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Inteligência Artificial da Google provou ser muito precisa a diagnosticar cancro do pulmão


Imagem: FDA

Fonte: Google

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Theneus says:

    isso se usado para o bem pode ser revolucionário

    • MAD says:

      Pois vai ser usado para determinar quanto pagas de seguros de saude… Daqui a dias pedem as radiografias para fazer um seguro ou as instituiçoes vão vender os teus dados ás seguradoras e a AI vai ver a probabilidade de contraires cancro ou outra doença. Para o bem do negocio vai ser de certeza.

  2. ToFerreira says:

    A tecnologia está a demorar demasiado tempo a invadir a medicina, os interesses instalados só vão prejudicando os doentes.

  3. Devsys says:

    Título descabido.
    Não é diagnóstico, é classificação.
    O diagnóstico requer toda uma metodologia, e um exame é parte da metodologia.

    • Vítor M. says:

      Bom dia. Não, na verdade é exatamente o que a tecnologia da Google faz. Estamos a falar em Inteligência Artificial que, além de prever, consegue diagnosticar. Aliás, diz isso mesmo na página da Google ao apresentar estes resultados. Além disso, a designação de diagnóstico, em medicina, refere-se ao processo analítico de que se vale o especialista ao exame de uma doença ou de um quadro clínico, para chegar a uma conclusão. Logo, estamos perante um quadro onde se encaixa a tecnologia da Google.

      • Devsys says:

        Vítor M, isto é algo básico que se aprende no primeiro dia da disciplina de inteligência artificial, é o primeiro conceito de introdução ao resto da cadeira, a “inteligência artificial” serve 2 propósitos, prever e classificar.
        Coisas como, diagnosticar (diagnóstico diferencial), são muito muito mais complexos do que um problema de previsão ou classificação.
        O que as empresas “dizem” é publicidade, porque uma empresa por imposição do mercado, tem de dar lucro, portanto, uma garrafa de fary lava não sei quantos mil pratos, que dá para fazer umas 5 ou 6 pontes Vasco da Gama… Já dá para se perceber a ideia.
        E uma nota, muito do que é chamado de “inteligência artificial”, muitas vezes não tem nada, zero, de inteligência artificial, é puramente determinístico, e no caso da saúde, existem exames que recorrem a processos de auxílio por computação, sem o alarido das grandes marcas do momento.
        E já agora uma tomografia é um exame, não é um diagnóstico diferencial. E 45 mil tomografias é uma montanha de exames, não são um monte de diagnósticos diferenciais.

        • Vítor M. says:

          A questão de como a Google comunica não a vou debater, nem estamos perante esse cenários de perceber se é ou não questão de publicidade. O que está em causa são os dados obtidos e veiculados. Tudo o resto, desde técnicas académicas ou interpretação pessoal, estão ao largo do que está a ser dado a conhecer.

          Abr.

          • Devsys says:

            Portanto, do que escrevi, percebeste Bla Bla Bla Whiskas saquetas.
            Dos resultados tens apenas que o software deles faz o que se faz há relativo tempo na saúde, que é, para a identificação de determinada patologia, e dado um exame já previamente seleccionado pelo medico, sendo esse um exame discriminante no processo de diagnóstico, ter uma taxa de acerto um pouco melhor que o humano, não exame a exame, mas no total de milhares deles, e uma taxa de erro menor.
            Portanto, já que não sabes, já há vários exames em que um algoritmo pré selecciona dados de determinado exame, para serem vistos pelo especialista.
            Isso não são ferramentas de diagnóstico puro, são excelentes ferramentas para maximizar o acerto no diagnóstico da patologia e minimizar o erro.
            Entendeste agora?

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