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Submarino nuclear russo afundado no mar da Noruega é a “Chernobyl do fundo do mar”


Imagem: IMR

Fonte: IMR

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. nop90 says:

    Parecem o Costa a falar, ai isto é normal é só um incidente, uma infelicidade no meio de tantos sucessos.

    • David Guerreiro says:

      É a típica conversa socialista, curiosamente o mesmo tipo de conversa de onde provinha o submarino, a URSS. Quando aconteceu o desastre em Chernobyl, diziam que estava tudo bem, um pequeno problema, e que o reator até poderia ser colocado na Praça Vermelha em Moscovo…

      • Daniel says:

        Até aqui se tem que levar com partidarites/acefalias ideológicas? Já não basta vocês (e por vocês é tanto um lado como o outro) estarem conspurcar todas as caixas de comentários dos jornais generalistas e económicos, agora também têm de vir fazer sala para blogs de tecnologia? Arre!!!

      • Pérolas says:

        Sabem que existem outros submarinos, de outras proveniências ideológicas que estão no fundo do mar, certo? Além disso não convém esquecer o que aconteceu no japão…

      • Fernandes says:

        Estamos vivendo numa sociedade onde nao é politicamente correcto nem economicamente falando que as verdades sejam ditas ou conhecidas

        • Daniel says:

          Essa desculpa é mais ou menos o novo “não tens filhos, não sabes”… é a falácia mais obtusa da actualidade. Já li alguém queixar-se de que um comentário em que a outra pessoa tinha usado um chorrilho de impropérios e adjectivos pouco abonatórios ao pai e mãe da pessoa a quem comentava, mas quem lhe comenteu por cima acusou-o de ser “politicamente correcto”… vácuo de sentido, é somente uma nova forma do antigo “quem o diz é quem o é”, e igualmente infantil.

  2. none says:

    Esses níveis não são seguros, são extremamente elevados e quem diz o contrário apenas está a tentar realizar gestão de danos.

  3. TU-SABES-QUEM says:

    lindo

  4. LG says:

    “Os níveis que detetamos estavam claramente acima do normal nos oceanos, mas não eram alarmantes.”

    3.6 röntgen… not great not terrible

  5. Pérolas says:

    Isto devia ser assim: «Quem parte paga»! Dito isto, eles, ou fosse quem fosse deveriam ser obrigados a retirar esse lixo do mar e a revitalizar toda a zona afectada. Ai e tal é mais caro, etc, etc, então não usem esta tecnologia. Inventem outra menos poluente.

    • José Carlos da Silva says:

      Se fosse “apenas” poluição estava eu bem. Dêem uma vista de olhos nos estudos que existem acerca da presença de radiação nos peixes. Aliado a todas a mil e umas ondas que recebemos diariamente, vindas de todo o lado, depois admiram-se e ficam todos muito chocados que os casos de cancro vão aumentar 90% nos próximos 5 a 10 anos.

  6. Louro says:

    É só especialistas em energia nuclear por aqui.

    Para já producao de energia nuclear, nao só é mais eficiente como também é a mais sustentavel.

    Usar a questao de Chernobyl e agora deste submarino da mesma era, é só um pouco parvo.

    • Pérolas says:

      Tens razão, tudo especialistas de bancada… Já agora e na tua opinião, como é que se desactiva uma central destas e como é que se reciclam, de forma que não prejudique o meio ambiente, os residuos altamente prejudiciais dai resultantes?

    • DUMDUM says:

      Estás correto é a mais eficiente e sustentável, não emite gases de estufa e o designado “Lixo nuclear” que tanto assusta é reciclável, dou só o exemplo de países como a França e a China e os US que têm a maior parte da sua produção de energia vindo desta tecnologia, mas atenção é de explicar que as centrais da união soviética cujo a tecnologia era bem diferente daí o acidente de chernobyl, eram derivadas de projectos militares para produzir plutónio para bombas nucleares e “adaptados” para este tipo de fim e sofriam de vários problemas estruturais.
      1- O uso de grafite no interior do reator cujo era usado como moderador de fluxo
      2- Ser um sistema cujo o circuito da água já por si era pressurizada, ao se transformar em vapor ainda ganhava ainda mais pressão.
      3- O Facto de o reator e não estar protegido com uma piscina de contenção como os do ocidente
      4- O uso de combustível instável Urânio-235
      5- São reatores com coeficiente negativo enorme, instáveis.
      6- As Pontas das barras de controlo eram feitas não em berílio mas em grafite e ao estar em coeficiente negativo ao serem inseridas as barras de controlo a primeira coisa a entrar era a grafite das pontas e passava a agir não como moderador mas como acelerador passando de coeficiente negativo a positivo aumentando infinitamente.

      Os reatores ocidentais feitos pela GE, são de longe os mais seguros englobando uma série de seguranças, usam outro tipo de combustível.

    • Megabyte says:

      É aquela velha máxima… não se fazem omeletes sem se partir alguns ovos, só que neste caso o ovo é o planeta terra e a sua capacidade de sustentar vida complexa. Coisas deste tipo acabam entrando na cadeia alimentar e afectam-te quer directa, quer indirectamente. Quando começar-te a aparecer relevos misteriosos no teu corpo, que irás atribuir ao mau uso do papel higiénico, ou aos peidos do António do 5C, perceberás que a sustentabilidade ou a eficiência energética não te servirá para nada, e que o dinheiro que dás tanto valor não te salvará. Mais um ovo quebrado…

      • Miguel Sousa says:

        Quando te fores informar e perceberes que uma central termoelétrica convencional liberta para atmosfera metais pesados que se encontram em baixa concentração nos combustíveis líquidos e sólidos, mas que vão diretamente para a atmosfera que respiras e fores analisar a radioatividade nas vizinhanças de uma central a carvão, nunca mais dizes baboseiras contra a energia nuclear.

  7. Renato says:

    Com tanta tecnologia, tanto dinheiro mal gasto, nao existe uma soluçao para prevenir que este perigo seja um perigo maior no futuro? Eu sinceramente vejo uma bomba-relogio aqui… só resta saber se em poucos anos, ou muitos anos!

    • int3 says:

      Com acesso à informação de forma tão facilitada e rápida ainda temos comentários deste gênero…

      • Renato says:

        Ou eu nao entendi o teu comentario, ou tu nao entendeste o meu! O que digo é que vejo a noticia, mas nao vejo solucçoes para prevenir que um desastre de grandes consequencias aconteça neste submarino!

        A noticia so alerta e alerta, mas em nada refere a possiveis soluçoes para prevenir que um dia o submarino large grandes quantidades de radiaçao…

        O que nao entendeste no meu comentario?

  8. int3 says:

    Pelas minhas contas são 50 microSivert/hora. Não é elevado mas não é bom para a vida. Por estranho que pareça no Brasil na praia em Guarapari, tem mais ou menos os mesmos valores.

  9. Fernandes says:

    Estamos vivendo numa sociedade onde nao é politicamente correcto nem economicamente falando que as verdades sejam ditas ou conhecidas

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