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Robôs poderão fazer 5 milhões de desempregados em 2020


Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Mazola says:

    Há sempre emprego para os quem de programar.
    ̿̿ ̿̿ ̿̿ ̿’̿’\̵͇̿̿\з= ( ▀ ͜͞ʖ▀) =ε/̵͇̿̿/’̿’̿ ̿ ̿̿ ̿̿ ̿̿

  2. Vasco Teixeira says:

    Esta é a parte da “evolução” que acho que nunca devia de existir…

    Acho que a evolução deveria era dar mais empresa às pessoas e não retirar…mas pronto…é aquilo que chamam de “evolução”!!!

    Um dia de cada vez e vamos lá ver como irá ser…

    • João Cavaleiro says:

      O Homem não quer trabalhar, quer lazer a 100% e viver para sempre. Essa dessa evolução que se trata, ou que se tenta atingir. Não encontro a preocupação que muitos encontram. Se tivermos algo ou alguém que faça as coisas por nós, nós podemos fazer o que bem entendermos. Como disse num comentário anterior, o problema de facto é os recursos serem limitados e escassos.

  3. Vítor I says:

    Com tantos desempregados a quem vendem as empresas os seus produtos, aos robôs?

  4. Zé Montanelas says:

    Tem de existir alguma lei para a automação industrial que quantifique os lucros e faça baixar os preços consequentemente, a automação tem de ser convertida em algo que beneficie as massas

  5. Bruno says:

    O verdadeiro problema será quando os consumidores dos produtos produzidos por esses robots, fiquem tb desempregados. Será que ninguém pensa nisto? Quanto mais tempo poderá este modelo económico sobreviver?

    • Vítor M. says:

      Deixa contar aqui um cada verídico:

      Uma grande empresa portuguesa tinha nos seus armazéns 30 funcionários que todos os dias carregavam e descarregavam centenas e centenas de paletes de engradados para os camiões.

      As paletes vinham do enchimento para o Armazem, do Armazem era feito o LILO, depois dezenas de empilhandores carregavam todos os dias dezenas e dezenas de camiões.

      Um dia, pesado o esforço financeiro dessa moldura humana, no esforço tremendo nos lucros da empresa, decidiram dispensar 20 trabalhadores e robotizar grande parte do processo.

      Agora, os engradados saem do enchimento, são colocados por robôs nos armazéns e os camiões são carregados por robôs.

      Os 10 que lá estão serão passados um dia destes a 5…. e não tarda estará um para ligar a ficha em caso de quebra de energia 😉

      Tudo por questões de lucros. Achas que essa empresa quer saber dos funcionários? Preocupou-se sim em proteger mais o lucro, diminuir adesões com recursos humanos. O pensamento passa por aí.

      • Renato says:

        Antigamente o gelo era feito em fábricas, e ia de carroça até aos lugares onde era preciso para ser vendido a cubos.

        Inventaram os frigoríficos…

        Antes as pessoas compravam velas…

        Inventaram a luz eléctrica…

        Antes havia muita gente para tratar dos cavalos…

        Inventaram os carros…

        esta tudo no desemprego, não é?

        Não!

        Porque agora toda a gente tem um frigorífico, que é preciso fabricar, vender e compor, 3 encher cheio de coisas que compramos nos supermercados, assim como os carros empregam muito mais gente, e a indústria das energias nem se fala!

        É a evolução natural das coisas, as pessoas deixam de fazer uma coisa, passam a fazer outra, e a usar as novas invenções muito mais que antigamente! Come-se mais, e vai-se ao ginásio para queimar o excesso, viaja-se muito mais que quando se andava a cavalo, está-se mais horas antes de ir para a cama e etc…

        • Vítor M. says:

          😀 vamos então desfazer esses enganos:

          Antigamente o gelo era feito em fábricas, e ia de carroça até aos lugares onde era preciso para ser vendido a cubos. Inventaram os frigoríficos…

          Nessa altura cresceu o consumo de produtos gelados, as salgadeiras deixaram de ser usadas onde a energia começou a chegar e houve um aumento da mão de obra fabril no fabrico dos componentes para os frigoríficos, aumentou a qualidade de vida.

          Antes as pessoas compravam velas… Inventaram a luz eléctrica…

          Com o aparecimento da energia, em grosso modo, da-se a revolução industrial e há um aumento da mão de obra. Mais emprego, aumento do consumo e das condições de vida. O factor humano cada vez é mais necessário e os equipamentos de consumo passam a abrir os horizontes da produção em massa.

          Antes havia muita gente para tratar dos cavalos… Inventaram os carros…

          Com os carros apareceram as grandes unidades fabris que empregaram e ainda empregam milhões de pessoas no mundo e é por aí que cada vez mais se aposta na robótica. Foi um passo importante para aumentar o emprego em estados como Detroit que como sabemos actualmente vive uma enorme depressão e muito desemprego. Tudo devido à automatização e deslocalização das unidades de fabrico automóvel.

          esta tudo no desemprego, não é? Não!

          Sim está. O emprego aumenta a disponibilidade de capital que gera consumo, o consumo gera vendas que por sua vez gera produção que gera emprego…. por aí em diante. Isso um dia deu origem a um popular “sonho americano“.

          Porque agora toda a gente tem um frigorífico, que é preciso fabricar, vender e compor, 3 encher cheio de coisas que compramos nos supermercados, assim como os carros empregam muito mais gente, e a indústria das energias nem se fala!

          Há mercados que atingem o seu ponto de saturação e vemos isso em muitos, como o dos automóveis que é necessário automatizar para continuar a traduzir as vendas em lucros. As unidades de produção e não só, como diz o artigo sobre um estudo elaborado pelas entidades dedicadas ao emprego, começam a perder a capacidade de recriar e acabam por ter de mudar algo. Quem vai hoje ao sapateiro se os sapatos são baratos? Dantes sapateiro era uma profissão relativamente bem paga e havia muitos. A automatização acabou, praticamente coma profissão.

          É a evolução natural das coisas, as pessoas deixam de fazer uma coisa, passam a fazer outra, e a usar as novas invenções muito mais que antigamente! Come-se mais, e vai-se ao ginásio para queimar o excesso, viaja-se muito mais que quando se andava a cavalo, está-se mais horas antes de ir para a cama e etc…

          Sem deixar de ser verdade o que diz, o paradigma é que muda a uma velocidade completamente alucinante. O que dantes levava décadas a acontecer, hoje leva poucos anos, por vezes meses. Esse é o problema. Estamos a falar em 2020 que é daqui a pouco menos de 4 anos.

          Contudo, tem razão com o que diz, em parte.

      • Filipe says:

        A razão de troca de trabalhadores por robôs como força de trabalho é puramente económica.
        Custos com um Trabalhador:
        – Férias, Sub-Férias, Ordenado bruto (ainda faltam os descontos), TSU (por parte da empresa), Sub-Almoço, outros encargos negociados na Contratação Colectiva ou por via dos sindicatos, seguros (acidentes de trabalho, vida ou mesmo de saúde), imprevisibilidade com as baixas e doença, os benefícios do trabalhor/custo da empresa afectos ao trabalho (ex: cantina, horas de formação obrigatória, etc). E ainda outros custos muitas vezes escondidos como o custo crescente do despedimento do trabalhador no caso de já não precisares dele (apesar da forte redução que sofreu com o último Governo do Passos), etc etc. Por último, e mais importante, a limitação do horário de trabalho/jornada de trabalho, as típicas 40h semanais (uma semana tem 168h).
        Num robô:
        – Custo enorme de aquisição/desenvolvimento/instalação/parametrização do robô, manutenção periódica/preventiva, manutenção reactiva.
        Mas depois não tem horários, trabalha 24h por dia/7 dias por semana, não tem reivindicações, nada..

        A utilização de robôs depende de 2 coisas, do sector em que está inserido a Empresa (principalmente se tem muita concorrência e se é um sector de mão-de-obra intensiva onde AI seja mais eficiente que um humano) e da vontade da empresa (imagem externa/ pressão social, etc).

        Nota: Com AI acho que nenhum sector de actividade está livre, é uma questão de tempo. Mesmo quem programa os robôs pode ser substituído (ao estilo skynet no “terminator”) mesmo os professores/educadores de infância, os psicólogos, jornalistas, etc.. uma questão de tempo.

      • Francisco says:

        Depois essa empresa que só pensa em lucros vai vender os produtos aos robôs….. espera…. eles não têm salário logo não podem comprar/fazer despesa à empresa que lhes dá trabalho…. a empresa corre o risco de fechar porque não têm vendas! O pensamento passa por aí.

      • zombie says:

        Vai pensando tb, em começar a por robots a compilar os artigos, o EAS dispara! O problema dp, é se os outros robots, se vao interessar por os ler…

  6. NT says:

    Ora mais um artigo que vejo com bons olhos, apesar de eu como não tive tempo(€€€ ou na altura os escudos) para continuar os estudos ser um dos primeiros da lista a ir para o desemprego.
    Mas porquê ver isto com bons olhos? Porque este será mais um passo para que acabemos com a atual situação social e económica, teremos que mudar! Por exemplo agora temos a eleições “democráticas” para eleger o presidente da republica… Parece tudo certo? Acho que não!
    Primeiro porque nos são dados a escolher meia dúzia de “candidatos” que apenas fazem vida política, não podemos eleger o vizinho lá do bairro que com o seu trabalho dá refeições aos desalojados/desempregados/os zé ninguém, portanto já não é bem Democracia…
    Outra coisa é o que os candidatos sabem fazer (para além da política)???? Por exemplo o pessoal que passa aqui no pplware tem conhecimento (pelo menos o básico) de informática, agora a “classe politica” grande parte deles sabe que o computador liga e desliga… ” e permite fazer contratos com dinheiros por baixo da mesa ou com favores emprestados com aquela coisa do Magalhães”… Depois vêm com leis a regular “A informática”… O que é que essa classe política sabe sobre construções? Mas pronto eles é que dão o aval a construções que são embargadas a meio por outros “Senhores políticos” ou têm que ser “ejetados” capitais para a sua conclusão.

    Agora com a tão famosa classe média (que neste momento vive no limiar do que se pode chamar pobreza…) ficar sem trabalho a situação social vai-se degradar porque são a MAIORIA e a ideia do consumismo vai que obrigatoriamente ter que acabar (ou então vamos ter de andar à “batatada”) porque não existe emprego nem ordenado para essa gente toda.
    Agora será que vamos mudar a nossa maneira de ser/viver? Ou vamos ficar a passar fome, ficar calados e seguir o que os ditadores eleitos nos dizem como se eles fossem cães e nós um rebanho?

    É bom que se continuem a desenvolver robôs para fazer tudo e mais alguma coisa, assim ficamos livres para usar a cabeça(em vez de dizer tem que assinar aqui, aqui e aqui e depois fica endividado e paga por esse produto 300X o que ele vale…), produzir arte/cultura, inventar coisas novas, olhar para o céu e ver o que está para além das estrelas, ir até ao fundo do oceano… Enfim tudo o que temos vontade de fazer mas não temos “dinheiro” para fazer. Porque realente se espreitamos para um foguetão que mete satélites em orbita tem lá notas e moedas por isso é que ele “voa”…

  7. internauta says:

    No final, quem ganha será a “a luta do preletariado” (Karl Marx)

  8. Eu says:

    Lember eles ainda não se consertão sozinhos!

  9. [APPLE] Rui C. says:

    Espera que sim, que preciso de uma “robôa” a dias 🙂

  10. Axel says:

    A questão é que a mudança causa insegurança, mas a tecnologia veio para libertar a humanidade. Não devemos olhar para o sistema econômico de hoje ou do passado e sim para como será o do futuro. Vejam o documentário Zeitgeist: Addendum para ter uma ideia de como podemos fazer um futuro bem melhor do que hoje, onde 62 das pessoas mais ricas têm a mesma riqueza que metade da população mundial.

  11. FP says:

    Diz a regra histórica que na destruição de determinadas funções novas surgirão. Neste caso tudo se aplica, com a excepção da proliferação da inteligência artificial (IA), que isso sim poderá modificar a regra estabelecida há séculos.
    Em alternativa há IA, os empregos passarão a ser de 30 ou menos horas semanais com o mesmo vencimento de 40 horas semanais de forma a criar empregos e a economia continuar a funcionar em pleno, e começasse atingir patamares de excelência na qualidade de vida humana…haja visões para construir um futuro próspero para todos 🙂

  12. David Carvalho says:

    Este artigo peca por considerar robots apenas como se fossem humanoides. Robot é qualquer autómato que execute tarefas automatizadas por sistemas mecânicos. Os robots e outras máquinas electrónicas já existem há imensos anos e já começaram a roubar imenso emprego… nas fábricas automatizadas, nas portagens, nas máquinas de vending… além disso ainda há quem ache fixe ir ao hipermercado e “bipar” as próprias compras, por a própria gasolina… basicamente substituir o trabalho de outros, mas sem exigir sequer um desconto por isso. Os “robots” que aqui falam e que roubam emprego, estão entre nós há muitos anos.

  13. joao says:

    Diziam o mesmo dos computadores no início dos anos 80. O que veio acontecer é que gerou e ainda gera mais emprego do que os que tirou. O aumento da produtividade de muitas empresas ke se verificou à conta dos computadore aumentaram os lucros, aumentou a empresa….mais cargos novos. A riquesa gerada permitiu também fazer mais compras logo ajudar a outras empresas a crescer. tudo que disse se pode aplicar aos robos. Vai ser preciso é cada vez mais mao de obra qualificada. Se pessoas como as que fazem estatisticas da tanga como esta forem para o desemprego nao tenho pena nenhuma.

    • L says:

      Está bem, mas neste caso há uma grande diferença. Ao contrário dessa altura, os robôs irão eventualmente substituir o ser humano por completo. Eu sei que os computadores, tal como os conhecemos hoje, também acabaram por substituir o ser humano em certos casos, sem dúvida, mas é a uma escala muito menor. Na maioria dos casos, os computadores foram uma ferramenta que veio auxiliar, e até gerar novos tipos de emprego, e não substituir o ser humano.

      Em contrapartida, no caso dos robôs, custa-me a crer que 7 biliões (ou se calhar até mais) de pessoas conseguirão co-existir no mercado da robótica ou em alternativa em artes (cinema, música, etc). Isto porque se os robôs evoluírem de tal forma que substituam um ser humano por completo, só serão precisos humanos na área da robótica, e isto se a inteligência artificial não evoluir de tal forma, que teremos robôs a tratar de outros robôs, o que ainda piora a situação… A área das artes em princípio estará garantida para nós, mas até podemos ter que vir a competir com robôs, nunca se sabe.

  14. RuiP says:

    Desempregados em países como Portugal.

    Em países desenvolvidos haverá muitos mais novos “empregadores”. Já não são precisas as ovelhas para fazer o grunt work porque os robots fazem isso. O problema de muita gente é que prefere trabalhar das 9 às 5 para outrem sem qqr tipo de responsabilidades, e no fim do mes ter la os 500 euros. E o mundo não está a caminhar para essa gente. Está a caminhar para dar merito a pessoas inteligentes e com o mindset de ter sucesso.

    • Vlad says:

      Que comentário triste. E quando existirem robôs para substituíres o quer que tu faças, também vais ter esse tipo de pensamento? Se pensas que a grande maioria das pessoas gostam de fazer trabalhos servis estás redondamente enganado. É muito fácil atribuir as culpas às pessoas pelo seu próprio insucesso económico quando se está bem na vida.

    • JVC says:

      Pelo seu comentário deve ser jovem sem qualquer noção do mercado de trabalho real. Premiar o mérito é essencial, mas não pode ter um mundo apenas com empresários e empreendedores. E essa ideia que trabalhar para outrem não implica responsabilidade é completamente patéta.

  15. Jose says:

    https://youtube.com/watch?v=7Pq-S557XQU
    Vejam este video que reporta bastante bem esta situacao. Contudo, o poroblema nao e que os robos nos vao roubar o trabalho, mas sim que o nosso trabalho é desnecessario. A historia narra o desaparecimento de milhares de profissoes assim como o aparecimento de muitas mais. As profissoes comecarao a desviar-se mais e mais para os servicos no mundo online e virtual.
    Adicionalmente, existe ainda uma outra opcao mais agradável – uma salario minimo garantido, mesmo para aqueles que nao trabalham.
    Digam me o que pensam

  16. RYRYRY says:

    A 4ª revolução é inevitável tal como as anteriores, além disso não é preciso esperar por este facto para perceber que o modelo do estado social está desactualizado e que uma carga horária de 40 horas também já é um cenário “medieval” (sem querer ofender os de esse tempo…40 horas semanais era um mimo!!) mas lá está tudo evolui, é preferível emprego de qualidade e mais tempo livre para se ser auto-didacta.

    Eu sou a favor das portagens automáticas, das caixas dos supermercados automáticas e tudo o demais automatizado, mas defendo de igual forma um horário de trabalho reduzido, um novo estado social (rendimento básico por ex.) e emprego qualificado (programadores, engenheiros, etc… e mais artistas culturais).

  17. R o B says:

    Quando acabar a necessidade de mão de obra humana, quem vai precisar de robôs, para fazer o quê? A não ser que se acabe a desigualdade e a vida deixe de fazer sentido.

  18. EPR says:

    Talvez esta seja a oportunidade para as pessoas trabalharem menos horas, ou simplesmente deixar de trabalhar para ter acesso a uma vida decente, voltar a ter tempo para as outras coisas importantes na vida, como a familia, e outros laços sociais em geral, bem como tempo para praticar desporto ou outras actividades. Finalmente acabar com as classes sociais, todos iguais, todos humanos. Acabar com o sistema monetario, pois sera obsoleto. Desenvolver a exploração espacial. Em última análise, falamos de uma nova abordagem ao propósito da vida e da sociedade e do ser humano, um novo conceito. A Utopia.

  19. Mankiko says:

    A Robótica de verdade serve para melhorar o desempenho das actividades Humanas e em alguns casos actividades “robóticas”.

    Isto significa que a sociedade Humana terá de se reorganizar de uma forma na qual a vida dependa menos de: simplesmente se ter ou não, dinheiro para viver no mundo supostamente civilizado.

    Os robôs irão fazer a revolução social que ainda faltará fazer. Que gerará uma sociedade na qual a qualidade do trabalho de cada individuo será mais valorizado. Porque em relação à quantidade de trabalho, ninguém rivalizará com os Robôs.

    Escrito isto. Ainda falta muito para os (A.I’s) poderem competir com um ser humano comum. Quanto mais poderem competir com um ser humano mais especial.

  20. D o A says:

    As mulheres só serão desfavorecidas em lidar na industria das máquinas por que robôs tem deixado homens desempregados há anos.
    Daqui há dez anos, haverão caminhões de lixo que não precisam de motorista, caminhões que transportam cargas sozinhos entre outros serviços que provavelmente não entraram na equação deles.

  21. jAugusto says:

    Até que enfim já estava farto de administrativos / as!!!
    Mas agora a sério o problema é a revolução na educação das pessoas, e em Portugal as mudanças e as reformas são sempre baseadas em calar a boca aos sindicatos e facilitismo puro. Depois não se queixem!!!

  22. SSilva says:

    Todos tínhamos um Robô a trabalhar para nós e andávamos por aí a passar férias a vida toda, explorar o mundo, ter tempo para os nossos amigos, familia etc etc

  23. Sergio J says:

    o que desaparecerá será o trabalho de macaquinho das linhas. Trabalho não qualificado, que qualquer um pode fazer. Seja aqui, seja na somália. Desde que haja uma máquina de gente qualifiicada a controlar por traz esse trabalho pode ser feito em qq lado. A minha mãe entrou para a Grundig em Braga há 47 anos. Saiu há 41. As linhas eram compostas essencialmente por mulheres, ums “capatazes” a chefiar e os engenheiros, todos Alemães, a controlar ao fundo. Claro que hoje já não é assim. Mas o trabalho não qualificado não é o que traz valor acrescentado às empresas. A robótica vem substituir estes empregos.

    Mas para uma melhor produção é preciso muitos outro emprego, outras funçõess. O controlo da qualidade, uma maquina administrativa que torna todos os processos mais eficientes, etc. Portanto perde-se no trabalho do indiferenciado mas ganha-se no trabalho qualificado.

    Por outro lado, as pessoas vêm o lado errado da questão. A questão não são os 5 mil milhoes de empregos que se perdem. O verdadeiro problema são os 5 mil milhoes a mais de pessoas que existe. Este terá de ser uma evolução gradual. Não podemos simplesmente eliminar gente. Mas se calhar em 100 anos conseguimo-lo fazer. Porque se não fizermos perdem todos e não só o ser humano, pois iremos destruir todos os ecosistemas.

    Mas o problema é mais grave, pois a sobrepopulação está exatamente nos países pobres. Isto é um pau de dois bicos. Se acabarmos com a fome no mundo o planeta simplesmente não comporta esta gente toda. É muito triste o que vou dizer, mas é a verdade. “Felizmente” a esperança média de vida em muitos paises é baixa, seja devido à fome, seja a guerra. Mas é isso que tem trazido algum equilibrio, pq senão já tínhamos secado completamente o planeta.

  24. pedro valente says:

    concordo com tdas as perspectivas apresentadas e quero acrescentar mais uma: e q tal seguir o modelo de negocio dos painéis solares para utilizador domestico, ou seja…possuimos um conjunto de robots ou aparelhos com IA, e alugamos o recurso a terceiros. ai temos uma renda que amortiza o capital investido e alguma entrada financeira… vamos tds virar pastores de robots! 🙂

  25. Jorge says:

    Com tantos robôs e softwares realizando o trabalho de milhares de pessoas, o desemprego estrutural terminará por destruir a economia de muitos países hoje ditos desenvolvidos. A perda de postos de trabalho talvez nos force a buscar outros horizontes, além mar ou até fora do planeta.

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