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Vacinas de mRNA contra a Covid podem potenciar terapias contra o cancro

                                    
                                

Autor: Vítor M.


    • Vítor M. says:

      Sim, esse artigo é só incorreto. Aliás, se tu, nem precisas de ter grandes conhecimentos, basta leres com calma e pensares no que leste, vais perceber, assim sem espinhas, curto e direto que o artigo que enviaste descreve associações estatísticas entre vacinação contra a COVID-19 e um aumento do risco de alguns tipos de cancro ao fim de 1 ano, mas não demonstra que a vacina cause cancro. Os autores próprios afirmam que são necessárias mais investigações para avaliar causalidade. Portanto,m os autores desse “estudo” lançaram a boca (vá, cientificamente quiserem abrir uma linha de pensamento)… mas daí em diante não foram!

      Deixo-te, contudo, um resumo rápido dos pontos mais importantes do estudo (com referência ao artigo):

      1. Trata-se de um estudo observacional, retrospetivo, com dados do sistema de saúde sul-coreano (coorte inicial de 8,4 milhões; análises feitas após matching). Os resultados reportam hazard ratios estatisticamente elevados para seis cancros específicos 1 ano após vacinação: tiroide, gástrico, colorretal, pulmonar, mama e próstata.
      2. Os autores descrevem diferenças por tipo de vacina (cDNA, mRNA, heterólogos), por sexo e por faixa etária.
      3. Apesar dessas associações, o estudo não prova causalidade. Os próprios autores sublinham limitações e pedem estudos adicionais para esclarecer mecanismos biológicos possíveis e excluir vieses.

      Portanto, em jeito de conclusão:

      O artigo relata associações que merecem ser investigadas mais a fundo, mas não é evidência de que a vacina da COVID-19 provoca cancro. Para transformar esta associação em prova de causalidade seriam precisos mais estudos bem desenhados, com seguimento mais longo, análise de mecanismos biológicos plausíveis e controlo rigoroso de vieses.

      Por fim, lá está, vocês não leem… nos resultados, os autores apresentam dados separados para cada tipo de tecnologia usada nas vacinas [mRNA (como Pfizer-BioNTech e Moderna), cDNA (vector de ADN), e esquemas heterólogos)], e referem que as associações estatísticas com alguns tipos de cancro foram observadas também nas vacinas de mRNA, embora o artigo não demonstre nem proponha um mecanismo causal. Em abono da verdade este é um estudo tipo uma mão cheia de nada.

      • Nuno says:

        podes postar as fontes do vosso post? ou links para os estudos que falam?

        na paginaum tem la tudo, incluindo o estudo que foi publicado na biomarker research

        depois de analisar as vossas fontes, posso responder-te, o vosso post é uma mão cheia de nada

        • Vítor M. says:

          Isso está no artigo. Lê e clica.

          • Nuno says:

            já vi e não tens nenhum link para nenhuma fonte,

            tens um link para uma pagina da pplware que remete para o arquivo sobre mrna e outro que envia para o instituto do Johns Hopkins e que fala apenas sobre imunoterapia, quanto custa, o tipo de tratamento etc, e que nada relaciona com as vacinas covid.

            isto chegasse a época da vacinação não faltam noticias a dizer muito bem sobre as vacinas Covid… fazes uma pesquisa simples no Google, e as noticias que pplware publicou aparecem exatamente iguais JN, DN, CM, SIC etc etc..

            A Narrativa é a mesma

            se queres dar um exemplo imunoterapia e das mais avançadas do mundo, aqui tens.

            https://www.fchampalimaud.org/pt-pt/clinical_programs/programa-de-imuno-oncologia

          • Vítor M. says:

            Tem sim senhor. Em cima do investigador, citado no artigo: Jeff Coller está lá mais informação.

            Tens é de ver vem, com a certeza que é para encontrares. E tens mais informação do Johns Hopkins inHealth, e se quiseres encontrar informação cientifica, o que não faltam são links.

      • Peter A. McCullough says:

        Estudo não randomizado e tendencioso do MD Anderson sobre câncer de pulmão e pele em estágio avançado não é evidência suficiente para sustentar essa afirmação. Viés em relação ao indivíduo saudável vacinado em ação. É mais provável que o mRNA promova e acelere muitos tipos de câncer, como mama, próstata, gastrointestinais, etc. Por que o MD Anderson publicou este artigo tão tarde na campanha de vacinação? A parte pré-clínica poderia ter sido feita anos atrás!

        • Vítor M. says:

          Só escreveste patetices. O teu comentário contém várias alegações falsas e sem evidência científica (o que mostra a tia ignorância aos factos, isso é grave, pois hoje em dia, quem realmente quer ficar informado, pesquisa e não junta patetices como tu fizeste).

          Mas, vamos lá desmontar essas alegações sem nexo. Primeiro, não há qualquer prova de que as vacinas de mRNA “promovam e acelerem muitos tipos de cancro”. Estudos clínicos e de vigilância de larga escala, envolvendo milhões de pessoas, não mostraram aumento do risco de câncer associado a estas vacinas.

          Quanto ao estudo do MD Anderson, a crítica sobre ser “não randomizado” e “tendencioso” precisa de contexto: estudos clínicos muitas vezes começam com observações pré-clínicas ou estudos de coorte, que não são randomizados, mas são úteis para identificar padrões. Questionar o timing da publicação sem considerar processos editoriais e revisão científica é especulação sem fundamento. Aliás, vou mais a fundo, é calunioso!

          A afirmação de que há viés “contra indivíduos saudáveis vacinados” é infundada. A ciência baseia-se em dados e revisão por pares, não em intenções ocultas. Espalhar alegações de que o mRNA acelera cancro é desinformação e pode gerar medo injustificado, afastando pessoas de vacinas que salvaram milhões de vidas. Enfim!

          Em suma, o teu comentário é falso e especulativo, sem base em evidência científica sólida. As vacinas de mRNA continuam a ser seguras e eficazes, e estudos sérios não suportam a narrativa de promoção de cancros.

        • Vítor M. says:

          Repara, esse artigo baseia-se num estudo realizado na província de Pescara, em Itália. Nele foi analisada a relação entre a vacinação contra a COVID-19 e o risco de morte ou hospitalização por cancro, com base em dados do Sistema Nacional de Saúde. Entre 2021 e 2023, foram acompanhadas quase 300 mil pessoas com 11 ou mais anos.

          Os resultados mostraram que os vacinados tinham uma probabilidade significativamente menor de morrer por qualquer causa, mas uma ligeiramente maior de serem hospitalizados por cancro (risco 23% superior). Contudo, esta associação só foi observada em pessoas que nunca tinham tido infeção por SARS-CoV-2 e desapareceu quando se considerou um intervalo mínimo de 12 meses entre a vacinação e a hospitalização.

          Os autores concluíram que a vacinação reduz substancialmente a mortalidade geral, mas o eventual aumento no risco de hospitalização por cancro pode depender de vários fatores e necessita de mais investigação, uma vez que não foi possível eliminar completamente possíveis vieses e variáveis não controladas.

          Vai totalmente de encontro ao que referi. Isto é, a vacina é uma ajuda a combater a COVID-19 e ajuda, inclusive, noutras doenças. No que toca ao cancro, nada foi provado, até porque todos os estudos que apontam alguma incidência, veem que tal possibilidade desaparece quando abrem o tempo de análise a 12 meses. Parece-me mais que provado que a vacina ajudou e ajuda não só no combate à COVID como em muitas doenças, pelo menos é o que diz esse estudo.

  1. Luis says:

    Basta ver as notícias e ver precisamente o oposto… Já perdi familiares e amigos com um rácio totalmente anómalo…

  2. AlexS says:

    Parece haver uns estudos mais iguais que outros. Uns tem o caminho aberto para serem noticia. Outros naõ.

    • Vítor M. says:

      Temos de dar importância aos possíveis de conhecer, dentro dos que realmente são importantes. E este, tendo em conta que está já numa fase perto de ser um marco na ciência, é de grande importância. Aliás, é generalizada a opinião que a tecnologia mRNA usada na vacina da Moderna e Pfizer na altura da COVID-19 será um “game change” quando aberta ao ataque de outras doenças, sobretudo o cancro.

      • Antonio says:

        É verdade, a tecnologia mRNA é nova e promissora. Como em tudo na vida, há que esperar uns bons anos para ver resultados e depois verificar se realmente é válida ou se não é um embuste.
        Contudo, há que dizer: o negócio das farmacêuticas é a doença, não a cura. O dia que houver a cura para determinadas doenças, as farmacêuticas vão à falência. É simples.
        Também há que saber lucrar e especular com as ações de empresas farmacêuticas como a Pfizer, que há pouco dias tiveram uma queda e aproveitei para comprar mais algumas ações.

        • Vítor M. says:

          Conheces a história da tecnologia mRNA? É digna de se ler e perceber. Para podermos entender também como é que a ciência evoluiu tanto nesse campo desde o início da década de 60. 😉

          • Antonio says:

            Sim, Vítor, é tudo muito bonito no papel, em artigos mais ou menos “encomendados”, mas a verdade como já disse as farmacêuticas vivem da doença, não da cura. Qual é a parte que o pessoal não percebe…
            Vejamos: tens uma empresa e se não venderes os teus produtos vais à falência.
            Estou ciente dos desenvolvimentos tecnológicos, agora não atirem areia para a cara das pessoas dizendo que podem desenvolver medicamentos milagrosos.
            Acrescento o seguinte: no dia em que não existirem interesses monetários, aí sim, praticamente deixam de existir doenças. Enquanto existirem interesses monetários e acionistas, esquece.

          • Vítor M. says:

            😀 óh essa é uma verdade de La Palice, isto é, passando essa parte, porque o António não trabalha de borla, e os laboratórios também não e todos visam o lucro e quanto maior melhor (apesar de estarmos de acordo que a vida não deveria ter um preço), a verdade é que todos os seres humanos morrem, até os fulanos com milhões e que gerem os laboratórios.

            Portanto, mais tarde, ou mais cedo, há medicamente, vacinas e tratamentos que chegam aos 4 cantos do planeta e, só com massas a usar é que o medicamento, a vacina ou tratamento se torna rentável. E se não funcionar, não rende. Portanto, a questão do tratamento de doenças acontece SEMPRE, desde há milhares de anos e vai continuar.

            Na questão da vacina para a COVID-19 vimos isso, foi graças à vacina que se travou a pandemia. E, nesse caso, então, deixava-se andar, afinal estavam a morrer milhares por dia em todo o mundo. E não foi isso que aconteceu. Não é esse o princípio.

            Neste caso eles vão ganhar muito dinheiro a curar as pessoas, pois se elas morrerem, deixam de consumir medicamento, vacinas e tratamentos. Se viverem mais tempo, vão dar mais lucro 😉

          • Antonio says:

            Eu vou a continuar a tirar proveito das ações, e no caso da Pfizer, também dos dividendos, atualmente com um Dividend Yield de 7.02%.

        • David Guerreiro says:

          A ciência não são farmacêuticas. Existem equipas de investigação biomédica em universidades e institutos por todo o mundo, que investigam e desenvolvem novos tratamentos etc, sem farmacêuticas. É verdade que as farmacêuticas são responsáveis por muitos dos tratamentos disponíveis, pois o tempo e o custo envolvido no desenvolvimento de um medicamento/vacina é gigantesco, e o retorno é demorado. Há medicamentos com 15 anos de desenvolvimento antes de chegarem ao mercado. Durante esses 15 anos foram investidos muitos milhões, esse dinheiro tem de vir de algum lado.

  3. VAOpoK says:

    Bem tentam enganar o consumidor! Querem vender mais vacinas COVID!

    • Vítor M. says:

      Isso é paranoia. As vacinas continuam a ser ministradas, e bem, pelo que temos visto, como o plano nacional de vacinação. Assim como as da gripe, assim como muitas ainda ministradas nas crianças, desde há muitas décadas. Desenterrem a cabeça da areia.

  4. Figueiredo says:

    A Federação da Rússia já tinha apresentado em Setembro a vacina «Enteromix» para o cancro:

    – Enteromix, Russia’s cancer vaccine achieves 100% efficacy in n clinical trials
    https://timesofindia.indiatimes.com/life-style/health-fitness/health-news/enteromix-russias-cancer-vaccine-achieves-100-efficacy-in-clinical-trials/articleshow/123749347.cms

    – Russia’s mRNA cancer vaccine raises global hope after stunning trial results
    https://www.businesstoday.in/science/story/major-victory-against-cancer-russias-mrna-cancer-vaccine-raises-global-hope-after-stunning-trial-results-492930-2025-09-07

    Tanto a vacina «Enteromix» como a «Sputnik V» são mesmo vacinas, não podem ser confundidas com os injectáveis para a doença do coronavírus covid-19, a «Enteromix» e a «Sputnik V» cumpriram com o procedimento necessário para criar uma vacina e que tem a duração de cerca de 25 anos ao contrário dos injectáveis para a covid-19.

    • Jaime says:

      Verdade,
      Ainda faltam alguns testes, mas parece ser uma descuberta tremenda para a humanidade.
      E já li que ha outras iniciativas, para cancro do pulmão, colon, e outros a ser desenvolvido em Paralelo na Russia.
      A Academia de Ciências Russa, está envolvida também..

      Aquela “estação de gas”, que adora “máquinas de lavar”, vai acabar a ser a nova Meca da Medecina. Onde todos fazem fila para serem tratados, pois nos seus Paises “super desenvolvidos” de 3º mundo, não há soluções.
      E as que ha, meramente mantém o paciente vivo, para continuarem a ganhar com os tratamentos naquela paciente.

      A Russia está a preparar tudo, mas é um esforço colossal, pois há muita automatização, necessária.
      E depois temos que ver que é necessário uma infraestructura para isso, colossal.
      Cada vacina é feita com base no ADN da pessoa em causa, e com base nos seus tumores.

      Ou seja, tens que produzir 1 vacina diferente para cada um,
      A AI vai ajudar ai e muito.

      A Russia e BieloRussia teem muito provavelmente a melhor terapia para tratamento de Cancro, historicamente falando, agora vão ter a cura!

      • Zé Fonseca A. says:

        quando for FDA approved é real, até lá é propaganda comunista tal como se vai verificar que é

        • Pedro says:

          Nunca vai ser aprovada pelo FDA, pelo menos nunca com o nome enteromix, ou qualquer ligação Russa.

          Vai surgir no mercado a 1 Milhão de dolares e como “uma descuberta fantastica”, e claro descuberta por Americanos, obviamente.

          Depois da Russia oficialmente torna-la publica, já apareceu uma equipa nos EUA, a dizer que fizeram uma descuberta brutal.
          Isto depois do encontro do Trump e do Putin no Alaska.

          É sempre assim, e a gente já sabe.

          Sobre a história da extrema direita, de dizer que é propaganda, não não é.
          Está ha muitos anos a ser desenvolvida, e engloba inclusivé como o Jaime disse acima a Academia de Ciências Russa.
          E se a Academia de Ciências Russa, deu a cara, e deu porque eu vi, podes acreditar que é verdade.

          Agora os testes são ainda muito preliminares, a mim parece-me prematura a confiança extrema dos Russos, ou os resultados são mesmo bons, e não há grandes problemas, ou então não sei.
          A academia de Ciências Russa diz que confirmou todo o processo cientifico, e foram várias equipas e está correcto.

          Vamos ver como corre o próximo ciclo de ensaios, este sim , já mais alargado.

          Aquilo que os Russos reportam até ao momento, é 60-80% redução do tumor(ou seja a pessoa melhora, e não vai morrer do problema), em 100% dos casos.

          Mas também reportaram que “não ha grandes efeitos secundários”..
          Isto a mim preocupa-me, porque não sei quais são os efeitos secundários, é que secalhar ha pessoas alérgicas, a alguma coisa, ou com outras doenças, que não poderão fazer o tratamento.

          É preciso mais tempo acho eu para eles perceberam o Universo onde pode ser aplicada.

          • Zé Fonseca A. says:

            A propaganda comuna também sempre foi boa a lançar teorias da conspiração.
            Pelo menos a extrema direita até no seu pior teve avanços científicos e tecnológicos notáveis, já a extrema esquerda a história demonstra apenas declínio.

          • Grunho says:

            Está-se mesmo a ver que sim, a quantidade de cientistas e de prémios Nobel feitos pelo estado novo e membros da união nacional era gigantesca. Até o prémio Nobel das ciências da PIDE.

    • Álvaro Campos says:

      a tecnologia mRNA é conhecida há muitos anos…
      os estudos começaram nos idos 1950….
      https://en.wikipedia.org/wiki/Messenger_RNA#History

      não desinformes, informa-te!

      • Pedro says:

        Álvaro,
        A tecnologia mRNA existe há muito, mas havia entraves.

        O tratamento para o COVID não é uma vacina, e trata-se do primeiro producto a usar esta tecnologia.Muitas das pessoas que tomaram essa porcaria morreram ou ficaram afectadas, e ha algumas que até foram tiradas do mercado porque até AVCs provocavam..

        Esta Vacina Russa, é a 1ª Vacina mRNA no mundo, e ainda por cima é 2 em 1.
        1) Farmaco terapeutico que elimina ou reduz o cancro já existente.
        2) uma Vacina mesmo, pois como é feita exactamente para aquela pessoa especifica, luta contra o aumento do problema, ou novo aparecimento, em outra zona.
        Ou seja é uma vacina também.

        Agora desconheço, se esta Vacina pode prevenir contra outros tipos de cancro, na mesma pessoa, percebes o que estou a dizer?
        É que ela é feita com base no ADN da pessoa, e com base nas células cancerigenas da pessoa, é as 2 coisas.

        E se houver a hipótse de a pessoa desenvolver um cancro completamente diferente??
        Será que ainda funciona contra esse, não, ou funciona mas é menos eficaz?

    • David Guerreiro says:

      A Sputnik é tão boa que na Rússia caiam que nem tordos, mesmo após a vacinação. O mesmo na China. Vejam a diferença no Ocidente, nos países com elevadas taxas de vacinação como Portugal, a mortalidade antes e pós vacinação, e o número de internamentos. Só tenho pena de terem usado aquelas vacinas da Astrazeneca e Johnson’s, que foram um belo embuste. Felizmente a maioiria dos portugueses levou da Moderna e Pfizer.

      • Pedro says:

        A Sputnik V, é provavelmente a Vacina mais segura para o Covid, que existe.
        Não é mRNA, mas usa tecnologia comprovada ha mais de 50 anos.

        Na Russia, muitas pessoas socumbiram á propaganda e negaram-se a ser vacinados.
        Muita gente morreu por causa disso.
        Uns porque cairam nas propagandas online, outros porque não queriam ficar na lista de pessoas monitorizadas, quando tinham covid.
        Enfim houve de tudo, mas de uma forma geral a Russia não parou como nós.

        E ainda vieram ajudar, a Itália, e muitos Países no mundo.
        As vacinas para o covid a nivel mundial foram distribuídas usando os AN-124 Ruslan.
        Ofereceram uma vacina ao mundo a preços baixos, para todos.

        Na China foi diferente, até porque a China não reagiu bem no inicio e acabou numa pandemia colossal, e sem uma vacina cedo.A China foi um dos primeiros locais onde se deu o problema, e a China acha que foi uma arma biológica usada contra eles.

        Mas a Russia começou cedo a pensar em criar uma solução, e a Sputnik V foi a primeira Vacina para o Covid a nivel mundial, tecnologia segura, e comprovada por mais de 50 anos.

        Eu não foi vacinado porque não quis tomar o veneno que estavam a dar por aqui, eu queria a Sputnik V.

        • David Guerreiro says:

          Vá para Moscovo e tome a Sptunik

          • Pedro says:

            Porra, eu ter que sair do meu cntinho para ter uma vacina.

            Isso acontece com os Ilegais que cá chegam, mas não era suposto em um País civilizado.
            Eu simplesmente não tomei vacina nehuma, e foi o melhor que fiz.

            Tenho um familiar que tomou a vacina e pouco tempo depois teve episódios de avc, a duvida ficou.

  5. Rogerio Braga says:

    Eu li esse estudo e ele “deixou” uma coisa de lado. O fator decaimento imunológico, ou seja, fez o teste quando o decaimento imunológico ainda estava em alta.

    É como pegar um carro da F1 no seu melhor momento e acelear já com os motores aquecidos.

    • Vítor M. says:

      Achei interessante o teu ponto de vista e fui investigar. Então, na verdade, o conceito das vacinas de mRNA contra o cancro não depende do decaimento imunológico causado por uma infeção ou vacina anterior, mas sim da capacidade do mRNA instruir o sistema imunitário a reconhecer e atacar células tumorais específicas.

      Os estudos atuais utilizam sequências personalizadas de mRNA com base nas mutações do próprio tumor do doente. Ou seja, o mRNA serve como “mensagem” para ensinar o corpo a produzir proteínas que o sistema imunitário identifica como marcadores do cancro, nada tem a ver com o estado de imunidade transitório das vacinas da COVID-19.

      Além disso, os ensaios clínicos em curso são feitos com controlo rigoroso das respostas imunológicas e em doentes com diferentes perfis de imunidade, precisamente para evitar esse tipo de viés.

      Portanto, não é o decaimento imunológico que faz funcionar a vacina mRNA contra o cancro, mas sim o mecanismo inovador de treino imunológico altamente direcionado e personalizado.

  6. Joao says:

    Estudo que não mostra gráficos de imunidade conforme o tempo passa, cai um pouco na minha descredibilidade.

    • Vítor M. says:

      Dá tu esse contraditório. O estudo está bem sustentado, com factos (e hoje faz eco por todos os meios de comunicação global). O que falta não será relevante ou está devidamente justificado. Aponta tu o que achas que não está credível.

  7. há cada gajo says:

    Todos aqueles que levaram a vacina, vão morrer.

  8. CMFV says:

    Afinal por aqui é só experts em vacinação. Esquecem-se de verificar o estúpido aumento de mortes súbitas e cancerígenas em malta nova, nos últimos três anos. Ou esquecem-se ou não tiveram casos na família… Nos tempos livres, se puderem e quiserem, falem com médicos amigos e de confiança…

    • Zé Fonseca A. says:

      Nos últimos 3? És uma criança certamente, o crescente de casos de cancro já acontece desde o início do século, isso dos últimos 3 anos são teorias da conspiração porque tiveste 2 anos sem diagnósticos.
      E tenho uma médica de confiança ao meu lado aqui no sofá a ler essa barbaridade, de seu nome minha esposa.

    • David Guerreiro says:

      Agora convenientemente atribui-se qualquer morte às vacinas. As pessoas fumam, bebem, alimentam-se mal, são sedentárias, depois a culpa é das vacinas. Eu por acaso conheço várias pessoas que se recusaram a vacinar e hoje estão muito arrependidas, e outras já não se podem arrepender porque faleceram. Tenho 2 casos na família de pessoas que recusaram as vacinas, tiveram hospitalizadas com Covid, e até hoje têm sequelas e nunca mais foram as mesmas. Os vírus causam muitos mais problemas do que as vacinas, aliás, há inclusive vírus responsáveis por cancro, como é o caso do HPV ou da hepatite.

  9. Marcos says:

    Disseram nos comentários acima sobre o decaimento imunológico, e realmente tem que se dar uma olhada nisso aí. Talvez replicar com outras vacinas pra ver o resultado.

    Incitar o sistema imunológico que estimula a produção de anticorpos e logo após fazer uma análise, vai dar uma grande diferença no resultado final.

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