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10 carros elétricos com mais autonomia no mercado atual

Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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74 Respostas

  1. Olly says:

    O meu problema é, tão e tão só, os preços proibitivos destes carros… ao qual acresce o aluguer da bateria.

    • Nuno says:

      Falsa observação

    • Joao Rodrigues says:

      Qual o carro com aluguer de bateria sem ser o ZOE?
      caro? posso dizer que o meu está pago ou seja de borla poupo 350e por mês e combustível e estacionamento. 350€*12 meses *6 anos=25000€ e não estou a contar com o que não paguei em revisões, mudanças de correias, etc.
      Cumprimentos.

      • Nuno Ferreira says:

        Honestamente, concordo com o comentário acima. Cada caso, será um caso. Para quem faz menos de 20km diários, considerando carros usados a gasolina com valor de compra abaixo de 10k, este investimento em electricos não compensa.
        O custo inicial continua a ser um entrave, ainda para mais sabendo nós que os impostos aplicados a automoveis em PT são muito superiores à média europeia.
        Mais um reparo ao autor do artigo: seria interessante publicarem um comparativo de carros que possam ser actualmente comprados em Portugal, pois mais de metade da lista tem preços ‘ainda não oficiais’.

        • rui says:

          mesmo a gasolina não há muitos carros novos abaixo dos 10k (sim os preços dos elétricos indicados são em novos)
          Mas para 20km diários é dificil rentabilizar, na ordem dos 50km já rentabiliza mais rápido

        • ASousa says:

          Não se esqueçam de comparar as versões dos veículos, ou seja os extras…
          Em relação aos Km’s, segundo as estatísticas se bem me lembro, a media de km diários anda a rondar os 40km.

      • Rui B. says:

        Ah esse não tem de se estacionar? 350€ de combustível que não metes? e a eletricidade é de borla?

      • joka243 says:

        E apenas uma questão que me atormenta: qual será o valor de retoma quando as baterias estiverem para ser substituídas? Será que essa perda não será superior ao ganho conseguido durante, digamos, os 6 anos de uso?

        • segurado says:

          mais os tempos que demoras a carregar, ao fim de ano perdeste imensas horas porque o carro tem de fazer o carregamento, ou então não vais de ferias e não fazes grandes deslocações durante toda a vida útil do carro!!

          • Vendedor says:

            E se comparem o carro nas concessionarias da CONFIAUTO ainda tem de colocar os tempos extras que o carro la fica e as peças mudadas que afinal não precisam.. ou se tiverem mesmo azar vem com o carro riscado porque não tem cuidado na oficina, ou vem com peças soltas… porque o pessoal das oficinas não tem metodo de trabalho, enfim

          • Paulo says:

            E o tempo que demora a abastecer na bomba de gasolina?
            E a diferença de preço do combustível?
            E os custos de manutenção de um motor de combustão?
            Quantas horas perdes por ano para carregar o telemóvel?

          • Fred says:

            Em resposta ao Paulo:

            – E o tempo que demora a abastecer na bomba de gasolina?
            Perco 2 minutos e faço 1000km, com um eléctrico perco 30 min e faço 150km

            – E a diferença de preço do combustível?
            E a diferença de preço na aquisição do carro? É mais barato, mas pode não compensar

            – E os custos de manutenção de um motor de combustão?
            Aqui o elétrico ganha, sem dúvidas

            – Quantas horas perdes por ano para carregar o telemóvel?
            Posso sair de casa sem bateria no telemóvel e chegar ao destino com o telemóvel carregado, porque não tenho que ficar imobilizado enquanto o telemóvel carrega. Posso ligar o carregador e continuar a usar o telemóvel numa viagem, num carro não o posso fazer.

          • Marco says:

            Lol fred, claro que levas 2 min numa bomba de combustível a encher o deposito… tens de me dizer em que bombas fazes isso… isso e fazer 1000 km sem paragens…
            aqui a questão do tempo é uma não questão, para distancias curtas se o carro for carregado durante a noite quando se chega a casa, nem sequer tens de esperar os teus “dois minutos”, fazes a vidinha toda que queres e no final do dia ligas o bicho a tomada de manha e so arrancar…
            para viagens longas e fazer o mesmo, se tiveres um model S fazes 500 sem parar e se usar os teus dados de 30 min para 150km de carga significa que numa viagem de 1000 km tenho de parar provavelmente 3 vezes, o que da uns 333km de viagem entre paragens o que me parece bastante bem para poder esticar as pernas e comer qualquer coisa, portanto o tempo que se perde? exactamente o mesmo ou talvez menos se as viagens longas não forem algo recorrente…

          • Rui says:

            1º Todos os carros (excepto o Zoe) não estão ao alcance da população em geral.
            2º Possivelmente mais de 90% das pessoas em Portugal moram em apartamentos, como é que carregam as suas viaturas.
            3º O Zoe, que a melhor relação preço/autonomia, segundo o site da Renault (https://www.renault.pt/gama/veiculos-eletricos/zoe/novo-zoe/iframe-bateria-e-carga.jsp), em tomada doméstica demora 25h a carregar 100% da bateria.
            4º A rede eléctrica ainda é muito limitada, imagina metade dos carros a combustão passarem a ser electricos não existia rede que conseguisse dar vazão.
            5º A electricidade é cara. No site da MOBI.E (https://www.mobie.pt/why-electric-mobility) eles tentam iludir com os números que apresentam, mas o carro a gasóleo sai mais barato que um carro eléctrico (ex: o meu carro gasta 5l/100 o que faz 1000€/ano e 0,35€/Kw seria 1015€/ano, embora eu não acredito 0,35€ numa tomada doméstica).
            6º O carro eléctrico é melhor para o ambiente que um carro a combustão? O que acontece ás baterias em fim de vida?
            7º Num país envelhecido como é Portugal como iria ser a transição para os velhilhos do interior (“Oh avô isto não custa nada é só ligar à tomada 🙂
            Acho que ainda temos de pensar muito sobre os carros eléctricos.

          • mlopes says:

            não nos podemos também esquecer que se for uma viatura elétrica e for comprada para uma empresa não só não paga tributação autónoma como todos os gastos são dedutíveis e o iva também. tal não acontece com qualquer outro tipo de viaturas de passageiros

          • mlopes says:

            nem iuc paga

        • Paulo says:

          E qual é a desvalorização de um carro de combustão ao fim de 6 anos?
          Será que ainda vale o mesmo que valia quando novo?

          • ASousa says:

            Existe algum carro dentro desta gama de valores que valha o mesmo ao fim de 6 anos?
            Mas sim a desvalorização pode ser ligeiramente superior… A única desvantagem pode ser mesmo a bateria, porque de resto em termos de mecânica normalmente temos muito menos problemas do que os convencionais, ja para nao falar do motor propriamente dito, este quase que não tem fim…

        • ASousa says:

          As baterias normalmente têm uma garantia entre os 6 e os 8 anos, acho que podemos considerar substituir após os 10 anos. Neste momento os preço das baterias andam a rondar 7/8k €, para os veículos considerados “normais”.
          Contudo, não é obrigatório substituir as baterias todas, apenas as células que estiverem danificas, e aí preço ja pode ser bastante diferente.

    • Olly says:

      Tendo em conta que o mais barato desta lista vai para os 21.000€! Por muitas contas que faça não vai caber na minha garagem, por isso, para mim, não é “falsa observação”… E sim, concordo que, se o tivesse para dar, o iria reaver facilmente com o que se poupa na manutenção, combustível e etc…

      • Bruno Pinto says:

        Estamos a falar de carros “novos” a sair da marca… Há poucos que possam competir com esse valor, não achas? Aqui não se fala em usados mas sim em novos.

  2. Ricardo Silva says:

    Para quem não vê mais além do preço e mesmo assim quer poupar pode ponderar a compra de um usado. Também os há a partir dos 10.000€.

  3. Ricardo Silva says:

    Estes valores são os anunciados pelas marcas, e não os reais certo? É que na app da BMW, que mostra a autonomia máxima conseguida com uma carga pela comunidade de proprietários de i3, o valor é de 186Km.

    • Ricardo Silva says:

      … aliás, 164Km … o i3 em que ando é que já conseguiu fazer 186km, valor acima da comunidade, e já foi com ele a indicar que restavam 0km e a entrar em “safe mode”

    • Ricardo B. Silva says:

      A aplicação da BMW também não é nada de “científico” porque tem dados de pessoas que conduzem como se fossem carros de corrida ou então em países com condições climatéricas muito adversas.
      Logo a autonomia também depende da região.
      O i3 de 2 geração, em Portugal e em condições normais faz mais de 200km.

    • mlopes says:

      olha que com o novo ciclo wltp os valores anunciados não andam muito longe dos reais.
      no caso do zoe são anunciados 300km e faz sempre acima dos 250 e faz 280 com alguma regularidade

  4. Tiago says:

    Na minha opinião de leigo mas atento ao assunto em questão, penso que o futuro não estará nos carros eléctricos com bateria, mas sim nos carros a hidrogénio ou metano. São mais rápidos a abastecer e têm uma autonomia consideravelmente maior. O grande entrave actualmente está no armazenamento mas ultrapassada essa questão… Além do mais são bastante mais amigos do ambiente que as baterias.

    • Pedro Coelho Silva says:

      Tiago, acho que andas a ler fontes de informaçao bastante erroneas.

      Se olhares para a questao de uma perspectiva fisica, Hidrogénio ou metano tem uma taxa de eficiência inferior a puro elétrico. Se o motor é elétrico a forma mais eficiente para armazenar a energia que o motor vai consumir é ..elétrica! Estamos a falar de eficiências na ordem dos 90% em toda a cadeida desde produçao a consumo pelo carro, nenhum outro sistema se aproxima destes valores.

      Do ponto vista ecológico os carros elétricos com a mix actual de produção de energia já são bastante mais amigos do ambiente que os de combustão, e a medida que migramos as nossas fontes de energia do carvão para solar/eólica essa diferença so se vai acentuar..

      Para ter hidrogenio ( alem da ineficiencia de gastar energia para produzir hidrogenio para depois o converter em energia elétrica para ser usada pelo motor) era necessario criar toda uma rede de abastecimento e toda a logística a volta do hidrogenio e armazenamento nos carros. A rede elétrica já e uma realidade, vai precisar de up-grades? Sim, mas nada comparado ao esforço para montar algo semelhante com hidrogenio.

    • Paulo says:

      O motivo pelo qual é estúpido usar o hidrogénio é o nível de complexidade que se acrescenta.
      Separar o hidrogénio, para depois o armazenar, transportar e voltar a armazenar. Abastecer o carro, para depois gerar electricidade a partir do hidrogénio e armazenar numa bateria, para depois utilizar no motor. Isto não faz sentido!
      Para quê complicar tudo?
      Para quê ficar dependente de uma rede, que será das actuais gasolineiras, e que vai poder continuar a brincar com os preços como o faz agora com os combustíveis?

  5. Jorge Rosa says:

    São bonitos (alguns) e sim, trazem muitas vantagens. São o futuro, quer se goste ou não. Mas os preços…
    Espero que esta “guerra” de marcas reduza esses valores rápido… e enquanto ainda exista oxigénio, claro…

  6. Marqs says:

    Esqueceram-se de incluir o no Rimac C-two
    “A Rimac avisou que o novo modelo iria esticar os limites para lá do imaginável e parece ter cumprido: a partir de uma bateria com 120 kWh de capacidade (arrefecida a líquido) alimenta quatro motores eléctricos, um por roda, para um poderio total de 1914 cv e 2300 Nm! Significa isso uma aceleração de 0-60 mph (0-96 km/h) em 1,85 s – será coincidência o Tesla Roadster anunciar 1,9 s?… – e de 0 a 160 km/h em 4,3 s, para uma velocidade máxima de 412 km/h!
    Claro que a andar desta forma a bateria não deverá durar para uma grande viagem mas se o condutor adoptar um ritmo mais calmo a autonomia poderá chegar, segundo o ciclo NEDC, aos 650 km. ”

  7. Nuno Moreira says:

    Não deveriam considerar carros que não estão à venda. O que interessa são os que eu posso ir hoje ao concessionário comprar.
    Para o amanhã, todos prometem coisas fantásticas.

    • Vítor M. says:

      Como foi dito no artigo, estes são veículos que estarão disponíveis entre 2018 e 2019. Alguns estão já em processo de homologação, outros estão no processo de importação e colocação de mercado.

  8. electrico says:

    nao se esqueceram de nenhum???
    entao o kia soul electrico? o hyundai ionic? o vw egolf?

    sos que me estao a lembrar agora … isso do tesla jaguar e outros que tais nem deviam aparecer na lista para os comuns mortais so em sonhos!!!

  9. Bosse says:

    Nada se fala se o carro tem tratamento da temperatura da bateria .
    Se a bateria numa viagem longa com vários carregamentos rápidas a temperatura aumenta e castiga muito a bateria. E num clima fria, como na norte do país o aquecimento/preaquecimento da bateria é fulcral para a distáncia que pode percorrer.
    Nota nos videos no Utube do Björn Nyland. O Hyundai novo tem melhor economia do que o Nissan novo (2018).

    • Vendedor says:

      A NISSAN ainda vai dar muito que falar e não é pela positiva!! anunciam tecnologia espectacular mas depois o funcionamento é péssimo, podiam aprender com os erros mas o que fazem simplesmente é voltar a usar essa mesma tecnologia em carros recentes com os mesmos erros e defeitos. Não aprendem…

    • arbitrario says:

      eu vi esse vídeo, não me pareceu que fosse só pelo frio mas porque o consumo estava a ser exorbitante, e não se percebeu porque, faz-me lembra os primeiros LEAF, em que as baterias vinham todas maradas… o que eu acho é que para se fazer os KM que anunciam quase que se tem de andar em modo tartaruga

      • António Ferreira says:

        É verdade. O ZOE indica 300 Km de autonomia, mas só é alcançada circulando a uma média de 30 Km/h, pois a 100 Km/h a autonomia baixa para menos de 200 km, conforme o próprio simulador online da Renault.

  10. Nelson Mendonça says:

    Quanto irá custar ao fim de oito anos (dez anos é o máximo calculado) a substituição das baterias? Alguém Já descobrir como serão recicladas?

  11. jonas says:

    eu keria era saber qual é o consumidor ideal para comprar um carro electrico tipo quem faz 50km por dia? e dos que ja tem um…quais as coisas negativas que o carro tem..tipo viagens grandes…esperar minimo 50m para carregar? wtf?
    andar com os “kikos” na mao a conta de nao saber se vai ficar com o carro na estrada torna-se um habito?
    opiniao de experiencia de quem tem é mais importante do que todos os reviews que andam por ai.

    • Nonnus says:

      Tenho um Nissan Leaf de 30kwh com autonomia real de 200km desde final de Setembro (6 meses) já conta com 18000km. Actualmente faz todos os dias 180km. Um carro eléctrico como tudo na vida requer habituação. Claro que se for de Lisboa ao Porto tenho de planear a viagem antes de arrancar.

      50 minutos para carregar o carro foi um mito que se criou, uma falsa questão, não quer dizer que não possa acontecer, eu nunca estive mais de 15/20 minutos a carregar num Posto de carregamento rápido (PCR) e cheguei sempre ao meu destino. Dependendo do carro que se compra esse tempo de carregamento pode ser maior ou menor. Se por exemplo comprar um ZOE com limitador de carga de 22kwh e com uma bateria de 41kwh é natural que num PCR de 50kwh não vai carregar em 30 minutos porque o carro esta a limitar a entrada de carga, mas se por outro lado comprar um Nissan Leaf de 30kwh em 15 minutos já tem autonomia para fazer mais de 100km porque não tem a limitação de entrada dos 22kwh.

      Depois também, há carros electricos que não tem opção de carregamento rápido, apenas carregam a 3kwh ou a 6kwh no máximo, então para esses o tempo de carga será muito maior dependendo da capacidade da bateria. Normalmente quem compra estes carros faz viagens curtas em cidade e só carrega em casa ou enquanto esta no trabalho.

      Quando vai a uma bomba de combustível o carro dito normal nunca vai completamente vazio e raramente enche o deposito até a cima, certo? Nos eléctricos acontece o mesmo, quando chega a um PCR por norma nunca leva o carro completamente descarregado (salvo raras excepções) e quando carrega não precisa de carregar até aos 100%, nada o impede de o fazer, mas por exemplo eu nunca o fiz, carrego sempre o que necessito para chegar ao destino. Este tipo de utilização deita por terra esse mito dos 50 minutos de espera para ter o carro carregado. Se me perguntar se há pessoas que o fazem, eu respondo há.

      • Fred says:

        Nunca vou com o depósito vazio, mas atesto sempre.

        E se entrar na reserva com apenas 5 litros no depósito em 2 minutos coloco outros 65 e fico de depósito cheio e com autonomia para fazer 1000km a velocidades normais de auto-estrada, não vou a pisar ovos como os eléctricos por quais passo e já faço a viagem de ida e volta sem voltar a parar.

        5 horas para fazer Lisboa – Algarve era no tempo da outra senhora quando íamos pela nacional.

        Os carros elétricos são um retrocesso para a mobilidade.

        • Nonnus says:

          É bom saber que existem condutores que pensam na sua segurança e na dos outros e que fazem viagens de 600km sem parar.

          A ultima vez que vi a velocidade nas auto-estradas ainda não tinha sido alterada. Mínimo 50km/h máximo de 120km/h. Portanto mesmo que eu circule a 60km/h (coisa que nunca fiz) não estou a infringir nenhuma regra de transito.

          De Lisboa a Faro são 278km se fizer uma media de 100km faço em menos de 3 horas como tenho de parar pelo menos 1 vez para carregar e como já referi nunca estive mais de 20 minutos isto daria cerca de 3 horas de viagem.

          Explique-me lá como é que chegou a essa conta maravilhosa de 5 horas?

          Mesmo que eu pare na área de serviço de Palmela 15 minutos, na área de serviço de Alcácer 15 minutos e na área de serviço de Aljustrel 15 minutos, podia-mos acrescentar 45 minutos a viagem e mesmo assim não dava as 5 horas. Depois com tanta paragem em vez de fazer a viagem a 100km/h já podia fazer a viagem a 120km/h (sim caso não saiba o meu carro eléctrico tem uma velocidade máxima de 160km/h).

          Como já vi que você é uma pessoa que gosta de velocidades pode ser que um dia fique envergonhado quando um retrocesso para mobilidade passar por si na auto-estrada ou num arranque num semáforo.

          O desconhecimento não desculpa para dizer tanto disparate, hoje em dia com 5 minutos de pesquisa pode ficar a saber muita coisa.

    • Paulo says:

      O meu primeiro electrico leva 156000 Km em 6 anos e em todo este tempo só foi à oficina para meter pneus.
      Número de problemas: 0
      O segundo vai com 34000 Km em 11 meses.
      Foi fazer e revisão dos 30000 obrigatória, por causa da garantia.
      Custo: 56€
      Já precisei de mudar 1 pneu (toque num passeio – mea culpa)
      O último carro a diesel que tive, foi rebocado 3 vezes em menos de 2 anos, por causa do catalizador.

      • Miguel Santos says:

        Que curioso. Os eléctricos não travam?

        • Nonnus says:

          Travam, mas mais com o motor do que com os travões.

          Os eléctricos tem vários modos de condução um deles é o modo B que aumenta a regeneração a quando da desaceleração o que faz com que o carro trave mais com os motores, logo o recurso aos travões comuns é menor, logo a longevidade das pastilhas é maior. Mas mesmo que não se use este modo, depois de sabermos como conduzir um eléctrico usamos mais as desacelerações do que os travões pelo mesmo motivo da regeneração.

        • Ricardo B. Silva says:

          É curioso não é?

  12. Helder Ferreira says:

    Quanto vai custar, no futuro, reciclar estas baterias?

    • Vítor M. says:

      Como todos os processo ligados á tecnologia, no início certamente será caro, como a massificação fica mais barato… mas não nos podemos esquecer dos custos ambientais, que dizem ser bem caros. Temos de fazer o caminho para sabermos.

    • Nonnus says:

      Quando entrega um carro de combustão para abate quanto custa reciclar o deposito de gasóleo/gasolina com resíduos, quanto custa reciclar radiadores com anticongelante. Num carro eléctrico isso não existe, existe uma bateria composta por módulos, módulos esses que não se estragam todos ao mesmo tempo. Por exemplo vamos supor que uma bateria de 30kwh tem 50% de degradação (15kwh) que para um carro é muito limitativa, mas nada o impede de usar essa bateria (os 15kwh) por exemplo para abastecer a sua casa. Carrega durante o dia com painéis solares e usa essa energia acumulada durante a noite. É uma forma de usar a bateria por mais uns anos até a degradação total. Claro que irá ter que ser reciclada, mas aumentou a vida útil da bateria em mais uns anos. Todos nós usamos telemóveis, tablets, etc, todos os equipamentos portáteis usam baterias, no entanto ninguém levanta essa questão quando se esta a comprar um telemóvel novo. Se pensarmos a escala mundial a quantidade de equipamentos portáteis que são deitados fora a pegada ambiental desses equipamentos certamente é muito maior que a bateria de um carro eléctrico.

    • Paulo says:

      Quanto custa actualmente, reciclar as baterias de 12V, o óleo usado, os filtros de óleo e de combustível, etc?
      Dada a composição das baterias dos carros electricos (materiais caros e em alguns casos raros), quando o volume for significativo, a reciclagem vai dar origem a um negócio muito rentável.
      Entretanto, já estão a ser utilizadas para armazenar energia em pontos de carregamento rápido.

    • btn says:

      Todos usam as pilhas 18650, que são facilmente reciclados.

  13. Belmiro says:

    Tirando os Tesla e pouco mais, a maioria dos modelos não consegue nem de perto essa autonomia, principalmente os modelos alemães. As revistas alemãs de automóveis fazem rotineiramente testes e a autonomia real fica-se por uns 25-30% menos do anunciado e isto sendo simpático com o acelerador.

    Os carros elétricos serão uma boa opção quando forem mais baratos e aumentarem a autonomia e a velocidade de carregamento uns 50%. Mas como quando houverem mais carros destes vão diminuir as ajudas e aumentar o preço da electricidade, ainda estamos a uns anos da conversão.

  14. Marco Pinho says:

    Ainda existe um problema grande para resolver que será um entrave á massificação destes carros, quem mora em apartamentos sem garagem só poderá carregar os carros nas “bombas” e chegará uma altura em que farão fila porque estará tudo ocupado por escassez de carregadores.

    • Ricardo B. Silva says:

      Ainda existem muitas dificuldades, porque como é normal, o progresso não se faz da noite para o dia, apesar dos crescimentos exponenciais dos carros eléctricos, também não é conveniente o boom desmesurado.
      Não há carros que satisfaçam a procura actual, mas aos poucos as coisas vão evoluir, mas mesmo assim é evidente que são as mentalidades que têm de evoluir muito mais.
      Esperemos que não seja tarde demais e se torne impossível de viver nas cidades.

    • mlopes says:

      não me parece que seja um problema de escassez de carregadores mas sim um problema de desleixo, pelo menos em portugal. segundo informações que tenho (e que confirmei em alguns locais) os postos de carregamento existem só que não têm qualquer tipo de manutenção e por isso quando têm uma avaria ficam inoperacionais meses ou anos. na cidade onde vivo existem cerca de 14 postos de carregamento. só 3 estão a funcionar e um deles está instalado um parque pago. todos os outros estão “avariados” há muitos e muitos meses. só num único local há 4 postos de carregamento que não funcionam.
      ainda segundo informações a que tenho tido acesso parece que a maioria dos postos de carregamento disponíveis na rede nacional (os brancos geridos pela mobi.e) são sucata.
      a infraestrutura existe (embora possa e deva ser melhorada) mas como sempre acontece em portugal nunca nada funciona como deve ser

  15. Marco says:

    entao pessoal, a tesla chama as portas do model X de “Falcon Wing Doors” e voces vao comparalas com gaivotas… LOL

  16. Bosse says:

    Acordo Björn Nyland o Huyndai/Kia que infacto pertencem ao mesma empresa tme uma eficacia muito bom.
    Com menos bateria consegue-se mais kms.

  17. btn says:

    Todos usam as pilhas 18650, que são facilmente reciclados.

  18. Ricardo Rodrigues says:

    Fala-se em performance do I-Pace mas não se fala em performance relativamente ao Sedan mais rápido do mundo (??), um pouco estranho – Model S.
    A bateria do Model 3 definitivamente não é 80,5kWh, não sei de onde veio essa informação.
    Quanto ao WLTP, continua muito fora da realidade, ainda ontem vi uma review Fully Charged relativamente ao Nissan Leaf e este novo modelo tem no máximo uns quase 250km de autonomia, muito longe daquilo aqui anunciado. A única métrica real é mesmo a da EPA, que no caso do leaf estima os muito acertados 243kms (151 milhas).

  19. Nelson says:

    Porque falam no binário instantâneo apenas no i3? Para o destacar face aos outros é? É que o binário desde as zero RPM é característica de todos os carros/motas/etc eléctricos.

  20. Antonio says:

    estas viaturas estão com os preços inflacionados não acham..
    imaginem se estas viaturas pagassem IA.

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