PplWare Mobile

Há uma app que lê a sua impressão digital deixada num copo e desbloqueia o smartphone


Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. ToFerreira says:

    “Uma app”?!

  2. DSousa says:

    Implica:
    -Estar no mesmo local
    -Ter acesso ao copo
    -Rezar para que esteja lá a impressão digital usada e em bom estado
    -Ter acesso ao smartphone
    Fail, next try.

  3. Redin says:

    Ainda vou poder assistir a algum hack em que retira as informações guardadas nos equipamentos que lêem impressões digitais e as usa para simular o toque em qualquer superfície.
    Lá se vão as técnicas forenses para desacreditar um meliante por não saber como explicar uma encontrada num local de crime.
    Conspirações???
    A ver vamos!

  4. Fixo says:

    Tem uma certa graça.
    Se o problema for com o iPhone – grita-se que é com os iPhones, passados, presentes e futuros.
    Se o problema for com Androids, como neste caso – é com smartphones. 😉
    E como é que se sabe que não inclui o iPhone? Porque isso era devidamente apregoado 🙂

    • Paulo L says:

      Não interessa falar do iPhone porque os últimos modelos já não usam impressão digital.
      Se testarem no iPhone 8 é capaz de funcionar mas é um modelo antigo e com tecnologia que já não se usa.

      Não queiras criar iConfusão

      • Francisco Pinto says:

        Os últimos já não usam

        Mas aposto que ainda são a maioria em uso.

        • Paulo L says:

          Sim, acredito que haja muitos em uso, mas é algo que já foi abandonado pela marca, o objetivo é testar em tecnologia recente que continua a ser vulnerável.

          O facto de existirem muitos em uso não muda o facto de as novas versões ja terem resolvido a vulnerabilidade e por isso não se testar.

          Foi exactamente isso que respondi ao Fixo, que o facto de não incluir o iPhone no relatório não significa que os modelos antigos não estejam sujeitos á mesma vulnerabilidade, apenas que não foram testados por estarem descontinuados ou perto do fim de vida comercial e terem já sucessores.

      • Fixo says:

        O Touch ID é tecnologia que já não se usa? 😉
        Foi lançado há 6 anos e o Android ainda não lá chegou.
        A Google quer acabar com a autenticação com impressão digital porque não conseguem que seja segura. Mas lá andam muito contentes com o leitor de impressões digitais debaixo do ecrã 🙂
        Se e quando a Apple conseguir pôr o Touch ID debaixo do ecrã (não é um leitorzeco de impressões digitais para desbloquear o ecrã) estou convencido que volta.

        • Paulo L says:

          Se bem me lembro, houve na altura relatos e demonstrações de como falsear o Touch ID, assim como como o Face ID não é 100% seguro, como ja se demonstrou que no caso de gémeos/gémias conseguem desbloquear os telefones do irmão/irmã.

          O facto de ser Apple não torna 100% seguro, apena que a tecnologia é aplicada muitas vezes de uma forma mais simplificada e que recebe muita publicidade

      • mlopes says:

        tens a mínima noção da quantidade de iphones 5, 6, 7, etc que continuam e continuarão em uso durante muitos anos?
        é mque ainda á malta que não é consumista e não deixa que outros lhe criem necessidades que não tem 😉

        • Paulo L says:

          tens a mínima noção da quantidade de iphones 5, 6, 7, etc que continuam e continuarão em uso durante muitos anos?

          Tenho, a ultima vez que li um estudo sobre isso, existiam 715 milhões de iPhones e com base no crescimento destes números, estimavam que cerca de 80% eram modelos antigos, ainda que 65% dos consumidores de iPhone trocam de telefone a cada 3,5 anos.

          Assim que devem existir +400 milhões a funcionar com Touch ID

          Agora não tenho a mínima noção o porque de achares que o consumismo está relacionado com a minha resposta anterior !!!

  5. iSad says:

    There is an APP for everything. lol

  6. GyBla says:

    É importante que se falem nestes assuntos e se melhorem os sistemas, mas a probailidade de alguem conseguir ver o pin ou o pattern de desbloqueio é infinitamente superior , ao de usar uma foto ou uma aplicação de impressões digitais para poder desbloquer um telefone alheio!

  7. yamahia says:

    A mim não me apanhavam. Bebo o vinho com a mão direita e desbloqueio o telefone com um dos dedos da mão esquerda

  8. Manekas says:

    O mais rápido é arranjar uma App que tire as impressões ao próprio telefone, sem ser preciso ir do copo para o dispositivo.

  9. Miguel says:

    Click and bait

  10. Filipe F. says:

    É daquelas coisas…. Seja passwords, seja impressão digital, seja face id, tudo tem volta a dar.
    Ha 3 meses saiu a noticia, pelo menos na forbes que mais uma vez com uma impressão 3D a partir de uma fotografia da cara de alguem, e claro, acesso ao iPhone, se consegue ultrapassar o Face ID mesmo após tantos updates para melhorar isto. (Aconteceu este ano novamente na Black Hat hacker convention)

    Fingerprint como se vê, também e dependendo do sensor, basta conseguir a impressão digital (que por sinal é bem mais dificl que obter a foto da cara de alguem, porque implica estarmos no mesmo local que está a vitima e aceder a algo onde ela tenha tocado com o dedo que desbloqueia o telemóvel), e faz-se a magia também com mais ou menos equipamentos e truques.

    Sinceramente entre face id ou fingerprint, apesar de tudo ainda é mais facil obter uma imagem para fazer impressão 3D do que uma fingerprint, mas ambos os metodos têm a sua fragilidade. Usar passwords, digam o que disserem um dia aparece uma noticia que até a camera de vigilancia de um café da esquina tem qualidade para ver alguem a desbloquear o telemóvel por password e portanto consegue-se saber.

    A Partir do momento que se perde o telemóvel ou é roubado, o bloqueio do mesmo poderá sempre estar comprometido. (Não para o ladrão comum mas para os especialistas). É viver com isso porque na verdade este tipo de noticias não são novidade. Não há equipamento com metodo mais ou menos seguro que outros. Todos têm fragilidades. Aqui a questão é ter-se o mais prático que garanta o minimo, e nisso quer a fingerprint, quer o faceID são superiores a pins e passwords na sua facilidade de utilização, e segurança face aos metodos de input antigos.
    Agora comparar reconhecimento facial 3D com impressão digital, venha o maior especialista da terra dizer qual é mais seguro, porque na verdade, e como se viu na Black Hat este verão, 120s bastaram para enganar o FaceID da Apple, 2 anos depois de estar no mercado e já ter sido melhorado dezenas de vezes, e nas impressões digitais como se vê e viu, basta ou moldes de plasticina, ou peliculas, ou sabe-se lá mais o quê, e também se faz magia.

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