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Google: Polémica associada ao despedimento da investigadora de ética na Inteligência Artificial

                                    
                                

Autor: Ana Sofia


  1. Felipe Cardoso says:

    Simplesmente não me importo com isto.
    Boa parte dos humanos são imorais e nada éticos… Imagina nossa criação…

  2. Artur says:

    “cofundou a organização sem fins lucrativos Black in AI. Esta que visa aumentar a representatividade de pessoas de cor no ramo da Inteligência Artificial.” Portanto as pessoas de cor devem estar representadas na AI, não pela sua competência, mas pela sua cor. Mais uma idiota lá do sitio.

  3. F. says:

    Etica, qual etica. O proposito do google é o lucro. Possivel CyberdyneSystems.

  4. PGomes says:

    Mais uma SJW a armar-se em vitima por não lhe darem toda a atenção e regalias.

  5. Luis says:

    Já chegou a Google também? Já irrita esta porcaria que se está a alastrar rapidamente.. já ninguém quer saber se merece ou não aquele posto, todos querem subir na vida sem fazer nada só porque se acham vítimas da sociedade.. Onde é que está a meritocracia? Haja paciência para estes abutres que vão aparecendo

  6. in21h says:

    Bem pessoal, lá para 2025 que se lixem os estudos, se nasceres com a cor certa tens trabalho até no Google graças a esta gentinha 😀

  7. acs says:

    Mais uma que quer usar a carta da vagina e da cor da pele para ganhar poder e dinheiro. Enfim… Quando despediram o outro rapaz só que constatou o óbvio e mostrou factos er4a um hitler. Já esta é a uma santa.

  8. sujeito says:

    Foi despedida porque é mais uma inutil com a mania.

  9. Pedro says:

    A inteligência artificial não representa nenhum problema de ética ou moral, mas a estupidez humana sim.

  10. Antonio says:

    Mais um dos tais a tentar usar a seu estatuto de “vitima social” para obter vantagens, visibilidade e regalias.
    As pessoas não devem ser representadas ou escolhidas pela cor de pele, isso é racismo seja onde for e em que circunstâncias forem.

  11. Miguel says:

    Parece ser quase obrigatório contratar activistas

  12. iSheepNot says:

    (Um aparte) Apesar de ser comum e de se pensar que é politicamente correcto e não ofensivo, usar a expressão “pessoas de cor”, para de referir a pessoas negras, é muito mais ofensivo do que se pensa. Isto para não dizer estúpido. Todas as pessoas têm cor, umas mais claras e outras mais escuras.

    Prefira-se “pessoas negras”, “os negros”, “as negras”. Isto é o correcto e nenhum africano mulato ou de pele escura se sentirá ofendido com essa expressão.

    • Antonio says:

      O correcto é preto, pois preto é uma cor como o branco, roupa preta, carro preto, imagem preta…
      O negro está relacionado com o negativo ou mau, peste negra, mal negro, magia negra, vais te ver negro…

      • iSheepNot says:

        Certo, se estivermos a falar meramente da cor, concordo. No entanto, muitos indivíduos africanos de raça negra sentem-se ofendidas/desprezadas quando são chamados de “preto” mas não se ofendem quando se usa “negro”.

    • FAR says:

      E que tal chamar as pessoas pelo nome, ou então simplesmente parar com a segregação racial?

      Sugestão: “pessoas” em vez de “pretos / africanos / negros / de cor”

  13. iSheepNot says:

    Pelo bem e pelo mal, pouco se sabe sobre o que realmente aconteceu. Pode ser que ela realmente seja competente e tenha sido injustiçada ou que esteja a fazer-se vítima não sendo competente. Mas, antes de se tirar conclusões, como a maioria dos comentários que li, seria importante procurar saber se qual a sua influência no mundo do AI. (Fica a sugestão para o Pplware).

    Uma coisa que efectivamente aconteceu há uns anos com reconhecimento facial, se não estou em erro, da Apple ou da Microsoft, é que não reconheciam indivíduos negros. Pode ser que as queixas dela estejam relacionadas com este tipo de coisas porque, neste tipo de áreas, grande parte das decisões de implementação de funcionalidades são tomadas com em dados e estatísticas de pessoas maioritariamente brancas.

    • Luis says:

      Não, o que ela queria era acusar a Google de racismo e descriminação por ela ser de cor fazendo ameaças de que se demitia caso não lhe fizessem as vontades da coitadinha da vítima.. fez um movimento racista (sim, todos os movimentos que apelam a uma determinada população pela sua cor, gênero ou etnia é racista) para jogar a cartada da vítima da sociedade.. deu se mal e acho bem todas as empresas não cederem a porcaria destes movimentos e mentes oportunistas

      • iSheepNot says:

        Ter certeza sem saber de todos os factos é pode ser perigoso e muitas vezes tido como uma atitude arrogante. Tudo o que vi, nos outros comentários, foi o de ter a certeza que ela se está a fazer de vítima mas ninguém sabe de todos os factos.

        Ainda há muita discriminação, quer de género quer racial, em todo o lado, principalmente no mundo profissional.

        As pessoas que discriminam existem em todo o lado, com diferentes tons de pele, em todas as classes sociais, em todos os níveis académicos, em todos os tipos de instituições e em todos os cargos profissionais. Isso é facto e todos sabem. No entanto, sempre que alguém se queixa é sempre primeiro acusado de se estar a fazer-se de vítima mesmo sem provas. A minha pergunta para todos é: porque é que tão difícil dar o benefício da dúvida a alguém que se sinta discriminado e preferem partir para certezas sem conhecer todos os factos?

        • Luis says:

          Porque se perdeu há muito o objetivo de combater realmente estas questões.. a palavra racismo é agora usada para tudo menos para o principal objetivo da mesma que é combater o que realmente importa. Ainda para mais sendo nos EUA em que se aproveita tudo e mais alguma coisa para subir na vida, mais ainda agora estas questões sensíveis.. isto está a tornar se como os movimentos feministas, acabaram por não combater realmente o foro da questão mas sim quererem se impor perante o outro lado ou seja acabaram por se tornar machistas

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