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Livrámo-nos do desastre: o asteroide 2024 YR4 não irá colidir com a Lua

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. João says:

    Então… mas e qual era mesmo o desastre referido no título???

    • Vítor M. says:

      Está no artigo a explicação.

      • João says:

        Olá Vítor,

        Antes de mais esclareço que, antes de comentar, li o artigo! Pelo que reler não foi solução para a minha questão!

        A minha confusão vem de que no início refere

        “um caos na órbita terrestre que poderia ter desencadeado um desastre satelital à escala planetária.”

        Mas no fim é indicado que o risco era o de “abrir uma cratera de 1,9 quilómetros de largura na Lua.” (que tecnicamente não nos afeta diretamente) e que Lu, o especialista, “apostaria que haveria chuvas de meteoros na Terra” coisa que temos também com bastante frequência…

        Posto desta forma, no fim do artigo, fico com a honesta sensação que o uso de “desastre” é exagerado!

        Especialmente quando fecha o artigo a referir “que a notícia de hoje poderá ser uma desilusão para quem esperava ansiosamente pelos fogos de artifício.”

        Estou a perceber mal alguma coisa?

        Grato pela resposta e pela atenção

        • Vítor M. says:

          Bom dia João.

          Este tema é a continuidade de um assunto, como podes ver nos vários links deixados no artigo para o passado. aliás, fiz até questão de deixar uma espécie de linha temporal para quem não seguiu o assunto desde o início poder entender o que estamos a falar. Faz sentido perceber o enquadramento.

          Indo ao ponto em questão, a colisão do asteroide 2024 YR4 com a Lua poderia libertar enormes quantidades de detritos lunares para o espaço (fruto dessa colisão e da abertura de uma cratera de 1,9 km de largura), alguns dos quais poderiam ser capturados pela gravidade da Terra, aumentando drasticamente o risco de impacto de fragmentos na superfície terrestre, criando uma nuvem de escombros que ameaçaria milhares de satélites em órbita, desencadeando um possível efeito em cadeia semelhante à síndrome de Kessler (colisões causam uma reação em cadeia) e perturbando sistemas essenciais como comunicações, navegação GPS, observação meteorológica e infraestruturas críticas dependentes do espaço.

          O uso da palavra desastre (que a NASA usa impact risk) nestes temas de asteroides é sempre dentro da análise da probabilidade de impacto, do cenário mais gravosos, que chegou a ter uma probabilidade acima dos 4%. Portanto, o “livrámo-nos do desastre” tem a ver com o temor que algumas projeções causaram na comunidade cientifica logo quando se descobriu o asteroide em 2024.

          Por essa razão, o asteroide será um dos mais vigiados e estudados em tão pouco tempo.

          • João says:

            Mesmo assim, (“concordemos em discordar”) acho sensacionalista e exagerada o uso da palavra no contexto!

            Vejo “desastre” como algo bastante mais gravoso!

            Mas aceito que sejam pontos de vista diferentes…

            Grato pelo esclarecimento do ponto de vista 🙂

  2. José Bonifácio Boni. says:

    O que chamam primitivamente de LUA, na verdade, é o ESTABILIZADOR ENERGÉTICO ATÓMICO TERMONUCLEAR, que estabiliza a rotação e ciclos das marés do nosso planeta.

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