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NASA escolhe empresa de Eric Schmidt para Marte. SpaceX tem concorrência

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. João says:

    Será como comparar a beira da estrada com a estrada da Beira.

  2. Joao Miguel says:

    Sempre muita preocupacao com os EUA, e a Europa como anda em materia de alta tecnologia e desenvolvimento ?

    • David Guerreiro says:

      A Europa preocupa-se é com o Volta

    • Mr. Y says:

      Lá porque não conheces não quer dizer que não haja. Tens na Europa tens a Arianespace, a Orbex, etc.

    • says:

      A tecnologia atual ainda não permite verdadeiras missões a Marte. Podem inventar o que quiserem mas com mais de 6 meses de viagem e sem grandes expectativas de retorno, só mesmo malucos para irem. Andam a vender sonhos para tapar os olhos dos totós. Há coisas bem mais interessantes e plausíveis (a seu tempo) para fazer “no espaço”, como tratar de ter uma nova estação espacial ou até mesmo começar a produzir He-3, água, oxigénio ou até materiais à base de minerais. Só depois de termos um pé bem firme na lua e/ou uma “fábrica” espacial em órbita é podemos apontar para Marte. Por outro lado podiam mandar o zé moscas, já que ele gosta tanto de Marte.

      • Max says:

        E é tudo muito caso. Escrevi noutro post:
        Estava prevista uma missão a Marte para ir recolher as amostras do solo extraídas pelo rover Perseverence (transporta consigo umas e enterrou outras). Chamava-se Mars Sample Return (MSR), missão conjunta da NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA). Qual era o plano original:
        – Lançar um Lander para Marte, transportando:
        – Um pequeno foguetão (Mars Ascent Vehicle, MEV) para trazer as amostras. Seria a primeira descolagem de um foguetão a partir de outro planeta
        – E pequenos helicópteros, derivados do Ingenuity, para ir buscar as amostras se o Perseverence não as conseguisse entregar ao foguetão de regresso.
        – Uma nave (europeia) em órbita de Marte captava as amostras e trazia-as para a Terra.
        Percebe-se bem a complexidade técnica disto. Na versão original os custos da missão podiam ultrapassar os 10 mil milhões de dólares. O Congresso dos EUA, foi cortando o financiamento, sucessivamente, o que reduzia a missão – e, em janeiro de 2026, cortou todo o financiamento do programa MSR existente, o que os analistas consideram o seu cancelamento.
        De modos que o próximo capítulo pode saltar para as missões da SpaceX e a promessa de Musk da colonização de Marte,

  3. Max says:

    Além de outros instrumentos científicos anteriores, em Marte estão a mover-se dois rovers: o Curiosity, que pousou em 2012 e o Perseverance, em 2021 (o mini-helicóptero que a ele estava associado, o Ingenuity, deixou de voar em 2024).
    O projeto Aeolous é uma coisita que nem sequer aterra equipamentos – faz observações em órbita. Musk anunciou muito mais do que isso quanto a futuras missões em Marte,

    • says:

      Anunciou como sempre utopias. As missões marte da spacex são quase tão verdadeiras como as não sei quantas reservas da cybertruck. Balelas. Ainda não temos tecnologia para ter missões plausíveis a marte. Temos de reduzir o tempo de viagem e aumentar a capacidade de carga. Ou, produzir ou carregar grande parte da carga em órbita ou na lua. Até mesmo as várias estações espaciais são montadas por módulos, e ao longo de muito tempo. Marte fica quase mil vezes mais longe the ISS. E a ISS é uma coisinha pequenina. Impressionante, mas ainda muito pequena. Mesmo para fazermos igual em marte é preciso uma quantidade gigante de recursos. Para já não falar de, também, uma boa grua..

  4. David Guerreiro says:

    É sempre bom fomentar a concorrência. Mas a NASA devia deixar de financiar a Boeing, pois a Starliner tem um atraso enorme, um custo muito superior e nem está operacional.

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