“Equipa mais do que pronta”: NASA vai lançar astronautas para a Lua esta semana!
A NASA mantém esta quarta-feira, dia 1 de abril, como a data de lançamento da sua missão Artemis II, que levará astronautas a voar em torno da Lua. A agência espacial norte-americana assegura que as equipas não estão a registar quaisquer problemas técnicos.
Apesar dos sucessivos atrasos e problemas técnicos, a janela de lançamento da Artemis II deverá abrir, na quarta-feira, às 18h24 (hora da costa leste dos Estados Unidos), o que corresponde às 23h24 GMT e 00h24 de Lisboa, prolongando-se por duas horas.
Há pequenos detalhes que vamos encontrando ao longo do processo e que estamos a resolver no momento, mas nenhum deles está a pôr em risco o lançamento neste momento.
Disse a NASA, conforme citado pelo Space.com, com os responsáveis a demonstrarem um elevado grau de confiança na possibilidade de a missão arrancar dentro do prazo previsto, utilizando o seu enorme foguetão Space Launch System (SLS).
Tudo pronto para o dia 1 de abril, assegura NASA
No dia 20 de março, a NASA concluiu uma revisão de prontidão para voo antes do transporte do SLS para a plataforma de lançamento e, desde então, não identificou quaisquer problemas ou riscos que necessitem de resolução antes de autorizar o lançamento da Artemis II.
Segundo Lori Glaze, administradora associada interina da Direção de Desenvolvimento de Sistemas de Exploração da NASA, durante uma atualização sobre o estado da missão no domingo, dia 29 de março, "todas as nossas operações têm decorrido de forma muito tranquila" desde a última revisão.
Os nossos sistemas de voo estão prontos, os sistemas em terra estão prontos, as equipas de lançamento e operações estão prontas, e a nossa equipa de operações de voo em Houston também está pronta. A tripulação chegou ontem e sei que está pronta - está mais do que pronta.

A tripulação da Artemis II chegou às instalações de lançamento e aterragem do Centro Espacial Kennedy da NASA, na Flórida, na sexta-feira, 27 de março, para a preparação para o voo de teste da missão. Ao centro, um pequeno objeto de peluche que normalmente viaja com a tripulação para indicar visualmente quando estão no espaço. Inspirado no icónico momento do nascer da Terra durante a missão Apollo 8, o "Rise" foi concebido por Lucas Ye, de Mountain View, na Califórnia, e será o indicador de gravidade zero que acompanhará a tripulação na viagem à volta da Lua. Crédito: Kim Shiflett/NASA
Estado do tempo pode impedir lançamento da Artemis II da NASA
Caso o lançamento seja adiado ou cancelado por qualquer motivo, existem outras oportunidades até 6 de abril.
O principal fator que ainda pode impedir o lançamento desta quarta-feira é o estado do tempo, pois existe uma probabilidade de 20% de violação dos critérios meteorológicos, devido à possível presença de nuvens Cumulus na parte inferior da troposfera.
Estas nuvens, de desenvolvimento vertical, possuem bases planas e topos arredondados, semelhantes a algodão.
Ainda assim, as expectativas são elevadas, com a Artemis II a ser a primeira missão tripulada do programa Artemis da NASA, cujo objetivo é levar astronautas à superfície da Lua e, eventualmente, construir uma base lunar.

O foguetão SLS da NASA e a sonda Orion no topo de uma plataforma de lançamento móvel no Complexo de Lançamento 39B, na sexta-feira, 27 de março de 2026, no Centro Espacial Kennedy da NASA, na Flórida. Crédito: Josh Dinner, via Space.com
Rumo à Artemis IV, que levará astronautas à Lua após mais de 50 anos
A primeira fase do programa Artemis, a Artemis I, foi lançada em novembro de 2022 e conseguiu colocar com sucesso a nave de nome Orion, não tripulada, em órbita lunar durante cerca de um mês.
Agora, a Artemis II levará os astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, bem como o astronauta da Agência Espacial Canadiana Jeremy Hansen, numa missão de 10 dias em torno da Lua, a bordo da Orion.

A tripulação da Artemis II (da esquerda para a direita): o piloto Victor Glover, o especialista de missão Jeremy Hansen, o comandante Reid Wiseman e a especialista de missão Christina Koch. Crédito: Joe Raedle/Getty Images News
Esta missão não será ainda uma alunagem, mas antes um teste crucial antes de missões mais ambiciosas. O objetivo é que os astronautas contornem o lado oculto da Lua numa trajetória em forma de oito, que colocará a nave numa rota direta de regresso à Terra.
Assim, a missão foi concebida como o segundo voo de teste da Orion, que já viajou para além da órbita terrestre, mas nunca com tripulação a bordo.
Se correr como previsto, a Artemis II abrirá caminho para a missão seguinte do programa, a Artemis III, que está planeada para lançar a Orion em órbita terrestre, onde a nave irá testar operações de aproximação e acoplamento com os módulos de aterragem lunar selecionados.
O sucesso desta demonstração permitirá avançar para a Artemis IV, que a NASA planeia que seja a primeira alunagem tripulada na Lua desde o final do programa Apollo, há mais de 50 anos.
Our Artemis II crew will be going around the Moon, but they'll always find their way back home 🌎
During this complex journey, the four astronauts will travel ~685,000 miles on a trajectory around the Moon and back to Earth.
See their daily agenda: https://t.co/172PVtri2Z pic.twitter.com/zsK5i6pirj
— NASA Artemis (@NASAArtemis) March 25, 2026
A complexidade de uma missão espacial tripulada
Ainda que a NASA esteja muito confiante em relação ao lançamento, marcado para esta quarta-feira, a Artemis II tem sofrido sucessivos atrasos, principalmente por questões técnicas e de segurança.
Uma vez que a Artemis II leva tripulação, há problemas que se tornam mais críticos, nomeadamente:
- Problemas com o escudo térmico da Orion
Após a missão Artemis I, verificou-se desgaste inesperado no escudo térmico da cápsula Orion durante a reentrada na atmosfera, exigindo investigações detalhadas, bem como ajustes no design e na forma como o material se comporta.
- Desenvolvimento mais lento do que o previsto
O programa Artemis tem enfrentado não apenas atrasos industriais, mas desafios na integração de sistemas complexos e necessidade de testes adicionais.
De facto, o SLS e a Orion são tecnologias novas e extremamente complexas, o que aumenta o risco de imprevistos e a necessidade de uma verificação mais atenta.
- Requisitos de segurança mais exigentes
Passar de missão não tripulada para tripulada exige padrões de segurança drasticamente mais exigentes e que cada sistema seja validado com muito mais rigor.
Estes padrões mais elevados resultam em revisões adicionais e decisões conservadoras, que frequentemente resultam em adiamentos.
- Questões logísticas
Lançar uma nave com astronautas para a Lua exige a preparação da plataforma de lançamento, coordenação entre equipas e integração final da cápsula com o foguetão. Não sendo desde logo fácil coordenar tudo isto, pequenos problemas podem atrasar todo o cronograma.
- Estado do tempo
Como vimos em cima, tal como em qualquer lançamento espacial, o tempo pode causar adiamentos de última hora, especialmente devido a nuvens densas, ventos fortes e risco de descargas elétricas.
No caso da Artemis II, é exatamente no estado do tempo que reside a incerteza, com a probabilidade de 20% de violação dos critérios meteorológicos.



















Vão à lua no dia das mentiras… Brilhante! hahaha
Hummm…dia 1 de Abril, dias das mentiras? Certo…
Escolhem logo o dia das mentiras……nunca la foram. Aposto que o video vai ser a preto e branco em directo do deserto da australia
“Nunca lá foram …”. Os que lá foram (pousaram) e os que orbitaram a Lua são todos dos EUA.
12 pisaram a Lua, 12 apenas orbitaram, são 24.
Quanto aos vídeos fabricados. Como é que se conseguia manter o segredo de que era falso?
– Dos 24 nenhum disse à família? Entre eles e a família – ninguém contava?
– No centro de comando, em Houston, houve milhares de pessoas – ninguém contava?
– As viagens e as comunicações foram acompanhadas por astrónomos e técnicos de todo o mundo, incluindo da ex-URSS – e ninguém contava?
Não há racional nas teorias da conspiração neste assunto.
P.S: Tenho um gosto especial na “prova” de que a bandeira aparecia orgulhosamente desfraldada ao vento – o que era impossível porque na Lua não havia ar (Puseram primeiro uma haste e depois uma rede metálica por dentro, porque ninguém queria ver uma bandeira murcha).
E o pior é que a teoria da não ida á lua é tão fraca… não há nenhuma impossibilidade tecnológica em ter ido á lua.
JFK foi assassinado por Oswald e a bala magica e o Pain Natal existe!
O Buzz Aldrin já afirmou, mais do que uma vez, que nunca lá foi. Que não é possível.
E porque é que acreditaram na altura e agora já não? Porque está ‘velho e senil?
Não acreditam porque é mais fácil dizer que ele já não sabe o que diz e há milhares de ‘testemunhas’ que viram acontecer!
“– No centro de comando, em Houston, houve milhares de pessoas – ninguém contava?” Foram testemunhas e não participantes. Eles não estavam lá, viram como os restantes o que lhes foi mostrado para depois dizerem que estavam no centro dos acontecimentos!
“– Dos 24 nenhum disse à família? Entre eles e a família – ninguém contava?” mais mentirosos e “diz que disse”?!
“- As viagens e as comunicações foram acompanhadas por astrónomos e técnicos de todo o mundo, incluindo da ex-URSS – e ninguém contava?” com o clima que se vivia naquela altura seriam imediatamente rotulados como mentirosos e incapazes de reconhecer tal conquista americana!
Falas da bandeira…. Já viste os fatos e o modulo que teoricamente usaram? aquilo nem à prova de agua é! como é que ia aguentar o vazio do espaço? E que protecção à radiação é que aquilo faz? nenhuma, parece-me o mais provável.
Mas isto é tudo ideias malucas só para entretenimento… Todos sabemos que eles foram lá. E tal como foi dito pela propria NASA… Só não voltaram pois a tecnologia e o código que os levaram lá…. perdeu-se de forma irrecuperável!!!
Buzz Aldrin – nunca, mas nunca mesmo – disse que não foi há Lua. O que há é algumas frases truncadas pelos conspiracionistas, como no
vídeo é que uma criança lhe pergunta: “Porque ninguém foi há Lua há tanto tempo?” E responde “Porque não fomos lá” – mas vendo vídeo por inteiro percebe-se perfeitamente que não diz “não fomos lá”, está a explicar “porque não voltámos lá”.
Aldrin é um entusiasta da exploração espacial (e da colonização de Marte). Teve centenas de horas de participação em programas de televisão e entrevistas e por isso é um dos alvos preferidos dos conspiracionistas. Mas não conseguiram tirar nada a favor dos seus disparates.
Há listas de disparates conspiracionistas e da sua refutação. De facto, a da bandeira “desfraldada ao vento” é a minha preferida. Mas a dos fatos impermeáveis também é velha – qual era o líquido ou humidade que os astronautas se tinham que proteger na superfície da Lua? Estão a confundir impermeabilidade a líquidos com o fato ser estanque presurizado – manter o ar do lado de dentro e o vácuo do lado de fora. O fato espacial tinha 21 camadas de materiais diferentes Por baixo da camada branca havia uma bexiga de borracha, de neoprene reforçado com nylon, pressurizada. Mantinha uma pressão interna de cerca de 3,7 psi de oxigénio puro.
É mais honesto pores o link com o que dizem os conspiracionistas e a sua refutação – e depois acrescentares “Não acredito na refutação por isto ou por aquilo”. É que aparecer só com a teoria como se não tivesse sido refutada … não há pachorra.
Quanto aos técnicos de transmissão de televisão captadas da superfície da Lua, as da Apollo 11 na Austrália, referi-me abaixo. Quanto aos que estavam em Houston tinham equipamentos distintos e captavam, em direto, informações diferentes … e estava tudo tão bem sincronizado que eram enganados ao mesmo tempo – em 6 missões que pousaram na superfície da Lua.
Dedica-te à cultura de minhocas e vai à pesca. É mais produtivo e racional.
Com toda a certeza seria mais produtivo do que um Aves que se limita a copiar e colar informação sem sequer se questionar da narrativa e que nem capacidade tem para ver o todo.
Hoje em dia, com toda a tecnologia que existe têm eles dificuldade em fazer directos com qualidade de um país para outro…. Queres que acredite que nos anos 60/70 o fizeram, da lua para a terra, com essa precisão toda?
Se acreditas no pai natal e que o coelho da pascoa põe ovos, é la contigo. Não querias é que todos sejamos como tu!
Não fomos à lua, a terra é plana e o elvis presley vive no Mónaco…
A ignorância/crença dos @PoiZés desta vida é delirante.
Mais juizinho.
Ai agora a teoria é de que não se conseguia fazer a transmissão da superfície da Lua para a Terra, porque na Terra há dificuldades de fazer transmissões de um país para outro 🙂
As refutações (dos livros, não é preciso inventar nada):
– Uma já dei abaixo, os técnicos que captavam e retransmitiam o sinal de televisão sabiam perfeitamente para que coordenadas as antenas estavam apontadas. Se as transmissões estivessem a ser feitas do deserto da Austrália ou do Nevada era impossível não darem por isso.
– E o vácuo do espaço é o ambiente ideal para as ondas de rádio. Ao contrário da Terra, onde montanhas e a própria atmosfera causam interferência e bloqueiam sinais, o espaço é um vácuo quase perfeito. As ondas eletromagnéticas (como as derádio e TV) não precisam de um meio para viajar e não sofrem qualquer resistência no vácuo. O sinal viaja em linha reta da Lua à Terra sem obstáculos. A única coisa que acontece é a dispersão causada pela distância e que torna o sinal mais fraco, mas não inexistente. Por isso se usaram antenas gigantes com ganhos extremos.
E se a transmissão fosse falsa ou viesse de um estúdio terrestre qualquer país com um radiotelescópio, como a ex-URSS detetava a fraude instantaneamente.
Leste também as refutações – ou leste só a lista de “fraudes” 😉
É que não quero passar aqui o dia todo. a a dizer o que qualquer um pode saber facilmente.
Em relação ao Buzz… Ele disse e em várias ocasiões diferentes!
E nem essa que referes foi descontextualizado. Vai lá rever porque deves ter visto uma versão completa que era diferente da que vi.
No programa do Conan, ele até afirma que era uma animação! E tu falas em directos da lua para a terra?!
” e a própria atmosfera causam interferência e bloqueiam sinais, ”
Ou seja, de um pais para o outro a atmosfera é um problema… Mas do espaço para cá… não! “O sinal viaja em linha recta da Lua à Terra sem obstáculos.” …Deve entrar pelo buraco do ozono para não ter interferências!
A propria Nasa (li e há um video com o astronauta Don Petit) justifica o não retorno à lua com: “já não terem a tecnologia para o voltar a fazer. Tinham mas eles destruíram-na e reconstruir tudo seria um trabalho penoso.”
A sério?!? É suposto acreditar nisto?! Tínham mas… destruiram e agora é dificil refazer…. A sério?!?
Refutações? mais quais refutações? As únicas que vi que eram coerentes foram as que refutavam coisas que nem pés tinham… quanto mais cabeça!
Naquela altura ninguém ia dizer que os americanos não o teriam feito. Nem aliados, por motivos óbvios, nem os ‘inimigos’ pois passariam facilmente por mentirosos!
Se fosse verdade não haveria tantas duvidas… Muito menos estariam tanto tempo sem lá voltar! E muito mas mesmo muito menos iriam destruir a tecnologia e o código que os ‘levou lá’.
És livre de acreditares no que quiseres. tal como eu.
Mas eu não acredito que os coelhos põe ovos muito menos de chocolate. E olha que isso está escrito em muito sitio diferente!
As missões Artemis foram reestruturadas em fevereiro deste ano.
– Estava previsto que a Artemis III pousasse na Lua em 2026 (estava inicialmente previsto para 2024, mas já se admitia o adiamento para 2027). A Orion, da NASA, levava os astronautas para a órbita lunar. A nave Starship HLS, da SpaceX, recolhia parte dos tripulantes da Orion, que transportava para a superfície lunar e retornava à Orion, que que trazia a tripulação.
– A Space X não conseguiu cumprir os planos e a NASA contratou a Blue Origin, como alternativa para substituir a Space X. Com isto, a missão Artemis III, foi remodelada e a Orion já não sai da órbita terrestre, servindo apenas apenas para exercício de acoplamento da nave da Space X ou da Blue Origin (Blue Moon).
Com isto, se a Artemis IV, agora prevista para início de 2028, e a Artemis V, para final de 2028, pousam na Lua ou não, logo se vê. Segundo o calendário do ego de Trump, devia ser até janeiro de 2029 (abandona a presidência) ou antes dos chineses pousarem na Lua (previsto para 2030).
Preto e branco também são cores!… O deserto da Austrália não é na lua!… e fico-me por aqui…
Não te fiques 😉
Acabaste de juntar mais 200 pessoas, entre cientistas e técnicos altamente especializados, muitos deles australianos, que trabalharam nas estações de rastreamento do sinal de televisão captado da Lua durante a missão Apolo 11 e na sua retransmitção, incluindo para Houston
As antenas estavam apontadas para coordenadas específicas. Se estivessem a captar uma transmissão algures no deserto era impossível não detetar que não vinha da Lua.
Sem falar dos tais que estariam no estúdio no deserto, são mais 200, não americanos nem funcionários do governo dos EUA, que estiveram calados durante estes anos todos, sem denunciar a farsa de que falam os conspiracionistas 😉
Enviem o Trump e outros parecidos. Mas numa viagem, só de ida.
Mais um apoiante das ditaduras islamicas?
quem é que patrocina a missão? Netflix?
Vão morrer todos:
https://idlewords.com/2026/03/artemis_ii_is_not_safe_to_fly.htm
Nossa…como diriam os nossos” irmões”, no meu tempo era sempre a abrir , não havia cá anéis com diferenças brutais de temperatura nem nada. Isto só pode ser fruto das alterações climáticas.
Estás a sofisticar! Parabéns! Apareceste com a teoria que as diferenças brutais da temperatura não permitiam a viagem! Juntaste-te a um que diz que há uma anel de radiação tão forte que é impossível ultrapassá-lo!
A tua teoria não deve ser original … mas nem sequer fui ver a contestação 😉
Não queres fazer o favor de apresentar a refutação da tua própria teoria?
Não eras também dos que contestava a bandeira orgulhosamente desfraldada “ao vento”?
Se ultrapassarem os cinturões de Van Allen: morrerão.
Contornar o ESTABILIZADOR ENERGÉTICO ATÔMICO TERMONUCLUEAR que estabiliza os ciclos das marés do nosso PLANETA, estabilizador que chamam primitivamente de LUA, abaixo dos CINTURÕES DE VAN ALLEM: ok. Acima: impossível!
Por isso que não pousarão, entenderam?
Vários astronautas ultrapassaram e não morreram. Ou melhor, morreram mas como todos nós 🙂
Se é como tu dizes, por que não pousarão?
Certamente – não se pode passar pelos CINTURÕES DE VAN ALLEN, por causada radiação, nem pelos ANEIS CAUSADOS PELOS ELEKTROS, por causa das diferenças brutais de temperatura.
E no entanto … passaram, repetidamente.
Meus amigos, bem-vindos ao início da nova saga “A Guerra pelo Espaço”. EUA com esta iniciativa, vai levar que a China, Rússia, Índia e talvez a Space X respondam de outra forma para marcar território espacial. Estas guerras economicamente podem ser piores que as atuais que estão em curso.