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Vídeo mostra porque a Apple não permite a substituição de baterias inchadas na loja


Fonte: Reddit

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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  1. PORTUGA says:

    Não substituir BATERIAS INCHADAS NA LOJA???
    Não ser não substituir na loja as BATERIAS INCHADAS NA LOJA???
    É que não, simplesmente,amesmacoisa.

  2. nervaise says:

    Boas.

    Gostaria de deixar um link que penso ser relevante para esse assunto.

    Trata-se da opinião de uma pessoa que se especializa na reparação de equipamentos da Apple (apesar de também fazer reparações de equipamentos eletrónicos de outras marcas).

    Efetivamente revejo-me na opinião que essa pessoa (Louis Rossmann) partilha, quer sobre a remoção de baterias, quer sobre a inclusão das baterias de tal forma que impossibilita uma fácil remoção das mesma:

    https://youtu.be/9jtgAZiLWEk

    • Vítor M. says:

      Sigo o Louis Rossmann e apreciso o seu trabalho, embora ele seja um hater da Apple mas que vive por conta das reparações dos produtos Apple. Tem muita razão em grande parte do que refere serem “negócios” das reparações da Apple, mas arranja sempre uma desculpa, um critério para atacar a marca. Isso por um lado já levou a Apple a melhorar certas políticas, o que também é positivo. Neste caso, sem dúvida que ele tentou contornar a realidade. São poucos os casos, é verdade, mas acontecem. E ele sabe que está a defender a questão da aquisição de baterias e outro material não Apple para colocar nos dispositivos Apple, indo contra as regras até de segurança da Apple (com ou sem razão, ele faz isso e parece com sucesso.) Pelo menos foi o que ele disse há dias em tribunal.

      Mas fica a dica se como não se deve atuar nestes casos.

      • nervaise says:

        Concordo com o que dizes de ser claramente uma pessoa que critica (mesmo muito) a Apple, mas as críticas que ele faz são baseadas na experiência de reparação que ele tem com os equipamentos.

        Sem dúvida que ele ganharia mais em ter uma posição menos “inflamatória” quando faz essas mesmas críticas, mas ele é como é…

        O que concordo mesmo com este video dele (Rossmann) é que a Apple é de facto pioneira em muitas coisas boas, mas que há exceções noutros aspetos.

        A situação das baterias parece-me ser uma delas porque veio retirar a liberdade de trocar uma bateria por outra quando a mesma se acaba pela troca de um equipamento que fica muitas vezes 1 milímetro mais fino ou até sem haver vantagens. Simplesmente torna-se num problema conhecido que é a obsolescência programada (quem não conhecer o que é recomendo uma pesquisa na Wikipédia pois penso ser algo importante) e é algo que ele refere também no video e que cada vez mais é adoptado pelas outras marcas e aplicado a PCs portateis e telemóveis…

        Quanto às baterias compradas serem de maior ou menor qualidade é algo discutivel e que depois acaba por se refletir no negócio de cada empresa, seja ela de venda de produto direto (Apple, Samsung, etc.) como de loja de reparação de equipamentos fora de garantia (como o caso do Rossmann ou a loja local de reparações), por isso penso que seria uma situação autorregulada.

        Finalmente quero deixar uma nota que como o Rossmann diz no video dele, nós não estamos a tratar do “elefante na sala”. É realmente muito problemático que sabendo o risco associado às baterias de lítio (sejam elas originais ou não) que a loja de reparação em questão não tenha um plano de contingência para quando uma situação destas ocorra, ou que se o tem que o mesmo não foi claramente executado. Ao fim ao cabo é como o Rossmann diz, há milhares de esquentadores ligado ao gás e não é por isso que deixamos de o ter, os carros andam com tanques de gasolina com a possibilidade de explodir em caso de acidente e não é por isso que os deixamos de usar. O risco é algo que está presente em todas as nossas vidas e ao longo de todas elas das mais variadas maneiras, mas há maneiras de reduzir esse mesmo risco e não deve ser por isso que se vai deixar de fazer essa reparação.

        P.S.: desculpa a parede de texto…

        • Vítor M. says:

          Sim, ele tem experiência, de uma loja. Em muitas coisas concordo com ele, mas ele não tem a experiências de milhões de utilizadores e de haver, para esses, uma necessidade de padronizar métodos. Uma realidade em Portugal é completamente diferente de uma realidade nos Estados Unidos, por exemplo, agora imagina na China, Índia, etc… se não tens um padrão, como vais proceder por esse mundo fora?

          Agora, se o que a Apple usa é o melhor? Seguramente que é para si, e por vezes penaliza o cliente, como já sofri na pele.

          Contudo, gosto do que faz e como o faz, mesmo sendo um inimigo declarado da Apple, mas que vive por conta dos produtos Apple. Aprende-se muito 😉

          • nervaise says:

            Agora em tom de brincadeira, parece que estás casado com a Apple, não podes viver sem ela mas também não podes viver com ela!

            Bom fim de semana 😉

    • rodrigo says:

      ui..o Louis Rossmann ‘e o maior hater da apple do mundo!! So esta bem a espalhar ódio!

  3. Andrade says:

    Olá. Reparação de terceiros, o debate que nunca acabará, queira no mundo do telemóvel, do automóvel ou de basicamente qualquer outro domínio.
    Empresas como a Tesla não querem, de modo algum, pessoas não formadas tecnicamente sobre os seus produtos “armarem-se” em técnicos e ficarem a mexer nas baterias dos seus carros ou outro componente de elevado perigo. O facto é que há pessoas experientes fora do grupo Tesla que conseguem mexer naquilo sem problemas. Mas quantos são eles? Poucos. Muito poucos. Porquê? Uns diriam porque a Tesla não divulga a documentação do esquema elétrico e outros, de modo não terem concorrência na reparação. Verdade ou Falso? Meia verdade. Sim, não querem concorrência, mas também têm de proteger a imagem da empresa. Cada vez que um Tesla incendeia, independente de quem o tocou, é sempre o nome Tesla que sairá nas notícias. É portanto uma faca de dois gumes.

    O mesmo dá-se com a Apple, ou outro empresa de telemóveis. Cada vez que alguém mexe numa bateria ou outro componente que pode danificar o telemóvel, a imagem da empresa pode vir a ser manchada. A maioria dos reparadores terceiro de smartphones não fabricam baterias, eles o adquirem no AliExpress ou outra loja qualquer na França, Alemanha e Inglaterra. Muitos dessas baterias não têm regulamentação das baterias da Apple. Em muitos casos, elas duram menos que a original e sobreaquecem o telemóvel. Existem muitos inconvenientes.
    Agora, há baterias boas? Sim há. Mas mesmo quando um técnico terceiro usa baterias de boa qualidade, o técnico poderá não ter a melhor prática de reparação. A Apple tem indicações específicas de como lidar com baterias inchadas, ou que estejam dentadas ou simplesmente como remover. Muitos técnicos ignoram coisas básicas como não usar metal, não pegar aqui ou ali, etc. A Apple tem o direito de proteger a imagem do seu produto. Aproveitam-se eles disso? Sim, claro, e de que forma. Eles não deixam de ser uma empresa, e como tal têm de gerar lucros.

    Toda gente quer facturar com as reparações de iPhones, mas a maioria não está disposta a seguir as regras básicas de reparação. A Apple também não facilita (deveriam vender a suas baterias originais ao público). Não é algo fácil de se responder, daí talvez o debate nunca acabar.

    p.s: hoje sou técnico formado e autorizado da Apple e Samsung, antes trabalhei em duas empresas de reparações não oficiais.

  4. Realista says:

    Mais vale mãos na enxada do que inchadas na mão…

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