Smartphones não existiriam sem esta pintura do século XIX
De forma disruptiva, a Nothing entrou no mercado para fazer diferente, começando desde logo pelo design dos seus smartphones. Entretanto, num vídeo curioso, a marca sustentou que "os smartphones não existiriam sem esta pintura" — uma obra do século XIX...
Ao seu canal do YouTube, onde mantém uma relação próxima com os utilizadores, através de conteúdos de análise, conversa e reações, a Nothing adicionou, recentemente, um vídeo curioso.
Sob o mote "smartphones [e quaisquer ecrãs digitais] não existiriam sem esta pintura", a marca explorou como uma obra do século XIX pode estar relacionada com a tecnologia que utilizamos hoje em dia. Não havendo qualquer indício de que isso é verdade, o vídeo não deixa de ser interessante.
Criada por Goerges-Pierre Seurat e com o título A Sunday on La Grande Jatte, a pintura de 1880 mostra pessoas a relaxar às margens do rio Sena.
Entre os personagens pintados, veem-se mulheres com pequenos guarda-sóis, homens de cartola e bengala, crianças a brincar, até um macaco de trela…
No vídeo, a Nothing destaca que as figuras na pintura são compostas por pontos. Com 25 anos, na altura, Seurat criou um estilo conhecido como pontilhismo através de pontos de cores diferentes: quando vistas à distância, as cores dos pontos são misturadas pelo cérebro por forma a produzir uma imagem coerente.
De forma simples, é este o processo científico por detrás do uso de pixeis nos ecrãs dos smartphones atuais.
Outras descobertas da altura ajudaram, também, a criar pinturas com cores que pareciam mais vibrantes, o que levou à criação da conhecida roda de cores, uma ferramenta que a Nothing utiliza para criar dispositivos impactantes.
Da próxima vez que olhares para o teu smartphone, lembra-te: foram necessários séculos de inovações, avanços na ciência e na arte e inúmeras gerações de mentes brilhantes e motivadas, para criar o dispositivo que estás a segurar agora mesmo nas tuas mãos… e tu usa-lo para ver pornografia.
Terminou a Nothing.




















Extraordinário!
O cérebro não vê a realidade, o cérebro interpreta e cria atalhos criando uma imagem errada da realidade mas que vai servindo para a sobrevivência, ainda está para vir um ser que conseguia ver a derradeira realidade.
Só Deus mas há por aqui um tal de bonifácio não sei das quantas que aposto que consegue ver essa realidade LOLOL
Ou então talvez se devam comer menos papelinhos e focar na “realidade possível”, pois quer queiram quer não…é a nossa, e até ver única, realidade” 😀
E já agora o nome correcto da obra, que está no Art Institute of Chicago, é: Un dimanche après-midi à l’Île de la Grande Jatte. Não foi pintura única. O pintor tinha desenvolvido a técnica do cromo-luminarismo, ou pontilhismo, e para provar e mostrar a sua teoria pintou mais uma série de outras obras com a mesma técnica.