Eric Jackson, fundador da Ironfire Capital , prevê que dentro de cinco a oito anos irá desaparecer o Facebook como o grande player da web, assim como aconteceu ao Yahoo fez: “Mas o Yahoo ainda é rentável, tem 13.000 funcionários, mas é 10% daquilo que era em 2000. E para todos os efeitos, já desapareceu”, declarou Jackson no programa Squawk da CNBC.
A rede social profissional LinkedIn está a investigar uma suposta falha de segurança que permitiu que mais de 6 milhões de palavras-passe fossem roubadas e expostas na Internet.
Um grupo de Hackers publicou num fórum russo um ficheiro contendo passwords encriptadas do LinkedIn. Este grupo deixou o convite à comunidade de hackers para os ajudar a descodificar o ficheiro.
Não foi preciso mais do que duas semanas para que todo o esquema por detrás da operação da entrada do Facebook em bolsa fosse posto em causa e fossem instaurados dois processos judiciais.
O primeiro processo foi levantado por vários investidores que alegam que Mark Zuckerberg vendeu mil milhões de dólares de acções antes da rede social entrar em bolsa.
Termos já se encontram a votos deste sexta-feira até dia 8 de Junho
A rede social mais famosa e acedida do Mundo é também criticada por várias razões mas, entre elas, a mais sonante prende-se com as questões da privacidade dos seus utilizadores. Neste âmbito, existem aqueles que não se preocupam com esse aspecto, ou a falta dele, mas por outro lado também existe uma grande parte de utilizadores, e também não utilizadores, que referem a falta de segurança com os dados pessoais, uma das principais desvantagens e pontos fracos do Facebook.
Assim, de forma a se poder alterar as funcionalidades que menos agradem aos utilizadores, o Facebook disponibilizou uma votação que está activa desde sexta-feira até ao próximo dia 8 de Junho, onde as pessoas podem indicar se querem ou não ver alteradas as normas de segurança da rede social.
O facto do Facebook ter entrado para a bolsa de valores acresce a responsabilidade aos seus gestores para criar soluções comerciais. Estas soluções têm como finalidade trazer lucro e é essa perspectiva que os investidores querem ver na empresa de Zuckerberg. Falámos há dias numa possível aquisição do browser Opera e agora surgem rumores que o Facebook resolveu investir na área de dispositivos móveis.
Não estamos a falar de mais aplicações, não é que não tenham também novidades nessa área, mas o que está em causa é o lançamento de um smartphone.