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Cientistas criam mineral capaz de remover CO₂ da atmosfera


A tecnologia e aquilo que é possível fazer com ela sempre foi algo que me cativou bastante. Estudo Ciência de Computadores na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. É a escrever para o Pplware que partilho os meus conhecimentos e a paixão que tenho pelos computadores.

Destaques PPLWARE

  1. Rrrrrr says:

    muito boas noticias! 😀

  2. Andre says:

    Sim, mas sem CO2 nao ha fotosintesse

    vao guardar e armazenar o CO2 e depois nao temos O2

    Cambada de Burros!

    • Ricardo says:

      Exacto, que burros.
      Os cientistas não se lembraram de te pedir a palavra, ou entao não leem o PPLWare. Assim ficavam já a saber que não se pode remover todo o CO2.

      • PORTUGA says:

        <Lembre-se, ou antes, estude a lei da conservação das massas.
        Sabe o que acontece quando a água, na sua forma de vapor na atmosfera, nas condições adequadas leva às descargas elétrica de elevadíssima diferença de potencial?

    • Hugo says:

      Burro.
      “Os investigadores estão trabalhar, e um dos passos mais importantes é remover o excesso de dióxido de carbono da atmosfera e outros gases responsáveis pelo efeito de estufa.”

    • Miguel Henriques says:

      O objetivo não é retirar todo o CO2 da atmosfera pois ele não é só necessário para a fotossintese mas tambem para o planeta manter a temperatura ideal. Nós precisamos de gases com efeito de estufa na atmosfera pois sem eles a temperatura seria demasiado baixa o problema que temos de momento é o excesso desses gases e esta tecnologia iria permitir capturar esse excesso impedindo o aquecimento excessivo.

    • Oscar says:

      Não vão armazenar todo o CO2, só o suficiente para travar os efeitos nefastos.
      Haverá sempre O2

    • Ricardo Jorge says:

      Tem noção que é virtualmente impossível remover todo o CO2 da atmosfera, certo? Chama-se escalabilidade.

    • Boa tarde,

      “em excesso…”

      Cumprimentos,

    • hommer says:

      André burro és tu, então andam os cientistas a desenvolver metedos destes para vires tu mandar bocas de cientista de bancada, mais valia nem teres comentado…

      • Andre says:

        Caro Hommer, mas eu insultei o na sua pessoa?
        Penso que deve ter em conta o que escreve!

      • PORTUGA says:

        Tenha em conta que as suas palavras definem aquilo que é.
        Quanto aos cientistas eles são o que são e os factos históricos nos dizem que muitas vezes estiveram errados pelo que tiveram que corrigir as suas afirmações.
        Há também os casos de tomadas de posição e afirmações com o objectivo de favorecer determinados interesses. Eles são humanos como os demais.

        • Nuno says:

          Claro que a história mostra que os cientistas estiveram errados no passado sobre algo, tal como o futuro vai mostrar que os cientistas do presente estavam errados sobre algo. A verdade absoluta é uma ilusão e não existe, apenas os desonestos afirmam tal.

          Claro que existem casos de cientistas que tomam posições para favorecer alguns interesses. E quem é que desmascara esses? Outros cientistas!

          O que o André disse foi uma idiotice, pois em lado algum alguém disse que se estava a pensar remover todo o CO2, mas sim absorver o que existe em excesso na atmosfera.

    • MAC says:

      Pois são, André Asno!

    • Witcher, Troll Hunter says:

      Obvious Troll is obvious. He is just doing it for the Lulz, so why are you feeding this beast?

      About the news, it’s so sad to see the ingonrance of the Pplware over and over again, trying to lead readers to also fall in the same mistakes…

      Nobody “created” any mineral. Magnesite (MgCO3) exists in the nature and was discovered many years ago. It’s explored by the industry since more than a SCENTURY ago to get Magnesium, or CARBON DIOXIDE.

      The title of the news SHOULD be: “Scientists DEVELOPED METHOD TO ACCELERATE NATURAL FORMATION of mineral that absorbs athmosphere’s CO2” – using Polystyrene ([C8H8]n).

      Speaking of environment, this catalyst is a plastic! And right now, plastic is a major threat to life on Earth than CO2! Yeah, they can say “oh it’s reusable” how many times they want. We all know how “reusable” are plastics in industrial manufacturing.

      Oh, and have I told you that this is a NON-biodegradable plastic? And that the only exception is by using a Methanogenic? That is, and I quote: “organic intermediates and carbon dioxide”…

      If not absurd, this news is at least ironic…

    • Witcher, Troll Hunter says:

      Obvious Troll is obvious. He is just doing it for the Lulz, so why are you feeding this beast?

      Also, this is FAKE NEWS. Nobody “created” any mineral. Magnesite (MgCO3) exists in the nature and was discovered many years ago. It’s explored by the industry since more than a scentury ago to get Magnesium, or carbon dioxide.

      The title of the news should be: “Scientists developed method to accelerate formation of mineral that absorbs athmosphere’s CO2” – using Polystyrene ([C8H8]n).

      Speaking of environment, this catalyst is a plastic! And right now, plastic is a major threat to life on Earth than CO2! They can say “oh it’s reusable” as many times they want. We all know how “reusable” are plastics in industrial manufacturing.

      And this is a NON-biodegradable plastic! The only exception is by using a Methanogenic: organic intermediates and carbon dioxide. This is absurd!

    • Toni da Adega says:

      Vou enviar o comentário aos cientistas em questao podes que eles assim apreendam alguma coisa com quem realmente sabe.
      Já agora dás aulas ou explicação de ciência/biologia? O tema da fotossíntese parece ser bastante pertinente e deveria ser divulgado pela comunidade internacional.

  3. Ruy Acquaviva says:

    Existe uma máquina biológica auto replicante de baixo custo que remove o carbono ativamente da atmosfera e ainda por cima gera produtos úteis.

    São as plantas fotossintetizantes.

    É muito mais barato recuperar áreas com vegetação degradada e florestas devastadas no terceiro mundo, do que produzir industrialmente essa magnesita ou qualquer outro produto. De quebra obtem-se uma estabilização do clima e aumento da umidade do ar e do solo.

    O maior problema do mundo é a irracionalidade do sistema econômico que degrada milhões de hectares de vegetação e depois investe em produtos industriais para tentar mitigar uma parte da destruição provocada.
    Nossa sociedade está a serviço do dinheiro, do lucro, da acumulação desenfreada e não do ser humano.

    As soluções são conhecidas e estão disponíveis, mas não dão lucro nem se enquadram dentro da irracionalidade suicida que toma conta da civilização humana.

    • Joaquim Sobreiro says:

      Totalmente de acordo. Agradeço o comentário.

    • RM says:

      +1
      Não esquecer do excesso de população!

    • tiago says:

      Certo, mas precisamos do espaço para produzirmos comida.
      Não se destrói só porque sim.
      Alimentar esta malta toda não é fácil. É como me disse um senhor em África: “hoje destruo a floresta que devia deixar ao meu neto… mas se o meu filho morrer à fome também não vou ter netos…”

      • Ruy Acquaviva says:

        Não é verdade. A maior parte das áreas degradadas não são usadas para produzir comida. Uma grande parte nem produz mais nada, são áreas de desertificação.
        Sou do Brasil, formado em Biologia (embora trabalhe com informática há 30 anos) e tenho umbom conhecimneto no assunto tanto por interesse pessoal quanto através de amigos próximos que atuam em na área ambiental até hoje.
        A questão é bem ampla e não é possível tratar em um pequeno espaço mas vou colocar apenas um dos aspectos para ilustrar meu ponto de vista. A maior parte da produção agrícola brasileira (que é uma das maiores do planeta) está voltada para produção de ração animal (soja) e matéria prima industrial (algodão, madeira para papel e cana de açucar), além de produtos para consumo humano que não são alimentos (café, tabaco).
        Só em relação a ração animal vale lembrar que 90% do valor nutritivo dos alimentos para animais se perda e somente 10% é efetivamente aproveitado na forma de alimento humano (carne). Ou seja, aumentando o consumo de alimentos de origem vegetal em relação aos alimentos de origem animal consegue-se um acréscimo rendimento na ordem de DEZ VEZES sem aumentar a área plantada.
        A degradação ambiental não é fruto da necessidade de produção de alimentos, é fruto da irracionalidade mesmo. Poderia fazer um tratado, resumo de dezenas de livros que tenho a respeito do assunto, mostrando como a recuperação de áreas degradadas pode não apenas contribuir para a fixação do carbono da atmosfera, produzir melhorias climáticas, melhorar a questão hídrica, como também pode aumentar a produção de alimentos não só em quantidade, como em quantidade também. A fixação do homem ao campo através da agricultura familiar com técnicas agrícolas de consorciação de culturas e manejo integrado podem não apenas produzir as melhoras citradas como também fixar o homem ao campo resolvendo o problema crônico de desemprego que observamos em uma sociedade cada vez mais automatizada.
        E não estou falando de hipóteses, conheço exemplos concretos de projetos que comprovam a viabilidade desse modelo, alguns dos quais visitei pessoalmente e pude comprovar por mim mesmo.
        Enfim, só coloquei essas questões porque as pessoas as vezes não tem oportunidade de conhecer as alternativas que existem e por isso acabam achando que as coisas são como são por não haver outro jeito. Quem se interessar por informações mais detalhadas e comprovações das minhas afirmações eu posso enviar material bibliográfico e links.

        • Joaquim Sobreiro says:

          Renovo o meu agradecimento, agora pelo contributo prestado. Deixando que cada um avance no conhecimento a que estiver interessado. Sem imposição de ideias mas responsabilizando os que por ignorância ou interesses próprios decidem ou apoiam a presente realidade.

        • AwakeJoker says:

          Caro RuyAcquaviva, gostaria de pedir.te para partilhares a informação a que te referias, visto ser um tema que me interessa fortemente.

          • Ruy Acquaviva says:

            As grandes empresas preferem ganhar 100 hoje, mesmo sabendo que estão destruindo o futuro, do que ganhar 50 hoje mas garantir sustentabilidade a longo prazo. É aí que reside a irracionalidade do sistema atual, que relega a maioria da humanidade à miséria e leva todos ao abismo de um desastre ambiental anunciado, para garantir o máximo de lucro imediato para poucos.
            E a coisa é tão insana que tem pessoas que nem são tão privilegiadas, mas querem garantir o pouco que tem (ou pensam ter), desconsiderando o futuro e defendendo o sistema.
            É impressionante esse comportamento suicida, tanto quanto é triste constatar a falta de empatia e solidariedade humana de tantas pessoas.
            É por isso que a nossa sociedade está condenada.

        • tiago says:

          Obrigado pelas fontes de investigação.
          Vamos por partes.
          Se existem áreas degradadas que podem ser recuperadas e tornadas produtivas num espaço de tempo razoável, acho pouco provável que não existam empresas que não vejam esse potencial.
          Quanto à produção de grão ou soja para alimentação animal também concordo que não faz sentido a nível energético, por isso tento ao máximo consumir apenas carne alimentada a pasto. Faz muito mais sentido (eu não consigo degradar celulose, a vaca consegue. Tenho assim acesso a uma fonte de energia que me estava vedada). Além do problema ético e ambiental das explorações animais extensivas (factory farming) que ficará para outra altura.
          Tenho sérias dúvidas em relação à eficiência energética que apresenta (de 10%), uma vez que os sistemas digestivos dos herbívoros são mais eficientes a aproveitar matéria vegetal do que o nosso.
          Concordo com a sua proposta de educar a população para um maior consumo de vegetais, no entanto acho optimista a sua estimativa de acréscimo de rendimento (10 vezes mais?). Voltamos ao mesmo problema da densidade nutricional dos alimentos e a capacidade do sistema digestivo humano de os absorver. De que vale a soja ter mais proteína por quilo do que um bife se depois o meu organismo não conseguir fixar essa proteína.
          Além disso tem que ter em conta que nem todas as pessoas conseguem atingir os seus requisitos nutricionais com uma dieta mais vegetal. Bem sei que existem atletas de alta competição que são vegan, o que parece indicar que seria a escolha acertada a nível de dieta, no entanto não funciona da mesma forma para todos.
          Quanto ao modelo de produção agrícola que propõe, realmente não tenho formação para contrapor, no entanto os case studies que forneceu parecem ser pequenas produções e de produtos de luxo e não de consumo, e não chegam para suprir as necessidades correntes da população. Posso estar enganado, mas foi o que me pareceu.
          Além disso a sua expressão “A fixação do homem ao campo através da agricultura familiar…” faz-me pensar que talvez esteja a ser um pouco ingénuo em relação à natureza humana. Poucos trocariam 8 horas de escritório com ar-condicionado por um dia de sol a sol a cavar batatas. E os que o dizem é porque não sabem o que é viver em zonas rurais, sem infraestruturas nem condições. Viver na natureza é muito romântico, até o seu filho adoecer e o hospital mais próximo ficar a 6 horas de caminho.
          Posso estar a ser injusto, mas duvido que trabalhe há 30 anos com informática no meio do mato.
          Isto de soluções em papel temos todos, mas acordar às 5 da manhã e ir pró campo agarrado ao arado até o sol se pôr é que ninguém quer… (por mim falo, e aparentemente, por si também e outros como nós…) Isto não é nada pessoal, é só para mostrar que com um pouco de introspecção talvez cheguemos à conclusão que, afinal, não temos as respostas todas, e que também gostamos dos nossos confortos e facilidades e temos forças mas também falhas. É que enquanto pensarmos que o problema são só os outros esquecermos que também nós somos os “outros”.
          Desculpe-me a franqueza, mas como disse Lutero: “aqui estou, não posso fazer d’outra forma.”
          Obrigado pela informação. Sou melhor agora do que era antes de falarmos. Vou continuar a pensar nas suas propostas, pode ser que me tenha escapado algo…

          • Ruy Acquaviva says:

            “Se existem áreas degradadas que podem ser recuperadas e tornadas produtivas num espaço de tempo razoável, acho pouco provável que não existam empresas que não vejam esse potencial.”

            Essa sua impressão é fruto de desconhecimento sobre agricultura, ecologia e agronegócio. As empresas não se preocupam com o potencial de desenvolvimento humano,diversidade biológica nem equilíbrio ecológico e climático. Elas se preocupam com o LUCRO, o dinheiro, os resultados numéricos em planilhas a serem apresentadas aos acionistas.
            De que potencial você está falando? O potencial humano não, elas não vêem, só vêem o potencial de LUCRO. E para maximizar o LUCRO elas desmatam grandes áreas, exploram a produção em larga escala com uso intensivo de fertilizantes químicos e agrotóxicos, abandonando essas áreas após o processo de degradação se agravar, avançando sobre novas áreas não exploradas. Só que a superfície do planeta não é infinita.
            A questão é sobre o modelo de produção. Grandes áreas de monocultura dão lucro às grandes empresas e latifundios, mas não são sustentáveis e não geram empregos e atendem a poucas pessoas. o que se propõe é mudar o modelo em favor do ser humano e do meio ambiente.

            “Quanto à produção de grão ou soja para alimentação animal também concordo que não faz sentido a nível energético, por isso tento ao máximo consumir apenas carne alimentada a pasto. Faz muito mais sentido (eu não consigo degradar celulose, a vaca consegue. Tenho assim acesso a uma fonte de energia que me estava vedada). Além do problema ético e ambiental das explorações animais extensivas (factory farming) que ficará para outra altura.”

            O pasto de que você fala que alimenta o gado é formado por desmatamento. Em uma floresta existe grande quantidade de carbono fixado na biomassa de animais e principalmente plantas. Quantidade igual ou até maior fixada na forma de matéria orgânica incorporada ao solo. A derrubada de florestas para formação de pasto para gado provoca da emissão de quase todo esse carbono na atmosfera, já que a biomassa das gramíneas que substituem a vegetação original é muito inferior, além da cobertura do solo ser menor, reduzindo a quantidade de matéria orgânica fixada a ele, aumentando a erosão e produzindo uma série de efeitos que afetam negativamente o ambiente e contribuem para aumentar o efeito estufa.

            “Tenho sérias dúvidas em relação à eficiência energética que apresenta (de 10%), uma vez que os sistemas digestivos dos herbívoros são mais eficientes a aproveitar matéria vegetal do que o nosso. Concordo com a sua proposta de educar a população para um maior consumo de vegetais, no entanto acho optimista a sua estimativa de acréscimo de rendimento (10 vezes mais?).”

            Bom, esse dado, como pode comprovar vendo o podcast da UFRGS, foi fornecido por um dos mais renomados especialistas em ecologia do Brasil. Mas não precisa acreditar nele, basta buscar na literatura científica e poderá comprovar o fato. Mesmo assim você pode duvidar, claro, tem gente que acredita que a Terra é plana.

            “Voltamos ao mesmo problema da densidade nutricional dos alimentos e a capacidade do sistema digestivo humano de os absorver. De que vale a soja ter mais proteína por quilo do que um bife se depois o meu organismo não conseguir fixar essa proteína.
            Além disso tem que ter em conta que nem todas as pessoas conseguem atingir os seus requisitos nutricionais com uma dieta mais vegetal. Bem sei que existem atletas de alta competição que são vegan, o que parece indicar que seria a escolha acertada a nível de dieta, no entanto não funciona da mesma forma para todos.”

            Não estou falando de vegetarianismo, veganismo e outras modinhas. Estou falando em termos de modelo econômico e sistema de produção agrícola. Simplesmente não existe relação de oposição entre a produção de alimentos e conservação ambiental, isso é uma mentira que não encontra o menor embasamento factual. O modelo de produção com agricultura familiar, consorciação de culturas e manejo ecológico é viável, produz mais alimentos, recupera o ambiente e fixa o homem ao campo. Só não é bom para o lucro de grandes empresas e a acumulação irracional de capital. A questão é essa, não é com modinhas que se vai resolver o problema ambiental.

            “Quanto ao modelo de produção agrícola que propõe, realmente não tenho formação para contrapor, no entanto os case studies que forneceu parecem ser pequenas produções e de produtos de luxo e não de consumo, e não chegam para suprir as necessidades correntes da população. Posso estar enganado, mas foi o que me pareceu.
            Além disso a sua expressão “A fixação do homem ao campo através da agricultura familiar…” faz-me pensar que talvez esteja a ser um pouco ingénuo em relação à natureza humana. Poucos trocariam 8 horas de escritório com ar-condicionado por um dia de sol a sol a cavar batatas.”

            O homem que se procura fixar ao campo não é o executivo engravatado que trabalha em um escritório com ar condicionado. São os MILHÕES de desempregados e subempregados que vivem na miséria nas periferias das grandes cidades. Impressionante esse seu eurocentrismo. Por que você acha que existe tanta pressão de imigração ilegal na Europa? Não é para fazer turismo, a grande maioria foge da fome.
            Há aproximadamente mil milhões de seres humanos passando fome no mundo. A produção agrícola é suficiente para alimentar a todos, mas o alimento não chega a todo mundo. O desemprego leva centenas de milhões a viverem na miséria, a ocupação irracional das áreas produtivas e a degradação ambiental fas a maior parte dessa massa humana a abandonarem o campo e concentrarem-se nas periferias de grandes cidades. Isso ocorre na América Latina, na África e na Ásia em proporções alarmantes. Você falar de pessoas trocarem escritórios com ar condicionado pelo campo chega a ser patético diante desse quadro desolador. Em que mundo você vive?

            “E os que o dizem é porque não sabem o que é viver em zonas rurais, sem infraestruturas nem condições. Viver na natureza é muito romântico, até o seu filho adoecer e o hospital mais próximo ficar a 6 horas de caminho.”

            Você tem ideia de quantas pessoas morrem ao lado dos hospitais das grandes cidades do mundo, na miséria e alimento, muito menos atendimento médico?

            “Posso estar a ser injusto, mas duvido que trabalhe há 30 anos com informática no meio do mato.”

            Moro em São Paulo, uma das maiores cidades do mundo com uma população de milhões de miseráveis sem emprego que adorariam trocar as ruas infectas onde vivem sem abrigo por um pedaço de terra onde possam plantar e saciar sua fome e a des seus filhos. Sou um privilegiado porque pertenço a uma classe média que tem emprego e fome, mas tropeço na miséria de seres humanos iguais a mim que não tem essa sorte e vivem em condições sub-humanas.
            E conheço a realidade do campo, onde nasci e me criei antes de mudar para a cidade para cursar a Universidade.

            “Isto de soluções em papel temos todos, mas acordar às 5 da manhã e ir pró campo agarrado ao arado até o sol se pôr é que ninguém quer… (por mim falo, e aparentemente, por si também e outros como nós…) Isto não é nada pessoal, é só para mostrar que com um pouco de introspecção talvez cheguemos à conclusão que, afinal, não temos as respostas todas, e que também gostamos dos nossos confortos e facilidades e temos forças mas também falhas. É que enquanto pensarmos que o problema são só os outros esquecermos que também nós somos os “outros”.
            Desculpe-me a franqueza, mas como disse Lutero: “aqui estou, não posso fazer d’outra forma.”
            Obrigado pela informação. Sou melhor agora do que era antes de falarmos. Vou continuar a pensar nas suas propostas, pode ser que me tenha escapado algo…”

            Evidentemente escapou muita coisa. Espero que os fatos que estou apresentando possam abrir seus horizontes.

          • tiago says:

            Não respondeu a nenhuma das minhas perguntas.
            1 – Continuo sem saber como consegue tornar esse método de cultivo rentável. Dizer que as empresas só pensam no lucro, não é resposta. Eu compreendo que o caminho que estamos a tomar não é sustentável, mas mostre-me outro, no concreto. Porque assim que me mostrar as contas que provem que consigo tirar as mesmas toneladas de comida por hectare quadrado ao mesmo custo com previsão de manter a rentabilidade do solo por mais anos, adivinhe o que eu vou fazer?
            2- Ok, já percebi. Desflorestação MAU, Mais árvores BOM. Mas então não posso deitar abaixo agora só algumas para dar de comer ao meu filho? É que ele não come madeira. E essas pessoas que estão a passar fome ao seu lado, iriam plantar comida nos intervalos das árvores ou deitariam-nas abaixo primeiro?
            3 – Gostei muito de ouvir o vosso especialista, tudo bem. Mas apenas 10% de eficiência nutritiva? então 90% do que um animal come é desperdício? desculpe-me mas sendo você um biólogo sabe bem que a natureza não perdoa desperdícios dessa magnitude.
            4- volta a não responder à pergunta que fiz: qual o modelo de educação alimentar a sugerir às populações para conseguir atingir os níveis de rentabilidade falados pelo Dr (os tais 10 vezes mais). Mais vegetais, qual a percentagem? Só vegetais? E não estaríamos a infringir direitos humanos ao aplicar medidas desse género?
            5 – “O homem que se procura fixar ao campo não é o executivo engravatado que trabalha em um escritório com ar condicionado. São os MILHÕES de desempregados e subempregados que vivem na miséria nas periferias das grandes cidades.”. Porque não faz ao contrário? Dê o seu lugar no escritório a quem vive na miséria e vá você ao sol e à chuva cavar as batatas para comer? Isto de pedir sacrifícios ao vizinho é muito fácil…
            6 – “E conheço a realidade do campo, onde nasci e me criei antes de mudar para a cidade para cursar a Universidade.”
            E não voltou para lá porquê? No entanto não hesita em enviar os mais desfavorecidos para o sítio de onde você mesmo fugiu. E os filhos deles não terão direito a Universidade também?
            7 – Só lhe estava a pedir para reflectir um pouco, nada mais. Por muito que me escape, pelo menos tenho a clareza para perceber que não tenho as respostas todas. Ninguém tem.

          • Rosso says:

            Ó Tiago, não percebeu ou não quer perceber? O método de cultivo é rentável, e acima de tudo sustentavel. A empresa é que em vez de ganhar 100 ganha 50. Não é preciso ser muito esperto para chegar lá. Agora de acordo com o sistema actual que defende é capaz de ser complicado. Por isso é que tem de existir uma alteração da mentalidade da populaça, por forma a não colocar o dividendo á frente de tudo o resto. Uma coisa é ganhar, outra coisa é ganhar de forma sustentável. Mas enquanto a prioridade for o lucro a curto prazo (modelo de gestão cada vez mais em voga e responsável pela maior parte da maioria dos problemas econômicos actuais) ha de haver sempre um Tiago a levantar problemas. Mas eu quero ganhar tudo!!! Quero tudo e quero já! Fazer compromissos? Os outros que os façam!

          • Ruy Acquaviva says:

            “Não respondeu a nenhuma das minhas perguntas.”

            Eu não sabia que isso aqui era um interrogatório. Você fez perguntas? Na língua portuguesa as perguntas terminam com pontos de interrogação. Você terminou suas AFIRMAÇÕES com ponto final.Agora virou interrogatório? Como você está perdido caro amigo! Não sou seu professor nem seu preisioneiro. Não tenho obrigação de responder pergunta nenhuma sua, mesmo que as tivesse feito.

            “1 – Continuo sem saber como consegue tornar esse método de cultivo rentável. Dizer que as empresas só pensam no lucro, não é resposta. Eu compreendo que o caminho que estamos a tomar não é sustentável, mas mostre-me outro, no concreto. Porque assim que me mostrar as contas que provem que consigo tirar as mesmas toneladas de comida por hectare quadrado ao mesmo custo com previsão de manter a rentabilidade do solo por mais anos, adivinhe o que eu vou fazer?”

            Caro, no material que eu coloquei aqui está explicado tudo isso. Se você leu (será?) verá respostas para alguns de seus questionamentos. Outras respostas são encontradas nas bibbliografias e outras ainda dependem de pesquisas. Mas me parece que seu problema seja foco. Não viu no material que a agricultura familiar é a principal fonte dos alimentos consumidos no Brasil, apesar do agronegócio ocupar mais de 80% da área plantada? Os dados estão lá, se quiser pesquise. A Embrapa é a maior empresa de pesquisa agropecuária do mundo e tem um material fantástico a respeito desse assunto. O link principal eu coloquei. Tem muitos dados concretos no IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e na FAO, com uma coisa chamada Internet você pod pesquisar em casa mesmo. Como eu disse não sou seu professor nem estou dando curso aqui. Só coloquei um comentário. E coloquei materiais que embasam minhas posições, mas não vim fazer um seminário nem dar aulas. E mesmo que gosse fazer isso nãqo seria esta sessão de comentários o lugar para isso.

            “2- Ok, já percebi. Desflorestação MAU, Mais árvores BOM. Mas então não posso deitar abaixo agora só algumas para dar de comer ao meu filho? É qu*e ele não come madeira. E essas pessoas que estão a passar fome ao seu lado, iriam plantar comida nos intervalos das árvores ou deitariam-nas abaixo primeiro?”

            Você não leu mesmo o material sobre o trabalho do Sr. Ernst Gotsh que eu coloquei logo acima. Que pena! Se tivegação conheceria uma experiência prática que comprova não existir contraposição entre produção de alimentos e árvores ou florestas. Ele fez vários empreendimentos rentáveis comprando terras desertificadas e recuperando-as usando sucessão ecológica e consorciação de culturas, Suas fazendas parecem florestas quando vistas de longe mas tem alta produtividade de alimentos e excelente rentabilidade sem uso de fertilizantes químicos ou agrotóxicos. É um trabalho fantástico, talvez o melhor exemplo mas não é único, há outros projetos assim. Que pena que você não leu, não viu, não se informou com esse material! Se tivegação não faria essas afirmações, ou pelo menos qualificaria melhor seu discurso, avançando no debate. Achei curioso seu raciocínio (desmatamento = mau, árvores = bom), parece meu netinho de 4 anos falando.

            “3 – Gostei muito de ouvir o vosso especialista, tudo bem. Mas apenas 10% de eficiência nutritiva? então 90% do que um animal come é desperdício? desculpe-me mas sendo você um biólogo sabe bem que a natureza não perdoa desperdícios dessa magnitude.”

            Não perdoa mesmo. os 90% da energia da fotossíntese consumida pelos animais são transformados movimento, reposição celular, metabolismo, enfim, é energia consumida nos processos orgânicos. Os 90% que você pensa serem perdidos são aproveitados pelo animal, o que nós consumimos é a matéria orgânica da carne, uma pequena parte. A natureza não está aí para atender nossos estômagos, os animais são seres vivos, não máquinas. Isso é matéria do ensino fundamental. Espanta-me você achar que tudo que não vira bife seria um desperdício da natureza. O Universo não existe para atender o ser humano sabia?

            4- volta a não responder à pergunta que fiz: qual o modelo de educação alimentar a sugerir às populações para conseguir atingir os níveis de rentabilidade falados pelo Dr (os tais 10 vezes mais). Mais vegetais, qual a percentagem? Só vegetais? E não estaríamos a infringir direitos humanos ao aplicar medidas desse género?

            Você está tão confuso! Que medidas são essas que você está falando? Violar direitos humanos!!! Espere o pileque passar e leia de novo meus comentários. Verá que não existe a menor menção sobre nada coercitivo ou que possa nem ao menos sugeiri, mesmo que de longe um delírio desses. Estou pasmo!
            Eu mesmo não sou vegetariano, mas procuro banalear meu consumo de alimentos de origem animal. Nossa sociedade valoriza demais o consumo de alimentos de origem animal e alimentos altamente processados. O consumo necessário de proteína animal está muito abaixo do que é efetuado, estimulado pela propaganda.
            Acredito muito em educação alimentar:
            https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=7&ved=2ahUKEwiQzquys_fcAhULjJAKHb3oDRcQFjAGegQIAxAC&url=http%3A%2F%2Fwww.e-publicacoes.uerj.br%2Findex.php%2Fdemetra%2Farticle%2Fdownload%2F16168%2F17722&usg=AOvVaw2GUulf4L4sO3hkdK3JZUVQ
            Mas mas quero lembrar que um assunto é a educação alimentar das comunidades assentadas, outro ponto extremamente importante é a segurança alimentar de populações em situação de subnutrição ou fome crônica.
            REPITO aquilo que você não leu ou não quis considerar: Há alimento suficiente no mundo para alimentar todos os 7 bilhões de habitantes do planeta, mesmo assim há um bilhão de pessoas em situação de fome. Essa questão é muito mais candente do que sua preocupação com o tamanho do bife do almoço.

            5 – “O homem que se procura fixar ao campo não é o executivo engravatado que trabalha em um escritório com ar condicionado. São os MILHÕES de desempregados e subempregados que vivem na miséria nas periferias das grandes cidades.”. Porque não faz ao contrário? Dê o seu lugar no escritório a quem vive na miséria e vá você ao sol e à chuva cavar as batatas para comer? Isto de pedir sacrifícios ao vizinho é muito fácil…

            Mas que loucura! Onde eu pedi algum sacrifício a alguém? Por que eu iria trocar de lugar com um agricultor se eu estou dizendo que tenho emprego e a questão da fixação do homem ao campo refere-se a dar oportunidade de uma vida digna aos desempregados que vivem na miséria? Você está louco ou consumiu alguma substância estupefaciente? Eu hein! Não tem nada a ver com nada essa sua afirmação. Procure ajuda, você aparenta estar precisando.

            6 – “E conheço a realidade do campo, onde nasci e me criei antes de mudar para a cidade para cursar a Universidade.”
            E não voltou para lá porquê? No entanto não hesita em enviar os mais desfavorecidos para o sítio de onde você mesmo fugiu. E os filhos deles não terão direito a Universidade também?

            Que loucura é essa???!!! Você agora está tendo delírios sobre a MINHA VIDA!!! Tá falando que eu “fugí” do interior, que eu quero enviar pessoas para lá contra a vontade, faz alegações sobre os motivos de eu não ter voltado para a cidade onde nasci, pede satisfações sobre meus atos… Daqui a pouco está escrevendo um livro sobre a minha vida…
            Rapaz, você está DELIRANDO, procure um psiquiatra urgentemente.

            7 – Só lhe estava a pedir para reflectir um pouco, nada mais. Por muito que me escape, pelo menos tenho a clareza para perceber que não tenho as respostas todas. Ninguém tem.

            Você deve ter sim, está até escrevendo sobre a história da minha vida! Uma pessoa que você nem conhece…
            Seria até divertido se eu não estivesse com pena de você. Por favor diga-me que você está zombando, fazendo troça, que assim eu dou risada também, senão vou pensar que você está falando a sério e ficarei preocupado com a sua saúde mental.

          • tiago says:

            Ó Sr Rosso, o que não é muito difícil de perceber é que a empresa que só ganha 50 onde as outras ganham 100 não se vai aguentar muito tempo. Mesmo fazendo o que está certo, é a triste verdade.
            Quanto ao sistema actual eu não o defendo, antes pelo contrário. Tento consumir produtos locais e biológicos, sei que é pouco, mas é alguma coisa. Mas será que tenho o direito de obrigar o meu vizinho a fazer o mesmo, sei lá, ele pode adorar kiwis (que custam mais em combustível para o transporte que o fruto em si). Só acho que estas questões são mais difíceis de resolver do que “mandar os sem abrigo para o campo”. E quanto à “populaça” como você lhe chama talvez seja prudente ter um bocadinho mais de respeito pelo seu semelhante.
            Não sou eu que estou a mandar outros fazerem compromissos e a dizer que é tudo muito fácil de resolver e que tem que ser para ontem. Leia o que eu disse com um pouco mais de atenção. Está a ser injusto.
            Realmente o caso “Fazenda da Toca” que você forneceu pode ser o exemplo para demonstrar que este conceito é escalável. Mas é um projecto com 7 anos apenas. E os próprios responsáveis dizem que estão a criar novos procedimento à medida que surgem os problemas, nem eles têm certezas. Vamos ver… esperança não lhes falta.

          • tiago says:

            Sr. Ruy peço desculpa, realmente posso não ter compreendido o material que partilhou em toda a sua complexidade, mas se este método de cultivo é assim tão melhor então as empresas agrárias que competem por 5centimos o quilo ainda não as adoptaram porquê? É só isso que me está a escapar…

    • Witcher, Troll Hunter says:

      Exactly! The answer to save our future is Eco-Socialism or, at most, Green Social-Democracy. But I fear we will destroy ourselves before that can be implemented… because the trimestral results of companies will always speak louder than anything else. European Union just approved, AGAINS people’s will, a thing called CETA (previously TTIP), that creates private courts, but financed by the taxpayer monewy, that only big companies can use, and with the sole purpose to sue entire countries that aprove social, labour, or ENVIRONMENTAL legislation that could hurt profit of those multi-national companies… And this is EU, not USA, China, Russia, or any other under-developed place… WE ARE DOOMED!!!

      • tiago says:

        There is no reward for inovation in Eco-socialist models. Therefore no way to increace productivity. It would work if you could implement population growth restrictions. But it can’t be done without the loss of some of our humam rights. Maybe that’s a price future generations will be forced to pay, i don’t know, but i don’t see it appening in my lifetime. Short-sighted as this may seem to you, it is what it is. Instead of advocating for a “total solution” (and get frustrated because it’s to complicated) try implementing small things: walk more, drive less… plant a tree… save water, shower with a friend 😉 hahahah.
        all jokes aside, do what you can and soon enough it will be bigger then you.

    • jaquim says:

      Bom comentário. Em Portugal tens também a Alfarrobeira para ajudar a “limpar” o CO2 da atmosfera

  4. Emanuel Leal says:

    Não querendo ser pessimista mas uma tonelada de magnesite remove apenas meia tonelada de um gás. Uma vez que o valor de emissão de CO2 se situa nas giga toneladas quantas toneladas deste material seria necessário? Não me parece que seja por aqui a solução.

    Basta uma pesquisa pelo google e podemos verificar que já há vários processos de captura de CO2 da atmosfera e que pode ser reutilizado como fertilizante por exemplo

  5. Portuga says:

    ” Lei da Conservação das Massas ” de Lavoisier, que diz como se sabe, na natureza nada se cria nada se perde, TUDO SE TRANSFORMA.

  6. Portuga says:

    ” Lei da Conservação das Massas ” de Lavoisier, que diz como se sabe, na natureza nada se cria nada se perde, TUDO SE TRANSFORMA.

  7. João Lopes says:

    Que parvoíce de ideia, portanto, o ser humano destrói floresta, consome recursos, não são criadas leis que limitem o consumo de bens não essenciais por ser humano e o continuo crescimento da população mundial… A solução dos cientistas é criarem mais LIXO para removerem o LIXO que continuam a produzir. Meus amigos, a solução e única realista é poluírem menos. Deixem-se de invenções, a realidade é que estamos todos a caminhar para o abismo e não haverá tecnologia que nos salve (pelo menos a maioria), a solução é respeitarmos o planeta e o meio ambiente, o resto são tretas para encher os bolsos a alguns.

    • Nuno says:

      Então qual é a rua solução? Praticar o genocídio de uma boa parte da população para este ser mais amigável do ambiente? É que atirar a frase “a solução é poluir menos” para o ar não constituiu uma solução, mas sim um objectivo.

  8. Adrien Santos says:

    O título é enganador. Os cientistas não criaram nenhum mineral. Este mineral já existe na Natureza e na sua forma pura tem o nome de carbonato de magnésio. Esta substância em pó é utilizada para absorver o suor das mãos dos atletas de ginástica, e outros desportos, de modo a reduzir o atrito entre a mão e o aparelho. Portanto esta substância é conhecida e fabrica-se há muito tempo.
    Por outro lado, foi indicado no primeiro parágrafo “cientistas encontraram uma forma mais rápida de produzir um mineral capaz de absorver e guardar dióxido de carbono (CO₂)”, ou seja, o que os cientistas fizeram foi descobrir uma forma mais rápida de o produzir.
    Os cientistas não criaram um novo mineral como sugere o título.

  9. Joaquim Sobreiro says:

    Que agradável, pela riqueza de opiniões e conhecimento exposto.
    Assim, a ciência anda a par da consciência. Sem limites, livres e irrequietas.

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