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COVID-19: Pico de carga viral é semelhante entre vacinados e não vacinados

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Miguel says:

    Outra vez? acho que já vi esta notícia várias vezes..

  2. Miguel says:

    Então estar numa sala com um vacinado e não vacinado tem o mesmo é igual, lá se vai a lógica do certificado.

    • Test User says:

      Certificados foi uma maneira de incentivar a vacinação.

      Na Itália incentivo forçado, não tens certificado não trabalhas.

      • Louro says:

        Nao é só em Itália, no UK há empresas que estao a dizer aos funcionários que nao poderao votar aos escritórios caso nao tenham sido vacinados contra o Covid.

        A empresa para a qual trabalho é uma delas.

      • Ricardo says:

        Aqui também, sem certificado não vais a alguns lados a menos que faças o teste e pagues do teu bolso, entretanto o pessoal lá dentro de certificado pode estar infetado e tu não.

      • Zed says:

        e de um desconfinamento faseado.

      • Memória says:

        Na Itália, e na pior das hipóteses pode vir a acontecer às “Autoridades” o mesmo que aconteceu ao Mussolini

        A Áustria também tem medidas semelhantes, (o que também não me surpreende)

    • Joao says:

      Mas houve alguma lógica em todas as medidas do estado? Mas concordo!
      O estado não existe para proteger ninguém mas ajudar os políticos e amigos a governar-se.

  3. Bruno Mota says:

    Segundo estes dados, entre infectados e mortes por infecção, conclui-se que apenas 1,7% dos infectados morreu de covid.
    Tanto alarido para uma doença que tem uma taxa de fatalidade de 1,7% ????

    • Tonheco says:

      E deesses 1.7%, talvez 80% ou mais são idoaoa, doentes crónicos e portadores de outras doenças graves.

      No início houve um especialista que disse que isto era um sendemia e não uma pandemia. Os números dão-lhe razão.
      Quem está a penar é o governo, que agora sem covid está mais complicado arranjar desculpas para a miséria do SNS.

    • Test User says:

      Alarido? (Esqueces do período das ambulâncias a porta dos hospitais)
      Podias ter tido 0.1% mas tambem podias ter tido 9.1%
      https://coronavirus.jhu.edu/data/mortality

      • Tonheco says:

        Ainda bem á pouco tempo aconteceu o mesmo e em vila franca já há camas nas garagens.
        Em portalegre a miséria é a mesma antes, durante e depois de covid.
        O que mudou foi o envenenamento provocado nas tvs.

        • Clesh says:

          Já tu tens de ir para o rebanho dos pela verdade, estas aqui a fazer??? Que comédia que estes gajos me dão, aposto em obesidade mórbida numa cave ou pior que vota no chega e se acha superior mas recebe rendimentos para os filhos caso o mundo tenha tido o azar de meteres cá filhos teus

        • Test User says:

          Temos problema estrutural, mais uma razão para evitarmos sobrecarregar o sistema. Já para não falar listas de espera que pioraram. Pior é que ainda dizem que esta tudo bem no SNS.

          Por enquanto vacina é uníca arma que temos. Estão aparecer medicamentos.

          • lucas says:

            O Problema estrutural, chama-se corrupção, compadrio, partidarite, e negociatas, tudo junto seca a riqueza produzida no País , depois lança-se muita poeira para os olhos dizendo que a função publica não trabalha, e assim desvia-se a atenção do povo, com uma comunicação social a dar cobertura aos esquemas e negociatas feitas, não á volta a dar neste País , só um Trump, com vontade de partir os esquemas feitos continuamente a anos , mas iamos ter logo os jornais as tvs etc a mandar o homem abaixo, porque depois os tachos acabavam, mas como não muda o povinho vai amochando com a canga.

          • JP says:

            Continuo a defender o mesmo. Se conseguimos reduzir a gravidade das contaminações, com a vacina, já há uma lógica para o fazer. Percebo que muitos se opõem à imposição da vacina, mas a meu ver, também é uma das medidas que temos para reduzir o impacto desta nova realidade.

      • Joao says:

        A taxa de letalidade é de 0,15%, resultado obtido num estudo alargado.
        As ambulâncias à porta dos hospitais é mais um não caso.
        Trabalho bem perto de um quartel de bombeiros e por isso falo com muitos. E eles dizem que demorar 2h na entrega de um doente no pico das épocas gripais, é o normal. O facto foi agravado pelo facto de todos os doentes terem de fazer um teste à entrada do hospital. Ora isso atrasa a entrega, mas é excelente para o alarido. Ou seja, as filas não se devem ao número anormal de doentes, mas a um processo burocrático.
        A prova que isso não passa de alarido é que a ocupação hospitalar em 2020 esteve a cerca de 70% dos valores de 2019. Viu esses dados publicados por algum jornal? Duvido.

    • Zed says:

      E a taxa de internamento? Com os hospitais saturados e sem capacidade para atender mais doentes, qual seria a taxa de mortalidade?

    • Joao says:

      Não. Neste estudo, com uma amostra relativamente pequena, morreu 1,7% mas num outro com uma amostra mais alargada (já foi publicado há algum tempo), a letalidade era de apenas 0,15%.

  4. Tonheco says:

    Mandam uma valanche de certezas sobre a vacinação e depois aos poucos revelam que não havia certezas nenhumas.
    Se fosse hoje não me vacinava, esperava até a coisa estar apurada. Já vi que estas vacinas “á pressa” é mais para a cabecinha que para o covid-19.

    • Miguel says:

      Sem dúvida, vacinei-me quase por obrigação, porque todos pensavam que eu era um alien e que queria o mal dos outros.
      No final quem tinha razão era eu, que sempre disse que não precisava, com trabalho remoto e os cuidados necessários quando saio de casa a probabilidade é baixa e na eventualidade de acontecer seria mais do que normal. (porque o mesmo acontece com a vacina)
      O lado positivo é que agora com a vacina prestes a expirar o prazo, deve ainda ser suficiente para o corpo ter uma resposta mais eficiente de memória devido às células T. Por isso não quero 3ª dose.
      Mesmo que não tivesse sido vacinado, penso que já devem compreender que quem não tomou a vacina no pior dos casos prejudica-se a sí, visto que não está protegido… os restantes com a vacina e cuidados não estão em perigo, para isso tomaram a vacina. Isto resulta no caso de os vacinados serem a larga maioria, o que aconteceu cá

      • Sujeito says:

        A tua situação foi/é bastante comum. E daí se vê o quão ampla e abrangente foi a propaganda para isso.

        A stiuação agora é que com a instituir dos passaportes (que o são, não interessa o rebranding que lhe dão) validou os passaportes e portanto necessidade de o ter, que leva à necessidade de levar as injeções (não são medicamente classificadas como vacinas sequer) que eles quiserem para ser considerado válido.

        Pescadinha de rabo na boca.

    • Test User says:

      “Vaccines are critical to controlling the pandemic, as we know they are very effective at preventing serious illness and death from Covid-19,” said Ajit Lalvani, professor of infectious diseases at Imperial.

      https://www.ft.com/content/d91d361b-016d-4eea-90d6-f26b1a399f88

      • Tonheco says:

        Acredito que sim, afinal talvez 0.1% ou menos, muito menos, de pessoas saudáveis a morrer de covid é mesmo necessário vacina.

        • Joao Cordeiro says:

          É engraçado como as pessoas encaram o covid como os que morrem vs os que não morrem.
          Mas a vacina ja querem saber de efeitos secundários.

          Quantos jovens, saudáveis, não contam para os que nao morreram mas ficaram com sequelas graves irreversíveis?

          Quantos nao subreviveram por haver lugar para eles nos hospitais?
          Se tivessemos todos sido contagiados em apenas 2 ou 3 meses, quantos nao tinham morrido à chuva no exterior de um hospital depois de uma semana à espera de vaga.

          Que ignorância selectiva…

          • Adelio Marques says:

            Sabias que em Portugal durante toda a pandemia “só” morreram 5 pessoas até aos 20 anos? Se contares até aos 50 anos nem chegam a 250.

            Uma época de gripe sazonal como tivemos em 2014, 2015, … matavam cerca de 8500 pessoas em 4 ou 5 meses. Onde estavam estas medidas nessa altura?

            Não que haja relação directa, mas se fores analizar os dados da gripe sazonal, ela aumentou de intensidade, casos e mortes, depois que se começou a vacinar os “mais vulneráveis” todos os anos. Não estou a dizer que foi das vacinas, mas os números apontam para esse sentido e deveria no mínimo ser aprofundado este estudo.

          • Pedro Afonso says:

            Adélio Marques isso é mentira.
            Em 1990, as doenças respiratórias eram responsáveis por 44% das mortes. Em 2000, esse valor tinha descido para 38,7%. Em 2010, descido para 31,8%. E em 2019, descido ainda mais para 29,9%.
            Para muito disto contribuiu a vacina contra a Gripe.

          • Adelio Marques says:

            Doenças respiratórias não é gripe/influenza… e não morria tantas pessoas assim nos anos 90 e 2000. Onde andas a ver os dados?

          • Sujeito says:

            Pedro Afonso, talvez tenhas de ler mais a fundo sobre a “eficácia” da vacina da gripe. Começa por aí.

          • Sujeito says:

            Ninguém andou a ignorar efeitos secundários no início. Estás no teu mundo selectivo.

            O que houve foi apontar o dedo a que os efeitos secundários não serem fora do comum, nem estabelecido de terem causa efeito direta.

    • Zed says:

      Eu nunva vi grandes certezas. Do que estás a falar?

  5. Bruno Mota says:

    Segundo estes dados, entre infectados e mortes por infecção, conclui-se que apenas 1,7% dos infectados morreu de covid.
    Tanto alarido para uma doença que tem uma taxa de fatalidade de 1,7% ????

    • Pedro Afonso says:

      Que argumento mais estupido, menosprezar 1.7%.
      Essea 1.7% em Portugal representam 17 mil falecimentos.

      O senhor Bruno, isoladamente, representa 0,00001% da População Portuguesa. Muito, muito, mas muito menos do 1.7%.
      Pelo seu próprio argumento, o valor da sua vida deveria ser insignificante e razão nenhuma para ter direito a cuidados de saúde! Afinal, o senhor nem 1%, nem meio, nem uma décima ou sequer uma centésima representa!

      • Bruno Mota says:

        Estúpido é você. Compare qualquer outra enfermidade mortal com esta. 1,7% é uma percentagem ridícula. Atenção, não estou a dizer que não me importo com quem faleceu, obviamente.
        Esta percentagem de fatalidades está ao nível de doenças tão comuns e facilmente tratáveis se atempadamente como uma simples apendicite…
        Tenha respeito pelas demais opiniões e principalmente por quem as expressa.

        • Sergio says:

          Me me me. “Eu nao me vacino mas…calma…estás a dizer que nao me preocupo com os outros? Desgraça total mentecapta.

        • Hugo says:

          Eu respeito e com todo o respeito afirmo que a tua opinião é uma caca.
          Esta não é uma doença facilmente tratável, por enquanto, portanto, tendo chegado aos patamares que chegou merece toda a atenção. Em relação aos 1,7% o Pedro disse tudo e a tua resposta mostra exactamente a indiferença que sentes para com os outros cidadãos.

          • Bruno Mota says:

            Independentemente de ser fácil ou difícil de tratar, a taxa de mortalidade é semelhante, pelo que a perigosidade também é.
            Aprender a interpretar o que se lê, é primordial. Você lê mas não entende o que lê.

          • Hugo says:

            Foste tu que referiste a questão da facilidade do tratamento inicialmente. Agora já não interessa?
            Como queres que alguém entenda o teu português se nem te consegues explicar como deve ser?

      • Bruno Mota says:

        Estúpido é você. Compare qualquer outra enfermidade mortal com esta. 1,7% é uma percentagem ridícula. Atenção, não estou a dizer que não me importo com quem faleceu, obviamente.
        Esta percentagem de fatalidades está ao nível de doenças tão comuns e facilmente tratáveis se atempadamente como uma simples apendicite…
        Tenha respeito pelas demais opiniões e principalmente por quem as expressa.

  6. MD says:

    Ou seja, andaram a obrigar as pessoas a levar uma vacina que não precisam, correndo riscos desnecessários inerentes a ela, porque ajudava a salvar a vida dos outros.
    As crianças tomavam para não infectar os avós, e afinal conclui-se que tantos especialistas negativistas afinal tinham toda a razão. A transmissão não é impactada pela vacina, logo, a vacina em nada vai contribuir para a propagação ou não do vírus.
    E ainda querem descriminar não vacinados porque são um risco para os outros…
    Enfim, este mundo bateu no fundo.

    • Test User says:

      “Vaccines are critical to controlling the pandemic, as we know they are very effective at preventing serious illness and death from Covid-19,” said Ajit Lalvani, professor of infectious diseases at Imperial.

      https://www.ft.com/content/d91d361b-016d-4eea-90d6-f26b1a399f88

      • Tonheco says:

        o “was we know” para a semana já não vale nada como a maioria dos “was we know” do passado.

        • Test User says:

          Nada é mais certo neste mundo do que a morte e os impostos.
          Benjamin Franklin

          Certezas são poucas como tudo.

          • Tonheco says:

            Mesmo.

          • Test User says:

            Neste caso os dados mostram eficacia das vacinas e reduz risco do contágio.

            No estudo refere: “Vaccination reduces the risk of delta variant infection and accelerates viral clearance. “

          • Sujeito says:

            Exceto que tens inúmeros outros estudos a mostrar o contrário, inclusive o desta notícia.

            As duas coisas não podem ser simultaneamente verdade.

          • Test User says:

            Sujeito claramente não leste este estudo

            Our findings help to explain how and why the delta variant is being transmitted so effectively in populations with high vaccine coverage. Although current vaccines remain effective at preventing severe disease and deaths from COVID-19, our findings suggest that vaccination alone is not sufficient to prevent all transmission of the delta variant in the household setting, where exposure is close and prolonged. Increasing population immunity via booster programmes and vaccination of teenagers will help to increase the currently limited effect of vaccination on transmission, but our analysis suggests that direct protection of individuals at risk of severe outcomes, via vaccination and non-pharmacological interventions, will remain central to containing the burden of disease caused by the delta variant.

    • Zorba says:

      Estás a falar de cor e a inventar um filme.
      O ano passado sem vacinação e com restrições, no dia 28 de Outubro, houve 3 960 casos, estavam internadas em enfermaria 1 794 pessoas e em UCI (unidade de cuidados intensivos, não a cadeia de cinemas, que lá é que passam filmes) havia 60 internados. Este ano, em 29 de Outubro, houve 888 novos casos, 318 internados em enfermaria e 60 em UCI.
      Só estes números e podes verificar estes e outros números em https://covid19.min-saude.pt/ponto-de-situacao-atual-em-portugal/ , demonstram a eficácia da vacinação.
      O ter a mesma carga viral pode explicar porque é que há um aumento de casos em países com alta taxa de vacinação, mas mostram que as pessoas infectadas desenvolvem formas menos graves da doença e a letalidade desta também é menor.
      Pelo teu ponto de vista é fácil pensar que ser-se vacinado ou não é a mesma coisa, só que não é.

    • Maresia says:

      Ainda vem aí o cancro M todo nervoso ralhar contigo e insultar-te por não seres do rebanho.

    • lucas says:

      Nos tempos que correm e nos proximos , se pretenderes utilizar o cerebro e não seguires a carneirada vão te rotular de :
      Negacionista
      teorico da conspiração
      que pôes a saude publica em risco.
      Que és um destabilizador
      Não podes estar ao podes estar ao pé de outros, tens de estar no currral e separado .
      E por aí vai.

      • Pedro Afonso says:

        Inventar e espelhar teorias sem qualquer evidência, distorcer factos e ignorar a realidade, não é “utilizar o cerebro”!?

        Este ano no pico do Covid entre Março e Abril, ignorando causas de morte, tivemos mais 13% de falecimentos do que em igual periodo dos ultimos 10 anos. Senão foi o Covid foi o quê? O que estamos a ter de diferente relativamente a outros anos?

        Os negacionistas e teóricos de conspiração só parecem “usar o cerebro” quando ignoramos toda a realidade que os desmente. Exemplo disso é o facto desta noticia e da realidade comprovar que o numero de falecimentos no pico do Covid foi 13% superior à media do mesmo periodo dos anos anteriores. Se a causa não foi o Covid foi o quê? O pó?
        A realidade mostra também que o numero de falecimentos diminuiu gigantemente com a vacinação. Se não foi a vacinação foi o quê, o pó?

        No entanto os negacionistas e conspiracionistas são capazes de ignorar o que não interessa e ver nisso um reforço da sua razão.

  7. Ricardo says:

    Depois os outros é que são negacionistas.

    • Zorba says:

      Tu és porque és mal informado e pelo visto acreditas em tudo o que te dizem.
      O ano passado sem vacinação e com restrições, no dia 28 de Outubro, houve 3 960 casos, estavam internadas em enfermaria 1 794 pessoas e em UCI (unidade de cuidados intensivos, não a cadeia de cinemas, que lá é que passam filmes) havia 60 internados. Este ano, em 29 de Outubro, houve 888 novos casos, 318 internados em enfermaria e 60 em UCI.
      Só estes números e podes verificar estes e outros números em https://covid19.min-saude.pt/ponto-de-situacao-atual-em-portugal/ , demonstram a eficácia da vacinação.
      O ter a mesma carga viral pode explicar porque é que há um aumento de casos em países com alta taxa de vacinação, mas mostram que as pessoas infectadas desenvolvem formas menos graves da doença e a letalidade desta também é menor.
      Pelo teu ponto de vista é fácil pensar que ser-se vacinado ou não é a mesma coisa, só que não é.

  8. A.F. says:

    Começaram a acordar(vacinados) para a realidade, ainda vamos ver que mais se vai descobrir ou ocultar.
    Ant… Costa cof, cof Alice no País das Maravilhas.

  9. Pedro V says:

    Ah pois é.
    O que vale aos decisores é que as alterações climáticas têm as costas largas e podem ser a causa de eventuais doenças provocadas a montante pela toma das vacinas. Carreguem, só parem na vigésima dose de reforço!

  10. Carlos Santos says:

    onde carago ta a fonte?

  11. Luís Silva says:

    Quem se vacina pode apanhar Covid mas, fica mais resistente para se bater contra a doença – o que quer dizer que tem menos chance de ir parar aos cuidados intensivos.

  12. Hugo says:

    Tantos críticos e ninguém sabe dizer nada de jeito, nem interpretar simples dados.

  13. Eu sei lá says:

    “O Público”, hoje:
    “Covid-19: OMS diz que situação da pandemia em Portugal prova a eficácia das vacinas
    A OMS considerou, que o número de casos e mortes em Portugal demonstra a eficácia das vacinas contra a covid-19, mas alertou que apenas a imunização “não é suficiente para acabar com a pandemia.
    As vacinas contra a covid-19 que estão a ser utilizadas são incrivelmente eficazes a prevenir hospitalizações e a necessidade de as pessoas terem de ir para unidades de cuidados intensivos e morrer. O que vemos em Portugal, assim como em muitos países, é isso a acontecer. Os dados suportam isso. São boas notícias”.
    Tudo dito.

  14. xyr says:

    Ouvi o bastonário da ordem dos médicos dizer que em Portugal atualmente , nos doentes infetados 50% estão vacinados …e também nos doentes com doença grave 50% estão vacinados ….portanto no entender dele deviam todos , tomar a terceira dose , porque as vacinas começaram a deixar de fazer efeito…..Quanto à carga viral , já sabia , já várias vezes Geert Vanden Bossche se tinha referido a isso . No ultimo post dele Why can’t C-19 vaccine mandates be taken seriously?…..diz: ….current Covid-19 vaccines in large-scale vaccination campaigns should first and foremost be considered highly experimental and empirical in terms of the efficacy and safety……também achei interessante esta tabela que vem nas referencias do post , que revela o carater experimental de tudo isto
    http://vaersanalysis.info/2021/10/08/vaers-summary-for-covid-19-vaccines-through-10-1-2021/
    A nota mais importante da tabela para mim é :
    *Note that the total number of deaths associated with the COVID-19 vaccines is greater than the number of deaths associated with all other vaccines combined since the year 1990.

    • Zed says:

      Portanto, com 87% vacinados e apenas 13% não vacinados (onde se incluem as crianças, menos vulneraveis), temos a mesma percentagem de doentes vacinados e não vacinados, o que é que isso significa?

      • Pedro Afonso says:

        Não significa nada!!!
        xyr está citar numeros errados!
        O bastonário da ordem dos médicos nunca disse semelhante coisa. É uma narrativa oriunda do Chega!
        xyr cita Geert Vanden Bossche cuja primeira especialidade é veterinária e que já foi posto em causa relativamente às sua competencias!
        De qualquer forma, basta olhar a realidade, no pico da pandemia tivemos mais 13% de falecimentos do que em igual periodo de anos anteriores. Se não foi o Covid foi o quê? E nos ultimos meses o numero de falecimento relativos a Covid caiu drasticamente, se não foi a vacinação foi o quê?
        Defender ideias e apresentar pontos de vista é um bom exercicio, mas quando isso vai contra o que é obervado na realidade temos de colocar em causa, ou a honestidade da pessoa em causa, ou o seu nível de formação e cultura.

        • Zé Cabra says:

          A maioria dos mais fracos do sistema imunitario morreram , entendes ?

        • xyr says:

          Tanta invenção , eu falo-lhe de dados concretos você responde-me com invenções…Deixe lá o Chega, que não me interessa para nada… a ciência não tem nada a ver com partidos políticos . Quando não se têm argumentos recorre-se ao golpe baixo . A história de que o homem começou por ser veterinário já cansa , e não acrescenta nada de científico ao caso . Depois , cada país é um caso diferente . Posso dizer-lhe, por exemplo, que Singapura nunca teve tantos casos e mortes desde o inicio da pandemia . como agora que tem 80% de vacinados …qualquer dia vem dizer-me que Singapura não existe 🙂 . Há muitas duvidas sobre o que se passa e interpretações simplistas não ajudam . Quanto ao bastonário da ordem dos médicos veja o noticiário da CMTV cerca das 13:14…..E depois diga-me se ele não disse…..que o numero de infetados é 50% para cada lado dos novos casos …sobre os casos de doença grave não foi tão claro , mas deu a entender que há muitos vacinados . E ele até nem disse nada de extraordinário , limitou-se a referir que as vacinas estavam a perder efeito. Para quem pensava que estas vacinas eram uma panaceia e que estava tudo resolvido , compreendo que seja um choque , mas como eu já deixei de ser criança há muito tempo….ainda vai haver muitos ciclos de subidas e descidas de casos e ninguém tem a certeza como isto vai acabar…

    • Joao says:

      O facto é: acima dos 50 estão quase 100% vacinados. A maioria ( 96%) dos que morrem têm mais de 50 anos.
      Conclusão: os que morrem devem ser todos os +50 que não querem a vacina!!! 😀

  15. Daniel Azevedo says:

    Venha dai mais duas doses de vacinas desnecessárias para a mesa do Froes

  16. Pablo says:

    Winter is coming…

  17. Sardinha Enlatada says:

    Isto e a comunicacao social a espremer a ultima gota da uva. Ainda nao perceberam que ja nao pinga nada. Tem de inventar alguma coisa nova urgente para manter o medo nas pessoas. Vivam mas e a vida, jogem a bola, deem uma ou duas, vao passear o cao e que se fo*a o Covid!!

  18. Ricardo Gonçalves says:

    É tudo falso é tudo uma treta a minha mulher que é enfermeira é que andou a fod*** se a tratar de muitos equipada a chegar à casa toda marcada é super cansada, descansar e repetir, tudo por uma coisa falsa e alarmismo das tvs…

    • Hugo says:

      Esquece, os reais burros continuarão a dizer que não é grave, pois nunca bateram de frente com a realidade. Um desses cromos disse algures mais acima que 1.7% de mortes não é relevante LOLOL

      • Memória says:

        Hugo, vai aprender a ler. E já agora, compra uns óculos ficávas muito mais bonito

        • Hugo says:

          Li bem. Qual é a tua interpretação do que esse cromo disse já agora?

          • Memória says:


            “Atenção, não estou a dizer que não me importo com quem faleceu, obviamente.”

            Em Portugal falecem por dia (média) 300 a 400 pessoas

            Este ano devido ao frio causado pelo aquecimento global vão morrer muitíssimas mais. E isso é muito relevante

          • Memória says:

            No inverno, em Portugal, verifica-se 28% de excesso de mortalidade, sendo um dos países onde mais se morre devido ao frio.
            Esta percentagem corresponde, nos anos anteriores a 2020, ao registo de 100 a 150 óbitos diários a mais do que nas outras estações
            https ://sol.sapo.pt/artigo/720089/o-frio-que-mata-

          • Hugo says:

            Uma coisa não invalida a outra e para além disso ele disse explicitamente que a taxa de mortalidade é ridícula portanto és tu que tem de aprender a ler em vez de descontextualizar afirmações.

    • Sardinha Enlatada says:

      O virus existe, o que e farsa e o alarmismo e circo mediatico que a comunicacao social debita ca para fora incansavelmente. Mas ja agora explica-me la uma coisa, se a tua mulher esteve na linha da frente, de certo que nao e a unica, mas como e que se chegaram apenas aos 18000 e poucos mortos ? Nao era suposto haver mais mortos ? Porque sintomas de febre e dores no corpo e cansaco, esses sintomas nao e exclusivo do covid. E eu pergunto quando as pessoas ficaram com sintomas chegaram a morrer ? Nao claro que nao, senao nao estariamos a discutir os miseraveis 18000 e tal mortos mas sim muito mais. Mas pronto cada um ve o que quer, se nao conseguem pensar pela vossa cabeca entao desliguem mas e as televisoes, acho que esta a colocar as pessoas mais doentes do que elas sao.

  19. Alex M. says:

    “The nine most terrifying words in the English language are: I’m from the Government, and I’m here to help. ”
    Ronald Reagan

    • Memória says:

      “One word sums up probably the responsibility of any vice president, and that one word is ‘to be prepared’.”
      (Vice President Dan Quayle, 12/6/89)

  20. Memória says:

    Pecado antigênico original

    O efeito antigênico original ou efeito de Hoskins refere-se à tendência do sistema imunológico do corpo para usar de preferência a memória imune com base em uma infecção anterior quando uma segunda versão está localizada ligeiramente diferente desta entidade externa (por exemplo, vírus ou bactéria).
    Isso deixa o sistema imunológico “preso” para a primeira resposta dada a cada antígeno, e incapaz de potencialmente montar respostas mais eficazes durante as infecções subseqüentes.
    O fenômeno do pecado antigénico original foi descrito em relação ao vírus da gripe, da dengue, vírus da imunodeficiência humana (HIV) e outros vírus.1

    Foi descrito pela primeira vez em 1960 por Thomas Francis, Jr. no artigo sobre a doutrina do antigênico original, onde foi assim chamado por analogia ao conceito teológico de pecado original.
    . . . . .

    https://en.wikipedia.org/wiki/Original_antigenic_sin

    (interessante, na versão original (english) deste artigo na Wikipédia fala-se explícitamente do SARS-COVID-2)

  21. Memória says:

    Obervações relativas à “Campanha de Vacinação Universal”

    More on Original Antigenic Sin and the Folly of Our Universal Vaccination Campaign
    https://eugyppius.substack.com/p/more-on-original-antigenic-sin-and

    Neste artigo está um link sobre o chamado “Marek Effect” também muito relevante
    https://eugyppius.substack.com/p/the-marek-effect

    • Memória says:

      Sobre o “Marek effect”

      A doença de Marek é causada por um alfaherpesvírus que infecta aves de capoeira. As aves espalham o vírus (MDV) das células da pele de seus folículos das penas, e outras aves contraem-no inalando essas células. O MDV pode permanecer viável na poeira de aves de capoeira por longos períodos de tempo. Ataca as células T de memória da galinha, que passam a formar tumores viscerais e se infiltram nos nervos nas asas e nas pernas, causando paralisia.

      O MDV existe há muito tempo, mas não se tornou um problema sério até a década de 1950, com a ascensão da agricultura industrializada, já que as galinhas foram criadas cada vez mais em condições lotadas favoráveis à transmissão de vírus. O MDV foi identificado pela primeira vez em 1968, e desde a década de 1970, a indústria avícola protegeu suas galinhas com vacinas de vírus atenuantes. Como todos já sabem, essas vacinas não são esterilizantes, o que quer dizer que eles protejam galinhas dos sintomas mais sérios da doença de Marek, mas não param a replicação ou transmissão do MDV. Galinhas vacinadas carregam e espalham o MDV toda a vida. Desde a introdução dessas vacinas, a MDV tornou-se muito mais patogênica para galinhas não vacinadas. Hoje a doença de Marek tem uma taxa de fatalidade de quase 100% de infecção para as não-vacinadas, matando todos os filhotes infectados dentro de algumas semanas de infecção. Quase todos os filhotes recém-chocados são suscetíveis após terem perdido a protecção dos anticorpos maternos. As cepas mais velhas e mais leves do MDV descritas no início do século XX desapareceram totalmente.

      A tese de que a vacinação impulsionou o MDV para uma maior patogenicidade existe há algum tempo.
      . . . .

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