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Comboio Infinity terá baterias que se carregam de forma autónoma através da gravidade

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. Diego says:

    Snowpiercer?

  2. jaugusto says:

    Já existe uma coisa parecida são os camiºoes gigantes usados nas minas – eDumper – pesam umas valentes toneladas logo ao descer carregam mais energia do que gastam a subir …
    https://www.greencarreports.com/news/1124478_world-s-largest-ev-never-has-to-be-recharged

  3. Micas says:

    Mas isso só acontece porque descem carregados e sobem vazios. É preciso ler (ou saber ler) o que está escrito na página em questão!
    O moto-continuo não existe

  4. PeterJust says:

    A descer todos os santos ajudam!

  5. Rui says:

    Era bom, não era?! Carregavam-se as baterias apenas uma vez! Pois, lamento informar que não é possível! Viola a primeira e segunda lei da termodinâmica!!

  6. Nuno Moura says:

    Certo que é aproveitado o ganho visto que o comboio esta carregado e utiliza a gravidade da descida para produzir energia e posteriormente no regresso vem vazio e necessita de menos energia para voltar, gastando apenas a anteriormente produzida.
    Mas estas ideias de aproveitamento da energia “grátis” não entram em rota de colisão com os produtores distribuidores e cobradores de impostos.
    Por exemplo um consumidor com meia dúzia de paneis solares plantados no seu quintal e com 2 viaturas eléctricas, e ou com uma mota/Bicicleta eléctrica fica praticamente auto-suficiente em 98% das situações.
    Se muitos consumidores e empresas se tornarem em grade parte auto-suficientes será a falecia das produtoras, distribuidoras de energia? E os Países como o nosso onde grande parte do seus orçamentos vem da cobrança de impostos do consumo de energia?

    • Nuno Moura says:

      Não será por este motivo que os telhados e coberturas dos edifícios públicos e privados estão desaproveitados e completamente ignorados na política energética como potências possíveis superfícies produtoras de energia?
      Estamos e destruir floresta a utilizar solos agrícolas para instalar painéis solares e estamos a ignora-se todo o potencial dos telhados e das coberturas dos edifícios só para beneficiar os grandes produtores de energia? Esta política faz algum sentido?

      • RC says:

        Não, é porque até agora a energia era barata, agora mais do que nunca compensa instalar investir nessas energias, eu fui um deles, onde deixei de pagar 90 a 120 euros por mês para pagar 12 a 25.

    • RC says:

      Já vi que economia não é o seu forte, o pais cobra impostos porque importa muito, quanto menos importar menos impostos precisam de ser cobrados.

      • Nuno Moura says:

        Como consumidor e contribuinte tenho uma visão bastante clara do sector energético Português, e sei que está minado pelos lóbis com o apoio das forças políticas que tem governado o País.
        As politicas nacionais sobre a energia deviam ter um plano para o fim da nossa dependeria energética do exterior e com o controle no sector pelo estado o que não quer dizer nacionalizações e esse plano devia contemplar os consumidor na solução.
        Quem manda na politica energética em Países como a França ou na Alemanha, é só ver os resultados desta infeliz Guerra na Ucraniana, são os seus estados ao contrário de Portugal que são grandes grupos económicos e que depois tem marionetas a decidir as políticas do pais dento dos partidos/governos.
        Mesmo eu sem ser perito em economia, pode concordar que quando menos energia for importada por Portugal menos impostos os contribuintes desta suposta república necessitavam de pagar. Já que iria contribuir positivamente para o equilíbrio do nosso delicie da balançava comercial com o exterior.

        • RC says:

          Faça como eu, produzo praticamente 100% da energia que consumo.

          • Nuno Moura says:

            Certo, mas a quem produz e não consome nos períodos de maior produção acaba por a “oferecer á rede” quando deveria ganhar créditos para as alturas em que a produção é insuficiente e se assim fosse era desnecessário um grande investimentos em sistemas de baterias domesticas. Se este sistema fosse implementado os operadores só poderiam investir no armazenamento, assim invitava-se a má ocupação dos solos como está acontecer para a produção em grande escala pelos operadores.

          • RC says:

            Não é bem assim, eu tenho uma bateria e armazeno tudo o que produzo, em caso de bateria cheia e não haver gasto, nada vai para a rede, é um sistema de injeção zero. E não é preciso grande investimento, eu gastei cerca de 5 mil euros, e consigo durante o ano produzir 90% de todo o consumo, incluindo os veículos que tenho.

          • RC says:

            Está muita gente a investir nestes sistemas, a maioria dos que investiram para vender à rede e onde os contratos já acabaram, agora passaram para sistemas idênticos. Eu pagava 90 a 120 euros de luz por mês (antes dos aumentos deste ano e antes de ter este sistema, está quase a fazer 1 ano) e agora pago entre 12 a 30 por mês. Portanto pago o sistema em cerca de 5 anos.

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