impressão minha, ou este “Project Zero” da google está a ser um verdadeiro inferno para as grandes empresas?

  14. alex says:

    eu acho que isso é mais uma técnica para obrigar a mudar a plataforma para as mais recentes

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