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Autor: Vítor M.

Estudo mostra que cães podem detetar com precisão cancro no sangue

A tecnologia já desenvolve sensores que permitem analisar diversos fatores outrora impossíveis de validar. Contudo, há sensores naturais que podem ter uma serventia incrível. Os cães têm recetores olfativos 10.000 vezes mais precisos que os humanos, tornando-os altamente sensíveis a odores que não sentimos. Agora, um novo estudo mostrou que os cães podem usar o seu olfato altamente evoluído para recolher amostras de sangue de pessoas com cancro.

Este novo método tem tudo para ser barato, acessível e eficaz.

Imagem beagle a detetar cancro em sangue de paciente


Crédito Agrícola vai lançar o serviço Apple Pay em Portugal

Como foi anunciado durante o último evento especial da Apple, o serviço de pagamentos da Apple, Apple Pay iria crescer muito este ano. Pelo menos esse era o grande objetivo traçado pela empresa. Portugal estaria no radar da empresa de Cupertino e o recurso iria ser disponibilizado no nosso mercado.

Agora, o Crédito Agrícola informou que vai lançar, brevemente, o serviço Apple Pay e passa a disponibilizar pagamentos digitais aos seus Clientes, em colaboração com a Mastercard.


E Porque Hoje é Sexta

Pela primeira vez foi visto o aspeto de um buraco negro. É certo que este tinha as bordas laranja, mas era negro negro no interior. Dizem que na loucura é para lá que caminhamos. Está tudo a ficar negro no buraco.

Deixamos a culinária e vamos falar de humor.


Cientista de 29 anos desenvolveu algoritmo que possibilitou 1.ª foto de buraco negro

O mundo ficou a conhecer a primeira imagem de um buraco negro, que se situa na galáxia M87. Esta imagem e os dados recolhidos pela rede de telescópios só foi possível graças a um algoritmo criado pela jovem Katherine Bouman.

A cientista tem 29 anos, é doutorada em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação pelo MIT e teve um papel fundamental.

Imagem de Katherine Bouman, cientista do MIT que desenvolveu algoritmo para captar o buraco negro


China quer proibir mineração de criptomoeda porque entende ser um desperdício de energia

Minerar criptomoedas, ou, de forma mais simplista, fabricar as moedas virtuais, consome muita energia. Já no passado investigadores mostraram que minerar bitcoin consome mais eletricidade que 20 países europeus. Agora, a China parece não estar pelos ajustes e quer mesmo banir a mineração no país. Segundo o gigante asiático, este é um desperdício de energia estúpido.

No início desta semana, as entidades reguladoras chinesas consideraram a proibição da mineração de criptomoedas como uma atividade económica “indesejável”.

Imagem criptomoeda na China é desperdício de energia